História My Purpose - Capítulo 12


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Categorias Tom Holland
Personagens Tom Holland
Tags Amizade, Incesto, Irmãos, Londres, Romance, Tom Holland
Visualizações 177
Palavras 1.362
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus cheiros, mais um capítulo pra vcs. Dessa vez não demorei 2 séculos pra postar, e tô mais do que feliz porque o próximo cap vai ser do ponto de vista do nosso nenê <3 Espero q vcs gostem!!

Capítulo 12 - 12 - Another day.


 Encarava o teto branco enquanto as lágrimas insistiam em descer pelo meu rosto. Tudo a minha volta parecia frio, gelado e silencioso. Nenhuma palavra foi dita depois que meu pai me deu a notícia, apenas encarei todos naquele cômodo, esperando que fosse uma piada de mau gosto, e todos me olhavam com o mesmo olhar de pena.

Já perdi a conta de quantas vezes bateram na minha porta. Eu sabia que havia perdido um dia de trabalho, e por sorte meu pai havia avisado ao Evan sobre o acontecimento. Alicia havia me ligado umas 15 vezes, porém, eu só queria ficar sozinha. Eu sabia que não poderia ir ao enterro da minha mãe, e honestamente eu não queria. Eu queria me lembrar da minha mãe de forma calorosa, intensa e feliz, e não dentro de uma caixa, sem cor e sem vida.

 E foi assim que o meu dia terminou, cinza. Eu não havia comido, nem tomado banho, e nem sequer havia levantado da cama, fiquei na mesma posição por exatas 15 horas, até que conseguir pegar no sono.

__

No dia seguinte foi como se um caminhão tivesse passado por cima da minha cabeça. Me encarei no espelho e vi um corpo pálido e sem vida, com olheiras fundas. Fui até o banheiro e me coloquei dentro da água quente, ficando por pelo menos 15 minutos no banho. Saí, coloquei uma camiseta xadrez vermelha e preta, uma calça preta e meu coturno. Peguei meu casaco que estava em cima da cama, e por fim minha bolsa.

Ao descer as escadas, ouvi alguns sussurros vindos da cozinha. Assim que cheguei ao cômodo, todos pararam de falar e Nikki me lançou um olhar preocupado, assim como meu pai. Ela veio em minha direção, me dando um abraço apertado. Senti o mundo à minha volta ficar pesado, e as lágrimas queriam escapar de qualquer forma. Apenas engoli o choro e tentei lançar um sorriso a todos, tentando demonstrar que eu estava feliz, mas era óbvio que eu não estava.

Todos vieram me abraçar, enquanto me diziam palavras de conforto. Quando Thomas chegou perto e me envolveu em seus braços, a vontade de chorar aumentou mais ainda. O apertei fortemente, enquanto ele acariciava meus cabelos, e assim que me afastei limpei as lágrimas do meu rosto rapidamente.

- Quer que eu te leve? – ele sussurrou.

Balancei a cabeça negativamente e lhe lancei um sorriso tímido.

Fui até a bancada e peguei uma maçã verde e algumas bolachas. Todos continuavam a me encarar com olhares preocupados e eu já estava começando a me sentir incomodada.

- Bom, acho que já vou indo. – falei, dando uma mordida na maçã.

- Me liga se precisar. – meu pai disse me dando um último abraço.

Assenti e saí logo em seguida, me sentindo aliviada. Assim que cheguei ao jardim, senti o sol quente pela primeira vez desde que cheguei aqui, o céu estava limpo e a brisa já não era mais tão gelada.

Fui andando até a biblioteca, e assim que cheguei senti um peso me atingir rapidamente. Evan me abraçava fortemente, e novamente a vontade de chorar estava ali.

- Me desculpe por não ter ido na sua casa ontem, seu pai disse que você queria ficar sozinha. Elle, eu sinto muito. – ele disse, acariciando meus ombros, tentando me passar algum conforto.

- Tá tudo bem, eu sabia que uma hora iria acontecer. – falei, enquanto colocava minha bolsa no balcão.

Evan assentiu, passando por mim e me dando um beijo na testa, e logo em seguida desapareceu pelas enormes estantes da biblioteca.

Talvez eu não fosse tão boa em esconder os meus sentimentos, mas eu também não queria parecer destruída.

Fui até o balcão, ligando o computador e organizando algumas coisas que estavam fora do lugar. Observei Charlotte se aproximar com um olhar preocupado.

- Querida, o que faz aqui? – ela me perguntou, com um olhar um pouco assustado.

- Como assim?

- Você está se sentindo bem para ficar aqui? Se você quiser, pode voltar pra casa. – ela disse, enquanto se aproximava e acariciava meus ombros em forma de conforto, assim como Evan tinha feito.

Sorri fracamente.

- Eu prefiro ficar aqui, assim eu me distraio.

A senhora apenas assentiu, me retribuindo o sorriso. Charlotte era um amor e muita das vezes era totalmente compreensiva, o que fazia eu me sentir mais acolhida ainda. Assim como nos outros dias, meu turno acabou bem rápido. Peguei minhas coisas em cima do balcão e me despedi de Evan. O mesmo me ofereceu uma carona, mas eu neguei, queria ficar um pouco sozinha.

Assim que saí da biblioteca, meus olhos focaram em uma beldade à minha frente. Tom usava uma camiseta preta e uma bandana da mesma cor, uma calça jeans de lavagem clara e uma jaqueta de couro por cima dos ombros.  Merda, merda, mil vezes merda.

Andei lentamente até o mesmo.

- O que você tá fazendo aqui? – arqueei as sobrancelhas, tentando soar apenas curiosa e não grossa.

- Eu precisava falar com você. – a sua voz soou um pouco rouca.

Era incrível que eu estava aqui há um mês e não conseguia superar aquele sotaque.

Fiz um gesto com a cabeça para que ele continuasse.

- Será que a gente pode ir pra outro lugar? – perguntou, enquanto apontava para o carro.

Assenti e entrei no carro, colocando minha bolsa em meu colo e fechando os olhos por um momento. Era cansativo sempre brigar com Thomas e depois voltarmos para o mesmo lugar.

O garoto entrou logo em seguida, dando partida. Não demorou nem 10 minutos e Tom estacionou em frente a um parque que eu ainda não havia visto. O lugar era repleto de árvores e canteiros floridos, e no centro dele havia um lago um tanto quanto grande. Havia muitas pessoas sentadas no gramado, fazendo piquenique.

Thomas e eu sentamos em um banco próximo, e algo me chamou a atenção no momento seguinte. Um vendedor passou vendendo alguns picolés, e meus olhos chegaram a brilhar. Tom dizia algo em que eu mal conseguia prestar atenção.

- Quero sorvete. – disparei, cortando o que ele estava dizendo.

Ele me olhou de forma divertida e balançou a cabeça negativamente.

- Se eu comprar você vai prestar atenção em mim? – perguntou, cerrando os olhos.

- SIM! De morango, por favor. – falei, abrindo um sorriso.

Thomas foi até o vendedor e comprou os sorvetes, e assim que ele voltou eu peguei o meu rapidamente, agradecendo com um sorriso.

- Fico feliz em te ver sorrindo. – o garoto disse, enquanto limpava a lambança que eu havia feito no meu rosto com o sorvete.

Senti minhas bochechas queimarem. Desviei o olhar e continuei comendo.

- Por que você me chamou aqui? – perguntei, finalmente.

- Queria me desculpar. Sei que você ficou chateada com o lance da Chloe, e eu juro que nunca foi minha intenção. – falou enquanto desviava o seu olhar para o chão.

Eu conseguia sentir que o seu pedido era realmente verdadeiro, mas eu não queria voltar para o zero novamente. Da última vez em que ele disse que não ficaria com a Chloe, ele acabou voltando pra ela.

- Você fala isso, mas ainda tá com ela. – falei, sorrindo de forma sarcástica.

- Não é com ela que eu quero estar, e você sabe disso.

Novamente eu parecia um pimentão. Ele tinha uma habilidade de me deixar sem jeito.

- Você sabe o que eu penso sobre isso. – falei, abaixando meu rosto.

Senti a mão quente de Thomas em meu rosto, e logo em seguida eu estava a encarar seus olhos.

- Harrison vai dar uma festa no final de semana, seria legal se você fosse. – ele disse, acariciando minhas bochechas.

- Pra eu ver você se agarrando com a Chloe? – a raiva em minha voz era bem notável.

- Nada de Chloe, só eu e você. Eu juro.

Suspirei me livrando de suas mãos em meu rosto. Eu iria me arrepender disso, eu sabia que iria. Mas uma festa parecia adequada para o momento, e eu queria resolver as coisas de uma vez por todas.

Minhas mãos foram de encontro com as suas, as acariciando.

- Tudo bem, eu aceito.

 


Notas Finais


espero que tenham gostado, e no próximo cap tem festaaaaa. Beijos!


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