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História My Possessive Brother - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Oii. Vocês estão bem?
Leiam as notas finais, por favor.

Boa leitura!

Capítulo 14 - Piscina


Fanfic / Fanfiction My Possessive Brother - Capítulo 14 - Piscina

Depois de ficar horas conversando com Chucky decido ir embora. Ele havia dito que as passagens para o Canadá seriam compradas quando eu escolhesse uma data para deixar Atlanta, o que foi ótimo, já que agora teria mais tempo para pensar. 


Chucky também me contou sobre quem foi o meu pai; um homem de um coração puro, que sempre ajudou todos ao redor e lutou por todos seus objetivos. Contou também sobre suas aventuras e todas as situações que já vivenciaram juntos. É nítido perceber o carinho que os dois tinham um com outro. 


Nesse exato momento acabo de chegar na mansão do Justin, agradecendo mentalmente por a casa estar em silêncio, o que indicava que Bieber ainda dormia — ou não. — 


— Onde você estava? — ele pergunta com suas mãos nos bolsos. Comemorei cedo demais... Engulo em seco vendo seu semblante calmo, o que indicava que provavelmente ele não desconfiava de nada. Em seguida desce as escadas: Chris, Chaz, Ryan e a Mia. 


— Eu fui encontrar uma amiga que fiz na boate. — menti descaradamente. Justin assentiu e rio fraco.


— Estou indo para o galpão. Mais tarde Iremos a boate, portanto, se quiser ir conosco esteja pronta ás 20h. — assenti. 


— Vou ficar com a Melanie, tudo bem? — Mia perguntou e todos concordaram. 


— Graças a Deus. — Justin murmurou mal humorado. Mia lançou um olhar de ódio e todos os garotos saíram.


— Eu juro que tento não ser uma namorada muito grudenta. — Mia suspira, o que me faz rir. — É tão bom ter você por perto, pelo menos agora não me sinto tão deslocada por ser a única mulher do ambiente. 


Iria responder mas meu estômago embrulha fazendo-me pensar que iria jogar até as tripas para a fora — desculpe pelos detalhes. — e então corro até o banheiro mais próximo e coloco tudo para fora. Malditos enjoos matinais. Depois de alguns segundos vomitando lavo a boca e escovo os dentes, só aí percebo a presença da Mia, que me olhava com uma feição preocupada. 


— Você está bem? — ela questiona e apenas assenti. — Faz tempo que você está com esses enjoos? 


Droga. Eu sei o que ela deve estar pensando: Gravidez. Probabilidade incogitável, já que estou tomando o anticoncepcional certinho, mas que me deixou um pouco intrigada. 


— De um tempo para cá, sim. 


— Melanie... será... — neguei rapidamente. 


— Não, Mia. Deve ser pela falta de alimentação, não comi nada desde que acordei. — suspirei. — Inclusive, vamos comer, Antônia disse que iria preparar um lanche quando eu voltasse. 


— Vamos, estou morrendo de fome. — seguimos até a cozinha e nos deparamos com a mesa farta de lanches e besteiras. Meus olhos brilharam de alegria, acho que poderia comer tudo aquilo sem muito esforço se não fosse pelo mal estar que predominava em meu corpo. 


— Oi, meninas. — Antônia sorriu de uma maneira doce. Desde que cheguei em Atlanta ela me trata muito bem, sempre me conta histórias de sua vida e disse que faz 5 anos que trabalha para o Justin. Esses dias atrás até me ensinou a cozinhar uma comida Brasileira. Antônia é um verdadeiro anjo. 


— Oi, Antônia. — dei um beijo em sua bochecha. — Parece estar tudo uma delícia. 


— Obrigada, menina Melanie. — ela corou e sorriu de uma maneira gentil. Sentei na mesa e peguei uma fatia de bolo, me obriguei mentalmente a comer. 


— Melanie, estou preocupada com você. — Mia diz seriamente, provavelmente pelo meu semblante que denunciava meu mal estar. — Você já fez um teste? 


Meus olhos arregalaram. 


— Está louca, Mia? Sem chances... — ri fraco. 


— Bom, isso está um pouco estranho. Você disse que há dias está com esse mal estar, acho que deveria ir ao médico. — ela disse séria. 


— Tudo bem, eu irei ao médico. — disse rápido para a deixar mais tranquila.


Passamos o resto da manhã jogando conversa fora e fofocando sobre tudo. É muito legal estar com Mia, ela é muito divertida e é uma boa amiga. — tirando o fato dela falar constantemente sobre o Chris. — 


Nesse exato momento estamos colocando nossos biquínis para ir até a piscina, já que ainda era cedo para nos arrumamos. 


— Eu só queria ter o seu corpo. — Mia choramingou me analisando. 


— Cala a boca, o seu corpo é lindo. — ela sorriu e nos nas deitamos nas cadeiras que ficam na área da piscina. Peguei a taça de vinho que havíamos trazido e beberiquei, sentindo o gostinho delicioso. 


— Me conte, como é o sexo com o Bieber?  — Mia perguntou descaradamente. Gargalhei e me virei de costas, para pegar um bronzeado atrás também. 


— É gostoso. — ri fraco tendo alguns flashbacks rápidos. — É difícil explicar... é uma foda fora do normal. 


— Que delícia. — Gargalhamos. — Com o Chris também é sempre bom. Ele tem um pau que meu Deus.... faz mágicas. 


Esqueci de comentar anteriormente que a Mia também adora falar putaria, creio que 60% das nossas conversas são sobre isso. 


— Eu ando com uma vontade enorme de foder ultimamente, nem me reconheço as vezes, me sinto uma vadia. — fiz bico arrancando uma risada da Mia. 


—  Me tira um dúvida... Você já transou com uma mulher? 


— Não, Justin foi o único que transei na vida. 


— Minha nossa, então você precisa transar. É surreal... — ela esconde o rosto nas mãos. — Eu amo o pauzão do Chris, mas transar com mulher é fenomenal. 


— Confesso que já tive curiosidade. — entortei a boca. — Também já tive curiosidade de fazer ménage, claro, apenas curiosidade... 


— Melanie, você não sabe o que está perdendo. É muito gostoso., fora do... 


— Do que estão fofocando? — Uma voz masculina nos faz dar um pulo. Gargalho ao ver o susto da Mia ao ver que os meninos haviam chegado. 


— Sobre culinária. — ela mente na cara dura, o que me faz rir mais. 


— Aham... — Chris diz desconfiado. 


— Com todo o respeito, mas que corpo lindo você tem, Melanie. — Ryan diz me secando descaradamente. Todos gargalham, com exceção do Justin, que dá as costas sem olhar na minha cara. É impressão minha ou ele está me evitando? 


— Acho que ele ficou bravo. — Ryan diz preocupado ao perceber que o amigo havia saído. 


— Claro né. Talarico. — Chaz dá um soco no braço do Ryan que geme de dor. — Me surpreende ele não ter dado um soco na sua cara. 


— É melhor ficar esperto. — Chris complementou. Em seguida me levanto e vou atrás do Justin, entro na cozinha e dou de cara com ele. 


— Está tudo bem? — pergunto olhando no fundo dos seus olhos. Sua indiferença era nítida. 


— Por quê não estaria? — ele arqueia a sobrancelha e move seu corpo para sair, mas rapidamente o impeço. 


— Eu conheço você. — digo ainda segurando seu braço. Ele ri com sarcasmo e balança a cabeça negativamente. 


— Não. Você não me conhece. — ele diz seco. — Estou bem, agora me deixa em paz. 


— Por quê você não olha para mim? — perguntei magoada com a forma que ele estava me tratando. Justin desvia o olhar para meus olhos e me faz estremecer. 


— Satisfeita? — continuava a me encarar. Seu olhar mantinha um misto de raiva, tristeza, sarcasmo... 


— Foi por causa do Ryan? 


— Melanie, nós não temos nada. Estou pouco me fodendo. — ele diz sério e se retira. Fico parada no mesmo lugar me sentindo indignada. 


Bufei e voltei para onde estava, vendo que Justin também estava lá. Ele deu uma olhada para meu corpo mas rapidamente desviou o olhar, voltando ao assunto com Chaz. Eu não faço ideia da onde vem toda aquela indiferença, mas sinceramente, que se foda. Sentei ao lado de Mia e voltei a tomar o vinho. 


— Vai com calma nesse vinho. — Mia diz tirando a taça da minha mão. Iria repreender mas a tontura faz com que eu suspirasse por um tempo. — Melanie... 


— Está tudo bem. O vinho me deu sono. — suspirei me levantando. Eu odiava beber por causa disso, uma taça e já sinto a cabeça rodar. Olhei para o lado e vi que Justin me olhava de relance, revirei os olhos e pulei na piscina, quem sabe não me deixava mais disposta. Ryan também pulou em seguida, o que me fez pragueja-lo mentalmente. Acho que ele nunca vai desistir. 


— Sabe nadar? — ele pergunta com um sorrisinho fraco. 


— Um pouco. — entortei a boca apoiada na borda da piscina. Justin nos encarava com ódio, parece que a qualquer momento ia dar um soco no olho de Ryan. 


— Acho que ele vai me bater se eu continuar falando com você. — Ryan diz como se estivesse lendo meus pensamentos. 


— Relaxa. — rio. 


— Eu gostei de você. Além de ser muito bonita é uma garota legal. Uma pena você pegar o Bieber, porque se não... Eu juro que teria te lascado um beijo. — ele suspira balançando a cabeça, como se estivesse tentando afastar os pensamentos. — Mas eu sou amigo do Justin desde moleque, então o que me resta é tentar ser ao menos seu amigo. 


— Seremos amigos então. — sorri e ele assentiu animado. Ryan é um cara muito bonito, além de ser engraçado é simpático também. 


Sai da piscina e peguei uma toalha para me secar. A tontura havia passado, o que me fez respirar aliviada. Enquanto me secava sentia os olhares em cima de mim, o que me deixou sem graça. Peguei minhas roupas e entro na mansão. Preciso descansar. 


— Que porra você está fazendo? — Bieber puxa meu braço com força. 


— O quê? — arqueio a sobrancelha.


— Se está afim de dar pro Ryan fique a vontade, mas me poupe de ter que ficar vendo essa putaria nojenta. — ele esbraveja.


— Você acabou de dizer que não temos nada. E outra, nós só estávamos conversando. 


— Até porque é só isso que ele quer com você, não é? — ele diz com sarcasmo soltando meu braço. — Vai se foder. 


Justin sobe as escadas e me deixa plantada. Respiro fundo e vou atrás dele. 


— Você está parecendo uma criança, Justin. — digo assim que entro em seu quarto. 


— Já mandei você ir se foder. — diz com indiferença. Bufei e sai do quarto com raiva. Está impossível ter uma conversa com o Justin hoje. Fui até o meu quarto e me joguei na cama, e não demora muito para cair no sono. 


Depois de um longo tempo dormindo sou acordada pelo grito da Mia que ecoou pelo quarto inteiro. A lancei um olhar de raiva e a mesma deu risada. 


— Só para avisar: Os meninos foram para a boate sem ao menos nos avisarem. — ela revirou os olhos. Vi que no relógio já marcavam 22 horas da noite. — Acabei apagando também, quando fui ver eles já haviam ido. 


— Que desgraçados! Por que não nos acordaram? — me sentei sentindo a tontura voltar. Que droga. 


— Eu não sei. Mas que se fodam. — ela tira de suas mãos uma garrafa de whisky. — Vamos fazer a nossa própria festa. 


— Claro! — sorri animada. Antes que eu pudesse aceitar o whisky, o enjoo invadiu meu ser, então rapidamente neguei. 


— Melanie.. — Mia disse firme percebendo o meu mal estar.


— Não estou bem... — me dei por vencida e voltei a me deitar. 


— Vamos para o hospital. — ela continua firme. 


— Não... São só as tonturas de sempre. Devo estar com algum resfriado.


— Melanie, você precisa fazer o teste. — ela insiste e suspiro. — Vou pedir para Antônia comprar, ok? 


Me dei por vencida e assenti. Precisava de uma vez por todas provar que Mia estava errada. Eu não posso estar grávida, não com minhas pílulas em dia.


(...)


Depois de alguns minutos Antônia apareceu com diversos testes. Antônia era de confiança, então sabíamos que ela não iria comentar nada com o Justin. Por mais que eu tivesse a certeza que daria negativo, o nervosismo ainda reinava em meu ser. Respirei fundo e fiz o teste. Voltei para o quarto, aguardando o resultado com o mesmo na mão. 


— Está nervosa? — Mia perguntou e assenti.


Depois de alguns minutos o resultado apareceu. Minhas mãos trêmulas, meu coração quase saindo pela boca e os olhos saltando para fora. O positivo estampado no teste fez com que eu tivesse a sensação de desmaio. 


— Amiga... — Mia murmurou assim que viu minha reação. A olhei sem conseguir dizer uma palavra se quer, apenas joguei o teste em suas mãos e a mesma viu. Seus olhos arregalaram e ela ficou muda por alguns segundos. 


— Isso tem que estar errado. — ri fraco andando de um lado para o outro. 


— Calma. — Mia disse. — Ainda tem mais dois testes, esse pode ter dado o resultado errado. Faz os outros para confirmar. 


Assenti e rapidamente fui fazer. Só podia ser isso. É impossível estar grávida. 


Fiz o segundo teste e em seguida o terceiro, sem deixar de tremer um segundo se quer. Mia me dava apoio e tentava me acalmar, e sinceramente, se não fosse ela eu provavelmente cairia dura no chão. 


— Eu não quero ver. — joguei os testes e me sentei na cama. Mia rio fraco e pegou os testes, e sua feição denunciou o resultado. 


— Mel... — ela entortou a boca. — Os dois deram positivo. 


Meu coração quase saiu pela boca. 


— Isso é impossível, Mia. Eu tomei meu anticoncepcional sem esquecer um dia se quer. 


— Você tomou algum outro medicamento? Algum antibiótico? — ela questionou e parei para pensar. Logo lembrei do dia em que estava com dor de cabeça e tomei um remédio para que passasse. 


— Sim. 


— Amiga... — ela suspirou e se sentou em minha frente. — O antibiótico corta o efeito da pílula, então automaticamente ela deixa de fazer efeito. 


Pronto. E nesse momento eu comecei a tremer mais do que antes, e quando fui perceber, meus olhos já estava cheios de lágrimas. Isso só pode ser um castigo. 


— Mel, calma. — ela me abraçou. — Não é o fim do mundo. 


— Mia, é um bebê! Eu só tenho 18 anos, e pra piorar: O filho é do Justin! — o desespero tomou conta de mim. 


— Eu sei, mas você precisa lidar com isso agora. — ela suspira e segura minha mão. 


— Eu quero tirar. 


— Sim, e você pode. O problema é que você tem que pensar sobre isso primeiro, não é uma decisão que tomamos de cabeça quente. — ela suspira. — Eu já passei por o mesmo que você.


— Você já engravidou? — arqueei a sobrancelha. Nem ela e nem o Chris haviam comentado nada antes. 


— Já sim. Tenho uma filha de 5 anos, o nome dela é Alyssa. — arregalei os olhos. — Aos 16 anos me envolvi com um homem Brasileiro, sem ao menos ter noção de quem ele era. Na época ele tinha seus 25 anos, ou seja, é muita diferença. 


— Mia... Meu Deus. 


— Ele se aproveitou da minha inocência e me engravidou. Sumiu do mapa. Pouco tempo depois descobri que estava grávida, e na época foi um tormento, meus pais me bateram muito, tive que largar os estudos e tudo... Eu não tive coragem de tirar o bebê, e hoje sei que essa foi a melhor decisão. — ela suspira. — Quando Allysa tinha três anos de idade o pai dela apareceu e conseguiu tirar a minha filha dos meus braços, alegando que eu não tinha condições de criá-la. E conseguiu, ele por ser um homem muito influente, fez o possível e impossível e levou minha filha para o Brasil. 


— Eu sinto muito, Mia. — a abracei. Ela limpou as lagrimas e me abraçou forte. 


— Está tudo bem, Mel. Um dia terei minha pequena de volta, já estou lutando por isso. — ela sorriu fraco e segurou levemente em meu rosto. — Não tire o bebê, por favor. É um ser lindo que está crescendo dentro de você. Eu daria tudo para ter minha pequena comigo, então por favor, não jogue fora os momentos lindos que você poderá viver com essa pequena sementinha. 



Notas Finais


Eu amo a Mia.


E aí, vocês gostaram desse capítulo???

Então, esse capítulo quase não saiu, na verdade quase exclui a fanfic. Por que? Bom, eu estava desanimada para postar por conta do rendimento da fanfic que caiu um pouco. Não que a fanfic gire em torno de comentários e favoritos, longe disso, mas essa é a única maneira de interagir com vocês e saber se estão gostando, por isso que o rendimento ter caído me fez pensar que não gostaram.


Enfim, decidi continuar porque ainda sim há pessoas que estão gostando da história, então muito obrigada, vocês me incentivaram! E também tenho tantas ideias para a fanfic que não conseguiria deixar de escrever, de verdade, esperem o melhor porque virá! Eu gosto muito de escrever essa história!

Me contem o que estão achando!
Até a próxima!


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