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História My Prisoner (Leweus) - Parte 1 - Capítulo 38


Escrita por: Metalgod04

Capítulo 38 - Quente, duro, molhado e pulsante


Três semanas, quase um mês sem Robert separavam Marco de seu objetivo e do seu desejo. Os dias em que a falta do alvo era a sua única companhia também foram dias perdidos para a investigação. Reus sabia que estava cada vez mais íntimo do moreno, próximo o suficiente para começar a questioná-lo mais de uma maneira sutil. Ao mesmo tempo que poderia também se beneficiar e saciar seu desejo pelo físico do outro.

O policial infiltrado também não tinha como saber qual era o estado de saúde de Robert. O seu contato com a polícia, conforme o plano da missão, acontecerá apenas em 2 meses, tirando exceções de emergência, e não tinha como ligar para alguém e perguntar sobre o polonês. 

E foi assim, sozinho no escuro, que o loiro recém saído do banho se deitou para dormir cedo. 

Um barulho abrindo e fechando a porta o deixou em estado de alerta. Assim, Marco se sentou na cama apenas segurando o cobertor espesso que o protegia do frio.

— Que escuridão! Já tá dormindo, Marco? — a voz de Robert soou mais baixa do que o usual, mas foi o suficiente para abrir um sorriso no rosto do loiro.

Marco se levantou deixando o cobertor para trás, sem se importar de expor ao frio seu corpo vestido apenas com roupa íntima e uma camiseta. Aproveitando que sua visão já estava acostumada com o escuro, o loiro logo acionou o interruptor revelando melhor a figura de Robert.

— Tô vivo! — o moreno abriu um sorriso.

Reus não se conteve e o abraçou com força. Lewy retribuiu ainda sem entender o motivo de tanta emoção por parte do loiro. Marco murmurou algo bem baixinho, totalmente inaudível, e logo em seguida segurou o rosto do moreno e selou seus lábios ao dele.

Robert contraiu as sobrancelhas surpreso, mas não se afastou do beijo. Ele permitiu a passagem da língua do loiro e inclinou um pouco a cabeça para desfrutar daquele momento.

Beijá-lo era o que Reus mais queria todas as vezes que a sua mente poluída pensava no polonês. Marco segurava a nuca do moreno enquanto dominava o beijo e matava as saudades da textura do cabelo negro. Sua outra mão fazia o papel de boba e se encontrava tateando o corpo do alvo.

Lewy soltou um pequeno gemido quando sentiu o toque de Marco descer e se aproximar perigosamente do seu baixo ventre. Animado, Robert abraçou a cintura do loiro e o trouxe para mais perto ainda, tendo certeza de que Marco notasse toda a sua disposição dentro das calças e também perceber que o desejo era recíproco. 

Reus não conseguia lembrar se alguma vez ficou tão duro e cheio de vontade quanto estava naquele exato momento. O cheiro de Robert, seu toque, seu sabor e sua voz eriçaram cada pelo do seu corpo e fazia seu sangue esquentar.

O loiro percebeu que Lewy ficou sem fôlego quando o moreno inclinou a cabeça para trás e respirou tão ofegante que até gemeu. O policial infiltrado continuou lhe fazendo carícias no pescoço e lentamente o fez andar para trás até pressioná-lo contra a parede.

Reus agarrou seu rosto novamente e continuou o beijo. Dessa vez muito mais molhado, agitado e indecente que antes. Enquanto isso, Marco conseguia sentir o membro do outro latejando mesmo por debaixo dos tecidos e, só para provocá-lo ainda mais, depositou seu peso por cima dele. 

Robert fez uma carinha dolorida, interrompeu o beijo e apontou onde a mão do loiro repousava agora. Marco tateou um curativo e lhe pediu desculpas, seguido de um beijo na bochecha.

O polonês sorriu antes de retomar o beijo, agora sob o seu domínio. Suas mãos desceram da cintura para dentro da roupa íntima do loiro e agarraram sua bunda durinha.

Sentindo a mesma liberdade, Marco desabotoou as duas últimas casas do uniforme do moreno e também invadiu sua cueca.

Era quente, duro, molhado e pulsante. Mas o mais importante era que aquele feito inédito em sua vida lhe despertou uma estranha sensação de prazer. E Marco assumiu que estava adorando a coisa toda quando começou com movimentos lentos fazendo murmurar seu nome baixinho.

O polonês parecia tão entregue nas mãos do loiro, que até demorou para se dar conta de que as luzes acesas poderiam chamar a atenção de alguém. Ele logo apagou a iluminação e entregou tudo o que lhe restava.

Robert agarrou a barra da camiseta do loiro e a puxou para fora. Ele não pôde apreciar a vista devido a escuridão, mas aproveitou passando as mãos e apalpando cada detalhe delicioso do alemão.

Marco teve dificuldade para desabotoar todo o macacão do polonês mas, assim que o fez e o livrou da peça, continuou tocando sua intimidade perdendo gradualmente a timidez.

Lewy livrou o loiro da sua última peça de roupa e voltou a beijá-lo enquanto também tocava seu membro. Reus parecia ser movido apenas pelo tesão daquele momento, com certeza era melhor do que bater punheta cheirando as roupas suadas do colega de cela.

Robert entrelaçou seus dedos aos do loiro e assim passaram a estimular os dois membros, um esfregando no outro. Aquilo era diferente de tudo que Marco já tinha experimentado. A excitação dos dois era tanta que era possível sentir a lubrificação natural escorrendo pelas mãos e pingando no chão.

Reus continuou pressionando o detento contra a parede e retomou o controle do beijo de forma voraz. Dentro de alguns segundos naquela intensidade, o loiro soltou um gemido dentro do beijo e gozou na mão do moreno.

Robert tomou fôlego, abriu um sorriso e atingiu o orgasmo sentindo o líquido quente e viscoso do outro ao mesmo tempo que apoiava o rosto no pescoço dele.

Os dois sorriam e retomaram o fôlego ainda trocando algumas carícias e beijinhos. Lewy parecia bem cansado e se apoiava entre a parede e o corpo nu do colega de cela. Reus o abraçou pela cintura e encaixou o queixo no ombro do moreno.

— Fiquei muito preocupado! Você passou tempo demais no hospital. Teve alguma complicação? — o loiro sussurrou em seu ouvido causando arrepios com o calor de sua respiração.

Robert o abraçou de volta mas acabou soltando um gemido de dor.

— O que foi? Te machuquei? Me desculpe! — Marco tomou espaço e olhou para o curativo.

Lewy não conseguia parar de sorrir para os olhos verdes preocupados. Era tão bom saber que deixou saudades em alguém.

— Dói quando eu respiro forte. Peguei uma infecção hospitalar depois da cirurgia nas costelas, mas tô bem agora — o moreno tinha um olhar tranquilo, bem diferente de quando precisava das drogas para se levantar da cama.

— Você ficou bem sozinho? — o moreno continuou hipnotizado pelos olhos verdes.

— Eu sei me cuidar, não se preocupe — Reus sorriu e cuidadosamente se desencostou dele.

Uma sensação pegajosa unindo a pelve dos dois trouxe um pouco de desconforto.

— Foi mal, eu estava na seca há um tempão — Robert brincou.

— Eu também, relaxa.

— Tem papel no meu armário — o moreno não parecia tão incomodado quanto o outro.

Marco se moveu um pouco desajustado, se utilizando apenas da iluminação da lua. Nunca havia tocado outro homem, muito menos de uma forma tão íntima, então não tinha noção de quanto esperma e pré-gozo sairia daquela situação.

Ele retornou para perto do moreno e os dois se limparam sem timidez. Robert olhava com desejo para o loiro e vice-versa.

Marco recolheu as peças de roupa e, querendo poupá-lo do esforço, ajudou o moreno a se vestir. Lewy agradeceu com um beijo delicado e seguiu até sua cama.

Ele retirou os sapatos e resolveu ir dormir usando o macacão por causa do frio e da preguiça de ir buscar outra roupa. Mas logo o peso do loiro se juntou ao dele no colchão e puxou o cobertor sobre os corpos.

— Se incomoda? — Marco se ajustou formando uma conchinha e abraçando o tórax do moreno contra o seu.

Robert soltou uma risadinha anasalada, segurou a mão do loiro e logo pegou no sono. Reus ainda pôs seus pés junto aos dele para ficar mais quentinho e adormeceu com o nariz bem próximo à nuca, desfrutando a noite inteira do cheiro que sentiu falta nas últimas semanas.






Notas Finais


É isso, 3 capítulos de uma vez
Espero que me perdoem!
Beijuss😘


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