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História My real Me - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Meu deus gente kkkkkkkk
voltei nessa quaretena! vish kk
então, sim, eu apaguei as outras fics que eu tinha, e eu sinto muito por isso, mas eu simplismente sentia muita incoerência no que eu escrevia e eu sinto que eu evolui muito em maturidade mesmo, então eu acabei odiando o que eu tinha escrito T.T
Maaaass, agora eu entrei literealmente numa vibe totalmente desconstruida e essa ideia surgiu na minha cabeça
Espero que vocês gostem dessa fic e eu prometo tentar continuá-la!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction My real Me - Capítulo 1 - Prólogo

POV´S Principal

Eu andava entre as mesas do bar, coversas altas eram ouvidas entre risadas e gritos dos bêbados que infestavam o lugar. Era meio da tarde, diria umas 13 horas e, mesmo assim, os homens se amontoavam para se embebedar. Todos pareciam nem notar minha presença, com excessão de uma mesa redonda grande, com vários varões nela sentados e de um rapaz na porta do estabelecimento.

Cheguei até a mesa e me sentei de imediato, os indivíduos lá sentados me encararam por um tempo até que o mais velho se pronunciou.

- Agora que todos estão aqui – abaixou um pouco a voz – vamos começar a reunião. – disse o homem conhecido apenas como Shin.

Todos na mesa se silenciaram, o barulho se fazia presente no ambiente, mas mesmo assim podíamos nos escutar.

- Acredito que agora todos já saibam, mas nosso plano de sabotar a carroagem das criaturinhas mágicas falhou. – ele disse com amargura – Essa não é a primeira vez que isso acontece, e não posso deixar de pensar que temos um espião entre nós... – ele olhou para cada um de nós. Talvez por loucura minha, ou até mesmo culpa interna, eu senti seu olhar parar sobre mim. Ele chegou perto de meu rosto e o segurou com certa delicadeza, logo se pronunciou. – Ora rapaz, já não está na idade de crescer pelugem em seu rosto? – Ele sorriu.

Não mentirei, senti meu corpo congelar por dentro, mas mesmo assim iria responder, quando de repente escutei um grito atrás de mim. O velho se afastou e quando virei para ver o que tinha acontecido, vi um dos compnheiros, que estava sentado conosco na mesa, caído no chão com uma adaga no pescoço. Todos pareciam surpresos. Shin havia feito isso enquanto estava tão próximo de mim e eu nem ao menos percebi?

- Bom, acredito que ele era o traidor, porém vamos decobrir com  nosso próximo plano. Veremos se haverá novas interferências e se precisaremos levar outro dos nossos para um lugar melhor – deu uma pausa – ou não – sorriu um pouco.

A reunião continuou logo depois do próprio dono do bar mandar tirarem o corpo do lugar, ele parecia acostumado com esses acontecimentos...

(...)

- E assim terminamos por hoje, espero que dê tudo certo. -  Ele se levantou e diversos outros homens se levantaram com ele e foram embora. Esperei um tempo e saí do bar, dei umas duas voltas no quarteirão para garantir não estar sendo seguida e entrei em um beco previamente demarcado.

- Essa foi por pouco! – Escutei uma voz atrás de mim, já reconhecendo-a.

- Nem me diga. – virei-me em direção a voz, vendo meu amigo loiro sorrindo. – Achei que fosse ser descoberta. – Disse retirando a peruca e soltando meu cabelo de verdade. – Mas pelo menos eu sabia que você estava lá. – O loiro começou a caminhar e eu fui atrás, ele sempre deixa o cavalo em lugares diferentes, para não haver um padrão.

- Quando ele chegou perto de você achei que eu teria que sair da minha posição confortável na entrada – rimos.

Rapidamente estávamos sobre o cavalo, cavalgando de volta para o castelo.

- Ah! – suspirei – Não quero voltar a usar espartilhos e vestidos atrapalhados. – revirei os olhos apenas por pensar na tortura da vestimenta.

- Imagino a tortura que deve ser Amya. – disse ele rindo.

As vezes me pego pensando quando tudo isso começou... Me chamo Amya, significado: Chuva Negra... Sim, bem estranho certo? Meu pai escolheu. Meu pai, rei de toda Trakai, um grande reino com várias alianças políticas e um forte poderio militar. Minha mãe? Não estranhem, mas minha mãe é uma fada, sim, um ser mágico e belo, o que faz de mim metade fada, metade humana. Poderia ser uma magnífica história se não fosse trágica. Os seres mágicos são basicamente subjulgados nesse mundo.

Depois da Guerra de Raças, os humanos conseguiram prevalecer sobre tudo e todos a partir da destruição... Os seres místicos que conseguiram fugir, se matém escondidos, contudo, os que se mantiveram aqui foram cruelmente escravizados para todo tipo de trabalho... Infelizmente, com minha mãe não foi diferente. Siceramente não sei o porquê de eu ser mantida viva no castelo, sinto que é apenas por interesse em meu potêncial mágico(que ainda não apresentei nenhum sinal de ter). Todavia, o tratamento de “princesa” se mantem apenas no papel, já que dentro da família não sou considerada uma integrante do casamento principal real.

Enfim, meu amigo loiro é Nathaniel, um empregado do castelo. Seus pais também eram empregados e o criaram lá. Ele é uma das poucas pessoas que eu posso contar, sempre esteve comigo. É ele quem consegue que eu saia do castelo sorrateiramente para as missões e também para nos divertir, agradeço sempre por tê-lo ao meu lado...

- Amya. – Fui interrompida de meus pensamentos por Nathaniel – Você conseguiu mais informações dos planos da Guarda Anti-magia? – olhei para frente já conseguindo avistar o castelo.

- Sim consegui, irei escrever a carta e a entregaremos o mais rápido possível, mas precisamos ser cuidadosos, eles já suspeitam de um espião... – ele concordou com um movimento da cabeça.

(...)

- Chegamos. – disse Nathaniel quando descemos do cavalo. – A família real saiu hoje para um evento no reino vizinho, então hoje você pode entrar tranquilamente, irei colocar o cavalo no estábulo. – assenti e entrei no castelo vendo os corredores vazios, não havia ninguém, nem mesmo guardas...

Cheguei em meu quarto que se econtrava na área dos empregados. Entrei e fechei a porta, retirando a calça e o blazer típicos masculinos... Me lembro da primeira vez que vesti essas roupas e como eu estava nervosa... A proposta de Nathaniel para que eu me juntasse à Causa Mágica foi extremamente inusitada, preincipalmente vindo dele, mas já estava cansada de me restringir por tudo, apenas por ter nascido da minha maneira... Desenrolei a faixa que comprimia meus seios e deitei na cama relaxando.

“Essa foi a melhor decisão que eu já tomei em toda minha vida”


Notas Finais


E é isso! Me falem a opinião de vocês sobre essa nova história!
Bjs de doce <3


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