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História My Place In All This (reylo) - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Oiee!!! Como vcs tão? Já perderam o juízo com esse negócio de quarentena? Eu tô quase lá. Pelo menos tô tendo tempo para escrever bem muito e estou aqui, três dias antes do prazo, de capítulo novo! Tô uma mocinha! ""Palmas para mim""" ieiii

Capítulo 5 - Cura


 

Já havia algumas horas que tinham passado da hora do almoço quando C3PO se aproximou. Rey, sentada numa das mesas, tentava marcar nos livros, as partes que estavam em algum idioma que ela entendesse.

-Senhora. - o doid chamou sua atenção. - talvez queira ver isso.

Ela virou o olhar para ele que a entregou alguns papéis na sua língua, sobre o assunto que havia necessitado.

- Obrigada C3po! Achei que demoraria mais!

- Claro que não senhora! Um serviço muito fácil.

- Vou ler isso então, quem sabe se você puder traduzir o restante...

- Já ia fazer isso senhora.

- Obrigada!

C3PO a deixou com uma atividade interessante para as próximas horas. E, realmente, horas se passaram até que ela encontrasse algo que pudesse ser útil no conserto do sabre.

 

"Assim como os videntes usam a conexão com a Força Unificadora, Curadores Jedi usam a conexão com a Força Viva para salvar os que estão morrendo e curar infectados. Ele trabalham junto com o Corpo Médico Jedi completos (ao contrário da maioria do MedCorp Jedi que nunca atingiu o nível de Padawan). Nessa função de liderança, ele supervisionavam a enfermaria do Templo e praticam troca curativa em mundos como Rhinnal e H'ratth."

- Força unificadora. - ela falou alto.

- Sobre o que está lendo? - Leia se aproximou caminhando devagar.

- São os livros Jedi. Estou tentando entender algumas coisas.

A mais velha indicou a cadeira ao lado de Rey indicando sua intenção de se sentar, Rey assentiu.

- Luke não me mostrou muita coisa sobre esses livros mas. Se quiser, podemos procurar juntas. Sobre o que quer saber?

Rey sorriu para ela. Com certeza aquela mulher extraordinária tinha muito a ensiná-la.

-Estou procurando um jeito de consertar o sabre de luz de Luke. Você viu como ele ficou depois de...

- Eu vi como ele ficou. Mas fiquei me perguntando como você conseguiu partir um sabre de luz ao meio. - ela riu. - Eu tinha um.

- Um sabre de luz?

- Sim, Mas eu o entreguei a Luke. Não tinha a intenção de ficar andando com aquele negócio pendurado na cintura o tempo todo. Meus embates sempre foram muito mais intelectuais. Se soubesse o que Luke fez com ele, eu te daria e você não precisaria desse trabalho.

- Isso não é necessário. - Rey mostrou a Leia o que havia encontrado. - Aquele cristal precisa disso. - seu dedo apontou para a palavra cura.

- Então cure-o. Entre todos aqui, com certeza você seria quem conseguiria fazer isso. Veja o que diz aqui:

"Deve relaxar... acompanhar a minha mente... alcançar o interior... através da dor... para tocar a Força! Unir ossos... consertar a carne... renovar!"

-Isso deve se aplicar ao cristal. - Rey raciocinou depois de ler aquelas palavras.

- Sim, continue lendo querida.

Ela obedeceu.

"Os níveis iniciais requeriam grande concentração e meditação, enquanto uma maior aptidão na técnica garantia uma regeneração rápida. Os níveis mais avançados eram capazes de curar grandes ferimentos, até mesmo danos completos à carne, osso ou órgãos."

A Jedi respirou fundo.

- Tudo sempre envolve meditação.

- Sim, quase tudo - Leia respondeu sorrindo.

- É muito difícil, quando se tem tanta coisa na cabeça, meditar.

- Então tire essas coisas da cabeça.

Rey a encarou incrédula.

- Rey, você não precisa carregar ninguém nas costas. Essas pessoas, - ela apontou para as pessoas na sala - a resistência. Eles, nós - ela se incluiu por fim - somos sobreviventes Rey. Cada um aqui tem seu papel e sabe dos riscos envolvidos. E estamos todos dispostos a correr esses riscos.

- Está falando sobre o que eu falei quando fomos atacados. Sobre Kylo Ren...

- Sim querida. É sobre isso. Eu sei que ele... - ela procurava as palavras - que vocês estão ligados de alguma forma.

- É que...

- Acalme-se. Não precisamos falar sobre isso. Só o que quero que saiba é que, não importa quais são os planos dele, nós estamos aqui, prontos para dar nosso melhor e estaremos todos do seu lado Rey. Ele não terá como prejudicá-la.

Rey tentou sorrir para a general.

- Agora vá. - Leia começou a tentar se levantar, Rey pulou da cadeira e a ajudou. Você tem uma tarefa a fazer. - Ela começou a olhar em volta - desculpe se não consigo te dar uma ideia sobre um lugar tranquilo para meditar, por enquanto não podemos ir lá fora.

- Darei um jeito.

Leia se despediu e Rey, após juntar seus papeis, começou a caminhar em direção ao seu quarto.

 

-Rey! Tem um minuto? - Finn já estava próximo aguardando que a conversa com Leia terminasse.

Ela deu um sorriso para o amigo assentindo.

- Só queria saber se você está bem.

- Eu estou Finn, na medida do possível. Só um pouco cansada.

- Sabe que pode me contar.

- Contar o quê?

- Qual é o problema.

Ela respirou fundo impaciente.

- Não há problema Finn.

- Você está diferente, distante.

Sinceramente, Rey não sentia a menor vontade de contar a Finn tudo o que passava em sua cabeça. Coisas sobre os livros Jedi, sobre seus planos futuros, sobre Ben. Principalmente sobre Ben. Não queria nem imaginar a reação do amigo ao saber que havia beijado o supremo líder e que... Não. Seria melhor não comentar isso com ninguém, até por que, não significava nada mesmo...

- Bem, estarei aqui quando quiser conversar. - o rapaz falou contrariado e deu meia volta já dando indícios de se afastar.

- Finn, espera!

Ele parou, ainda de costas.

- Você falou com a Rose?

- Sobre o quê? - ele voltou a se aproximar.

- Ela, - de repente ela pensou que talvez estivesse se intrometendo num assunto que não era da sua conta, por isso achou melhor encurtar a conversa. - eu fiquei com a sensação que ela queria conversar com você. Ela parece se importar muito e...

- Rey, posso perguntar uma coisa?

- Pode Finn.

O rapaz a puxou pelo braço, fazendo com que ela sentasse junto dele na mesma mesa que estava com Léia momentos antes.

- Você... - Finn parecia nervoso. - você já beijou alguém?

- Finn! - Rey, de repente sentiu seu rosto ficando quente, teria ele visto algo? - Que tipo de pergunta é essa?

- Desculpa Rey! É que ann, eu queria sua opinião.

- Minha opinião. - ela cruzou os braços.

- Sim é que... - ele se ajustou na cadeira para ficar exatamente de frente para ela - a Rose, ela meio que me beijou.

- Meio que te beijou.

- Sim. Você acha que...

- Como assim Finn? Ela te beijou ou não?

- É que... - assim como Rey, o rapaz não se sentia muito à vontade em falar sobre aquilo. - Sim, ela me beijou. Você acha que..

- Que ela gosta de você? Sim, eu acho. Na verdade, já achava, você nem precisava ter me dito isso. - Rey se arrependeu imediatamente de ter falado aquilo, mas as palavras já tinham saído.

- Sério?

- Bem... -Rey passava a mão na nuca desconfortável. - não que eu ache que um beijo signifique tanto assim mas...

- Pois eu acho que significa.

- Então é por isso que você tá evitando ela.

- Eu não to evitando ela Rey!

- Então fale com ela. Se significou algo para você, acho que ela tem o direito de saber.

- Realmente acha isso?

- Sim, eu acho. - Rey a olhava nos olhos sorrindo.

Aquilo, de certa forma, acalmou o coração de Finn, ele só precisava daquele empurrão para fazer o que queria. Por algum tempo, achava que, se fosse se interessar por alguém um dia, seria por Rey. Ele a amava muito mas, aos seus olhos, ela não parecia ser do tipo que se apaixona, ainda mais com esse negócio de ser Jedi, impressão confirmada com a reação dela ao ser questionada sobre um beijo. Quando conheceu Rose, tinha toda a intenção de ir atras de Rey e dizer isso a ela, mas a convivência com Rose despertou nele um carinho diferente, algo que ele ainda não compreendia bem mas que Rose, com aquele beijo traduziu perfeitamente. Decidido a passar aquilo a limpo, ele levantou e tocou o ombro da amiga.

- Obrigado.

Rey sorriu para ele e, ao ver ele andando na direção do seu quarto, decidiu ficar na mesa mais um pouco e deixá-los conversar. Contou meia hora e se aproximou devagar do quarto. Ao colocar a cabeça porta a dentro, sorriu com a cena que presenciou. Finn, sentado na beira da cama, abraçava Rose, era o rosto de Rose, apoiado no ombro do rapaz, que estava virando para ela, seus olhos estavam fechados, úmidos e ela tinha um sorriso nos lábios.

- Rey! - ela exclamou ao abrir os olhos e avistar a Jedi.

- Desculpa, não queria interromper. Só preciso pegar umas coisas.

O mais rápido que pôde, ela pegou a bolsa com os pedaços do sabre, colocou os papeis que tinha na mão dentro e saiu. Parou na porta e sorriu novamente para os casal. Rose sorriu de volta. Rey saiu do quarto aquecida e feliz.

 

A companhia de Leia realmente parecia ajudar Rey a meditar. No quarto da general, as duas trabalhavam juntas com o sabre de luz quebrado. Leia conseguiu uma banda de metal beskar, pretendia usá-lo no remendo. Mas, o mais importante seria cuidar do cristal, ele precisava de ajuda agora.

Após vários minutos tentando se comunicar com ele, Rey conseguiu fazer com que ele se soltasse do metal rompido. Ele flutuou e parou em sua mão esquerda. Finalmente um progresso depois de dias sem sair do lugar. O cristal, antes perfeito, agora mostrava rachaduras em sua superfície.

Leia pegou os pedaços metálicos ocos e os observou por um momento. Aquele sabre lembrava tanto Luke, e não só Luke, lembrava um pai que ela nunca aceitou, responsável por toda aquela desgraça, por tantas vidas perdidas e, por fim, não podia perdoá-lo pela influência sobre seu filho. Decidiu, por fim não levar esses sentimentos em consideração. Sabia que Rey precisava daquela arma.

Com a banda de beskar já do tamanho certo, ela apenas esperava, observando uma jovem que não tinha muita ideia do que fazer.

- Tente transferir energia para ele.

- Eu não sei como. - Rey permanecia com o cristal sobre a palma da mão aberta.

- Do que você acha que ele precisa?

A mais nova respirou fundo. Talvez o próprio cristal pudesse responder aquilo. Talvez se se aproximasse mais. Ela então resolveu cobrir a mão com a outra, envolvendo assim o cristal entre elas. Fechou os olhos e perguntou em silêncio: "me ajude a saber o que você precisa". Após alguns instantes de concentração, sentiu como se de alguma forma, o Kyber precisasse do calor do seu corpo, então apertou mais suas mãos, para que ele fosse aquecido. Abriu as mãos somente quando sentiu-se fraca. Uma vertigem fez com que ela cambaleasse na cama. Leia levantou-se e ficou ao seu lado para ampará-la se fosse necessário.

- Pode ser que você esteja no caminho certo Rey! Você deu um pouco de sua energia para ele.

E moça olhou para o Kyber ainda em sua mão. Seu aspecto parecia melhor. Parte das rachaduras se foram. Restavam somente algumas ranhuras.

Ela continuou então.

Fez o mesmo procedimento. Apertou o cristal entre as mãos, tentando dar a ele o máximo de energia que conseguia.

Finalmente, ela caiu deitada na cama. Sentia-se como se fosse desmaiar a qualquer momento. Porém, ao olhar para o cristal, céus! Aquilo era lindo! Ele estava perfeito! Liso, brilhante, vivo! Foi Leia que o segurou dessa vez para ajudar Rey a se levantar. Ela teria que aguentar mais um pouco, estavam quase conseguindo.

Leia sentou-se na poltrona em frente à cama e virou-se para Rey.

- Pronta?

- Rey assentiu, então, com o cristal e as partes metálicas aos pés de Rey na cama, as duas mulheres começaram a concentrar-se juntas, a Força fluia de uma para a outra quando começaram a recitar juntas várias vezes:

O cristal é o coração da lâmina.

O coração é o cristal do Jedi.

O Jedi é o cristal da Força.

A Força é a lâmina do coração.

Todos estão ligados: o cristal, a lâmina, o Jedi. Somos um.

Mesmo com os olhos fechados, era como se elas conseguissem ver os componentes do Sabre de Luz flutuando entre elas.

O cristal rodeava cada parte, parecia tentar reconhecê-las. Demorou mais tempo na banda de beskar. Finalmente, ele voltou ao seu lugar, dentro do cilindro metálico e se fechando lá, sendo todos eles envolvidos pelo Beskar, que havia acabado de ser aceito por eles.

Ao sentir que haviam terminado, elas abriram os olhos. Rey, com a mão estendida, recebeu o sabre de luz em sua mão.

- Vamos! Ligue! - Leia não escondia a empolgação de terem feito aquilo.

Rey, por outro lado, hesitou por um instante. Havia lido que, se aquilo tivesse feito do modo errado, poderia explodir. Ponderou por uns instantes se aquilo valia o risco de perder algum dedo.

- Tenho certeza que dará certo querida!

Rey fez uma careta para a general e, com o dedo polegar, tocou o botão na lateral do sabre.

A luz Azul iluminou todo o quarto e seu som característico podia ser ouvido inclusive fora do quarto.

Rey se sentiu realizada por ter conseguido fazer aquilo. Estava tão orgulhosa de si mesma! O olhar de Leia sobre ela era de puro orgulho.

-Ele estava certo! Você pode fazer isso!

Rey apenas sorria, alheia ao pensamentos de Leia.

Alguém bateu na porta e Leia foi verificar, deixando Rey, por alguns instantes com seus pensamentos. Ela estava realizada, olhava com carinho para a arma em sua mão.

- Você confia em mim agora não é mesmo? - Ela dizia - Se ele quiser você de novo, vai ficar do meu lado?

Lembrou dele. Por que tinha que lembrar dele? Havia fugido o dia todo! Após várias tentativas, agora Rey não tinha certeza se tinha forças para continuar bloqueando os avanços dele.

Leia, ao fechar a porta novamente, encontrou Rey deitada, com os olhos fechados. Mas não parecia descansar. Ela via dor e desespero no rosto da jovem Jedi.

–Rey? - Leia chamou preocupada.

A moça comprimia os olhos por causa da dor de sentir que ele estava tentando entrar em sua mente, entrar em contato. Ao ouvir a voz da general, abriu os olhos buscando por apoio.

– Você está bem menina? Tá sentindo alguma dor?

Rey se levantou encarando a general suplicante.

–Ele não desiste Leia... Eu não consigo mais suportar isso! Eu tô tentando, juro que estou! Mas ele continua aqui. - ela apontou para sua cabeça.

– Bem, por que você não o deixa entrar então?

– O que???

– Você tem poder suficiente para dominá-lo, para entrar na sua mente, já fez isso antes.

Rey olhava para a mais velha com desdém. Aquilo era ridículo! Kylo Ren era o inimigo! Ela não devia conversar com ele.

– Vamos! - Leia a puxou pela mão. - cruze as pernas e permita que ele a alcance, vamos ver o que ele tem a dizer.

Rey, embora relutante, obedeceu.

– Agora feche os olhos. Não se preocupe, você não está sozinha dessa vez.

Rey respirou fundo, colocou as duas mãos no colchão a sua frente, enquanto Leia tocava seu ombro, dando apoio.

– Não aperte tanto os olhos, tente relaxar.

Alguns instantes depois, Rey sentiu uma de suas mãos sendo tocadas. Aquilo fez com que uma lágrima escorresse em seu rosto.

Leia podia ver a mão da moça se erguendo e fechando lentamente, como se tivesse segurando algo, mas Rey não abria os olhos.

– Obrigado. - a voz do supremo líder também parecia mais fraca que o normal.

– Fala logo o que você quer! - a Jedi respondeu ríspida, finalmente abrindo os olhos. Leia observava, mas sem ver, apenas sentia a presença do filho.

– Rey... - o rapaz tentava controlar a respiração - eu tenho uma ideia sobre como resolver nosso problema.

– Nosso problema? - ela o encarou.

- Sim, um modo de tirar vocês daqui.

- Problema que você mesmo criou.

- Rey! Já conversamos sobre isso.

Rey, irritada, alternava o olhar entre Kylo e Leia, aquilo tudo era tão...

– Você não está sozinha. - Kylo interrompeu seus pensamentos. - O que é isso? Um tipo de armadilha?

Rey revirou os olhos.

– Sua mãe tá aqui comigo seu idiota! - Kylo arregalou os olhos. - Se não fosse por ela, nem a maior crise de enxaqueca do mundo me convenceria a falar com você.

- Pergunte a ele o que ele quer. - Leia disse tentando conter os ânimos.

- Ele quer que eu vá encontrá-lo. - Rey virou-se para a mais velha. - quer que eu saia daqui para ser chantageada por ele.

- Não é isso que eu quero Rey! Sabe que não é!

- Não seria má ideia. - Leia ponderou, ganhando um olhar incrédulo e desesperado da jovem. - Pergunte a ele quando e onde.

Rey ainda permanecia com o olhar estático para a general. Kylo esperava.

- Vamos querida, se é uma trégua que ele quer, podemos conversar.

- Uma trégua?

- Sim, isso! É uma trégua Rey! - Kylo interrompeu. - Só nós, sem armas.

- Não vou deixar meu sabre de luz aqui.

- Seu sabre de luz? Desde quando você tem um?

- Não é da sua conta.

Algo no tom de voz de Rey, quase fazia Leia rir, ela apenas baixava a cabeça sorrindo discretamente.

- Tudo bem. Apenas os sabres de luz. Mas quero que saiba que eu não pretendo usá-lo.

- Não prometo nada.

Kylo baixou a cabeça e sorriu levemente, ela era tão determinada! Aquilo o afetava de um modo que não entendia bem. Rey, por sua vez, encarou Leia e o filho e a semelhança na expressão dos dois a incomodou de um jeito estranho.

- Amanhã então, às três. Vou te mandar um mapa do local.

Rey apenas assentiu com a cabeça, o expulsando de sua mente.

Estava decidido. Iria encontrá-lo e, por mais inacreditável que isso parecesse, com a autorização e a benção da general da resistência.

- Não se preocupe querida. Tomaremos precauções. Você estará segura.


Notas Finais


E aí povo! Como vcs acham que vai ser esse encontro? Vcs querem pegação que eu sei... Vou pensar no caso. Espero que tenham gostado! Me contem!
Daqui 15 dias eu volto. Bjuuu


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