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História My Puckish Love - Imagine Yang Yoseob (Beast) - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Partilha


Fanfic / Fanfiction My Puckish Love - Imagine Yang Yoseob (Beast) - Capítulo 2 - Partilha

Yoseob teve alguma dificuldade em encontrar __________, mas lá conseguiu encontrá-la na saída da escola.

— ________! Espera! - chamou ele correndo até ela.

— O que foi? - perguntou ela sem olhar para trás.

— Vai faltar às aulas? - perguntou Yoseob, visivelmente preocupado.

— Não vale a pena se fingir de preocupado, ok? Eu sei tomar conta de... - parou ao ver um carro na esquina.

Instintivamente, _________ puxou pelo colarinho do casaco do Yoseob, se escondendo atrás de um carro.

— Ei! Tem mais cuidado! - se queixou o garoto, massajando o próprio ombro.

— Cala a boca! - ordenou, antes de observar o dito carro. — Por favor, que não seja quem eu estou pensando... Por favor! - suplicou, juntando as duas mãos.

— Quem é que você...

— Para quem quer ganhar uma aposta, você está trabalhando muito para me tirar do sério... - alertou _________, conseguindo uns segundos de silêncio.

Em seguida, mal ________ vira quem saíra do carro, correra para o ónibus que havia estacionado ali perto. Yoseob foi atrás dela, pois além de querer entender o que se passava, ele queria ajudá-la.
A viagem foi passada toda em silêncio. _________ sabia que não podia ir para casa ainda, então, inesperadamente ela se virou para o Yoseob e perguntou:

— Posso ficar um pouco na sua casa? Se eu entrar na minha casa, agora, minha mãe me manda de volta para o colégio... - disse, timidamente, fazendo uma vénia em seguida. — Por favor, Yoseob!

Em circunstâncias - ditas - "normais", Yoseob teria rido na sua cara, mas ele sentia que algo não estava bem! Então ele fez a garota ficar direita, forçando-a a olhá-lo nos olhos.

— É claro que você pode. E não precisa de se preocupar, minha mãe não vai nos obrigar a regressar ao colégio... - assegurou. — Meu Deus, ________. Você está tremendo! - afirmou o mesmo, indicando o caminho.

Os dois não demoraram mais do que alguns minutos a chegar na casa do mais velho. A casa estava vazia! A mãe do Yoseob deixara um recado no frigorífico, avisando que tinha saído e voltaria antes das três a casa - isto, caso o filho tivesse chegado mais cedo em casa... o que era pouco habitual!

Enquanto, Yoseob preparava um chá, _________ o esperou na sala.
A garota estranhou, primeiramente, a sua atitude, mas logo se lembrou da aposta, que os amigos dele tinham feito...

— Sabe que você não precisa de ser tão atencioso. Ninguém está aqui para saber se a gente briga ou não... - recordou ela, ainda tremendo.

— Você esteve perto de ter um ataque de pânico. Como é que eu poderia te zoar por isso, ein? - questionou Yoseob. — Mas me responde só a uma coisa. - pediu ele, com uma expressão séria. - Foi por causa do...

— Eu não quero falar sobre isso! - interpelou, cortando a vez do mais velho. — Eu... só quero esquecer... daquele maldito dia. - declarou, pausada e calmamente.

—Seja o que for o que tenha acontecido, pode ficar tranquila. Quando nós tivermos de sair, um com o outro, não será do mesmo jeito! - afirmou ele. — Prometo.

— Também seria o cúmulo, não é Yoseob?! Eu sou o seu brinquedo favorito para praticar bullying e não... para... para outras coisas! - disse relutantemente.

— O que é que você quis dizer com "outras coisas"? - questionou o rapaz, desconfiado. - ________-ah...

— Você deve saber alguma versão dele. Vocês eram amigos, na época! - recordou a garota, olhando para a chavena que tinha em suas mãos. — Não foi por isso que você começou a infernizar a minha vida?

— Nem sei do que você está falando. - retorquiu Yoseob, verdadeiramente, sincero. — Você está tentando me dizer que... o Daebyeon-hyung tentou...

— Ele não tentou, Seob. Ele conseguiu… até a um certo ponto! - respondeu ela, envergonhada e cada bem mais intimidada. — Não me faz falar disso, por favor... - implorou _________, tentando conter o choro.

— Você conseguiu fugir? - perguntou o Yoseob, admirado após a garota lhe ter dado uma resposta silenciosamente positiva. - Pensei que você não fosse boa em corridas... Você se desequilibra facilmente! - confessou o mesmo, esboçando um sorriso.

— Fugi com a ajuda de uma estatueta vitoriana. - disse ela, esboçando um sorriso forçado em volta. — Bati, com todas as forças que eu tinha, e corri de volta para casa... Não saí do quarto até ao começo das aulas. - revelou. — Nem meus pais me viram, durante quase um ano, a bem dizer... Eu fugia deles! - confessou, voltando à sua expressão triste.

— Passado um tempo, o Dae-hyung mudou de escola e o Dannie passou a ser o meu companheiro a todas as horas... - lembrou Yoseob. — Eu nunca entendi porque ele não gosta de você...

— Somos dois. Eu mal o conheço... - acrescentou, olhando com alguma reprovação o rapaz a seu lado. — Assim como eu não entendo a sua implicância comigo, também!

— Não é implicância... é zoação, na maioria das vezes. - defendeu, ele. — Você lembra do que o Hyunseung falou: tem dias, que é muito fácil te provocar; como tem dias, que é um desafio... o que me faz passar dos limites, às vezes! - confessou. — Mas tentarei não fazer isso até ao final do dia 15! Por isso, que tal se a gente fizesse um acordo e trabalhasse em conjunto, para não haver mais atrito entre nós? Assim, provamos que somos capazes de ficar mais de 60 horas sem brigar...

— Só aceito fazer esse acordo para que a unnie não me obrigue a sair com a escola inteira! - concordou __________, dando a mão para o mais velho, apertando-a. — Negócio fechado.

— Óptimo! Vem comigo, temos algumas coisas para fazer e a minha mãe s´deve chegar dentro de vinte minutos... - disse ele, puxando pela mão de _________, correndo na direcção do seu quarto. — Temos de escrever o nosso próprio regulamento; escrever uma lista de coisas, que não podemos fazer (ou dizer) um ao outro - para não gerar uma discussão — e temos de criar um código só nosso!

— Você, ao menos, já tem o seu trabalho de História adiantado? É para entregar na próxima quarta-feira! - recordou ela, achando que Yoseob se tinha esquecido da escola por completo.

— Falamos disso, depois de almoço... Agora, faça o favor, senhorita! - disse ele, deixando a mais nova passar.

— Sem segundas intenções ou insultos? - inquiriu esta, desconfiada.

— Não existe nada, nesse momento, que me faça falar mal de você! - garantiu orgulhoso.

— Começo a achar que esta aposta deveria ter sido feita mais cedo... - confessou a garota, admirada. — Isto se eu viesse a ter um pouco de paz, claro!

Os dois entraram e ficaram horas do quarto, estudando e escrevendo. Até que a mãe do Yoseob bateu na porta do quarto do garoto...

— Filho. O almoço está... - anunciou ela, reparando então na __________. — Olá, ___________-ssi! Como você está?

— Vou bem, ajumma. E a senhora?

— Muito atarefada, querida! Mas nada que eu não esteja acostumada...

— Na realidade, omma, a _________-ah não estava se sentindo bem, mas não quis ir para casa... - rectificou Yoseob. — Ela teve quase um ataque de pânico e achei que não seria bom deixá-la sozinha!

— Ora essa! Você fez muito bem. - disse a senhora com um ar terno e orgulhoso. — Eu sabia que no fundo, você só queria uma oportunidade para mostrar à ___________ que queria ser amigo dela! - acrescentou, olhando então para a garota. — Sabe querida.... o meu filho fica muito frustrado com ele, mesmo, por não ter coragem de falar a verdade para você. - confidenciou ela. — É muito tímido! Além de que eu acho que o Daniel-ssi o provoca, na maioria das vezes... Espero que o senhor mostre a essa boa menina, que também sabe agir como gente, também! - finalizou a mulher de cabelos negros. — Não se demorem muito, senão a comida esfria. ________, você fica para almoçar, certo?

— Sim, mãe. Ela fica! - respondeu Yoseob, ainda com o rosto vermelho. — Desculpa, mas você não comeu nada, na cantina da escola, lembra? - recordou o garoto, logo depois da sua mãe ter fechado a porta. — E não liga para a minha mãe. Ela tem um código especial...

— Eu sei como é. Mas ela deve estar enganada, com aquela coisa de você querer ser meu amigo. - riu ela, revirando os olhos.

— Porquê?

— Porque você não tem problema algum em me fazer passar vergonha, na frente dos outros... não faz sentido você ter vergonha de puxar assunto, como uma pessoa normal! - respondeu ela, conclusivamente.

— Bom, na verdade.... sim, eu tive vergonha, mesmo! - admitiu, constrangido.


Notas Finais


Continua...


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