História My Player 2 (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Histórias Originais
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Fluffy, Game, Imagine, Jeon Jungkook, Jimin, Jungkook, Namjoon, Overwatch, Romantico
Visualizações 27
Palavras 2.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lírica, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


só posso dizer uma coisa: estejam com o coração preparado.

BOA LEITURA! 💜

Capítulo 6 - O próprio inferno na Terra.


Fanfic / Fanfiction My Player 2 (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 6 - O próprio inferno na Terra.

Passei pelos dois sem olhar na cara de Jeon rezando para que ele não tentasse se explicar porque eu não queria ouvir, na verdade. Namjoon percebeu que algo estava errado mas não questionou e eu agradeci imensamente por isso. Eu sabia que algo daria errado alguma hora, as coisas geralmente não funcionam muito bem para mim, pelo menos não por muito tempo e eu até entendo em certo ponto. No momento eu não sentia uma raiva pelo que vi, mas uma tristeza por ter caído no primeiro encanto de um garoto que me deu atenção. A gente não tinha nada certo, mas para mim pelo menos algo estava rolando, e eu me senti enciumada e chateada pelo o que aconteceu porque eu não faria aquilo com ele, mas infelizmente não podemos esperar que as pessoas façam pela gente o que faríamos por elas. 

— Sayu, por favor. — senti duas mãos em meu pulso me segurando e eu não precisava olhar para trás para saber quem era o dono delas. 

— Jeon... só não, eu estou te pedindo. Por favor, me solta. — eu ainda não conseguia olhar em para o seu rosto, não queria deixar aparente a vermelhidão que apossava-se de mim, ele perceberia que eu estava prestes a chorar. 

— Você vai fazer isso mesmo? Acha justo comigo? — respondeu em um fio de voz e eu só afirmei com minha cabeça e seu aperto em meu pulso se desfez deixando uma marca avermelhada ali, mas eu sequer senti alguma coisa. 

— Vamos, vou te levar no seu quarto. — Namjoon disse passando sua mão em meu ombro. 

— Ela sabe muito bem onde é o quarto dela, não precisa de babá! — Jeon vociferou com uma expressão não muito boa e agora apertava seus dedos deixando uma marca branca por tamanha força. 

— Cara, com que moral você está dizendo isso? Claramente você não sabe o que é melhor para ela. 

— O que você sabe, seu imbecil? Conheceu ela hoje, você não tem noção de nada. Não de intrometa nisso também. Eu aceito que você destrua tudo o que eu tenho mas ela não, ela é a minha garota e sinto te dizer mas isso você não vai tirar de mim. — Jeongguk suspirou passando a mão por suas têmporas e me encarando em seguida. Desviei meu olhar e não disse nada, apenas peguei a mão de Namjoon e segui para o elevador. — A gente precisa conversar, você não pode fugir assim de mim! — gritou de onde estava assim que percebeu que eu me afastava, entretanto eu sabia que não tinha nada para conversar. 

Já no elevador fiquei pensando nas palavras de Jeon e não entendi muito bem o porquê dele ter dito para Namjoon não intrometer novamente, afinal, eles já se conheciam? Eram vários buracos abertos que não tinham explicação nenhuma no momento e eu não sei se estava disposta a descobrir. 

Namjoon não disse nada no caminho todo apenas me observava com um olhar terno, e era confortante aquilo. Não ter que dar explicações. 

— Chegamos... obrigada por ter me acompanhado, realmente não precisava. — agradeci o mais alto entrando em meu quarto. 

— Queria ter certeza que você ficaria bem... se precisar pode interfonar para o meu quarto, estou no 700. — sorriu deixando suas covinhas a mostra. 

— Obrigada, Namjoon. De verdade. — sorri de volta em agradecimento e fechei a porta ao vê-lo se afastar por aquele enorme corredor. 

Ao ficar sozinha naquele espaço, pois Mei estava - mais uma vez - com Jimin, me surpreendi pois não chorei ou quebrei qualquer objeto que encontrasse pela frente. Se decepcionar com o primeiro amor era algo doloroso de mais que não poderia ser aliviado dessa forma, não tinha o que fazer porque parte de mim queria correr para ele e dizer que estava tudo bem e que ele não tinha culpa mas a outra era orgulhosa ao extremo para tentar sequer colocar o pé fora daquele quarto. 

Maldita hora que eu decidi descer para a academia, eu desci para relaxar e voltei mais estressada ainda, pelo menos havia conhecido Namjoon. Optei que iria tomar um banho de banheira primeiro pois estava toda melada de suor e depois decidiria o que fazer. 

Ao sair do banheiro com meus cabelos molhados reparei que passei uma hora no banho, pelo menos me fez esfriar um pouco a cabeça. Ouvi um toque na porta e fui atender de roupão mesmo na pretensão de ser Mei, achei que minha amiga havia esquecido sua chave ou algo do tipo, mas percebi que estava enganada quando abri a porta e dei de cara com Jeon que estava com os olhos inchados, - indícios de que havia chorado, ou alguma alergia repentina havia o pegado - sua expressão não era muito boa. 

— Posso entrar? — proferiu com um fio de voz enquanto olhava para os seus próprios pés, ele estava tão chateado quanto eu e isso era perceptível. 

— Eu não sei se quero conversar com você, Jeon. 

— Você não precisa dizer nada... só me deixa falar a minha parte, eu não quero que você tenha uma impressão errada de mim. — levantou seu olhar suplicando para que eu desse pelo menos essa chance. 

— Tudo bem. — dei espaço para que ele entrasse — Mas seja breve e objetivo, sem rodeios. Odeio me sentir enganada. 

— Eu não me daria o trabalho de vir aqui me explicar se eu tivesse feito algo errado. — sentou na beirada da cama me chamando para sentar ao seu lado — Eu só quero o melhor para você, e se eu estivesse mentindo, certamente não seria a melhor opção para ti. Eu não me permitiria. 

O olhei surpresa por suas palavras mas ainda  tinha aquele fio de desconfiança que insistia em dizer que eu tinha meu orgulho para manter. 

— Bom... tudo começou quando eu vim até aqui para te chamar para ir tomar um sorvete comigo e achei que a gente precisava conversar sobre o que me perguntaram na entrevista hoje. — assenti concordando e prestando atenção em cada palavra dita por ele com tranquilidade — Mei disse que você estava na academia do hotel e eu fui até lá mas me deparei com uma cena que me deixou bem magoado, não vou mentir. Você estava rindo aos montes com Kim Namjoon e eu não queria aparecer lá e dar uma de ciumento e te constranger, por mais que eu quisesse entrar naquele lugar e jogar um peso de cem kilos na cabeça dele e te tirar de lá. — acabei rindo com seu ciúmes repentino, tirando um olhar de alívio de Jeongguk quando viu que eu estava mais relaxada — Ei, não ria, ok? Só eu sei o que passei vendo aquele cara olhando para sua bunda e elogiando sua postura fazendo os exercícios, desde quando ele é personal trainer? Cara folgado... — bufou me tirando mais uma risada. Ele era extremamente adorável com ciúmes e eu pagaria para vê-lo de novo assim. Até porque quando não é você que está sentindo ciúmes a situação é bem diferente. 

— Desde quando você conhece o Namjoon? — despertou-me a curiosidade em saber. 

— Namjoon faz parte do time inimigo do nosso. Desde a minha estréia jogando profissionalmente ele me dá dor de cabeça. Eu não suporto ele e ele não me suporta. É isso. Fiquei bem surpreso por você estar toda amiguinha dele. Isso não é nada justo. — cruzou seus braços. 

— Namjoon se mostrou uma boa pessoa, ele é divertido e foi uma ótima companhia na verdade. — confessei vendo sua postura ficar rígida e sua língua se apertar contra sua bochecha. 

— Não importa, não quero saber. — cobriu seus ouvidos me fazendo rir e por um segundo me esquecer de que estávamos falando sobre algo sério e ele ainda não tinha me falado sobre o estopim da confusão. Abaixei suas mãos e pedi para que ele continuasse. — Você me desconcentra, desculpa... Mas retomando, eu saí de lá o mais rápido que pude e um trio de garotas apareceram do nada dizendo que eram minhas fãs e queriam tirar uma foto e sempre que posso eu atendo todo mundo, mas uma delas me pegou desprevenido e enfiou a língua dela na minha boca. — fez uma cara de nojo instantânea — Carinho, eu juro que quase morri de ânsia, eu nunca vi uma coisa dessa, eu queria morrer e ela estava fazendo uma força enorme e eu não queria machucá-la para depois eu me ferrar, ainda mais que estávamos em público, e foi aí que você chegou e viu aquele vexame todo. 

Eu amava quando Jeongguk me dava apelidos e era a primeira vez que ele me chamava de carinho, aquilo me despertou diversas borboletas no estômago, eu não conseguia levar a sério a situação quando ele não cooperava comigo, mas meu orgulho ainda estava lá dizendo a todo instante que ele estava tentando me ganhar sendo carinhoso e que eu não poderia ser boba de novo. 

— Você não vai dizer nada? — perguntou passando a mão em minha coxa, que eu tirei em seguida. 

— Eu não sei Jeon, essa história está muito mal contada. Eu não sei o que fazer agora, não quero tomar nenhuma decisão precipitada para me magoar de novo. Você tem muita gente ao seu redor querendo sua atenção, e eu não quero ter que competir com ninguém para tê-la. 

— Carinho, olha para mim, nos meus olhos. — sentou de frente para mim pegando em meu rosto e olhando profundamente em minhas orbes — Você não tem que lutar com ninguém pela minha atenção, porque você ganha ela a todo instante sem nem mesmo tentar, eu não consigo parar de pensar em você. Tanto que quando isso aconteceu, eu estava indo justamente atrás de ti. Orgulho não combina com felicidade, eu vim até aqui me explicar e ainda estou deixando de lado o fato de que você se aliou com o meu rival, por que não pode tentar ser um pouco compreensiva comigo? Não quero te perder sem nem te ter ainda... — colocou um biquinho em seus lábios, que eu fiz questão de roubar um beijo. 

— Tudo bem, vamos deixar passar essa, mas por favor, não deixe que isso aconteça de novo. — Jeongguk concordou e me puxou para o seu colo e me deu um abraço seguindo para um beijo carinhoso e lento com suas mãos grandes em torno das minhas coxas, e só depois de nos separarmos percebi que estava só de roupão e um volume notável estava na calça do moreno me tirando uma risada - só não sabia se era de nervoso ou por achar a situação em si engraçada. 

— Ei, não olha. Isso não estava nos meus planos eu juro que vim aqui sem pretensões. — se esticou pegando um travesseiro na cama e colocando em cima do seu amigo desperto. 

Ainda em seu colo pude ver que sua mandíbula estava totalmente travada, ele estava se segurando, mas uma mulher com tesão é uma mulher sem vergonha e eu estava prestes a testar todos os meus limites de safadeza com aquele garoto na minha cama. Jeongguk tinha seus cabelos lisos e pretos jogados de uma forma tão sedutora em seus olhos que eu sentia uma energia para lá de perigosa rondando nós dois. Mordi meus lábios quando percebi que ele circundou sua língua em seus lábios ao encarar os meus, e joguei o travesseiro que ele havia pego para longe, me sentando em cima de onde ele estava. Jeon desamarrou a tira do meu roupão, beijando meus ombros em cada parte que era descoberta pelo pedaço de pano. Aquilo estava me causando arrepios descomunais, que nunca havia sentido antes. Até porque eu ainda era virgem. 

(...)

Naquela madrugada Jeon e eu fizemos amor pela primeira vez, e para mim era literalmente a primeira vez, e não podia ter sido mais perfeita, quando descobriu que eu ainda era virgem ele deu uma travada mas quando eu disse que confiava nele, o garoto deu tudo de si para que não me machucasse, inclusive permitiu que eu descontasse nele qualquer dor que sentisse. Presumo que não foi uma boa ideia vendo o estrago que havia feito em suas costas e bunda. 

E eu descobri que além de uma voz doce, Jeon também tinha uma voz fodidamente sexy e o gemido mais gostoso do mundo. O poder da sua voz me fez delirar em segundos, desde sempre foi assim, só que dessa vez não era nada inocente, pelo contrário, eu queimei como se estivesse no inferno e Jeon era o próprio demônio me fazendo cometer o melhor pecado de todos e eu estava disposta a aceitar qualquer punição por ter caído nessa tentação. 


Notas Finais


talvez venham me xingar por não ter escrito hentai, mas é que não é minha especialidade e por mais que eu até goste de ler eu não sou apta a escrever... me perdoem! eu procurei passar o sentimento daquele acontecimento e espero que vocês tenham pegado a essência da coisa em si por mais que não esteja explícita.

NÃO SE ESQUEÇA: qualquer comentário é bem vindo!
até o próximo capítulo. 💜


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