História My Saver - Capítulo 8


Escrita por: e c4pitao_n3mo

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Boy Love, Bts, J-hope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Mensagens, Namjin, Namjoon, Romance, Suga, Texting, Vhope, Vkook, Yaoi
Visualizações 15
Palavras 1.586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltamos? Voltamos!

Perdão pela demora giganteeeesca
Espero que o capítulo compense

Boa leitura ^o^

Capítulo 8 - Soap


P.O.V Taehyung

Aquilo estava perfeito, nossos corpo se esfregando, nossas ereções se roçando. Pele com pele, os toques. Como ele consegue ser tão perfeito? seu corpo è tão perfeito, seus gemidos são tão perfeitos.

—K-Ko-kookieee —gemi arrastado.

Ele começou a mordiscar a minha orelha enquanto se esfregava mais em mim. Aquilo estava me deixando louco.

—Ahh Jiminn —ele gemeu manhoso.

—Jimin? —falei baixo.

O empurei bruscamente para o lado levantando rapidamente da cama e o encarando.

—JIMIN??? —falei bravo. Meu sangue fervia. ESSE IMBECIL NÃO ESQUECE DESSE GAROTO EM MOMENTO NENHUM, NEM NO NOSSO MOMENTO! —VOCÊ GEMEU O NOME DELE JUNG KOOK, VOCÊ É UM PEVERTIDO.

—Calma Tae eu posso explicar —eu o fuzilei com o olhar —E-eu posso sem querer ter pensado nele quando a gente estava se...

—NÃO TERMINA JUNGKOOK, NÃO TERMINA —falei e comecei a vestir minha roupa.

—Espera Tae, vamos manter a calma, me desculpa.

—Desculpa?Desculpa... DESCULPA?? —perguntei bravo —OLHA AQUI JEON JUNG KOOK NUNCA MAIS OLHE NA MINHA CARA ESTÁ ME ENTENDENDO? ELE NUNCA VAI SABER QUE VOCÊ EXISTE, VOCÊ É UM ZÉ NINGUÉM PARA ELE. —falei terminando de vestir a minha roupa e indo pular a janela.

—Tae —ele falou vestindo a cueca e vindo até mim com os olhos marejados.

—E sabe? Você virou um zé ninguém para mim também —desci pela janela e sai correndo dali.

Eu fui para uma pracinha perto da casa dele, sentei no banco, e começei a chorar.

Ele havia me traído.

Ele tinha dito que me amava e depois gemeu o nome de outro.

O que mais me magoou não foi ele ter gemido o nome de outra pessoa na hora do sexo, foi que ele gemeu o nome dele na hora do sexo.

A sua fantasia por ele é tão grande que ele havia preferido pensar nele ali naquela hora do que pensar em mim.

Meu coração estava doendo muito, muito mesmo, estava doendo tanto que eu não conseguia achar palavras para descrever aquela dor que percorria todo o meu peito. Nem as lágrimas que caiam sem parar de meus olhos conseguem expressar a dor que eu sentia. 

Eu me sentia traído, enganado, sentia que ele nunca gostou de mim, eu sentia que ele só fez aquilo para me alegrar, por ser sentir culpado. 

Ele poderia ter feito tudo aquela hora no banheiro, tudo, menos falar aquilo e me beijar por pena, isso era o que mais dilacerava meu coração.

Será que ninguém pode me amar de verdade? Será que ninguém pode se importar comigo de verdade uma vez na vida? Será que existe alguém que eu possa amar e ser amado da mesma forma?

Será que um dia alguém pode se importar comigo de verdade, sem fingimentos e mentiras?

Bom… sinceramente… acho que essa pessoa não existe.

Depois de ficar algumas horas naquela praça, seco as lágrimas que ainda insistiam em cair e decido ir para casa. Simplesmente chego e me jogo na cama abraçando o meu travesseiro.

Ainda não acredito que ele fez isso comigo.

E em poucos minutos eu estava lá… chorando novamente.

Minha mãe me chamou para jantar, mas eu recusei. Fiquei ali, no meu quarto, chorando e pensando em como ele pode fazer aquilo comigo.

Depois de muito choro acabei dormindo. Já que era a única coisa boa que eu poderia fazer… dormir…

¤-¤-¤-¤-¤

Narradora P.O.V 

Taehyung acordou com o seu celular vibrando incessantemente, ele tateou a cama em busca do mesmo e quando o achou o levou até o seu campo de visão.

—Ligação privada? —falou semicerrando os olhos por conta da luz que o telefone emanava. Se sentou na cama e atendeu a ligação tentando esconder a sua voz de sono.

—Alô? —falou massageando as suas têmporas com as costas das mãos, tentando se libertar um pouco do sono que o tomava, mais se ele tivesse uma bola de cristal ele saberia que aquilo não seria preciso.

—Tae… me desculpa —uma voz chorosa falou do outro lado da linha.

Jung Kook.

Sua voz tinha um poder incrível sobre Tae… principalmente agora, depois de tudo oque havia ocorrido. Aquela voz o fez despertar imediatamente, as lembranças da noite passada o inundaram e as lágrimas começaram a cair novamente. Ele se sentia afogado nos próprios sentimentos. E sabe oque doía mais naquele coraçãozinho? Era que JungKook é e sempre será o amor da sua vida, até porque um amor de infância não pode acabar de uma hora para outra.

—O que você quer? —ele falou seco, amor não era a unica coisa que sentia por Jung Kook naquele momento, era uma mescla de sentimentos. Amor, ódio, nojo, saudades. E eles se juntavam formando uma mistura grudenta que estava entalada em sua garganta.

Ele sentia essa bola de sentimentos saindo de sua garganta. Ele pensava seriamente se deveria lavar sua boca com sabão, no dia anterior havia proferido a palavra amor?

Deus, como ele gostaria de nunca ter dito aquilo, de nunca ter o beijado.

É, definitivamente ele precisava lavar a sua boca com sabão.

Mas naquele dia ele só queria amor, queria que esse sentimento que gardava no peito a anos se libertasse. Ele queria o beijar, queria andar de mãos dadas com ele, queria o fazer esquecer de tudo, queria ser aquecido nas noites frias de inverno pela sua pele nua e quente.

E mais uma vez ele deixou se levar pelos seus sentimentos e foi magoado, seu coração foi quebrado em pedaços.

Pedaços pequenos demais para colar e seguir em frente.

—Tae… eu não queria te magoar, eu te amo mas… —ele foi cortado por um surto psicótico que atingiu Taehyung quando ele proferiu a palavra "amor"

—ME AMA? ME AMA? JEON JUNG KOOK VOCÊ NÃO ME AMA, VOCÊ SÓ AMA ESSE SEU CANTORZINHO IDIOTA —ele gritava em plenos pulmões, não se importando se alguém naquela casa ouviria. 

—Tae —a voz de Kook saiu fraca, ele nunca havia visto seu amigo tão alterado —Eu e Seulgi estamos aqui na sua casa, sua mãe nos deixou entrar e… —Taehyung encerrou a ligação jogando o celular na parede.

Amor? Ele havia voltado a brincar com os meus sentimentos? ~ pensou.

Se levantou da cama imediatamente indo para o banheiro e se olhando no espelho.

Ele estava horrível.Olhos inchados de tanto chorar, a ponta do nariz vermelho.

Fez suas higienes matinais rapidamente e saio do banheiro. Ele pegou tudo oque Kook havia lhe dado ao longo dos anos, inclusive o porta retratos dourado com uma foto deles juntos, ele jogou tudo dentro de uma caixa de papelão e desceu a escadaria indo para a sala.

—Tae —Kook se levantou do sofa o olhando descer a escadaria—Olha eu…

—AMOR? AMOR? EU VOU TE MOSTRAR OQUE É AMOR JUNGKOOK —ele começou a jogar tudo oque estava na caixa nele.

Jung Kook pegou uma almofada para se defender daquele ataque repentino. Ele não fazia a mínima ideia no mal que havia feito para seu hyung.

E por último ele pegou o porta retrato dos dois, eles estavam em uma cabine fotográfica, fazendo caretas e tirando fotos engraçadas do dia das bruxas.

—Tae não por favor… —Jung Kook falou com os olhos marejados—A nossa foto não…

—Você ainda não entendeu né Jung Kook —Tae falou tirando a foto do porta retratos, e o jogando no chão, o fazendo trincar—Não existe mais nós, não existe mais nosso, e nunca mais vai existir... —e num movimento simplista rasgou a foto em dois, os separando, e começou a picar elas em pedacinhos.

—Tae… me desculpa - Kook falou chorando compulsivamente, estava mais do que na cara o quanto seu hyung estava magoado. 

—Eu tenho nojo de você garoto —Tae falou com os olhos marejados, naquele momento ele falou da boca para fora... Na verdade, naquela hora ele não tinha um filtro entre a mente e a boca, a única coisa que ele queria era que Kook sentisse o que ele estava sentindo.

Mesmo isso sendo impossível.

E então ele saiu, simplesmente saiu. Ignorando o garoto que estava ajoelhado no chão chorando implorando por suas desculpas, sua melhor amiga que estava estática e seus pais que assistiam a cena apavorados.

Ele abriu a porta a batendo logo em seguida atrás de si. Estava nevando, o clima estava frio, como o seu coração.

Ele andou pela neve por horas,  não sabia para onde estava indo, ele só estava andando.

Pegou ônibus, metrô, e mais alguns ônibus. Ele só queria se afastar de tudo e de todos, mesmo que estivesse congelando aos pouco ele pouco se importava com isso.

Se eu morrer aqui, e agora, congelado, ninguém irá sentir minha falta mesmo ~ pensou.

Ele andava encolhido, tentando receber algum calor de si próprio. Mas a tentativa foi falha. Quando percebeu, ele estava na parte rica de Seul. Mesmo assim continuou andando. Suas pernas não se moviam mais como antes, sua visão foi ficando turva, e ele caiu. Não tinha ninguém na rua aquela hora, já era noite. Alguns minutos depois a neve que caia foi o cobrindo lentamente.

Belo jeito de morrer ~ pensou.

Ele não conseguia mais se mover. Então ficou lá. Até ouvir vozes.

—Se sasaengs loucas me perseguirem a culpa é sua, açucar —ouviu alguém falar brincalhão.

—Cala a boca, já está de tarde e estamos no meio de uma nevasca, nevasca, vai logo... —uma voz rouca falou.

—Ok ok —ouviu o rangido de um portão se fechando e passos vindo para a sua direção.

Como uma última chance, Taehyung entendeu a mão, agarrando seus dados no grosso tecido do sobretudo de um dos rapazes. 

— Uhm? – ele sentiu a pessoa parar de abrupto – Ai meu deus, Hoseok! 

Rapidamente o garoto sentiu seu corpo ser levantado, ainda tremendo de frio apoiou a cabeça no ombro do desconhecido, tentando a qualquer custo se manter aquecido. 

— Ele está fervendo! – a outra voz exclamou, provavelmente o tal Hoseok, enquanto uma mão fria tocava sua testa – Precisamos ir para o hospital, agora



Continua. .. 


Notas Finais


Fé no pai que o próximo em menos de um mês sai!!!
Até o próximo, bjss


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