História My private security - Imagine Kim Namjoon - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM), Personagens Originais
Tags Atriz, Cinema, Hot, Imagine, Jonnie, Nam-oppa, Romance, Segurança Particular, Você X Namjoon
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Palavras 6.023
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores, como estão? Espero que muito bem! ❤

Então… não é que eu realmente reapareci com um bônus delicinha? E em um dia tão especial como este🎉 Realmente não estava em meus planos, mas como alguns de meus leitores pediram por isto, cá estou eu. Afinal, temos de agradá-los, pois o que seria de nós -escritores- sem vocês 😻

Bom, estou postando neste horário, pois queria combinar um momento em que seja aniversário do nosso Namjoon tanto aqui no Brasil, quanto na Coréia, e como pela manhã provavelmente estarei no colégio, vim agora mesmo.

Eu dei o meu melhor neste capítulo, e estou cruzando os dedos para que gostem. Sabe, eu acho que minha escrita mudou um pouco desde que postei está fic, mas espero que lhes agradem 👀

Ashi, vou parar de blá blá blá e bora pro tão esperado bônus. Nos vemos nas notas finais, meus anjos.

Boa Leitura 💜

Capítulo 2 - Simplimente Amor! -bônus


Fanfic / Fanfiction My private security - Imagine Kim Namjoon - Capítulo 2 - Simplimente Amor! -bônus

Hollywood [17:08 PM]

Pov's Namjoon

Hoje faz exatamente um ano desde que entrei pela porta do apartamento da (s/n), e ainda me lembro perfeitamente da primeira impressão que tive da garota: fresca e mimada, algo que mudou muito ao decorrer de nossa convivência, aos poucos passei á lhe ver de outra forma, como uma pessoa madura, persistente, sincera e com o passar dos dias fui me apaixonando, pela mesma. Também me recordo com detalhes de como a minha garota estava quando conectamos nossos olhares pela primeira vez, os olhinhos inchados, o cabelo um pouco bagunçado por ter acabado de acordar, sem falar no pijama gracinha que ela estava usando, e a cara empurrada ao saber que eu seria seu segurança particular. Se fechar os olhos minhas memórias me levam para um passado não tão distante, a data exata em que conheci a mulher que iria transformar minha vida, deixá-la muito melhor.

As coisas não mudaram tanto, com o passar dos mêses. Eu me encantei por cada traço seu e tenho total certeza de que meus sentimfelizes, são recíprocos, mas nossa relação é complicada, nós deveríamos ter um relacionamento restritamente profissional por questão de ética, porém é impossível contém a chama de uma paixão como a nossa, quando estamos a sós é como se uma onda de amor e desejo nos encobrissem, não pensamos nas consequências que podem nos atingir, queremos apenas estar juntos.

Eu á acompanho por todos os lugares e é muito dificil ficar perto dela, sentir seu cheiro me inebriar, ver aquele sorriso perfeito ou até mesmo suas iris cintilando em minha direção, e não poder tocá-la, lhe envolver em meus braços ou sentir o sabor de seus lábios doces e aveludados. É quase uma tortura á ter tão perto, mas ao mesmo tempo tão longe. Porém eu acredito que está situação pode vir á mudar, talvez ainda hoje.

-Nam -adentrou a sala, onde estou á logos minutos, esperando á mesma se arrumar- O que você acha deste vestido? -se põe diante de mim, dando uma voltinha.

-Está linda, (s/n) -sorri para mesma, vendo um bico se formar em seus lábios- O que foi, princesa? -me levantei, já próximo ao seu corpo.

-Você disse isso, dos últimos cinco vestidos que te mostrei -revirou os olhos, cruzando os braços em frente ao corpo.

-Acontece que a senhorita é perfeita, então todos eles ficaram perfeitos em você -me inclino um pouco, dando vários beijos sobre o pescoço da menor- Sendo assim, não me julgue.

-Ashi, se eu tivesse certeza que não morreria de saudades, juro que te demitia -me deu um selar- Agora deixa eu terminar de me arrumar -se afastou.

-Pelo menos o modelito está decidido? -questiono esperançoso, não aguentando mais ficar plantado neste sofá.

-Porque á pergunta? Acha que este não está bom o suficiente? -franziu o cenho- Mentiu pra mim, Kim Namjoon? -abri a boca para tentar me explicar, mas foi um ato em vão- Vou trocar de roupa -sem falar, nem ouvir, mais nada saiu em direção a seu quarto.

-Pelos meus cálculos, isto ainda vai demorar -me jogo no sofá, respirando fundo afim de manter a paciência.

Ser segurança -e pretendente á futuro namorado- de uma estrela de cinema, não é fácil não.

[…]

Depois de longas horas, três para ser mais exato, finalmente ela se decidiu por um de seus vestidos de gala, escolhendo justamente o primeiro que tinha me mostrado e eu havia dito que era lindo… Mulheres! Agora estamos ambos á caminho do edifício onde haverá uma grande recepção aos atores, diretores e algumas pessoas da mídia, para a a estréia do filme em que (s/n) trabalhou nos últimos semestres. Por isso o desespero da minha garota, em estar linda -como se fosse algo muito dificil, se tratando dela- afinal ela é a protagonista do longa, por isto passou horas se arrumando e ensaiando seu discurso de agradecimento á todos os envolvidos, e eu ficava de longe apenas observando sua preocupação em ser perfeita. As vezes eu até acho que ela esquece que é um ser humano, pois quer agradar á todos independente de qualquer coisa, mas pra mim não houve nenhuma surpresa, sempre desconfiei que ela era algum tipo de anjo. Credo que clichê! Realmente estou me tornando um bobão apaixonado.

-Tente ficar calma, anjo -ri, por perceber que encontrei um novo apelidinho para ela- Todos vão amar o filme, e só terão elogios para contigo.

-Você acha mesmo, Jonnie? -me olha por um segundo, já voltando o olhar para suas mãos inquietas.

-Eu tenho certeza -finalizei, assim que a limozine, em que estamos, estacionou em frente ao grande prédio.

-Assim espero -sorriu para mim, aquecendo meu coração, de imediato.

Assim que saímos do automóvel, mantive minha pose profissional, sempre ao lado dela mas apenas como seu segurança. Porém as vezes ainda me perco em meio as suas ações, sorrindo feito um idiota, totalmente hipnotizado com os atos da menor, coisas que para ela são tão cotidianas para mim são encantadoras, sua simpatia e toda atenção para com seus fãs, é incrível como ela mentem um sorriso sincero em seus lábios mesmo em dias tristes, ela transmite alegria as pessoas ao seu redor mesmo que não esteja bem consigo mesma, ela adora ver as pessoas que estão ao seu lado, felizes, todo tempo. Confesso que neste exato instante, estou á observando fazer posses para os paparazzi, conversar com repórteres, cumprimentar e tirar fotos com alguns fãs, tão meiga e formosa, tão perfeita.

É estranho assumir meus sentimentos mas não posso negar que cada pequeno detalhe dela me prende á si, conheço suas manias, seus defeitos, seus medos, sei quando ela está triste, feliz ou preocupada, aprendi á admirá-la e á amar tudo nela. É dificil entender a mistura de sentimentos que abranger meu ser, um pouco mais á cada dia, não sei muito como descrever acho que é; Simplimente Amor!

Quando conseguimos nos desvencilhar de todos os presentes ali, adentramos juntos pelo saguão do local indo em direção ao elevador.

-Ain Nam -suspirou, assim que eu apertei o botão do décimo andar, o tério, onde seria a recepção- Eu estou uma pilha -dava pequenos pulinhos, sem tirar totalmente os pés do chão.

-Hei -segurei sua cintura com minha mão esquerda e com a destras, segurei seu queixo trazendo seu olhar para mim- Vai dar tudo certo, você se esforçou muito para estar aqui está noite, então não se apavore apenas aproveite seu momento de glória -sorri meigo, tentando lhe reconfortar- E por mais que as coisas não saiam como o esperado, o que duvido muito, eu ainda estarei ao seu lado, okay?! -assentiu.

-Muito obrigada por sempre estar aqui, por mim -contornou meu pescoço com seus braços, me envolvendo em um abraço apertado- Te adoro -me agraciou com mais um de seus belos sorrisos e quando o 'bip' do elevador alcança nossos ouvidos, ela sela nossos lábios em um beijo casto e carinhoso, logo se separando de mim para que voltemos á uma pose profissional.

Quando saímos do aperto da pequena caixa metálica, vi a garota ser iluminada pelas luzes de fleches incessantes, para ser bem sincero estas coisas as vezes me irritam, mas ela parece não se importar com a situação, na verdade, ela gosta. Várias pessoas começaram á se aproximar para comprimentá-la e parabenizá-la, me fazendo feliz assim, por á ver tão satisfeita, mas revelo sem receios que sinto meu sangue ferver ao ver Lee Jong-suk, o ator que contracena com (s/n) como seu par romântico, se aproximando dela com um grande sorriso decorando seu rosto, ele é um rapaz muito gentil e educado, porém o ver perto de minha garota é sempre um pouco desconfortável.

-Boa noite, minha querida -abraçou a mesma- Como está, (s/n)?

-Boa noite, Lee -sorriu para ele, causando certo nervosismo em mim- Estou muito bem, e você?

-Estou melhor agora, que a senhorita chegou -segurou o queixo da menor, entre seu dedo polegar e indicador, o balançando de leve fazendo a mesma rir- Olá, Namjoon -oh, finalmente notou minha presença!- Como tem passado?

-Bem -respondi sério- Obrigada por perguntar -okay, preciso ter o minimo de educação.

-Que bom, meu caro -sorriu, sem mostrar os dentes- Bom, fique á vontade e aproveite a festa. Terei de roubar a (s/n) de você, mas não se preocupe pois cuidarei bem dela -apenas concordei.

Vi eles se afastarem aos poucos sendo acompanhados pelos fotógrafos da festa, que não perdiam nenhuma ação do "casal". Fechei os olhos, respirando fundo e contando até dez para me manter calmo, é muito dificil ver ela flertando com Jong-suk por mais que não passem de aparências, não gosto de vê-la nos braços de outro. Ela é apenas minha! Minha (s/n)!

Porém, eu compreendo que se trata do trabalho dela, e eu á respeito antes de qualquer coisa, também entendo que tenho meu lugar, para todos os efeitos eu ainda sou empregado dela, e além de nós dois, mais ninguém sabe que mantemos um relacionamento amoroso. Então por mais que seja complicado passar a noite lhe encarado com um outro alguém, me contento em observar sua alegria, e apreciar seu sucesso. Ela ilumina meus dias, pelo simples fato de estar no mesmo ambiente que eu, sendo assim, estou feliz por ela.

[…]

As horas se passaram arrastadas, entre um drinque e outro presenciei á madrugada chegar. Só para constar, o filme foi um sucesso tanto que ao fim do mesmo, um ecoar de aplausos foi ouvido por todo salão, eu até tentei parabenizar (s/n) mas como ela estava rodeada de pessoas, decidi ficar de longe á encarando, transmitindo meu carinho e orgulho através do olhar e pequemos sorrisos. Porém apenas em poder me perder no sorriso, estampado no rosto de atriz mais linda do mundo -ao meu ver- meu coração se aqueceu, e se encheu de alegria.

No entanto, as coisas foram mudando durante o prosseguir da festa, após algumas taças de champanhe e umas doses de whisky, percebia minha paciência adentrar um foguete e decolar rumo á lua, literalmente indo para o espaço. Acontece que conforme as músicas se findavam, dando inicio á outras, o álcool subiu á cabeça do jovem prodígio o deixando bem soltinho, em certos momento tive que me conter para evitar confrontos com ele, minha vontade era de tirar (s/n) de perto dele, e a encher de beijos diante de todos, para que entendessem que ela é uma moça comprometida, mesmo que não formalmente.

E o pior é que ela percebeu meu desconforto, gostando de me ver com ciumes. Sim, ciúmes porra! Então, ao invés de se afastar ou tentar manter alguma distancia, ela se envolveu na brincadeira, dançava com ele enquanto distribuía sorrisos para o mesmo, me lançando olhares provocativos, remexendo suas curvas de forma sensual, afim de me destruir, e acabar com a sanidade que me resta.

Mas eu me reprimi ao máximo, me contentando em encher meus pulmões de ar e revirar os olhos, diversas vezes. No entanto, se ela pensa que as coisas ficaram assim, está extremamente enganada.

Ela vai me pagar por cada provocação e com juros!

[…]

04:23 AM

Finalmente consegui convencer (s/n) á irmos embora, eu já não aguentava mais ficar sentado em uma cadeira qualquer mantendo a feição séria, disfarçando ao máximo minha irritação. Porém não sabia eu, que o mais complicado ainda estava por vir. Pobre de mim! achando que as provocações haviam se findado.

-Jonnie -fala com a voz mais manhosa do que o de costume- Eu ainda estou bem animada -acariciou minha coxa direita- E como não ficamos muito juntos durante toda noite, podemos aproveitar um pouquinho -sorri maliciosa- Vamos continuar nossa comemoração?

-Por que não liga para o seu queridinho, e pede pra ele vir comemorar contigo? -falo com a voz ríspida.

-Você está com ciúmes, Kim Namjoon? -sussurrou próxima ao meu ouvido, rindo baixinho, me causando arrepios.

-Claro que não -afirmei.

-Nam -sorriu nasalado- Eu te conheço bem, aprendi a decifrar seus sinais -mordiscou o nódulo de minha orelha- Você está com ciumes! -ditou convicta.

-Isso é ridículo -reviro os olhos.

-Concordo plenamente -voltou á se assentar, de forma ereta, sobre o banco- É ridículo, pelo simples fato de não ter lógica -suspirou- Não existe motivos para ter ciumes, do Lee ou de qualquer outro, e sabe porque? -fico quieto, esperando a mesma prosseguir- Eu sou apenas sua -disse em um fio de voz, como se declarasse o obvio- Achei que já soubesse, disto -a olhei de relance logo voltando á atenção á direção do carro, não encontrando palavras para lhe responder.

As ruas de Hollywood, se mostram mais longas ao decorrer de cada quilometro, o ambiente pesado e silencioso torna o clima tenso. Não tendo o que declarar, optamos por seguir o caminho sem trocar, míseras frases.

Assim que estacionei na garagem do prédio, em que se situava o apartamento de (s/n), ficamos paradas dentro do carro, calados sem ao menos nos olhar. Então ela me olhou de canto e suspirou, antes de sair do automóvel, respirei fundo logo indo atrás dela.

-Hei! -chamei quando ela estava adentrando o elevador- Me espera, princesa -corri até o local em que estava, e me pus ao seu lado.

Ela apertou o botão do quinto andar, em menos de cinco segundos as portas se fecharam.

-(S/n) não fique chateada comigo, sei que fui um idiota por ter agido daquela forma, mas… -olhei para ela, que mantinha o olhar fixo em um canto qualquer- Amor? -nada respondeu, então segurei seus braços sem muita força e pressionei seu corpo contra as paredes metálicas- Olha pra mim, por favor -vi seu olhar se erguer, e suas iris cintilantes se conectarem com as minhas- Não queria ser assim, tão possessivo, mas te ver junto com o Lee me deixou tão irritado -bufei- Você é muito especial pra mim, pequena -acariciei suas bochechas- Por isso fiquei fora de mim -colei nossas testas- Então me desculpe.

-Claro que te perdôo -afirmou- Mas sabe, Nam -enlaçou os braços em volta de meu pescoço- Eu que devo lhe pedir desculpas -sorriu- Percebi que estava enciumado e continuei á lhe provocar apenas por adorar ver o efeito que tenho sobre ti -arqueei uma de minhas sombrancelhas, sendo agraciado com sua gargalhada- Porém, tive outros motivos!

-Ah é -tombei a cabeça de lado- E quais foram? -apertei o botão de trava do elevador, fazendo o mesmo parar, entre o segundo e o terceiro andar.

-Não percebeu como a senhorita Sook estava olhando para você? -revirou os olhos- Pelo menos, com o senhor ocupado prestando atenção em mim, não iria reparar naquela oferecida -deu ênfase na ultima palavra, e foi minha vez de rir.

-Quer dizer, que não fui o único á sentir ciúmes, nesta noite? -escorreguei as mãos pela lateral de seu corpo, as posicionando em sua cintura.

-Infelizmente não -riu- E só para constar, aquela ceninha no carro foi só um drama básico, pra você não ficar muito bravo comigo.

-Você não presta, garota -emanei a cabeça, vendo ela dar de ombros.

-Apenas usei meu dom artístico, á meu favor -acariciava minha nuca, com leveza- Não me julgue -selou meus lábios, sem muito esforço, por estar de salto alto.

-Você foi uma garota muito má está noite, sabia? -virei seu corpo com certa velocidade, encostando seu rosto nas paredes gélidas- Acho que deveria lhe punir, por isso -sussurrei com a voz um pouco alterada, por já sentir meu corpo se aquecer.

-E como me puniria, senhor Kim? -rebolou contra meu membro, que começara á dispertar.

-Eu prefiro te mostrar, senhorita -apertei seu traseiro, arrancando um gemido sôfrego da mesma, o que me fez sorrir vitorioso.

Com o peito ainda colado em suas costas, comecei á fazer leves movimentos com meu quadril, simulando fracas estocadas enquanto mordiscava e distribuía beijos molhados sobre a pele alva de seu pescoço, ouvia os gemidos manhosos da garota preencherem meus ouvidos me enlouquecendo um pouco mais á cada instante. Suas mãos tentaram alcançar meus cabelos, afim de descontar sua tensão, mas em um gesto rápido segurei seus pulsos com minha destra os levantando para cima de sua cabeça e os mantendo ali, com a mão esquerda posicionada em sua cintura, continuava meus movimentos torturante, para ambos.

-Jonnie -falou com a voz baixa e manhosa, então senti uma pontada em meu membro- Não seja tão mal comigo, amor -rebolou com precisão, me arrancando um arfar sôfrego.

-Sem joguinhos, princesa -sussurrei com a voz rouca, percebendo a menor arrepiar- Quem vai brincar hoje, sou eu -dei uma última investida, contra si, logo me afastando e ficando em uma posição ereta, ao seu lado, vendo á mesma me encarar com a cara brava. Apenas sorri ladino apertando o botão do quinto andar, aguardando até que o elevador voltasse a funcionar.

-Isso é muito injusto -cruzou os braços em frente ao corpo, com os lábios formando um pequeno bico.

-Você brincou comigo á noite toda, me provocando e me deixando irritado ao mesmo tempo. E agora que chegou minha vez de te castigar, você resolve ficar bravinha? -ri- A por favor, não venha querer falar de justiça, senhorita -lhe lancei um beijinho no ar, vendo a mesma bufar e revirar os olhos- Não revire os olhos, pra mim! -ditei.

-Porque? -me encarou com desdém- Vai me castigar, por isto também? -arqueou a sombrancelha esquerda.

-Vou -afirmei- Está noite você só vai revirar os olhos, se for de prazer, me entendeu sua mal criada? -falei com o rosto a centímetros do seu.

-Entendi sim, senhor Kim -hidratou seus lábios, mordiscando o inferior, com a feição levemente carregada.

Não houve tempo para que respostas fossem dadas, em um instante as portas maciças se abriram revelando um longo e vazio corredor. Ela tomou á frente, caminhando á passos lentos até a porta de seu apartamento. Perturbador: está é a palavra que ecoa em minha mente, como será possível alguém mexer tanto comigo pelo simples fato de estar a centímetros de mim, sinto minhas cabeça pesar, o coração acelerado, os pensamentos desconexão tudo apenas por observar os movimentos vagarosos de seu corpo bem torneado, o barulho dos saltos finos batendo contra o chão, e o som de sua respiração calma. É estranho como cada pequeno detalhe, vindo dela, prende minha atenção, por total. Ouvi o tilintar das chaves, o estralo da fechadura, o ranger minimo que a porta fez, acordando de meus pensamento agora, já dentro de sua residência.

Ela continuou seus passos em direção ao quarto, mas antes de sumir pelo corredor em olhou por cima dos ombros, com um sorriso travesso em seus lábios.

Ao me ver sozinho, respirei fundo repensando meus planos para esta noite. Tirei o paletó, conferindo se meu presente ainda estava em seu bolso interno, sorri grande encarando a pequena surpresa, mais uma vez, então voltei a guardá-la e deixei o blazer sobre a lateral do sofá de couro, desabotoei os botões da manga de minha camisa e as dobrei deixando ambas na altura de meus cotovelos, me encarei no espelho que tinha ali passando as mãos sobre meus fios os bagunçando um pouco, por fim segui rumo aos aposentos de minha garota. Enquanto caminhava a passos silenciosos, afrouxei minha gravata e abri dois botões de minha camisa. Ao chegar á porta de seu quarto, me encostei no batente da porta e fiquei lhe observando, apenas de lingerie, com os olhos fechados, cantarolando uma música qualquer. É incrível, como ela é perfeita!

Não pude ficar muito tempo, apenas apreciado seu corpo bonito, eu preciso tocá-lo, lhe fazer minha. Me aproximei sorrateiro, puxando seu corpo para mim, com as mãos firmes em sua cintura. Ri ao ouvir um gritinho escapar de sua garganta, pelo susto repentino. Assim que suas iris cintilantes alcançaram as minhas, sinto uma chama incêndiar todo meu ser, tornando impossível o alto controle.

Enlacei minha mão esquerda em seus cabelos, e com a destra á mantenho colada em mim. Então em um ato de desespero, uno nossos lábios em um beijo afoito e apresado, pedi passagem com a língua e ela não hesitou em ceder. Apertei sua cintura colando ainda mais nossos corpos, sinto minha pele queimar a cada simples toque, e aos poucos uma linha de suor começa á se formar em minha testa, é quase possível ouvir as batidas de nossos corações em total descompasso, em sintonia com a respiração falha. Ambas as línguas travam uma batalha, afim de explorar cada canto da boca um do outro, suas mãos delicadas acariciam meus cabelos, mas suas unhas felinas aranham minha nuca, causando-me arrepios. O ambiente, aos poucos se tornou muito abafado, e a falta de ar se fez presente nos obrigando a interromper o ósculo.

-Isso faz parte da punição? -perguntou, com os lábios roçando os meus- Porque se for, eu estou adorando.

-Não, princesa -mordo seu lábio inferior, o puxando para mim- Sua punição, começa agora -dou um selinho, antes de lhe jogar sobre a cama. Ouço seu riso abafado contra os travesseiros, revelando que talvez ela goste disto, tanto quanto eu.

A menor se ajeita sobre os lençóis, descansando a cabeça sobre suas mãos e com os pés ao ar, balançando-os de leve, me encara aguardando meus próximos atos.

Primeiro me livro dos sapatos e meias sociais, tiro o cinto, e termino de desfazer o nó da gravata, devagar abro todos os botões da camisa branca, e quando a afasto de meu corpo, me vejo apenas com a calça preta. Sem muita pressa caminho até a cama, e quando sinto meus joelhos afundarem no colchão macio, uma certa ansiedade me domina. Mas hoje não, hoje preciso me conter, ao menos um pouco.

Me assentei sobre a parte inferior de suas coxas, com as pernas uma de cada lado de seu corpo, seus olhos se mantinham fixos em minhas ações, enquanto minha atenção está em sua nádega branquinha, contrastando tão bem com a lingerie preta rendada. Dei um tapa forte em sua aba direita, seguido de um na esquerda, ouvi em gemido sôfrego escapar por seus lábios então depositei um beijo sobre os lugares avermelhados.

-Você foi uma menina má, hoje? -perguntei com a voz rouca, dando um outro tapa em sua bunda, seguido de um aperto forte- Responda!

-Sim -ditou ofegante.

-E isso é coisa que se faça? -outro tapa, agora seguido por uma fraca beliscada.

-Não -a voz trêmula, entregava que ela está sentindo mais prazer do que dor.

-Isso voltá á se repetir? -um ultimo tapa foi depositado sobre seu traseiro, já avermelhado.

-Não, senhor! -afirmou, com um sorriso minimo ao ditar a última palavra.

-Boa menina -me abaixei diante dela, deixando beijos molhados em suas abas sensíveis, assoprando o local, vendo-á se arrepiar.

Volto a deixar minha coluna ereta, prendendo à atenção a menina ofegante, em baixo de meu corpo. Acariciei as laterais de seu corpo, com as ponta dos dedos, vendo-á se contorcer na medida que seu corpo se ouriçava. Sem muito tempo para joguinhos, levando em conta que já estou bem excitado, viro seu corpo para cima com um pouco de força, prendi meu olhar em seus olhos que transbordam luxuria e desejo, o que é ótimo, visando que vou conseguir castigá-la e brincar consigo, sem muito esforço.

Com rapidez, retiro sua calcinha encharcada, e um grande sorriso contorna meus lábios por saber que é tudo atribuído á mim. Me abaixo entre suas coxas torneadas e ela tenta fechar as pernas, por instinto, mas logo á impeço separando-as e em seguida traçando um caminho por sua intimidada, com minha lingua quente, obtendo em resposta um gemido alto e arrastado. Suguei seu clitóris, com força, percebendo a menor arquear as costas e proferir palavras desconexas, repeti meu ato agora seguido por um assopro sobre o local. Sinto suas mãos em meus cabelos, afim de comandar meus movimentos, mas eu apenas me afastei, e ela me olhou desacreditava, os olhos cemicerrados, a boca entreaberta, e as bochechas ruborizadas á deixam ainda mais linda e tentadora. Mas quem comanda hoje, sou eu.

Me levanto, pegando minha gravata que até então estava jogada em um canto qualquer do chão, e com ela em mãos volto para cama.

-O que vai fazer com isto -sua voz está baixa, porém mesmo assim posso perceber uma leve alteração na mesma.

-Te prender -hidratei meus lábios.

-Porque? -questionou com a voz chorosa, e um bico se formou em seus lábios.

-Porque não quero que me toque -respondi simplista, já dando o ultimo nó, prendendo bem seus pulsos- E se você não se comportar, vou prender seus punhos na cama, okay? -apenas assentiu.

Com suas mãos bem amarradas, voltei a ficar entre suas pernas, selei as partes internas de suas coxas e sua virilha, e sem delongas retornei minha atenção ao seu sexo tão necessitado. Mordisquei seu clitóris, e círculei sua entradinha com a ponta da língua, a respiração pesada lhe entregava totalmente, então apenas para antecipar seu orgasmo á penetrei com o músculo quente indo o mais fundo possível em seu interior, suas paredes internas comprimem minha língua, e sinto uma pontada em meu membro, apenas por imaginar que poderia ser ele ali, sendo apertado por ela. Ergo o olhar e á vejo com os olhos fechados, os lábios comprimidos, e uma linha de suor se formar em sua testa, noto a respiração ainda mais ofegante e quando percebo que a menor está perto de alcançar o ápice, me afasto.

-Nam… -a pronuncia ecou mais como um gemido- Eu estava quase lá -revelou.

-Mas eu estou apenas começando, meu amor -conectei nosso olhar, e foi como se faiscas saíssem de nossos corpos- Não se apresse tanto -finalizei.

Mais uma vez abandono seu corpo, e me coloco ao lado da cama. Sem muita presa, desabotoo a calça, baixo o zíper e á tiro de meu corpo acompanhada da boxer. Já despido, passo a lhe observar, tombo minha cabeça para o lado admirado com tanta beleza, para mim a própria visão do paraíso.

Acordo de meus devaneios, quando ela abre os olhos e me encara com as iris nubladas em desejo, um olhar tão intenso que parece penetrar minha alma. Novamente em sã consciência, retorno á cama ficando sobre seu corpo, me deito encima de si e passo a distribuir beijos por seu pescoço, mordiscando áreas que sei ser mais sensíveis, suas mãos tentaram enlaçar meu pescoço, mas por estarem amarradas tive maior facilidade em lhes afastar de mim. Desci os selares para seus seios, ainda encobertos, então tirei seu sutiã com lentidão e o joguei para longe, sorri ao perceber seus mamilos rijos e a pele arrepiada, assim que a primeira lambida foi dada ali. Me distanciei de seu colo, voltando a atenção á nossos sexos, segurei meu membro o pincelando contra sua intimidade, ouvindo seus suspiros. Sem mais preparos á penetrei de uma vez, e um grito foi ouvido pelo quarto, comecei rápido explorando todo seu intimo enquanto massageava seu clitóris inchado, ela geme alto a medida em que minhas investidas se tornam mais intensas, sinto suas paredes internas se comprimirem contra as veias saltadas de meu falo, assim que ambos estamos quase em nosso limite, saio de dentro dela, que praticamente ura de raiva.

-Jonnie -seu tom é sôfrego- Não seja tão maldoso comigo -praticamente implorou, com a voz manhosa- Por favor -bateu os calcanhares sobre o colchão.

-Quietinha, minha pequena -dei um simples selar em seus lábios.

Me sentei ao seu lado segurando meu membro entre os dedos, começando uma masturbação lenta. Fecho os olhos com força e jogo a cabeça para trás na medida em que o vai-vem se torna mais rápido, facilitado pelo pré-gozo que escorre pelo falo, sinto o corpo trêmulo e as veias saltarem sobre minha destra, não demora e chego ao meu limite, gozando em minha mão. Me joguei na cama, totalmente ofegante e suado, voltando á me recompor. Quando olhei para garota ao meu lado, percebi que sua atenção estava sobre mim, acompanhando tudo, então sorri travesso já indo até ela, mais uma vez me colocando entre suas pernas.

-Isso é muito injusto -mostrou a língua, causando risos em mim.

-Acho que você já disse isso, não?! -arqueei a sombrancelha.

-Não importa -falou séria- A única coisa relevante aqui, é que eu estou falando a verdade e você está sendo muito malvado comigo -fez biquinho e eu não resisti em morder o mesmo.

-Você mereceu, (s/n) -apertei sua cintura, a puxando para mim, chocando nossas intimidades com brutalidade, o que ocasionou gemidos de ambas as partes- Mas acredito que a senhorita já sofreu o suficiente, certo? -assentiu, freneticamente- Então lhe recompensarei -não contive o riso, ao ver a menor fechar os olhos e sussurrar um "finalmente".

Deitei meu tronco sobre o seu, iniciando uma trilha de beijos por seu queixo, maxilar, ombros, pescoço, e colo logo chegando em seus seios. Passo a brincar com seus mamilos, os circulando com a língua, enquanto me masturbo afim de obter uma ereção equivalente á penetração. Flexionei o falo em seu sexo, simulando estocadas lentas enquanto distribuo selares por sua barriga. No mesmo instante em que chupo seu seio esquerdo com vontade, a penetro com força vendo a menor revirar os olhos em prazer, não espero muito antes de aumentar o vai-vem, com estocadas vorazes. Lhe escuto gritar quando acerto um ponto especifico, então passo a me concentrar em acertar apenas tal lugar.

-Nam… -choramingou- Deixa eu te tocar, amor?! -sua voz saiu baixa, e soou mais como uma pergunta do que um pedido.

Não hesitei em libertar suas mãos. Ela sem pensar muito, enlaça meu pescoço me puxando para um beijo afoito, nossas línguas se entrelaçam em uma dança rítmica, o ósculo se alterna entre movimentos selvagens e delicados, em um ciclo de muita paixão e carinho. Com a pouca força restante em seu corpo, ela contorna meu quadril com suas pernas, aumentando nosso contado, com os lábios ainda colados nos seus continuo a lhe penetrar com força enquanto massageio seus seios, ela geme entre o ósculo varias vezes, arranhando meus ombros, ora ou outra puxando os cabelos suados de minha nuca, transparecendo o quão bom está sendo, para ambos. Após mais algumas estocadas fundas e firmes, sinto suas paredes internas me apertarem em uma tentativa falha que me retirar de dentro de si, percebo meu ápice também próximo, e sua intimidade quente, apertada torna a sensação ainda mais prazerosa. Minhas pernas ficam babas, ela tomba a cabeça para trás e arqueia as costas, um grito nos escapa da garganta então gozamos juntos, em uma perfeita sincronia.

Me retiro de dentro dela, e deito sobre seu corpo, nossos troncos coladas nos revelam a euforia de ambos os corações, acelerados e descompassado, tão felizes por estarem unidos, quase que em um só. Aos poucos as respirações cortadas voltaram ao normal, e as forças retornaram á nossos corpos.

-Satisfeita? -questionei, encarando seus olhos intensos e expressivos.

-Nem imagina o quanto -suspirou- Tenho que lhe provocar para que possa me castigar, mais vezes -sorriu maliciosa.

-Garota safada -dei um tapa na lateral de sua coxa, ouvindo um gritinho em resposta, então acariciei o local em seguida.

-Eu sei que você gosta -ergue a cabeça, me dando um selar rápido.

-Adoro -afirmei, apertando sua cintura e devolvendo o selar- O que acha de tomarmos um banho?

-Acho ótimo, mô -afinou a voz para pronunciar o apelidinho cuti, ocasionando risos em nós dois.

Depois de um banho -um pouco demorado- com direitos á inúmeras carícias e beijinhos, saímos do banheiro e nos vestimos para dormir, ela com um pijama transparente que quase ocasiona uma nova ereção em minha pessoa, sim ela adora acabar com o meu psicológico. Já eu -sim, tenho algumas roupas que ficam aqui em seu apartamento- coloquei uma calça larga, de moletom cinza ficando sem camisa mesmo, o mais confortável possível. Agora estou sentado na poltrona de camurça, que fica em uma das extremidades de seu quarto, esperando á mesma terminar de secar os cabelos e vir ao meu encontro.

Confesso estar bem apreensivo, preciso ter uma conversa com ela, venho planejando tal á algum tempo mas nunca me sinto suficientemente preparado. Sinto o coração se disparar, e as mãos suando frio enquanto encaro a pequena caixa de veludo preto, escondida em minha destra. Assim que escuto os passos da menor vindo em direção á mim, guardo a surpresa no bolso da calça e me ponho de pé, fecho os olhos, por um segundo prendendo a respiração em meus pulmões, em seguida respirando fundo.

-Tudo bem, Namjoon? -se aproximou, cobrindo minhas bochechas com suas mãos- Você está pálido.

-Estou bem, sim -sorri pequeno- Só preciso ter uma conversa séria contigo.

-Por sua expressão, deve ser algo bem importante -constatou.

-Sim. Venha sente-se ao meu lado -nos assentamos na beirada da cama- Princesa, hoje faz exatos doze meses que lhe vi pela primeira vez, e desde aquele dia me dedico a você e todos os meus pensamentos são atribuídos á ti -sorri ao perceber seus olhos já marejados- Passamos por muitas coisas, em tão pouco tempo e eu me apaixono um pouco mais por você, á cada dia que se finda. A senhorita desperta em mim inúmeros sentimentos, nunca sentidos antes, a explosão de sensações em meu intimo toda vez que você sorri pra mim é algo inexplicável, as famosas borboletas no estômago sempre que seus olhinhos brilham em direção a mim, o coração acelerado cada vez que você me beija, o encaixe perfeito de nossas mãos, a forma com que meu corpo reage á cada toque seu. Pensei muito neste discurso, mas palavras nunca serão suficientes para descrever todo este sentimento. Estão em uma simples frase, vou resumir tudo -suspirei- Eu amo você! -finalizei, me sentindo aliviado por finalmente poder declarar isto em voz alta- Eu te amo! -praticamente gritei, a puxando para um abraço apertado.

-Jonnie -disse baixinho, com a voz embargada- Eu não sei o que lhe dizer depois de uma declaração tão linda -fungou- Só quero que saiba, que mesmo sendo um pouco teimosa e chata eu posso lhe dizer, com certeza, que todo este sentimento é recíproco -deu um simples selar em meu pescoço- Te amo muito -afirmou, voltando a me encarar, colando nossos testas em seguida- My love forever! -riu, deixando vários selinhos sobre meus lábios.

-Eu nunca me senti tão feliz -à apertei em meus braços- Mas calma que ainda não terminei -seus olhos se fixaram em minha face- A partir de hoje, pretendo fazer tudo da maneira correta, quero te amar e ser amado sem medos ou privações, quero declarar ao mundo que lhe amo e que nos pertencemos -sorri- Então, eu me demito -finalizei.

-O q…que? -os olhos arregalados entregam seu nervosismo e surpresa- Porque? -questionou com os lábios trêmulos- Não faz isso, não me deixa, eu não sei como será os meus dias sem você -sua voz melódica, ecoava por meus ouvidos- Você se declarou pra depois me abandonar?

-Calma, princesa -ri- Eu só pedi demissão para que possamos ter um relacionamento restritamente amoroso -sorri ao perceber sua feição se suavizar- Então quero saber se você aceita me tornar o homem mais feliz do mundo -me ajoelhei diante dela, pegando a caixinha que estava em meu bolso, e á abrindo- Aceitar se tornar minha mulher, senhorita (s/n)? -uma grande alegria se apossou de meu ser, ao perceber o belo sorriso estampado em seus lábios.

-Sim, sim, sim -ditou seguidamente. Trocamos os anéis, os deslizando por nossos anelares. Seus olhos cintilaram em direção á peça prateada, cravejada com pequenos brilhantes, e meu coração se encheu ainda mais de amor- Te amo -gritou, e se jogou contra meu corpo, nos derrubando sobre o tapete macio de seu quarto- Você é o amor da minha vida, rabugento.

-E você a mulher dos meus sonhos, teimosa -uni nossos lábios em um beijo calmo e terno, transmitindo através de tal ósculo todo meu amor pela menor.

Demoramos para nos entregar á este sentimento, mas agora que nosso amor está consumado vamos vivê-lo com toda intensidade, nos amar mais á cada dia, como se não houvesse o amanhã. Lhe ter em meus braços hoje, é como á realização da mais bela quimera, eu a amo de todo coração, e agora que posso finalmente me declarar sem receios, lhe amarei de corpo e alma, declarando ao mundo que ela é minha garota, e para todo sempre.

The End…


Notas Finais


E ai amorecos, gostaram? Realmente espero que sim! ❤

Gente, me digam o que acharam, Please! Eu adora quando interagem comigo, fico muito feliz, okay?! 😽😹

Perdoem qualquer erro ortográfico, eu fiz a correção, mas como estou morrendo de sono talvez tenha me escapado alguma coisa 💤 bom foi isto, me esforcei com o bônus e estou torcendo para que tenha lhes agradado!

Kisses of Ly 💜


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