História My savior - Capítulo 1


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Categorias Inuyasha
Personagens Kagome, Kagome Higurashi, Personagens Originais, Sesshoumaru, Souta Higurashi
Tags Depressão, Kagome, Sesshoumaru, Sesshoume, Sesshykah
Visualizações 49
Palavras 2.306
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


LEIAM ESSA PORRA

Oie sou eu a Null de novo poluindo o site com bosta só pra ter algo entre as fica de Naruto :3 anyway eu vou explicar algumas coisas da fic:

1- NÃO vou romantizar depressão
2- A fic NÃO é focada em romance, mas sim na doença em si
3- Os capítulos não terão título (por pura preguiça minha kkkk)
4- Pf não achem q tô tentando brincar com essa doença ou algo do gênero
5- Sim, tem linguagem imprópria, ofensas e tudo o que está joa avisos e gêneros da história
6- Eu vou adicionando os personagens na informação da fic conforme eles aparecerem na história (assim evito colocar personagens q n vou usar ou dar spoiler)
7- Uh... Acho q n tem mais nada...

Ent eh isto, fiquem com o cap meus filhos da puta lindos do krl q eu amo do fundo da porta do meu coração

LEIAM ESSA PORRA

Capítulo 1 - 1


Fanfic / Fanfiction My savior - Capítulo 1 - 1

  - Kagome querida vai chegar atrasada se não levantar - a voz doce da mulher invadiu seus ouvidos, o som dos passos e da cama logo em seguida a fizeram perceber que ela havia se sentado ao seu lado - Acorda meu anjo - acordar? Ela sequer havia dormido? Não se lembrava, em que momento da noite conseguiu dormir? Talvez nenhum, desde que se deitou, no dia anterior, ela havia fechado os olhos? Se sim, porque os abriu de novo? - Vem, tem de tomar banho, o café da manhã está quase pronto - sentiu a coberta ser delicadamente retirada de seu corpo, olhou a mãe.

- Não estou com vontade de ir pra escola - sua voz havia suado arrastada e baixa, num sussurro quase inaudível.

- Porquê? Está se sentindo mal? - a mulher perguntou com preocupação tocando a testa da menor.

- Não... Apenas, não quero ir - disse baixando seu rosto, logo sentindo uma leve carícia nos cabelos.

- Tem de ir meu anjo, vamos, vai tomar um banho, se arrumar e depois vem comer, fiz seu preferido - ela disse enquanto se levantava com a filha.

A garota nada disse, apenas se dirigiu ao banheiro que tinha no quarto, a mulher sorriu e saiu para a cozinha, Souta, seu outro filho, já estava sentado, esperando a comida. Kagome ligou o chuveiro e entrou no mesmo, após retirar sua roupas de dormir, olhou em volta, ela havia tomado banho no dia anterior? Aliás, ela sequer havia jantado no dia anterior? Não se lembrava, mas realmente não estava se esforçando muito para lembrar, terminou o banho, minutos depois, se secou e vestiu seu uniforme, se olhou no espelho, estava mais pálida que o normal e com profundas olheiras, talvez a confundissem com L, de death note.

Saiu do quarto, depois de pegar a mochila, desceu até a cozinha e se sentou ao lado de seu irmão, este que a olhou perguntando se estava tudo bem, ela apenas assentiu, não estava tudo bem, isso se via em seu rosto, porém ela não queria preocupar o irmão. Após comerem os dois saíram, ela levaria o mais novo na escola, que era a cinco minutos de casa, sua escola era a dez, após deixar o menor junto dos amigos ela saiu.

Caminhando, aparentemente, em direção da sua escola, porém parou no meio do caminho e foi para o parque que havia ali perto, podia ver alunos indo em direção da escola, alguns, bem poucos, ela conhecia de rosto, outros eram apenas estranhos que usavam o mesmo uniforme que ela, se sentou em um balanço, balançando lentamente sem retirar os pés do chão, alguém notaria sua falta? Não, provavelmente ninguém iria notar que ela não estava lá, então não tinha muito problema faltar, no máximo a escola ligava para sua mãe, isto é, se algum professor sequer se importasse em chamar seu nome, ou de outro qualquer aluno, para marcar a falta.

Passou ali a manhã inteira, apreciando a paisagem, o som dos poucos pássaros que cantavam e o leve cheiro das flores que ali havia a fazia se sentir bem. Quando notou já era uma hora da tarde, e apenas notou isso porque novamente viu pessoas com o uniforme de sua escola passando. A essa altura ela poderia ir para casa, porém não o fez, sua mãe não notaria sua falta, afinal aquela hora supostamente tinha aula de box, supostamente porque duas semanas atrás ela havia falado com o professor e desistido da aula, sem sua mãe saber, ele tentou mantê-la, dizendo que ela era muito boa, mas ela não aceitou ficar, sabia que ele dizia aquilo da boca pra fora, ou pelo menos achava, incluindo ele lhe deu a opção de não pagar pelas aulas, ela não entendia o porque dele querer tanto que ela fizesse as aulas, havia tantos outros muito melhores que ela, até porque, antes de desistir ela também já não ia a todas as aulas, chegava a não ir a nenhuma das três que havia numa semana, suspirou, se levantando do balanço e saindo do parquinho.

Andou pelas ruas frias, parecia que ia chover, não estava com muita fome, mas também não queria ir para casa, quando encontrasse um lugar mais calmo para ficar, pois aquela hora o parque enchia de crianças, ficaria lá, não muito tempo, se bobear nem uma hora, depois iria para casa e daria uma desculpa, algo como "o professor está doente" ou algo parecido. Entrou num pequeno café e se sentou numa mesa, sinceramente não queria pedir nada, apenas queria aproveitar o calor do lugar e o som da música baixa e relaxante, porém quando viu um garoto se aproximar teve de fingir que olhava o cardápio e pedir algo.

- O que deseja? - ele perguntou de forma educada, apoiando as mãos na cadeira a sua frente, fazendo com que o colar metálico que ele usava caísse de sua camisa, não deveria ser muito mais velho que ela, talvez até mesmo tivesse saído da escola a pouco tempo.

- Pode ser... Uh... Um cappuccino e... Um cupcake - ela disse, ainda olhando o cardápio, nervosa e envergonhada com o olhar do garoto.

- Ok, aguarde uns minutos por favor - ele sorriu amavelmente e se afastou, Kagome suspirou, pegou sua mochila, buscando sua carteira e ao achá-la deixou ao seu lado, em baixo de seu celular.

Kagome olhou em volta, analisando o local, o chão era de madeira escura e brilhante, as paredes de um tom arroxeado, havia uma placa com a senha da internet, as portas de vidro abriram sempre que uma pessoa se aproximava, as mesas eram de vidro e as cadeiras macias eram azuis, quase negro, havia aquecimento, então ali estava extremamente confortável, mais que do lado de fora, onde um vento frio e forte já soprava, dando todos os sinais de que iria chover. Alguns minutos se passaram e o garoto simpático voltou, Kagome o analisou também, longos cabelos prateados, presos num rabo de cavalo, olhos âmbar e pele clara, apenas com algumas marcas, provavelmente de nascença, que além de seu rosto estavam também na parte de seus braços que se via, o uniforme que ele usava para trabalhar era uma camisa branca de botões e uma calça jeans, uma gravata vermelha, com uma espécie de avental na cintura, a mangas da blusa estavam arregaçadas até os cotovelos e a mesma deixava evidente o corpo definido do garoto. Ela o viu pousando o cappuccino e o pequeno bolo, agradeceu e deu um gole, sentindo um sabor delicioso, talvez até mais do que o que sua mãe fazia.

- Gostou? - ele perguntou, como sempre com um sorriso e um olhar amáveis.

- Está uma delícia - respondeu, passando a língua nos lábios e olhando a bebida - Você que fez? - perguntou curiosa, sem desviar os olhos do copo.

- Sim, é minha especialidade, cappuccino com chantili e raspas de chocolate - sorriu para a Higurashi, sorriso este que ela não viu - Ainda bem que gostou... Você está bem? - ele perguntou, após uma pausa, onde Kagome pensou que ele fosse se afastar e voltar ao trabalho, ela não aparentava estar bem, qualquer um que olha-se seu rosto notaria isso, afinal, não é normal uma garota estar tão pálida com olheiras tão profundas e principalmente com olhos tão tristes.

- Claro, porque não estaria? - ela sorriu, um sorriso que não chegava aos olhos, e ela sabia disso, tanto que os fechou no momento em que virou o rosto para o youkai.

- Porque não parece bem - ele respondeu, não deveria ficar conversando com clientes, é verdade, no entanto ela não parecia bem e isso o estava deixando preocupado.

- Eu apenas... Estou cansada - ela disse, passando o indicador pelo cimo do copo - O dia foi longo, aulas cansativas... Estou acabada - riu forçadamente sem olhar o youkai.

- Tem certeza que é só isso?

- Tenho - abriu um largo sorriso para o prateado, novamente de olhos fechados.

- Ok, se você diz - não, ele não havia acreditado na morena, porém não podia simplesmente a chamar de mentirosa e forçar a falar a verdade - Aqui tem - lhe entregou um pequeno cartão, com dez círculos, o primeiro já carimbado - Se conseguir completar os dez ganha uma bebida e um bolo grátis - aquela ideia fora de seu chefe, uma ideia maravilhosa, que fazia com que mais clientes quisessem voltar.

- Obrigada - ela disse, pegando o pequeno papel da mão do maior, o viu sorrir novamente e se afastar, olhou sua bebida e o pequeno bolo com cobertura rosa e azul, deu uma mordida, estava quase tão bom quando o cappuccino.

Comeu lentamente, sem vontade de sair do estabelecimento, era confortável e calmo, as pessoas falavam baixo, algumas mexiam em seus notebooks, outras conversavam, outras apenas comiam, ouviu um trovão, iria chover? Provavelmente, havia se esquecido de ver a meteorologia no dia anterior. Terminou de comer, depois de muito tempo viajando em seus devaneios, se levantou e aproximou do caixa, pedindo a conta, teria de ir para casa rápido, ou pegaria chuva, não que fosse muito mau, poderia pegar um resfriado, assim não iria a escola, porém não estava com a mínima vontade de se molhar, pagou o que comeu e saiu do estabelecimento.

Olhou o céu, estava acinzentado, tal como seu interior, começou a se encaminhar em direção de casa, pensando se sua mãe já a esperava, sentiu uma gota de chuva cair sobre sua bochecha, olhou para cima, sentindo uma outra cair perto de seu olho, não iria correr, continuou andando, enquanto via pessoas já se apressando para chegar em casa. A chuva então começou, forte e barulhenta, podia ver pessoas com guarda chuva, pessoas correndo e se escondendo em baixo das fachadas dos prédios e lojas, porém continuou apenas andando.

Se não fosse pelo nevoeiro que se instalara ela poderia já ver sua casa, porém estava difícil de ver dois palmos a frente do rosto, quanto mais alguns metros de distância. Andou até o portão de entrada, pegou sua chave e destrancou o mesmo, abriu a porta principal e pode ver seu irmão jogando na sala, sentado no chão enquanto comia algumas batatas, que estavam em uma taça, sobre a mesinha de centro. Olhou a cozinha, sua mãe já havia chegado, desviou então os olhos para o relógio que ficava acima da televisão e viu que já eram quatro horas, havia ficado assim tanto tempo viajando dentro da cafetaria? Talvez, provavelmente sim, se aproximou de sua mãe, estava encharcada, o que fez a mulher a olhar de forma repreendedora.

- Pegou chuva meu anjo? - sua pergunta foi mais uma afirmação, desviou os fios negros do rosto claro da garota - Podia ter me ligado, eu te pegaria - disse enquanto segurava os cabelos da filha em um rabo de cavalo - Vem, vou preparar um banho quente para você - sorriu amável e saiu na frente da mais nova - Tem de se cuidar mais, olha essas olheiras, parece que não dorme a dias - a mulher olhava a filha enquanto começava a encher a banheira da mesma - Se quiser posso te ensinar como escondê-las.

- Não preciso mãe - ela disse, retirando lentamente suas roupas, deixando as mesmas apenas caírem no chão, logo sua mãe pegaria para lavar - Eu não me importo com isso - falou enquanto retirava a calcinha e sutiã - Afinal, de que vale esconder se ainda existem? Deixa quieto, logo somem - deu de ombros e se sentou sobre a privada, abraçando as pernas e deixando o queixo sobre os joelhos, esperando a banheira encher.

- Ah, minha filha, se você se sente bem com isso quem sou eu para mudar né? Mas por favor, durma melhor, isso não te faz bem - desviou os fios da franja da garota - Não fica toda a noite no PC, ou estudando, ou seja lá o que você faça - ficar deitada na cama, apenas esperando o sono vir, este que nunca vinha, era isso que ela fazia, apenas olhava o nada, e aguardava a manhã chegar - Eu troquei suas cobertas e dei uma arrumada na bagunça, coloquei algumas roupas para lavar e arrumei seus gibis - ela tocou o rosto pálido da filha, acariciando as bochechas da mesma - Hoje não levou o equipamento de box, como fez a aula?

- Eu... Esqueci, o professor emprestou um que tinha a mais - disse desviando os olhos dos da mulher, não conseguiria mentir olhando para sua mãe.

- Entendi, tem de parar de ser tão cabeça na lua - riu com seu próprio comentário e continuou - Porque não convida uns amigos para virem cá em casa? Ou passeia com alguém? Você está sempre trancada neste quarto, isso não é bom, precisa socializar - ela até faria isso, isto é, se tivesse alguém para convidar ou sair, coisa que não tinha, então, como poderia socializar sem pessoas? - Bem, vou arrumar seu pijama e uniforme para amanhã, vai pro banho antes que pegue um resfriado - a mulher disse, sorrindo amavelmente para a filha, se levantou, visto que estava agachada, e saiu, após dar um beijo no cimo da cabeça da menor.

Kagome viu a mãe fechar a porta, olhou a banheira já cheia e com alguma espuma, se levantou e entrou lentamente na água morna, fechou os olhos e permitiu que as lágrimas que prendera durante aquele dia saíssem, porque chorava? Talvez por tudo o que acontecia em sua vida, talvez por razão nenhuma, nem ela mesma sabia, apenas queria chorar, gritar, partir algo, apenas queria sumir na verdade, mas isso era impossível, certo? Certo, então, chorar era a sua única opção, afinal, gritar e quebrar algo faria barulho, e ela não queria preocupar sua mãe. 


Notas Finais


E foi isto, espero q alguém tenha gostado, espero q alguém tenha lido as notas iniciais, espero não ter deixado ninguém cego. Enfim, fiquem com Scooby Doo, tomem cappuccino e comam macarrons

~Não tenho data pra postagem de capítulos~


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