História My psycho,my Jerome - Capítulo 2


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Categorias Gotham
Personagens Jerome Valeska, Personagens Originais
Tags Arlequina, Gotham, Jerome Valeska
Visualizações 43
Palavras 697
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Fugir é a única opção


Eu estava gargalhando, mas algo atrai minha atração é faz eu parar, é o Christian, ele está assustando e chorando, ao perceber que está sobre meu olhar ele fecha a porta da cozinha, com medo. Eu, lógico, que acho graça, mas fico insultada, pois eu nunca machucaria ele, ele é meu irmão, antes que eu pudesse respirar, um sussurro na minha cabeça pergunta: "Assim como você nunca machucaria seu pai, Harley?". 

- Cala boca! - grito alto respondendo a voz - Eu o machuquei, porque ele matou minha mãe! Eu nunca machucaria o Christian! Nunca! 

"Sério? Ele não parece achar isso!"

Apenas, quando ela fala isso, me lembro de Christian trancando na cozinha, talvez seja melhor assim, talvez é melhor ele ficar longe, não quero explicar o porquê de eu enfiar uma faca no pescoço do meu pai. Então, continuo sentada no chão em silêncio, apenas escutando as vozes em minha cabeça, elas dizem quem devo matar, o motivo e como matar, muita vezes é legal, mas quando elas se empolgam e falam ao mesmo tempo, faz minha cabeça doer.

Algo faz as vozes pararem de falar, o ranger de uma porta, o ranger da porta da cozinha sendo aberta por Christian, por um milissegundo eu fico feliz, mas minha emoção mudou, quando vi a faca em sua mão.

Em questão de poucos milissegundos, ele corre para cima de mim com a faca, ele me antige tão rápido quanto apenas sinto uma dor nas costelas. Ele tira a faca da minha barriga e tenta dar outro golpe, mas antes que ele pudesse fazer isso, eu enfio o dedo no seu olho, com um grito desesperado de dor, ele larga a faca, deixando a cair no chão, e cobre o olho com uma das mãos. Ao sair de baixo dele, eu pego a faca e enfio no seu ombro, o grito de dor aumenta e se torna mais agonizante. Ele se deita no chão e olha, com apenas um olho, com lágrimas fugindo. Eu largo a faca e fico de quatro em cima dele, assim impedido que ele se levantasse.

- Por que fez isso? - pergunto enquanto olho, profundamente, nos olhos dele. Eu me recuso a acreditar que ele possa fazer isso.

- Pela mesma razão que você matou nosso pai. - ele falou ríspido. 

- Eu não matei nossa mãe, como ele fez. - falei fria.

- Mesmo ele matando nossa mãe, ele é o nosso pai. - ele continuou falando no mesmo tom.

- E depois de matar ela? Você acha que ele nos pouparia se saísse daquele transe? - falei  no mesmo tom que ele, pois mesmo estando em cima dele, ele tem uma expressão confiante que me deixa insegura.

Ele não respondeu nada, apenas continuou com a mão no olho que com certeza doía. Parece que estou certa, parece que agi por esse motivo, mas não, não me importei com nada, apenas obedeci as vozes, não foi por medo, como ele pensa. Depois de alguns segundos, acabo percebendo que ele estava com medo de mim, por isso tentou me matar.

- Você estava com medo de mim? - pergunto baixinho - Com medo de eu te matar?

- Sim. - ele fala mais baixinho ainda, parece envergonhado por ter feito isso.

- Está doendo? - pergunto com a intenção de mudar de assunto.

- Não muito, não foi muito fundo. - ele falou um pouco mais confiante, de acordo com sua expressão.

- Me desculpa? - pergunto me deitando no seu corpo, deito minha cabeça em seu peitoral.

- Lógico que sim, Harl! - ele falou tirando a mão do olho e ponhando em minha cabeça. - Com os dois mortos, devemos ficar unidos, devemos nos proteger. Além disso, fui eu que tentei te matar primeiro.

- Unidos? Como? Se eu estarei presa.

- Sorte sua que não falei nada para a polícia, só fiquei gaguejando e chorando. - ele falou com risadas no meio da frase. 

- Não podemos ficar aqui! Iremos ser pegos. - falei levantando minha cabeça e olhando ele nos olhos.

- Iremos fugir, daqui a uma semana! - ele fala olhando para o teto, parece estar sonhando acordado. - Mas antes que fugimos, iremos matar todos que mais odiamos.

- Eu gostei! - falo sorrindo malicioso.




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