História My Promiscuous Baby - Capítulo 16


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Palavras 3.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tô de dedo dolorido aqui ksksks mas vale a pena, talvez se eu conseguir acabar hoje ainda eu poste outro capítulo certo? Mas não garanto nada, porém já está em desenvolvimento.
Espero que gostem de ler, como eu gostei de escrever ❤

Capítulo 16 - Dear no one


Fanfic / Fanfiction My Promiscuous Baby - Capítulo 16 - Dear no one

Jungkook


*Sonho on*


-Amor pega a toalha pra mim por favorzinho... -Ele falava manhoso


Lhe dei um beijo longo e peguei nossas toalhas, fui para o quarto e na cama haviam várias roupas infantis, algumas muito coloridas, outras de cores mais sóbrias, uns sapatinhos era tudo muito lindo eu sorri assim que vi tudo aquilo.


-Eu amo você Jeon -Ele beija meu pescoço e eu sinto em seguida sua barriga em minhas costas, então me viro retribuindo o beijo, indo em seguida para sua barriga já grandinha e a beijo também.


-E eu amo vocês dois -Acaricio a barriga do meu marido e apesar de eu não conseguir ver seu rosto eu sentia que amava aquela pessoa como nunca havia amado alguém antes.


*Mudança de cenário*


Meu celular não parava de tocar, mas eu não conseguia identificar quem era pois a tela do aparelho estava borrada mesmo assim eu atendo um tanto desesperado.


-Alô?!


-S-socorro Jeon... T-tem ah m-mui.. m-uito.. s-sangue...


A linha caiu e eu fui junto, o que havia acontecido? Alguém me ajuda! Em pouco tempo eu estava em casa, a porta estava encostada e a fechadura quebrada alguém havia arrombado a porta... Entro devagar pra não ser pego de surpresa, mas foi inevitável, ao chegar mais próximo do sofá vejo ele deitado em posição fetal e sangue envolvendo seu corpo, corro para o mesmo me ajoelhando ao seu lado pego-o no colo percebendo sua camisa rasgada então não o levanto mais, subo um pouco a mesma e vejo um corte profundo em sua barriga, alguém havia o machucado...


*Mudança de cenário*


Tudo tinha um ar gélido e sombrio, haviam corredores por toda parte, assim também como portas, corro de um lado pro outro mas nada levava a lugar algum, todas as portas estavam trancadas, até que viro em um corredor mal iluminado, esse era extenso e tinha uma saída no mesmo ao lado dela duas portas uma de cada lado, alguem surge atrás de mim, me viro pra ver mas só enxergo sombras, volto pra encarar o corredor novamente e a figura estava cara a cara comigo, seu rosto era destorcido e ele seja lá quem fosse usava um capuz, a criatura nada fez apenas me entregou um molho de chaves e passou diretamente por mim, quando este desapareceu um vários sons se fizeram presentes, alguns de gemidos, risos e choros aquilo estava me enlouquecendo, balançando a cabeça tentando entender o que estava acontecendo mas era impossível, cada passo que eu dava na direção do fim do corredor ele parecia ficar mais longo, depois de o que apareceram longas horas eu consigo chegar ao final do mesmo, encaro as portas na do meio havia um aviso: Seja rápido ele está observando. Escrito em um vermelho vivo, o que eu julguei ser sangue, os sons ficaram cada vez mais altos fazendo meus ouvidos zumbirem, vou para a porta da esquerda de onde vinha os gemidos pegando uma das chaves que haviam ali mas nada da porta abrir, na minha sexta tentativa finalmente eu consigo, a sala estava escura mas quando entrei ela clareou gradativamente, havia um video projetado na parede branca a minha frente, de início não reconheci ninguém de imediato, mas o gemido... Aquele gemido eu sabia quem era.


-O-ohhh daddy-ah assim awnn -Era Jimin... Mas a silhueta de quem estava fodendo ele não era minha, ele era muito mais magro e mais branco, seus braços tinham veias salientes e uma voz meio rouca.


-Eu sempre ah... Vou f-foder você... Awn.. m-melhor que jungkookie. -O branquelo puxava os cabelos de Park fazendo com que seu corpo arqueasse.


-Yonnie-aah i-issoo 


Yoonie? Yoongi?! Que merda é essa?! Esmurro a parede repetidamente com ódio do que eu acabará de ver e ouvir, Jimin se entregando a outro.


-Park seu filho da puta cretino! -Saio da sala batendo a porta com toda força que eu consegui.


Olho em volta e ela havia sumido, levando consigo o som agonizante de seus gemidos, me sobrou a porta que continha risadas e a que havia alguém chorando, decido ir pra da direita, pois a do meio era a que emitia o som do choro, talvez saber do que estavam rindo não fosse tão ruim assim certo? 


Errado... Quando consigo abrir a porta haviam pessoas em um círculo ao redor de alguém, olho em volta e haviam algumas coisas meio perigosas, um machado meio enferrujado mas aparentemente ainda estava bem afiado, logo a frente um carrinho de equipamento médico com alguns bisturis e facas misturados por último um tambor razoavelmente deteriorado com uma caveira desenhada do centro dele então eu deduzi ser ácido, me volto novamente pras pessoas no círculo, eles apontavam e falavam coisas sem sentindo de quem eatava no centro delas, a mesma pelo o que pude perceber estava amarrada, me aproximo e vejo ninguém mais ninguém menos que Park Seungkwan, sim o pai de Jimin, ele estava preso a uma cadeira lutando pra se livrar das amarras, mas quanto mais ele se mexia, pior ficava, me aproximo mais ainda do centro ficando na frente das pessoas que ali estavam e todos se calam ao perceber minha presença e me encaram sorrindo.


-Faça Jeon! Você quer isso, faça... Faça... Faça!


Todos eles falam no mesmo momento fazendo com que eu fique levemente zonzo, vou até o carrinho, pego um bisturi e uma faca, peço pra que um deles pegue um pouco do ácido e assim ele o faz, me posiciono na frente de Seungkwan e dou um breve sorriso.


-Vamos brincar sogrinho? -Sinto a ira tomar conta de mim 


Seguro o bisturi com força e vou até seus calcanhares cortando os ligamentos de ambos fazendo com que o mais velho urre abafado, o encaro momentaneamente e vejo lágrimas escorrerem em seu rosto.


-Mas já? Que eu me lembre você não me deu a opção de chorar quando estava me espancando anos atrás seu bosta! Acha que vou ter piedade de você? -Cravo o bisturi no meio de sua mão e ele se contorce.

Assim que eu retiro o objeto de sua mão jogo um pouco de ácido em cima, Seungkwan se contorce tanto que cai junto com a cadeira, entediado demais pra continuar brincando vou até o tambor do ácido e o entorno, vendo o líquido atingir a face e gradativamente o resto do corpo do mais velho, ele se contorcia inteiro e eu me direciono a porta mas sou impedido de sair por uma das pessoas, ela aponta pro corpo agonizando no chão então o encaro novamente, mas não era mais Seungkwan... Era.... Eu! Era meu corpo no chão com o ácido me corroendo! Tento correr até mim mas tudo se apaga entao num piscar de olhos me encontro de frente a parede branca onde havia a porta daquela sala.

Suspiro fundo tentando entender o que tudo aquilo significava, mas nada fazia sentido, me volto para o único local que restava depois de muitas tentativas eu encontro a chave certa e empurro a porta, havia um corpo no chão, assim como alguns momentos atrás... Era... Meu marido! Corro até seu corpo e ele estava gelado, sangue espalhado pra todo lado, e o choro era insistente, um choro de criança, olho nas direções que consigo não encontro meu filho, o som fica cada vez mais alto, noto que vinha por trás de mim, viro-me bruscamente e dou de cara com uma figura diabólica em minha frente, e ele estava com meu filho em seu colo, avanço pra tirá-lo daquele ser horrendo mas sou impedido, de alguma forma sou arremessado na parede e me sinto perder os sentidos.

Acordo depois de algum tempo no chão duro e quente eu estava amarrado e amordaçado então a criatura finalmente reaparece na minha frente, ainda com meu filho em seu colo, eu me mexo tentando me soltar mas nada funciona as correntes esquentam e queimam meus pulsos me fazendo gemer de dor.


-Fique quietinho Jeon, ou vai ser pior do que esperamos... -Eu reviro os olhos e solto um suspiro baixo, como eu pude me meter em uma situação assim? -Te arrastei aqui para baixo até o show do diabo para ser meu convidado para sempre... -Minha paz de espírito está menor do que nunca, aquele lugar me deixava angustiado, principalmente por meu filho estar em seus braços, e meu marido morto... -Odeio distorcer sua mente mas Deus não está do seu lado uma velha crença dilacerada... Vou deixar grave no mundo seu último esforço... -Carne queimando por todo lado eu podia sentir o cheiro no ar... Pessoas gritando... Eu.. eu estava no inferno? -Porque homens como você têm uma alma tão fácil de roubar? Você agora é meu escravo até o fim dos tempos Jeon, não adianta tentar fugir de mim, você é egoísta demais pra mudar seu destino, sempre foi assim e nós sabemos... Ao invés de por seu orgulho bosta de lado e deixar de ser um neném mimado, você podia ter ajudado aquele que jurou um dia amar Jeon, mas não o fez, e novamente magoou a pessoa que você tanto se "importa"... Que tipo de amor genuíno é esse? Que mente, engana, traí... Mentiram para você só pra te livrar do seu lugar e agora têm a audácia de te dizer como se sentir você está tão sedado enquanto eles medicam seu cérebro... E enquanto você lentamente enlouquece, eles dizem com as melhores intenções que vão te ajudar com suas complicações... Mas nós sabemos que não é real, e eu sou o seu pior pesadelo -Ele deu um sorriso diabólico então eu pude o reconhecer, era Jae! Todo o meu tormento havia sido planejado por ele! -Surpreso Jeon? Ou você pensou mesmo que se Park não fosse meu... Ele seria de mais alguém? 


*Sonho off*


Acordo em um sobressalto, estava completamente suado e com a garganta seca, que merda de sonho foi esse? Minha cabeça realmente estava uma bagunça e eu não consigo por nada em ordem desde que Jackson veio aqui, não penso direito, como ou durmo principalmente depois que vi Jimin quase morrer dentro do elevador... Aquilo sim foi um pedaço do inferno pra mim... Não suportava a ideia de perde-lo, um termino até que tudo bem, mas ele me deixar assim... Pra ficar sozinho nesse mundo... Eu jamais me perdoaria, mas preciso reorganizar minha vida e levá-la adiante, pois foi o que prometi a ele.

Me apoio nas minhas muletas e vou pro banheiro, tomo um banho demorado e lavo os cabelos, uma cena do que eu sonhei vem me assombrar, a que ele estava deitado no chão enquanto sangrava... Aquilo me deixou tão sensível que eu não pude segurar, então chorei o quanto pude no banho, realmente a ideia de Park não existir mais no mundo me apavora.

Longos minutos depois eu finalmente deixo o banheiro, sentia meus olhos arderem um pouco por conta das lágrimas mas já estava tudo bem, me arrumo sentado na cama e espero a visita de Yoongi, e esse logo aparece.


-Já acordado Jeon?


-É o que parece.. -Passo a língua no interior da bochecha.


-Sempre tão convidativo você.


-Não viu nada ainda -Resmungo.


O celular dele toca, ele atendente põe no viva voz, pois estava no meio da minha coleta sanguínea semanal.


-Yooniee! 


Era Jimin, com certeza era ele!


-Oi Chim


Alá falei?! Será que... No meu sonho Park chamava Yoongi de Yoonie... Será? Não pode ser... Não pode!


-Você tá ocupado?


-Éh... Eu estou no quarto de Jeon... -O silêncio se fez presente.


-Oh... Quando terminar venha a minha sala, precisamos conversar -Ele endurece a voz.


-Claro. -A ligação é encerrada.


-Desculpe por isso, não posso ignorar as ligações dele... -O pálido diz sem graça.


-Claro o namorado tem prioridade. -Retruco bufando.


-Jeon, eu não sei o que você está achando que eu sou, mas Park é meu chefe, e se você quer tanto saber, eu não faço a menor ideia se ele tá ficando com alguém, só acho que ele tem preocupações maiores do que alguns centímetros dentro da calça de alguém. -Ele retira a agulha com força e sorri me dando o bandaid -Tenha um ótimo dia.


-Idiota -sussurro, mas ele ouve.


-Não mais que você Jeon -Yoongi bate a porta ao sair.


Tento dormir novamente mas sempre que fecho os olhos as imagens do sonho vem a tona, realmente não dava pra fazer nada ali, eu já estava mofando dentro do quarto, não saia de lá desse o dia... O dia do elevador... Meu celular vibra e era uma mensagem de Taehyung avisando que estava a caminho daqui e que estava trazendo uma "surpresa" e que precisava me contar algo.

Espero ele chegar, os minutos parecem uma eternidade pra mim, não sei se ele realmente me perdoou, mas isso já era um começo, depois de uns vinte minutos mais ou menos ele chega com um violão nas costas.


-Vamos pro jardim! -Diz ele animado e com um sorriso radiante no rosto.


-Okay, mas o que deu em você?


-Láaa eu te conto.


Andamos devagar por todo o hospital, chegando finalmente ao jardim, o sol estava alto, fazia minha pele arder um pouco mas a sensação era boa, passo a língua nos lábios pra não ressecar tanto pois estava bem quente, nós fomos em direção aos bancos vazios em baixo de uma árvore grande perto do lago, aliviou um pouco o calor por causa da humidade que vinha dele, então a temperatura amenizou um pouco.


-E aí? O que tá rolando? Veio me ver, trouxe violão e está feliz... 


-Jeon... Olha eu realmente não queria ter brigado com você aquele dia, mas achei sim palhaçada o que você fez com Jimin... Por conta disso eu e Hoseok brigamos... Pensei que ele nunca mais iria voltar pra mim, mas nós estamos juntos...


-Tae...


-Deixa eu terminar... -Ele suspira -Ontem... Eu desfiz meu noivado... E contei pra mamãe que sou gay... Como eu suspeitava ela não gostou, e me pôs na rua... Mas em compensação... -Ele faz uma longa pausa.


-Fala logo Taehyung caralho!


-O Hoseok me pediu em casamento, e estamos morando junto! -Ele fecha os olhos como se eu fosse brigar com ele.


-KIM TAEHYUNG!!!!! CACETE VOCÊ VAI CASAR!!!!


-VOOOOOU! Com o homem da minha vida! Aí Jeon estou tão aliviado.


-Eu imagino meu irmão... Você merece toda a felicidade.


-Você também Jeon... Vocês vão se acertar tenha paciência... Jimin é muito delicado, e você foi muito estúpido com ele... Então... Só dê um tempo okay?


-Mas e se outro cara chegar nele? Ai Tae... -Suspiro


-Digamos que ele pode ter arrumado outra pessoa... Mas nada que você deva se preocupar...


N/A: Tae sabe sobre a gravidez de Jimin.


-O que? Como assim?! 


-Já disse... Você não precisa se preocupar com isso Jeon... Park será sempre seu... Assim você deixe de ser idiota.


Sorrio anasalado e dou um tapinha em seu ombro.


-O violão está de enfeite?


-Que nada... Toma aí, eu faço o backing -Ele me entrega o violão.


-O que você quer?


-Só toca...


Penso em todas as músicas possíveis, mas a única que eu não consigo parar de pensar é especificamente uma em especial... Quando eu a cantava pra Jimin logo no início do nosso namoro... Então começo a solar a música...



Dear no one 


🎶Eu gosto de ser independente

Não sou muito de um investimento

Ninguém pra me dizer o que fazer

Eu gosto de ficar sozinho

Não tenho que entreter ninguém mais

Sem ninguém a quem dar satisfações

Mas, às vezes, eu só quero alguém para abraçar...

Alguém para me dar seu casaco quando estiver frio ter esse amor jovem, mesmo quando estivermos velhos

Sim, às vezes, eu quero alguém para pegar minha mão

Que me pegue, me puxe pra perto, seja meu homem..

Eu vou te amar até o fim

Então, se você está lá fora, eu juro ser bom para você, mas cansei de procurar por meu futuro alguém, porque quando for a hora certa você vai estar aqui, mas por enquanto querido ninguém, esta é sua canção de amor...

Eu realmente não gosto de grandes multidões eu tendo a afastar as pessoas

Eu gosto do meu espaço, sim mas eu amaria ter uma alma gêmea Deus o dará a mim algum dia e eu sei que vai valer a pena a espera

Então, se você está lá fora, eu juro ser bom para você mas cansei de procurar por meu futuro alguém, porque quando for a hora certa você vai estar aqui, mas por enquanto querido, ninguém, esta é sua canção de amor... 🎶


Sinto uma lágrima quente escorrer no canto do olho e o abro devagar na esperança de que ninguém tenha reparado, mas ao olhar em volta vejo ele parado em minha frente mas logo baixo a cabeça entregando o violão a Tae e pegando minhas muletas indo em direção a entrada do hospital.


-Kookie... -Eu paro sentindo o peso de uma mão em meu ombro, sei bem quem era, mas não me atrevi a olhar pra trás.


-Oi... -Respondo ainda de costas.


-Eh....


Suspiro profundamente e o olho por cima do ombro


-Alguém exame de última hora? 


-N-não... Eu só... Queria falar um pouco com você...


Aquele toque, aquelas palavras, tudo aquilo fazia meu coração doer cada vez mais, ele afirma não querer me ver e faz isso... Esse é o plano? Me machucar pra que eu sofra mais ainda? Não basta estar longe e não poder vê-lo, toca-lo, ele tem que brincar assim comigo? Isso chega a ser cruel...


-Pode falar... Estou ouvindo... -Baixo a cabeça novamente


-Podemos sair?


-Qual é o jogo Jimin? Antes você não queria nem me ver... E agora quer sair comigo? Sério... O que você realmente quer de mim? -Sinto meus olhos arderem então os aperto na tentativa de conter meu choro que estava prestes a cair.


-K-kookie... P-por favor... Me escuta... -Sinto seus braços me envolverem de forma doce e calorosa como ele sempre fez, senti meu coração esquentar e bater mais forte ao sentir o toque do seu corpo.


-Hei Jimin! -Alguém gritou ao fundo, uma voz masculina um tanto grossa e bem firme, sinto Park desfazer o abraço e eu permaneço na posição em que estava sem ao menos olhar pra trás, ouvindo passos em nossa direção.


-O-oi Mark... -Olho levemente pra trás afim de ver de quem se tratava e era um loiro alto, bem apessoado e vinha sorrindo em direção do menor como se estivesse muito feliz em vê-lo.


-Te procurei o dia inteiro pequeno, está ocupado? Podemos ir? -O mais alto toca o ombro de Jimin e ele baixa a cabeça olhando em minha direção.


Que intimidade é essa? Mal nos deixamos e ele já está namorando? Como pude ser tão cego a esse ponto? Será que no fim das contas a pessoa usada fui eu? Eu podia ouvir em alto e bom som meu coração se partindo dentro de mim.


-Jungkookie... Eu preciso ir... Mas eu volto logo tá? Nós precisamos realmente conversar... -Ele põe a mão em meu braço e o acaricia de forma delicada.


-Você não me deve explicações Park... Faça o que você quiser da sua vida, só não brinque com o que sinto por você. -Seguro firme minhas muletas e dou alguns passos adiante deixando Jimin e o tal de Mark pra trás, mas não fui longe o suficiente pra evitar ouvir o sussurro do menor chamando meu nome, e isso... Isso machucou mais do que o jeito frio com o qual ele me tratou antes.


Notas Finais


Juro que vou fazer de tudo pra postar o outro capítulo hoje! ❤


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