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História My revolted boy -Yeonbin- - Capítulo 22


Escrita por:


Notas do Autor


Hehe
Acho que já sabem o que temos aqui


AVISO IMPORTANTE:

Este capítulo contém (literalmente todo ele) conteúdo +18, se não gosta ou não tem idade pra ler, se sente desconfortável ou algo do tipo, não leia.
Eu não vou narrar totalmente e diretamente, mas vai dar pra entender
Se ignorou as notas, pena

Capítulo 22 - My touch


 Narrador


Para todos os personagens desta história, o dia começou de uma maneira diferente, para Yoongi, não só o início do dia, como também o resto todo, se resumiu em aproveitar o tempo perdido com os namorados, já para Huening os treinos começaram cedo, o Rei dormiu até tarde e perdeu o café da manhã, Taehyun acordou disposto a estudar e Beomgyu disposto a fazê-lo companhia, tudo parecia ótimo para quase todos. 

Digo isso pois Yeonjun estava extremamente preocupado por não só não ter acordado com os olhos brilhantes de Soobin o observando, como o fato do maior ainda dormir já passando do meio-dia e seu cheiro estar mais forte e atrativo que nunca. 

-Quais são as possibilidades dele estar no cio?

Foi a pergunta de Taehyun.

-Alfas sabem quando estão próximos do cio, não sabem? 

Foi a "resposta" de Yeonjun.

-A maioria sim. Mas vai que é o primeiro. 

Foi a vez de Yeonjun franzir as sobrancelhas.

-Com 19 anos? Meio atrasado não?

Yeonjun perguntou pensativo.

-Bem, o limite é 20 anos. Talvez o que aconteceu tenha atrasado as coisas… Ou talvez seja por ele ser Seelie. Não, provavelmente não é isso. Talvez ele seja um alfa com ascendência em ômega? Ou um alfa dócil?

Ambas as alternativas deixavam Yeonjun pensativo. "Ascendência" semelhante à citada em signos do zodíaco, como ser libriane com ascendente em aquário. Alfas com ascendência em ômega e o contrário eram bem incomuns. Por que eles basicamente eram alfas, que durante o cio, se assemelhavam a ômegas mesmo sem deixar o posto de alfa. Já "alfa dócil" é o termo pra alfas mais gentis, devotos e submissos aos ômegas. Um tipo bastante incomum pois o reino não estava livre dos estereótipos de "Ômega tem que ser doce e submisso, alfa tem que ser forte e estar no poder". Isso infelizmente excluía totalmente os betas, que pareciam ser somente humanos com algumas mudanças. 

O fato é que ser alfa ascendente ou alfa dócil costumava atrasar bastante o processo de cio. Para que o alfa já tivesse tempo para definir um companheiro. Se fosse o caso, eles teriam que dar Supressores a Soobin ou "ajudá-lo".

Yeonjun decidiu apenas não tomar nenhuma conclusão precipitada enquanto voltava ao quarto, tomando um banho demorado pra se acalmar, logo se vestindo e voltando ao quarto, vendo um Soobin já acordado de bochechas coradas e marca de alfa amostra, assim como a "tatuagem" que compartilhava com Yeonjun parecendo atrair o último citado como nunca antes. 

-O que aconteceu, Bin?

Se aproximou devagar, sentindo sua marca de Ômega exposta. Olhos azuis como o céu, brilhantes e profundos.

Parou rente à cama quando Taehyun e Beomgyu entraram no quarto bruscamente.

-Eu realmente estava certo, não é? 

Foi Taehyun quem disse, segurando a mão de Beomgyu.

-Você tem que ficar longe dele se ele estiver no cio, Yeonjun. E ele obviamente está. 

Foi a voz de Beomgyu que ecoou no quarto, Soobin apenas se encolheu com um olhar perdido, sentindo o calor em sua pele aumentar. 

-Eu… Eu vou ajudar ele.

Yeonjun disse sem realmente estar certo daquilo.

-Vai? Você tem certeza? Nós podemos conseguir Supressores, ele pode ficar bem sem isso.

Taehyun disse preocupado.

-Não. Se ele quiser minha ajuda, eu vou ajudar. 

Após Yeonjun falar, toda a atenção se voltou a Soobin, que mantinha seus olhos focados nas mãos em seu colo, mas sábia a decisão que deveria tomar.

-Eu só quero o Hyung perto…

Pelos céus, como pode existir alguém tão doce?

Foi o pensamento de Yeonjun, que não conseguiu conter um sorriso.

-Bin, você sabe o que isso significa certo?

Yeonjun perguntou diretamente, inconscientemente mais doce do que quando falou com o amigo e o irmão. Soobin levantou a cabeça apenas para assentir, com os olhos brilhantes por possíveis lágrimas de dor acumuladas e os lábios vermelhos de tanto morder tanto pela dor, quanto pelo nervosismo. 

-Viram? Vamos ficar bem. Soobin-ah é… um bom garoto. 

O Choi citado jamais imaginaria que uma simples frase poderia causar tantos arrepios. Os dois mais novos assentiram, logo saindo. Yeonjun pensou em como deveria começar, aproveitando que o mais novo ainda não tinha chegado ao ponto de implorar por ele com gemidos e etc. Não saberia o que fazer se o fizesse. 

Yeonjun sempre pretendeu levar tudo com calma, jamais disposto a machucar o mais novo ou deixá-lo desconfortável. Mas aquele cio levou todos os planos por água abaixo. 

-Soobin. Eu preciso saber, agora, se você tem certeza.

Se aproximou devagar.

-T-tenho. 

Sua voz estava mais rouca que o normal, e a falha em sua voz não foi por incerteza. 

O mais velho assentiu.

-Eu preciso da sua permissão. Você sabe o que vamos fazer. 

-Você tem passe livre.

Estranhamente, a voz de Soobin soou mais firme, um sorriso mínimo moldou os lábios do mais velho. 

Sabia que a natureza de alfa do maior estava começando a se mostrar, esta na qual iria, mesmo que despropositadamente, tentar dominá-lo. Apenas tentar. Pois faria questão de mostrar que era um ômega com total controle sobre a situação. 

Yeonjun também estava inseguro sobre isso ao olhar diretamente nos olhos do Choi mais novo, que exalava uma dominação que ele jamais achou ser possível para alguém de personalidade tão dócil. 

Decidiu que ali, deixaria sua benignidade e inocência de lado para conseguir cuidar corretamente do mais novo. 

-Soobin, por agora, você vai ser o meu alfa, ok?

Um assentir obediente foi o que viu. Um sorriso pequeno apareceu em seus lábios enquanto o mesmo se sentava no colo do maior, que estremeceu com o simples toque, sensível. A ereção causada pelo Cio já se fazia presente, e Yeonjun se perguntou se conseguiria realmente aguentar. 

Colocou as mãos nos ombros do mais novo, passando seu olhar pelo rosto alheio, sorrindo com uma ternura que não esperava sentir em um momento como aquele. Mas mesmo que Soobin fosse como o próprio pecado da luxúria, o brilho em seu olhar ainda denunciava sua ingenuidade. 

Olhou para as mãos do mais novo que continuavam em seu colo, pegando ambas e sorrindo, deixando um selar em cada uma, deixando-as em sua cintura, um pouco mais abaixo. O mais novo tocava sua pele com tanto cuidado, como se pudesse quebrar a qualquer momento. 

-Eu quero… Não. Eu preciso que você me toque. 

Yeonjun sorriu.

-Eu não estou certo sobre isso, Yeon… Eu quero muito, mas não quero que o Hyung se sinta obrigado.

Yeonjun apenas revirou os olhos, puxando o mais novo para um beijo bem diferente dos que já tinham provado até agora. Era afoito, intenso, necessitado. Ali naquele momento o desejo era o que os dominava. Soobin se atrapalhou no começo, mas logo conseguiu acompanhar o ritmo intenso do beijo, sentindo seu baixo ventre esquentar, apertando a cintura do mais velho inconscientemente, sentindo uma pequena parte de sua vergonha deixá-lo. 

Quando separaram o beijo, com os lábios avermelhados e até um pouco inchados, uma fina linha de saliva ligava seus lábios um ao outro, Yeonjun sorriu, descendo seu olhar para a pele alva do pescoço alheio.

-Pode marcar, Yeon… Não marcar, marcar. Não que eu tenha problema caso você queria a marca, mas você entendeu…

Ali estava o Soobin tímido e nervoso. Yeonjun apenas soltou uma risada baixa, usando sua mão agora na nuca do mais novo para puxar levemente seus cabelos tendo melhor acesso a seu novo alvo. Um pequeno arrepio se fez presente em Soobin ao sentir o contato direto com os lábios em seu pescoço, o fazendo expor mais o pescoço, sentindo a primeira marca ser feita, um pequeno chupão na curvatura de seu pescoço, junto a vários beijos para cobrir. 

Yeonjun estava receoso sobre as marcas, já que o mais novo nunca se mostrou interessado em tais. 

-Aí Hyung…

A voz manhosa de Soobin ecoou, parecendo meio embargada. 

Yeonjun tinha adorado aquele tom pelo qual foi chamado de "Hyung". O mais novo falou com tanta submissão e inocência que soube que necessitava ouvir novamente. 

Logo o Choi mais velho voltou a beijar e marcar o pescoço antes totalmente branco do maior, pintando uma tela inteira em vermelho e roxo, arrancando o primeiro gemido de Soobin. 

O som veio tão baixo que o azulado achou estar delirando, mas mesmo depois de tanto tentar conter, Soobin realmente havia soltado um gemido baixo. 

Tirou as primeiras peças de roupa, se perdendo na beleza do corpo alheio, mas sabia que não deveria enrolar tanto já que o mais novo ainda estava sentindo dor. Yeonjun já estava apenas seguindo seus instintos que pediam apenas que ele saciasse o maior.

Moveu levemente seu quadril contra a ereção alheia, enquanto Soobin choramingou baixinho sentindo uma fisgada em seu baixo ventre.

Lá estava em ação o sadismo que Yeonjun nem sabia possuir, quando o mesmo começou a rebolar lentamente contra a ereção do Choi mais novo, que mordia o lábio tentando não soltar nenhum som constrangedor.

O mais velho não negaria que estava se divertindo, mas precisava acelerar um pouco. 

Depois de um longo período de preliminares, provocações e enrolados da parte do príncipe, Yeonjun tirou as próximas peças de roupa, sorrindo ao ter o maior totalmente exposto para si.

Soobin não entendia bem como Yeonjun sabia tanto sobre, mas pode-se imaginar que eram apenas os instintos de ômega falando mais alto que a própria razão. Se sentiria culpado se Yeonjun não estivesse 100% consciente, mas por sorte no início, ele estava bem e nem estava tão afetado quanto agora. 

Quando enfim eles chegaram ao que pretendiam, não conseguiam pensar em nada além de como algo poderia ser tão bom e tão errado. Não errado por serem dois garotos, errado por ser o príncipe do Reino Soul e um subordinado da classe dos Seelies. Yeonjun sabia que seu pai o mataria caso soubesse o que estavam fazendo, mas ele também não dava a mínima, queria apenas aproveitar ao máximo. 

E eles passaram longos minutos daquele mesmo modo, encaixando-se perfeitamente, corpos quentes, o cansaço os tomando, mas não sendo o suficiente para pará-los. O cheiro de sexo predominava o ambiente, junto ao suor e o barulho dos corpos colidindo.  

Mas então algo estranho aconteceu.

E assim o nó foi formado. O lembrete mais doloroso durante o cio de que o alfa eo ômega são parceiros. 

Quando ambos os limites estavam próximos, a fala de Yeonjun foi a mais inesperada possível.

-Soobin, eu quero que você me marque. 

O Choi mais novo ficou em silêncio, receoso, logo assentindo obedientemente, deixando as presas de alfa amostra, expondo o pescoço de Yeonjun e cravando os dentes ali. Arrancando um grito mudo enquanto as lágrimas inundavam o rosto alheio, mas Yeonjun sorriu, sentindo quando o maior se afastou ao ter selado a marca, voltando a se mover no colo alheio.

Não demorou muito para que ambos chegassem ao ápice pela primeira vez em suas vidas, com uma semana inteira pela frente e um longo período para lidar com a desaprovação alheia àquela marca. 


Notas Finais


Eu já tinha esse capítulo pronto há uns dias mas tava insegura de postar
Enfim tá aí
Espero que tenham gostado e até a próxima


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