História My princess - Capítulo 22


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Cute, Lesbianismo, Lgbt, Romance, Romance Fofo, Yuri
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Palavras 1.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, FemmeSlash, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


desculpa a demora, primeiramente
segundamente, primeiramente



Esse capítulo está numa mistura de fofo e humorado
Para quem é fã do Pedro, ele está aí, não se preocupem

Boa leitura <3

Capítulo 22 - "Não vou duvidar da sua intuição"


POV ALICE

 

Entrei na sala com um sorriso de satisfação. Apesar de amar receber os prazeres e as carícias, ainda assim eu me sentia bem provocando a Vitória, a fim de talvez, depois, receber uma espécie de "castigo" em troca.

Quando me virei para trás, vi a ruiva me olhando com um sorriso envergonhado, com a mão na nuca e o olhar longe. Percebi que eu a atingira.

Alice: Algum problema? - debochei - você parece meio distraída.

Recebi imediatamente uma almofada no rosto. Soltei uma gargalhada, assim como ela. Quando nos demos conta, já estávamos brincando de guerra de travesseiros, ou melhor, almofadas. A nossa batalha árdua durou alguns minutos, até que ela aproveitasse uma brecha para me jogar no sofá, me deixando deitada e subindo em cima de mim. Ela me desarmou, jogando a minha almofada longe, em seguida me prendendo, segurando minhas mãos acima da minha cabeça. Seu rosto estava a alguns centímetros de distância, o bastante para me deixar sem fôlego.

Vitória: Isso é para você aprender a não me provocar - sussurrou, bem pertinho da minha boca, roçando nossos lábios, mas nunca me deixando juntá-los.

Alice: Deixa eu te compensar isso - tentei beijá-la mais uma vez, mas ela recuou.

Vitória: Depois morena - ela desprendeu minhas mãos e saiu de cima de mim - agora você vai ter que ficar sem mim por um tempo.

Alice: Isso é maldade - reclamei enquanto me sentava na beira do sofá.

Vitória: Você me deixou plantada daquele jeito lá no quarto - ela sentou ao meu lado - nada menos do que justo.

Cruzei os braços, fazendo uma falsa expressão emburrada, mas não consegui mantê-la por muito tempo, logo um sorriso travesso tomou conta do meu rosto.

Alice: O que você quer dizer com “daquele jeito”? - abracei-a de lado, me aconchegando na curva do seu pescoço e distribuindo vários beijinhos por ali.

Percebi a sua respiração começar a falhar e soltei um riso baixo. Era prazeroso ver as sensações que eu causava nela. Continuei as provocações até escutar um barulho vindo do quarto do Pedro. Me separei dela e me escorei no sofá.

O ruivo apareceu na sala com o cabelo desarrumado, uma camisa larga branca e uma bermuda de abrigo, nos seus pés tinham chinelos de cores trocadas, que aparentemente o sono não o deixou perceber.

Vitória: Você já foi uma pessoa de mais classe - apontou para os pés dele e deu uma risadinha - não que você tivesse alguma classe sequer.

Ele esboçou um sorriso e esfregou os olhos. Parecia estar cansado, talvez ele tivesse ido dormir tarde. A possibilidade de ele ter escutado nossa conversa a noite era bem grande. Engoli o seco ao pensar nessa hipótese. A Vitória deve ter pensado na mesma coisa, pois também percebi ela um tanto desconfortável.

Vitória: Foi dormir tarde ontem? - perguntou enquanto se escorava no sofá junto comigo.

Pedro: Comparado com o horário que eu durmo normalmente, pode se dizer que sim - ele remexeu a geladeira - a gente não tinha uma caixa de leite bem aqui?

Vitória: A gente tinha, mas eu sei para fazer café com leite - ela se levantou e deu uma olhada no armário - creio que fosse a nossa última caixa.

Alice: Eu quero deixar bem claro que eu não tenho nada a ver com isso - levantei as mãos indicando que eu era inocente.

Pedro: Por enquanto você é convidada da casa, ninguém vai te culpar de nada - ele riu e começou a preparar um sanduíche - mas depois que você vir aqui quase todo dia eu estarei liberado para te acusar.

Vitória: Vai estar liberado coisa nenhuma - ela deu uma toalhada na nuca dele - só eu posso fazer acusações nessa casa, sou a dona dela.

Alice: Dona da casa ou minha dona? - perguntei rindo e me juntando a eles no balcão.

Vitória: Das duas - deu um sorriso malicioso para mim sem que o Pedro visse - portanto o que acontece em relação às duas é da minha responsabilidade.

Pedro: Nesse caso - ele deu uma mordida no sanduíche - deveria se preocupar em comprar leite para a sua casa.

Outra toalhada. Ri enquanto o Pedro se lamentava e a Vitória sorria satisfeita. Sentamo-nos no sofá e ligamos a televisão. A ruiva deixou o controle nas minhas mãos e me disse para escolher alguma série ou filme para assistirmos, enquanto ela ia no banheiro. Antes de sumir no corredor ela me deixou um beijo delicado na bochecha e bagunçou de leve o meu cabelo. Fiquei um tempo explorando e decidindo o que nós poderíamos assistir. Nos recomendados apareceu em letras grandes e azuis “Riverdale”. Tinham três temporadas, resolvi colocar para começar sem nem ler a sinopse, não aguentava mais não achar nenhuma série.

Vitória: Riverdale? - ela surgiu no corredor olhando para a televisão com uma expressão curiosa - eu ouvi falar muito mal dessa série, bem mal para falar a verdade.

Alice: Nunca ouvi falar - admiti, dando de ombros - quem sabe nós devêssemos tirar a prova de tudo o que falam sobre.

Vitória: Podemos tentar - ela sentou do meu lado e escorou a cabeça no meu ombro - tenho quase certeza que vou me arrepender de ter te dado o controle, você sempre escolher séries ruins?

Alice: Você nem assistiu ainda para dizer que é ruim Vitória - rimos e seus braços me enlaçaram.

Vitória: Tudo bem, não vou duvidar da sua intuição - ela deu um beijo no meu queixo - mas quero deixar bem claro que se eu não gostar, nunca mais eu deixo um controle nas suas mãos.

Alice: Assim você me ofende - ri e deixei o controle no braço do sofá - tenho certeza que essa série vai ser ótima e que eu vou ser obrigada a vir aqui novamente para nós terminarmos ela.

Vitória: Quer dizer então que eu vou ter que te obrigar a vir aqui para me ver? - ela fez beicinho - assim eu fico magoada.

Alice: Você sabe que não é isso que eu quis dizer - apertei-a contra o meu corpo - no fim eu vou procurar qualquer desculpa para te ver de novo.

Vitória: Ah é? - sussurrou - e posso saber o porquê disso?

Alice: Por que eu não consigo ficar longe de você - sussurrei de volta - nem que eu quisesse.

Seus olhos castanhos percorreram a sala. Verificando se o seu irmão não estava vendo o que nós estávamos fazendo. Senti seus lábios tocarem os meus rapidamente, sua mão pousava na lateral do meu rosto e seu polegar acariciava a minha bochecha devagar. Ela pousou sua cabeça novamente no meu ombro e entrelaçou nossos dedos escondida. Depositei um último beijo na sua testa e resolvi prestar atenção na série.

 



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