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História My Reverse World - Capítulo 4



Notas do Autor


E aí gente

Desculpa pela demora do capítulo, eu acabei tendo um bloqueio, e tbm tive que trocar de celular e começou a escola né... agora todo mundo tá de quarentena, tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que eu não dou conta ksks...

Sério man, eu pesava que esse ano seria maravilhoso, mas foi ao contrário, com essa doença afetando muita gente e tendo muitas mortes, isso realmente é muito preocupante, aqui onde eu moro não tem nenhum caso, mas sei que todos nós temos que nos proteger lavando as mãos, tbm tenho familiares que moram longe, e isso me preocupa, esse ano tá sendo uns dos piores anos mano...

Por favor tomem cuidado e não esqueçam de cuidar da saúde e da higiene...

Desculpe por falar de mais ksks


Boa leitura ❤

Capítulo 4 - Cap 3


Depois de alguns minutos falando com o Osorõ, ouvi a porta da frente abrir.

- Ayano, estou em casa. - gritou Ryoba.

- Parece que que minha mãe chegou mais cedo, já volto, não ouse fazer um único barulho, entendeu? - O loiro balançou a cabeça positivamente.

Fui para o local onde minha mãe estava, ela se encontrava sentada no sofa.

- Oi, por que chegou cedo? Ouve algum imprevisto? - ela sorriu.

- Sim, so voltei para pegar algo que acabei esquecendo - eu dei um sorriso irônico.

- Hum...agora pode me explicar o que você tem a ver com a família Saikou? - eu me encontrava com os braços cruzados e a mesma expressão vazia de sempre.

- De onde tirou isso? Eu não tenho nada com essa Família, agora se me der licença - Falou tentando desviar da pergunta.

- Corta essa Ryoba, eu vi no notebook, agora desembucha - falei encarando a mesma que ficou com uma expressão não muito boa.

- Não fale assim comigo mocinha, não te dei permissão para mexer nas minhas coisas - a mesma falou chegando mais perto.

- Fala logo, eu sei que você tem uma ligação com essas pessoas, eles contrataram um assassino para me exterminar, não tenho tempo para ouvir mentiras e desvios de perguntas mãe - Ryoba tentava se manter calma para não me bater.

- Cala a boca Ayano, não se meta onde não é chamada, agora que me disse sobre alguém estar atrás de você, eu resolvo isso, agora apenas esqueça tudo que você leu ou viu - Ryoba saiu da sala furiosa.

"Se ela não vai contar, eu vou descobrir por mim mesma" suspirei, depois de alguns minutos minha mãe acabou indo embora, fui até o porão e olhei para Osorõ que já estava livre da cadeira.

- Impressionada? -Osorõ sorriu.

- Nem tanto, já imagina que você tinha um plano para escapar. - olhei para o mesmo seria.

- Não pude deixar de ouvir sua pequena briga com sua mãe - Falou Osorõ meio nervoso.

- Já era de se esperar, ignore o que aconteceu, você pode ir embora agora, e mantenha em mente minha ameaça Senhor deliquente. - me aproximei do mesmo dando um peteleco na sua testa.

- Aii...você é mesmo uma garota estranha - falou o loiro colocando a mão na testa com uma expressão de desconforto.

- Você não é o único que pensa isso, já pode ir agora, antes que eu mude de ideia sobre te deixar ir. - ele saiu suspirando.

Segui o mesmo até a saída, abri a porta fazendo um gesto para ele sair, para a nossa surpresa havia alguém parado na porta.

- Osorõ, o que você faz aqui? seu delinquente sujo - falou Budo um pouco surpreso.

- Budo? O que você veio fazer aqui na minha casa? - eu apenas encarei o mesmo ignorando sua frase anterior.

- Eu vim apenas te ver, me diz por que ele está aqui? - falou ele olhando para o Osorõ com raiva.

- Isso não é da sua conta. - Falou Osorõ com um olhar mortal.

-Ele já está de saída e acho que você também deveria ir Budo, então, vão embora vocês dois, não to afim de me estressar com briguinhas chatas - falei seria.

- Estou indo senhorita estresse, só não sinta minha falta depois. - Osorõ saiu com as mãos no bolso e com um sorrisinho irônico.

- Ata - falei revirando os olhos.

- Ayano você pode me explicar, por que você está andando com esse cara? - o mesmo entrou e sentou-se no sofá indignado.

Olhei para o Budo um pouco brava, fui até a cozinha rapidamente e peguei minha faca e a escondi atrás de mim, voltei para sala e o olhei fixamente.

- Budo, eu não te devo nenhuma explicação, eu faço o que eu quero, tenho bastante liberdade pra isso - me aproximei do rapaz e sentei no seu colo.

Budo arregalou os olhos, por conta da minha ação, ele acabou ficando corado.

- Agora, não ouse cruzar o meu caminho, nem mesmo interferir, ouviu? - saquei minha faca e apontei para o pescoço de Budo.

- Ayano? Por que está com isso? - ele estava confuso e então apenas dei uma risada macabra.

- Budo, você sempre me viu com outros olhos, você acha que sabe tudo sobre mim, mas não sabe absolutamente nada, sou uma pessoa completamente diferente, nunca fui uma garotinha fofa ou gentil, sou o oposto disso, eu não sinto nada, nem amor, nem compaixão, nem felicidade, a única pessoa que eu amei nessa vida, me rejeitou, e a única coisa que sinto por ela agora é ódio - eu mordo os lábios com raiva de lembrar do rosto de Taro.

- Não me importa se você é uma menina diferente, não me importo se te chamam de estranha, você continua sendo a Ayano que conheço, eu ainda vou continuar aqui por você - ele falou olhando para mim com um sorriso gentil.

- Budo, você não sabe o que fala, nunca imaginou quem matou aquelas meninas? - o sorriso do mesmo desapareceu no mesmo momento.

-Ayano...isso não é verdade né? - ele estava com um olhar surpreso.

- Se eu disser que sim? Não me arrependo de nada, é por que não consigo sentir isso, fiz isso pela pessoa que mais amava, e a única coisa que eu senti por aquelas garotas era raiva, algo que nunca havia sentindo antes, agora elas estão mortas e para o meu eu antes, isso era maravilhoso, agora que sabe de tudo, posso apenas te dar mais um aviso, não se meta comigo Budo, se tentar interferir em algo eu vou te matar, para garantir minha palavra - passei minha faca na bochecha do mesmo fazendo um corte.

- Não irei desistir Ayano...Não me importa o que você fez, eu ainda gosto de ti - eu sai de cima do mesmo e retirei minha faca de perto dele.

- Você é estanho, meu aviso está dado agora vá embora. - apontei para a saída.

- Eu irei, mas voltei outra hora - ele saiu rapidamente.

Cansada de tudo aquilo me joguei no sofá, suspirei pensativa "Hum, ora de começar agir".

Passou se alguns minutos e eu resolvi tomar um banho, me levantei e fui até o banheiro.


Autora on:


Ryoba estava se dirigindo para o prédio onde os Saikous se encontravam, ao chegar lá, ela saiu de seu carro e foi para a recepção.

- Olá senhora o que posso ajudar - a recepcionista falou gentilmente.

- Olá, gostaria de falar com o Sr. Saikou imediatamente - Ryoba se acalmou um pouco e mostrou um sorriso "gentil" para a moça.

- Desculpe mas você tem que marcar hora senhora. - Ryoba olhou furiosa para a moça que se assustou.

- Será que vou ter que repetir? Quero falar com o Saikou AGORA? Ouviu? - A moça sorriu nervosa e apenas a deixou passar.

Ryoba pegou o elevador e foi para o último andar onde se encontrava o Saikou, ao chegar lá ela entrou sem bater e se sentou na cadeira na frente da mesa do mesmo.

- O que faz aqui? - Ryoba apenas sorriu.

- Não se faça de mal entendido Saikou, se ousar encostar um dedo na minha filha você está morto - ela continuou sorrindo.

- Se ela não ousar tocar no filho novamente aí tudo bem - ele falou com um olhar ameaçador.

- Agora ela sabe que eu conheço você Saikou e não acho que ela vai esquecer isso facilmente, ela vai descobrir tudo, e quando descobrir ela não vai ter piedade de nós Saikou, apenas te aviso, tome cuidado, Ayano não é uma simples garota, ainda temos o acordo de pé e espero que siga as regras - ela olhou para o mesmo seria - e você sabe que não gosto de pessoas que quebram as regras.

- Não me importo com isso, farei tudo que estiver em meu alcance, mas se sua filhinha nos desafiar novamente não terei piedade, irei pedir para Nemêsis mandá-la para o inferno. - Falou Saikou ameaçador.

Ryoba apenas deu as costas para Saikou e saiu da sala seguindo para o elevador.

Saikou já tinha um plano em mente, ele sabia que Ryoba não era piedosa, mas ele planejava matar Ayano de qualquer jeito, e também exterminar com essa família de uma vez por todas.

O mesmo sorriu com sigo mesmo, ele esperava que Ayano fizesse esse trabalho por ele, para o Saikou tudo não passava de um jogo que o divertia a cada momento.


Enquanto isso...


- Francamente, por que fui me meter nisso? - Osorõ falou irritado chutando a parede.

Ele parou e suspirou, foi até sua cozinha e preparou algo para comer.

- Maldita seja Ayano, justo a garota mais psicopata da escola - o mesmo acabou se distraído e cortando o dedo - Merda.

Ele limpou seu machucado e colocou um curativo, então, finalmente notou que não estava mais sozinha, ele ouviu um ruído fora de sua casa, perto da janela, ele andou em passos lentos para não fazer barulho e saiu pela porta dos fundos, e deu de cara com o mesmo homem que ameaçou Ayano.

- O que quer aqui? - Nemêsis sorriu.

- Tenho que ficar de olho em você também, já que está com Ayano, não posso subestimar vocês dois. - Osorõ deu uma risada irônica.

- Não tenho nada com Ayano se quer saber, só fui ameaçado e forçado por ela à ajudar, não me importo se você quer a matar, isso é um favor para mim, bom, agora será que pode me deixar descansar, já tive muita dor de cabeça hoje - Osorõ falou seriamente.


- Okay, mas mesmo assim, não confio em você loirinho, estou de olho, só um pequeno aviso, eu não um cara piedoso - Nemêsis desapareceu nas sombras.


Osorõ voltou para dentro onde tomou um banho e dormiu.




Budo se encontrava mexendo no seu computador pesquisando sobre as mortes que aconteceram na escola, ele já sabia quem matou, mas mesmo assim, ele só não queria acreditar que tinha cido Ayano, mesmo ela falando com todas as letras que havia matado, Budo apenas queria que não fosse verdade.

Ele suspirou e desligou o computador e se jogou na cama pensativo, mesmo com tudo isso, seus sentimentos permaneciam intactos, ele não compreendia por que amava uma assassina, e agora ele sabia que ela não sentia nada além de ódio, por seu antigo amado, ele se pergunta se Ayano podia um dia se apaixonar por ele, se ele podia mudar ela por completo, mas sabia que nunca iria acontecer, que aquele olhar gélido e sem emoção não iria mudar facilmente.

- Por que eu tive que me apaixonar por você Ayano? Maldito coração mole - sorriu triste olhando o teto.

Ele fechou os olhos e adormeceu.


Ayato on


Eu admirava a lindeza do meu querido Taro, ele estava dormindo na sua enorme cama, onde eu tanto desejava estar deitado com ele, meu sangue fervia, o desejo de possuí-lo aumentava.

- Senpai…eu te quero tanto - eu falava em voz baixa olhando para o rosto Angelical de Taro.

Eu comecei a andar pelo quarto do mesmo em busca de algo para levar pra minha coleção, então, me deparei com um caderno diferente de outros ali, era um pouco pequeno e estava escrito "privado", era algo bem incomum para um caderno, eu folheie as páginas, era como um pequeno diário, ele contava sobre as mortes de cada uma das garotas e quão aterrorizante foi ver seus corpos mutilados, entre essas garotas existia uma que ele realmente amava, o seu nome era Osana Najimi, e também contava o quando sofreu por sua perda, um dia depois, ele recebeu uma declaração de Ayano, mas ela acabou sendo rejeitada por ele, e logo depois disso ele descobriu que foi ela que matou sua amada Osana.

- Interessante Senpai, acho que vou ter uma conversinha com Ayano, pode contar comigo ao seu lado meu tão amado Senpai - falei sorridente.

Guardei o diário no lugar, dei um beijo no rosto do Senpai, e sai pela janela.

- Me aguarde Aishi.

    Continua….


Notas Finais


Até gente❤

Se cuidem tá? a saúde de vocês é importante.

Desculpe algum erro...

Sayonara 👋😸


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