História My Secret Desire - Hendery e Yangyang Hot - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Hendery, Personagens Originais, YangYang
Tags Hendery, Hot, Nct, Nct China, Treesome, Wayv, Yangyang
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Palavras 7.927
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente!!

Olha só quem apareceu na madrugada, postando um presentinho atrasado...
Pois então, esse treesome é um pedido de uma pessoa muito querida, minha amiga Murphy. Era para ser de aniversário, masss eu estava sem ideia para desenvolver a estória. Mas minha fada salvadora, Rafaela, a rafajales89, me deu esse plot... E tcharã! Espero que gostem!

Aproveitem a leitura... Deu um trabalho dos bons escreve esse treesome hahahaha
Relevem os erros de digitação, não revisei, estou com sono e fiz pelo celular...

Avisos importantes nas notas finais.

Capítulo 1 - Capítulo único


Chinatown – Nova York (2006)

Flashback Lola on

“Ei menina, como é seu nome”?

Quem é esse menino estranho? Que olhos diferentes? E que voz diferente...

Tudo para mim estava tão estranho....eu me sentia sozinha, perdida e agora esses menininhos. Quero brincar com eles...

Me aproximei deles, eram dois menininhos tão pequenos quanto eu.

“Oi, me chamo Lola, me mudei semana passada pra cá. Eu tenho saudades da minha antiga escola. E vocês? Como é seu nome?”

Como qualquer criança, disse logo o que eu sentia. Um dos menininhos me olhava com um sorriso tão aberto que achei que seu rosto partiria ao meio. Ele tinha dentes pequenos e olhos puxados. Aliás, todos aqui possuem olhos puxados. O outro menininho também tinha olhos assim, mas sorria sem mostrar seus dentinhos. Seu nariz era uma bolinha. Não passou nem um minuto e esse menino abriu um sorriso mais aberto que o outro, me assustando. Menino estranho, sorria e me deixava com medo.

Comecei a chorar...queria minha escola velha, minha tia Kate, minha amiguinha Letti, minha mamãe e meu papai....

Meu papai... Não sabia onde ele estava, acho que ele estava com vovó. Minha mãe agora tinha um novo namorado.

Acho que meus novos coleguinhas se assustaram com meu choro e logo o de sorriso rasgado veio perto de mim, me entregando um carrinho vermelho, faltando uma roda.

“Toma Lola, brinque com meu carrinho. Meu nome é Yangyang e vim da Alemanha.”

Alemanha? Que isso?

Vi o outro se levantar do chão e veio para nosso lado.

“Eu sou chinês mesmo, vim de Macau, moro aqui faz muitoooo tempo. Me chamo Hendery.”

“Chines? Que isso”

Perguntei para eles. Eu não sabia dessas coisas. Não com 5 anos de idade. Para mim eram todos de um mesmo lugar.

“China é um país, como a Alemanha e aqui, Estados Unidos. Você é daqui mesmo?”

Hendery falava demais e sorria demais. Ele me assustava, mas era de um jeito bom.

“Sim, mas eu morava em outro lugar, mas papai disse que precisava ir embora. Minha mãe chorou um tempo e hoje namora o tio que trabalhava com ela, tio John. Agora nós moramos aqui, perto da escola.”

Eles ficaram me olhando e sorrindo. Então o menor, Yangyang, pegou na minha mão e falou.

“Vem, senta com a gente. Estamos fazendo uma pista irada para nossos carrinhos.”

E assim começou nossa amizade. Nossa indestrutível e intensa amizade...

Flashback Lola off

Lola sempre se lembrava de como havia se tornado amiga daqueles meninos chineses de forma tão intensa e verdadeira. Os três eram como irmãos inseparáveis, definitivamente onde um estava, o outro estava junto, ou pelo menos chegando para se juntar.

Hendery, Yangyang e Lola. Juntos desde o jardim de infância. Lola havia chegado para alegrar e pintar de rosa a vida daqueles dois menininhos arteiros e hiperativos.

Sua vida também se coloriu, ficou iluminada, em parte, grande parte na verdade, devido aos sorrisos abertos e brilhante dos dois novos amigos.

Por sorte, coincidência ou propósitos do destino, a casa dos três amigos ficavam bem próximas, no bairro de Chinatown, o famoso bairro chinês de Nova York.

A família de Lola, agora constituída de sua mãe, seu padrasto e ela, haviam se mudado para aquele bairro por questões de trabalho. Seu padrasto trabalhava como programador para uma importante rede de restaurantes de comida chinesa. Para ficar perto da central, se mudaram para ali. Sua mãe havia se separado a pouco tempo de seu pai, e para ficar longe de tudo o que considerava ruim para si, havia aceitado a proposta do namorado e ido com ele e sua pequena Lola para o bairro chinês.

Hendery por sua vez, morava naquele bairro desde os dois anos de idade. Já com sete aninhos era fluente em inglês. Sua família era dona de uma loja de produtos chineses, famosa em toda Chinatown.

Yangyang tinha chegado da Alemanha havia uns 2 anos, seu pai havia sido transferido da Alemanha para os Estados Unidos, devido ao trabalho tambem. A cabeça do pequeno menino agitado era uma bagunça. Aos 6 anos falava 3 línguas, alemão, chinês e inglês. Por vezes era repreendido por estar misturando as três línguas na mesma frase.

Por serem de idades diferentes, estudaram juntos apenas no jardim de infância, mas isso não foi motivo para os separar, pelo contrário, Hendery, o mais velho, sempre arrumava desculpa para ajudar os mais novos e Lola, sempre a mais beneficiada, crescendo protegida pelos amigos mais velhos.

Flashback Lola on

“Ei Yangyang, se jogar a bola novamente assim, eu vou contar para sua mãe!” – minha barriga dói mas não podia contar a eles o motivo.

“ Você está muito fresca Lola, só porque fez 12 anos, acha que já é uma moça e não joga mais como antes”.

Puxa vida, esse desmiolado do Yangyang não entendia que sim, eu era uma mocinha... Literalmente. Estava sensível com as primeiras dores e descobertas e não queria contar a nenhum deles. Yangyang não entendia.

Mas vi Hendery me olhando com aqueles grandes olhos especulativos, como se soubesse o que acontecia comigo. Eu havia me tornado mocinha.

Hendery jogou a bola longe, que agora estava com ele e se aproximou de mim.

“Lola, quer parar de jogar? Podemos fazer outra coisa, vídeo game? Ou escutar música se preferir”.

“ Estou bem Hendery, é só... Uma indisposição.” – disse envergonhada, não queria compartilhar com eles meu novo segredo.

“ Estou falando! Cadê a Lola que subia em árvore até semana passada? Você está fresca!” – esse garoto... Vontade de socar a cara desse alemão falsificado.

“Yangyang, para! Já deu. Lola...eu te entendo... Tenho 3 irmãs...”

Falou baixinho, como se estivesse contando um segredo. Hendery era adorável. Senti meu rosto corar instantaneamente, ele sabia de minha, digamos.... Nova condição. E isso era constrangedor demais.

Naquele dia paramos de jogar e fomos para a casa de Hendery, jogar vídeo game. Era muito melhor permanecer sentada. Muito melhor.... Yangyang estava bicudo, ainda não havia entendido. Não até o dia seguinte, quando nos encontramos para ir juntos até a escola. Estudávamos em séries diferentes, mas na mesma escola.

“Ei Lola, tudo bem hoje”?

Me perguntou Yangyang naquele típico tom curioso e agitado. Hendery seguia quieto ao nosso lado.

“Tudo, porque?”

“Hendery me contou o que há com você. Dói?”

“Que?”

Eu não havia entendido sua pergunta. Olhei para o Hendery e seus olhos estavam ainda maiores. Sua expressão assustada. Yangyang não tinha visto nosso amigo nervoso do lado e continuou seus questionamentos, me fazendo quase desmaiar de vergonha quando entendi o que ele queria dizer.

“Doi, digo, sangrar dessa forma, ou usar essas coisas aí, como se fosse uma fralda de bebê?”

Olhei para o Hendery e não sabia se o ajudava por estar prestes a desmaiar ou se acabava de matar ele. Yangyang mais uma vez seguia alheio e irritantemente curioso.

É, não dava para esconder nada deles....não sossegaram até eu contar tudo sobre como era uma menstruação.

Flashback Lola off

Os três haviam crescido compartilhando tudo o que aconteciam com eles, desde coisas banais, da rotina da escola, até mesmo fatos mais dramáticos de um adolescente. Como primeiro beijo, primeiro amor e primeira vez.

Era normal compartilharem suas experiências, um aconselhando o outro sobre assuntos que nem eles mesmo sabiam direito.

Cresceram admirando um ao outro, com tanta naturalidade que elogios e opiniões eram dados como se falassem da resposta de alguma tarefa de matemática da escola.

Flashback Lola on

“E aí? Como ficou?” – podia parecer bobagem, mas eu queria a aprovação de meus melhores amigos sobre minha aparência.

“ Sinceramente? Mais bonito que sua última tentativa de ficar loira. Pelo menos esse tom de ruivo combina com sua pele cinza.”

“Cinza Hendery? Eu não sou cinza, sou morena. Só porque vocês são amarelos não significa que eu seja cinza.”

“ Ficou lindo Lola, não ligue para o Hendery. Seu aniversário de 15 será inesquecível, principalmente porque seu cabelo laranjado vai combinar com a decoração da festa, dia das bruxas antecipado”.

“ Vocês são ridículos! Meu cabelo não está laranjado!” – falei e joguei uma almofada Yangyang. Garoto irritante.

Eu tinha acabado de pintar meu cabelo, um vermelho mais aberto, puxado para o cobre. Eu amava mudar e meu cabelo era definitivamente meu xodó, meu orgulho. E esses dois idiotas não paravam de rir da minha cara de indignação.

No final, eu sabia que eles haviam gostado.

“Estamos brincando Lola, você sabe que está linda ou Yangyang iria estar vomitando agora mesmo.”

Revirei meus olhos para eles e já voltamos a rir e brincar.

Era sempre assim, implicavamos um com o outro mas no final nosso carinho mútuo era o que prevalecia. Da forma mais espalhafatosa possível , nós nos amávamos.

Flashback Lola off

Mas os 3 amigos não eram apenas brincadeiras um com o outro. Se ajudavam sempre que os problemas surgiam, nenhum largava a mão do outro, caminhar juntos era uma promessa dos três, mesmo que de forma implícita.

Flashback Lola on

Yangyang estava inconsolável, já tinha falado tudo o que podia para tentar acalmar meu melhor amigo. Hendery já tinha até mesmo convencido seus pais de deixarem ele morar com sua família, mas ainda assim, Yangyang chorava igual bebê. Nem parecia que já tinha 18 anos.

“ Meus pais irão voltar para Alemanha amanhã Lola! Eu vou ficar sozinho.” – dizia enquanto soluçava deitado no meu colo.

- Yang... É por causa do trabalho do seu pai, eles tem que voltar e como você acabou de começar a faculdade de arquitetura, precisa continuar aqui, sua bolsa é integral e não pode abandonar uma oportunidade dessas.”

“E você também não irá ficar sozinho cara, vai morar comigo e a Lola estará com a gente todo dia, como sempre foi.” – Hendery e sua típica calma excessiva as vezes era muito bom.

Passamos a tarde consolando Yangyang e o levamos até sua casa, para que aproveitasse com sua família antes deles voltarem para Alemanha. Seria mesmo ruim para ele ficar longe dos pais, mas tínhamos certeza que ele superaria, além do que não seria para sempre.

Nesse mesmo ano, da mudança da família do Yangyang, sofremos mais uma decepção. Eu sofri na verdade, mas meus amigos acabaram tomando para eles minhas dores.

“Lola, eu vou matar o bastardo do Peter...ele não devia ter feito isso!” – Hendery andava de um lado para outro, me deixando tonta por causa disso.

“Eu ajudo! Aliás, hoje mesmo a gente tinha que ir lá na universidade e dar uma surra nesse filho da mãe.”

“ Estão loucos?! Peter bateria em vocês dois sem nem suar. Não se esqueçam que ele faz parte do time de futebol, é enorme perto de vocês.”

“ Sou pequeno mas conheço Kung Fu.” – falou Hendery batendo no peito e me fazendo rir de sua auto confiança.

“E eu sou muito rápido. Dou uma rasteira nele que o desgraçado nem vai me ver.”

“Vocês são hilários...”

Eu estava mesmo triste com o que havia acontecido, mas somente de saber que meus amigos estavam do meu lado, eu já me sentia melhor. Essa era minha primeira decepção amorosa pra valer. Havia perdido minha virgindade com esse cara e logo depois ele me deu um pé na bunda para ficar com uma menina da faculdade de medicina dele. Como eu ainda estava no ensino médio, não tinha chance. E nem queria. O infeliz não merecia minhas lágrimas.

Flashback Lola off

Agora os 3 amigos eram estudantes universitários, como haviam se prometido, estudariam na mesma universidade, para não ficarem longe um do outro. Hendery tinha 20 anos e já estava em seu terceiro ano da faculdade de direito, Yangyang cursava o segundo ano de arquitetura, com 19 anos e por influência do amigo, Lola, com apenas 18 anos, era a nova caloura do curso de arquitetura também. Iam juntos para a faculdade e como sempre era, desde o jardim de infância, estavam sempre juntos.

Mesmo com os três já sendo adultos, nunca pararam de um interferir e opinar sobre a vida do outro. Hendery até mesmo havia terminado um namoro porque Lola e Yangyang não gostavam da menina. Já Yangyang nunca havia namorado ninguém sério, apenas se divertia, como ele gostava de falar.

Os três amigos estavam vivendo fases muito felizes de suas vidas, principalmente Hendery.

- Então fechou né gente? Sábado iremos naquele barzinho que eu gosto para comemorar minha promoção? – perguntava para os amigos enquanto voltavam para casa.

- Claro Hendery! Mas verifica se eu posso mesmo entrar, senão teremos que comemorar na sua casa.

- Já vi Lola, pode confiar em mim, vocês dois podem entrar.

- Então legal! Como vamos beber muito para comemorar a promoção do nosso advogado preferido, iremos de táxi, certo? – perguntou Yangyang.

- Com certeza! Não quero voltar de babá de vocês dois, quero beber minha efetivação no escritório!

Eles estavam muito felizes, Hendery era estagiário desse escritório desde o primeiro ano de faculdade e devido aos seus esforços e dedicação, havia sido efetivado como um dos advogados titulares do escritório. Era mesmo motivo para comemorarem.

Sábado – 9:00 horas da noite

- Uau... Lola, desde quando você tem esses peitos?? – Hendery perguntava enquanto esperava a amiga sair do banheiro, sentado na cama no quarto da garota.

- Cala a boca Hendery! Que modos são esses?

- Só estou falando... Vai ver só Yangyang, vai querer por a mão pra saber se são de verdade.

- Vocês são dois inúteis – disse a garota revirando os olhos para o mais velho.

- Está linda Lola, eu amo esse vestido jeans em você. Mas que seus peitos estão maiores, isso eles estão.

- Vamos logo! Cadê Yangyang?

- Está na cozinha com sua mãe, comendo bolo de chocolate.

- Ele não engorda de ruim mesmo... Vamos, antes que eu me irrite e desista.

- De jeito nenhum! Não seria comemoração sem minha melhor amiga desse mundo todinho! – o chinês mais velho disse e abraçou a garota ruiva todo desajeitado, fazendo os óculos da menina ficarem tortos em seu rosto. Bem nessa hora Yangyang entra no quarto e vê os dois abraçados e rindo.

- Então é assim? Vão me excluir disso na cara dura? Se vai rolar sexo, eu também quero. – disse com um sorriso travesso no rosto.

- Cala a boca Yangyang! – responderam os dois em uníssono, fazendo Yangyang gargalhar por isso.

- Vamos logo gente, o táxi chegou.

Os três então desceram até a saída da casa de Lola, recebendo mil recomendações da mãe e do padrasto da mais nova. A mãe de Lola gostava e confiava muito nos meninos, mas não custava sempre pedir que cuidassem da garota.

- Por favor meninos, não deixem Lola beber muito, ela é fraca para bebidas e se forem dormir fora, deixem pelo menos um recado no meu celular.

- Fica tranquila mãe, eu te aviso.

- Tia, cuidaremos de Lola como nossa irmã.

- Eu sei Yangyang. E você fica lindo se camiseta amarela! E você Hendery, está mesmo com carinha de advogado com essa camisa azul. Estão todos lindos.... Como cresceram....

- Ai mãe... Não chora agora ok? Beijos!

Entraram no táxi e seguiram para o barzinho que haviam escolhido para a comemoração do Hendery.

Chegaram no local e já estava cheio de pessoas bebendo e dançando, era um local bem animado e com uma música agradável. Escolheram uma mesa alta, com banquetas e logo cada um já tinha uma cerveja em mãos.

- Um brinde ao mais novo advogado do pedaço! – Yangyang ergueu sua garrafa brindando ao mais velho.

- Um brinde! Parabéns Hendery, você merece! – Lola bateu sua garrafa nas garrafas dos amigos.

- E você dois? Começam a estagiar quando? – perguntou Hendery aos mais novos.

- Eu começo o mês que vem e acho que Lola só no próximo ano.

- Exato. Ainda estou me acostumando com a rotina da faculdade, mas estou amando.

- Vocês também logo serão reconhecidos.

Os três ficaram conversando e compartilhando sonhos entre si, nada que fosse segredos para eles, mas amavam esses momentos, por mais que já soubessem de cor os sonhos um do outro. Sabiam os sonhos... Mas nem todos os segredos.

Depois de muitas garrafas de cerveja e até mesmo uma mistura de bebidas, os três amigos já estavam alegres demais, não chegavam estar bêbados descontrolados, mas não estavam em seus estados mais lúcidos. Yangyang, sempre o mais agitado e animado dos três, propôs uma brincadeira. Uma aposta, de quem conseguisse virar mais rápido o copo de whisky. O perdedor, o mais lento no caso, teria que contar um segredo, o segredo mais escondido e macabro que tivesse.

- Whisky Yangyang? Isso é horrível! É claro que eu vou perder.... E eu não tenho segredos que vocês dois não saibam!

- Sempre tem Lola! Você por exemplo não nos contou como foi sua saída com o cara da engenharia. – falou Hendery.

- Não vou falar!

- Vai sim! Se esse for seu segredo mais macabro,queremos saber! – falou Yangyang.

- Ok... Vamos lá! Mas vamos pedir a mesma dose para nós três, nada de trapacear em!

Seguiram até o bar e pediram três doses exatamente iguais de whisky e pediram para o barman ver quem seria o perdedor.

Mas tinha um detalhe nisso tudo. Yangyang, o amigo que havia inventado a brincadeira, já tinha a clara intenção de ser o perdedor...pois o segredo que ele tinha, esperava há tempos para conseguir compartilhar com seus amigos. Essa aposta era apenas uma desculpa.

Beberam juntos e como já era de se esperar, Yangyang foi o perdedor.

- Eu não acredito que bebi mais rápido que você Yang???? – Lola estava admirada, ela detestava o gosto amargo do whisky.

- Eu acho que engasguei,não sei... Enfim, perdi... – o sorriso de Yangyang não era exatamente de um perdedor...

- Então vai, compartilhe agora seu segredo mais bizarro – falou Hendery, rindo da desgraça do melhor amigo.

- Ok... Irei compartilhar,mas vamos até nossa mesa, não quero aqui.

Foram os 3 até a mesa onde estavam anteriormente e ficaram esperando Yangyang começar a falar.

- Eu tenho um segredo, na verdade é um desejo, mas que eu só conseguiria realizar se vocês dois topassem – Yangyang começou a falar, olhando para seus amigos, com um sorriso malicioso em seus lábios desenhados.

- Desejo? Que envolve nós dois? Como assim Yangyang?? – Hendery perguntou um tanto curioso, um tanto desconfiado. Nenhum dos dois tinha ideia do que o alemão de ascendência alemã falava.

- Exato. Na verdade, principalmente Lola, mas como desde sempre fazemos tudo juntos, você teria que estar junto. Nossa promessa, fazer e compartilhar tudo.

Lola sentiu um leve arrepio devido as palavras de seu melhor amigo. Ela não sabia do que se tratava, mas tinha certeza de uma coisa. Os olhos do Yangyang brilhavam de forma completamente desconhecida para si.

- Como assim Yang? Fala logo, que segredo, desejo, que isso que envolve a mim e o Hendery? – a jovem ruiva estava impaciente em seu lugar.

- Lola – Yangyang se aproximou ainda mais de seus amigos, falando baixinho e olhando fixamente para os olhos atentos de sua amiga – não quero que me entenda mal, que ache que sou louco ou que estou perdendo o juízo. Mas eu sempre fui louco para... Para ter você, para provar você... Mas Hendery teria que estar junto.

Lola não entendeu o que o amigo de longa data disse, ou pelo menos não quis acreditar. Hendery tinhas seus olhos, naturalmente grandes, ainda mais abertos. Yangyang ainda mantinha seu sorriso malicioso em seu rosto, não demonstrando nenhum tipo de arrependimento ou de que fosse alguma piada, como as que costumava fazer. O primeiro a falar foi Hendery.

- Yangyang...eu acho que não entendi direito...

- Entendeu sim, é isso mesmo KunHang, eu, Lola e você. Uma noite inteira... – nesse momento Hendery ficou mudo e Lola explodiu em risadas, afinal, seu amigo não podia estar falando sério.

- Você se drogou antes de sair de casa Yangyang? Porque se isso não for uma piada muito da sem graça, só pode ser efeito de drogas. – Lola falou tentando descobrir algum vestígio de que aquilo era mesmo uma piada.

- Sabe que não uso drogas Lola, não estou brincando, nem fazendo piada, muito menos enlouquecendo. É isso mesmo que vocês ouviram. Eu sempre quis transar com você, mas nunca tive coragem de falar, de propor, de chegar em você. A oportunidade surgiu hoje e como sempre fazemos tudo juntos, nada mais justo que ter Hendery nessa loucura.

- Mas... Nós somos amigos, melhores amigos... Como irmãos. Você por acaso... Está apaixonado por mim? – o pavor na voz de Lola fez Yangyang ficar sério. Ele não queria assustar sua amiga, era apenas sexo, não deveria causar medo nem pavor.

- Por favor Lola, para de agir como se o que eu acabei de falar fosse algo como um crime. Eu não estou apaixonado por você, isso não, senão eu já teria falado e jamais iria propor de Hendery participar, eu não sou tao doente assim. Eu só sinto desejo, muito desejo... Sempre quis te sentir, acho que desde que comecei a te enxergar como mulher... Desde que você contou para mim sobre sua primeira vez, eu me imagino te fazendo minha.

Lola não estava conseguindo alinhar seus pensamentos, para ela, tudo parecia surreal demais. Hendery estava em silêncio, olhando de Yangyang para Lola, como se tentasse absorver tudo o que ouvia.

A ruiva se levantou sem falar nada e foi para o banheiro feminino. Precisava urgentemente esfriar a cabeça, seu amigo só podia estar ficando louco.

Na mesa, os dois jovens chineses ficaram um tempo em silêncio, até que Hendery falou.

- Cara, que loucura é essa? É sério isso? – Hendery perguntava sério, seu típico sorriso escancarado não estava presente

- Sério. Eu quero provar a Lola, quero saber qual a sensação de estar dentro dela. Parece loucura, parece insano, mas sabe quando você deseja muito algo? É exatamente isso que eu sinto e cara... Você é meu melhor amigo, assim como ela e gostaria muito de compartilhar esse momento com você.

- Eu nunca fiz isso...

- Nem eu e tenho certeza que nem ela.

- Eu não quero você me tocando, sabe muito bem que eu não sou gay. – dizia erguendo as mãos, como se somente essa ideia lhe causasse repulsa.

- Credo Hendery, eu também não! Quero a Lola, não você. Mas espera.... Significa que você aceita? – os olhos de Yangyang brilhavam intensamente.

- Topo. Sempre senti uma fissura pela Lola também... Vai ser interessante. Só precisamos convencer ela, pois nossa casa hoje vai estar vazia. – falou o mais velho.

Seria a oportunidade perfeita. Os pais de Hendery haviam ido viajar, a casa seria apenas deles pelo final de semana todo.

Ambos os amigos poderiam colocar a culpa na bebida, na euforia do momento, mas no fundo, sabiam que era isso o que sentiam há bastante tempo... Os dois, por mais que tratassem Lola como uma irmã, por mais que realmente fossem apenas amigos, era inegável o desejo e a atração que sentiam pela bela garota ruiva de pele morena.

Enquanto isso no banheiro, a jovem tentava clarear sua mente, pensando nas palavras que tinha ouvido a pouco tempo. Yangyang era como seu irmão, mas não era seu irmão... Era seu amigo e antes de qualquer coisa, era homem. Ela o vira crescer, se desenvolver, virar um lindo rapaz de olhos brilhantes e sorriso aberto. Ela conhecia seu coração bondoso, ele jamais faria mal nenhum a ela. E tinha Hendery... O príncipe Hendery... Sentia o mesmo pelo chinês mais velho de alma brilhante e jeito infantil, ela conhecia muito bem os dois rapazes, assim como eles também a conheciam...

Seria loucura demais ela assumir que havia ficado tentada? Seria loucura admitir que já havia sonhado mais de uma vez com os lábios grossos de Yangyang em seu corpo e com as mãos firmes de Hendery lhe tocando?

Lola jogou uma água no rosto e voltou para a mesa, não encontrado os dois amigos. A princípio ficou confusa, onde eles estariam? Mas então olhou para a pequena pista de dança e teve sua resposta. Hendery e Yangyang dançavam juntos, entorno de uma cadeira, com passos sensuais e provocativos, chamando a atenção de todos ao redor. Não era nada vulgar ou sexy demais, mas era sensual, passos abusados e sincronizados. Hendery ondulava seu corpo junto aonde Yangyang, arrancando assobios de todos que os observavam. Lola sorriu ao ver a cumplicidade e química dos dois amigos. Era claro! Isso sempre existiu.. mas estava faltando algo ali... Uma peça, a peça fundamental. Ela.

Lola sorriu abertamente quando os olhos dos dois amigos se encontraram com o dela e no mesmo ritmo da dança, Lola foi se aproximando de onde os dois dançavam, rebolando seu corpo na mesma batida, afinal, a química era entre os três, sempre foi, como peças que se completam.

Dançaram os três, juntos e em perfeita sincronia, arrancando aplausos de todos. No final da dança, num abraço triplo e cheio de cumplicidade, Lola olhou nos olhos de Yangyang e Hendery e falou o que eles queriam ouvir.

- Vamos! Se isso vai mesmo acontecer, que seja inesquecível e que seja já! Eu topo.

Os três sorriram, a felicidade e a certeza do que estavam prestes a fazer era a maior evidência de toda essa loucura. Se isso tinha que acontecer,nada melhor do que entre os melhores amigos desse mundo.

Pegaram o primeiro táxi que parou e seguiram em silêncio rumo a casa de Hendery e agora, de Yangyang.

Durante o trajeto, cada um com seus pensamentos. Yangyang tinha a certeza do que queria e de como faria, desejava há muito tempo isso, já tinha imaginado em sua cabeça milhões de vezes essa situação. Hendery ainda tinham em seu corpo a adrenalina correndo solta por ter aceitado essa insanidade. Ele tinha mesmo que admitir, se sentia atraído por Lola, mas não tinha ideia de como fariam isso dar certo. Como fariam o clima acontecer? Não dava para simplesmente cada um tirar sua roupa e começarem a se pegar, como se já tivessem feito isso.

Lola por sua vez sentia uma excitação muito grande, uma mistura de risco, adrenalina, curiosidade, desejo e medo. Sabia bem que a amizade deles permaneceria intacta, isso era indestrutível. Mas como seria depois? Fariam isso mais vezes? Fingiram que nada havia acontecido? Falariam disso depois normalmente? Ela queria, mas não tinha ideia de como faria e de como seria o depois.

Chegaram na casa da família de Hendery e em poucos minutos os três estavam em pé, no meio da sala, um olhando para cara do outro, sem saber o que fazer, por onde começar.

- Vou pegar cerveja para nós três. – disse Hendery e indo até a cozinha, voltando rapidamente com as garrafas nas mãos.

Cada um abriu a sua cerveja e tomaram um longo gole. Yangyang foi o primeiro a falar depois de um silêncio constrangedor.

- Parece estranho isso, e não quero que seja automático, sem emoção, sem tesão. Senão não vai ser prazeroso para nenhum de nós. Se a gente vai mesmo fazer isso, precisamos nos entregar e fazer com que o clima fique de acordo.

- Yang, e como você sugere isso? Nós nunca nem nos beijamos! No máximo dei um selinho em Hendery quando eu tinha 8 anos de idade!

- É isso! - Gritou o mais velho, se lembrando de quando Lola teve que dar um selinho nele por causa de um jogo que eles estavam fazendo, e como castigo, ela teve que beijar o amigo.

- O que? – perguntaram juntos, Lola e Yangyang.

- Vamos fazer um jogo. Como verdade ou desafio. Mas um pouco diferente, já que sabemos praticamente tudo um do outro. Vamos fazer assim. Quem fizer a pergunta precisa perguntar algo relacionado a sexo, como o que já fez ou o que tem vontade de fazer. Essa é a verdade. Se escolher desafio, também precisa ser relacionado ao sexo. Topam?

Os três se olharam e então Lola foi quem falou.

- Vamos para o quarto de vocês. Tragam uma garrafa vazia e não me façam me arrepender disso ou eu mato os dois.

Hendery e Yangyang deram um toque de mãos, comemorando a atitude corajosa da melhor amiga.

Entraram no quarto que os meninos dividiam e logo se sentaram no chão, posicionando a garrafa vazia bem no meio. Jogaram pedra, papel e tesoura e Yangyang girou a garrafa pela primeira vez. Hendery perguntava e Yangyang tinha que responder.

- Verdade ou desafio?

- Verdade!

- Já se tocou pensando na Lola? – Yangyang gargalhou com a pergunta do melhor amigo. Lola corou com isso, mas não tinha como negar que havia ficado curiosa.

- Muitas vezes... principalmente quando ela usa calças justas e camisetas grandes demais para seu corpo, como se quisesse tampar alguma coisa. – respondeu Yangyang olhando fixamente para sua amiga. Ele girou a garrafa e caiu para Lola perguntar e Hendery.

- Verdade ou desafio?

- Verdade.

-Yangyang já disse que sempre quis transar comigo, mas e você? Aceitou isso porque? Solidariedade, curiosidade ou desejo?

- Principalmente desejo, sempre senti atração por você, mas nunca quis falar nada. Aceitei pelo desejo e também pela curiosidade. – Lola girou a garrafa e caiu para Yangyang perguntar para ela.

- Verdade ou desafio?

- Verdade.

- Do que você gosta no sexo?

- Putz...tem como trocar? – perguntou Lola querendo mudar sua resposta.

- Não. Precisa responder a verdade. – disse Yangyang completamente afoito.

- Ok... Vocês sabem que eu só tive relações com dois caras né? Não é como se eu soubesse muitas coisas.... Mas eu gosto que me excitem, com toques carinhosos, gosto que me provoquem de mansinho, mas que na hora H, sejam rudes comigo, não no sentido de machucar, mas no sentido de ser intenso.

Lola olhou para seus dois amigos e eles a olhavam atentos, um brilho intenso nos olhos dos dois. O clima estava mudando e isso era muito bom.

Lola girou a garrafa e caiu para Hendery perguntar a Lola, fazendo a jovem revirar os olhos e rir de nervoso.

- Verdade ou desafio?

- Desafio! – Hendery sorriu perversamente, deixando Lola com medo de seu sorriso sinistro.

- Te desafio a fazer um striptease para nós dois, ficando apenas com a calcinha e sutiã.

- Poxa Hendery! Facilita!

- Você escolheu desafio e sinceramente? Se a gente vai transar, precisamos ficar sem roupa. Se quiser eu coloco uma música.

- Então vai, algo sensual pelo menos, não aquelas batidas estranhas que você ouve.

Hendery ajustou em sua caixinha de som Crazy Love, recebendo um sorriso de lado da ruiva. Lola ficou na frente dos dois amigos e começou a se mexer no ritmo da música, um tanto tímida e desajeitada, mas aos poucos ia ganhando mais confiança, se mexendo mais sensualmente.

Hendery e Yangyang estavam hipnotizados, apoiados em suas mãos, olhando atentos cada movimento de sua amiga. Lola ficou de costas para eles e olhando por cima do ombro inciou tirando seus óculos, depois seu coturno de couro, restando apenas o vestido jeans, cheio de botões na parte da frente.

A jovem se virou e enquanto mexia os quadris de um lado para o outro, começou a desabotoar seu vestido, botão por botão. Suas mãos tremiam e em sua testa já era possível ver algumas gotículas de suor, fechou seus olhos para que se sentisse mais confiante. Ela estava visivelmente nervosa, mas iria até o fim.

Quando finalmente ficou apenas de calcinha e sutiã, abriu seus olhos e encarou seus dois amigos, ambos de boca aberta e com suas respirações descompassadas.

- Pronto gente. Acabei. – falou e se sentou em seu lugar, tomando um generoso gole de sua cerveja e girando a garrafa. Por sorte, caiu para Lola perguntar para Yangyang.

- Verdade ou desafio?

Yangyang tinha gostado disso de desafio e teve a certeza que se continuassem assim, logo estariam os três deitados na cama daquele quarto.

- Desafio! – respondeu e seus olhos tinham aquele brilho safado ainda mais intenso.

- Ótimo. Desafio você a tentar me seduzir, sem me tocar.

Droga. Yangyang não era bom nisso, ele era tudo, menos um cara sedutor. Mas Hendery era. E ele teve uma ideia. Ligou na música que tocava anteriormente e ficou em pé, puxando Hendery pela mão.

- Vem, me ajuda – disse ao amigo e Hendery entendeu o que ele queria, ficando em pé.

Ambos começaram a dançar igual dançavam no barzinho, com seus corpos bem juntos, com Hendery ondulando nas costas de Yangyang. A princípio Lola estava rindo, mas sua risada seu lugar a admiração e desejo no momento que Yangyang retirou sua camiseta amarela e jogou o boné para o lado, ficando apenas com a calça preta rasgada nos joelhos. Lola já tinha visto o corpo dos amigos sem roupa várias vezes, quando iam em clubes de piscina ou na praia, mas ver daquela forma, era completamente diferente. Yangyang ainda tinha corpo de adolescente, esguio e sem muita definição, porém isso era compensado pela sua expressão forte e muito enigmática.

Hendery imitou o amigo e acabou retirando sua camisa, ficando com o jeans claro apenas. Seu corpo, mais forte e definido que o do mais novo, era mesmo lindo, e Lola não sabia se era efeito do álcool ou daquele clima sensual, mas o chinês de cabelos pretos e sorriso perfeito, estava ainda mais lindo naquela noite.

Os dois continuaram dançando assim, apenas de calça, fazendo movimentos sensuais e lançando olhares maliciosos para a ruiva que os olhava atentamente.

No final da música, os dois se sentaram e Lola foi quem falou.

- Onde vocês aprenderam a dançar assim? Que isso... Não sabia desse talento.

- Tem muita coisa que você ainda não sabe da gente Lola... – disse Yangyang.

- Nem vem, capaz de eu saber mais sobre vocês dois do que a própria mãe de vocês. Sei inclusive sobre os pensamentos de vocês. – disse desafiadora, achando graça dos dois amigos.

- Duvido! – falou Yangyang rindo e chegando mais perto de Lola. - Então tenta saber o que estou prestes a fazer agora.

Lola ficou olhando diretamente nos olhos do amigo, um pouco assustada com a proximidade dele, mas não o afastou, deixou que Yangyang fizesse o que iria fazer. Lola se distraiu com a risada de Hendery, que os observava muito atento e mal percebeu quando Yangyang se ajoelhou a centímetros dela.

- Vou te seduzir, sem te tocar... Com as mãos...

Yangyang aproximou-se ainda mais da ruiva e automaticamente ela fechou seus olhos, sentindo os lábios do garoto roçando sua pele, que pouco a pouco ficava quente como fogo. O menino apenas passava seus lábios cheios e bem desenhados pela pele da morena, como se estivesse fazendo uma carícia suave, passando pelo pescoço, ombros e descendo pelo colo. Lola sentia arrepios e formigamento, uma sensação de quentura invadia seu interior e aos poucos aquecia de forma surpreendente sua pele. Yangyang não estava tocando em Lola, era apenas seus lábios a provocando. O garoto percebeu que sua amiga estava gostando daquela carícia e decidiu ser mais abusado, passando propositalmente seus lábios por cima do algodão fino do sutiã, sentindo o mamilo rígido da amiga, fazendo Lola deixar escapar um gemidinho contido da garganta.

- Gosta disso? – perguntou o alemão.

- Uhum – respondeu com um grunhido, sem coragem suficiente para abrir seus olhos.

- E disso? – perguntou e mordeu o mamilo, que despontava exibido sob o tecido.

- Ahh...s-sim, gosto...

Lola permanecia com os olhos fechados, portanto não viu quando Yangyang fez um sinal, chamando Hendery para que ficasse ao seu lado e fizesse o mesmo que ele.

- Lola? – chamou Yangyang.

- Hum?

- Confia em mim? No Hendery?

- Completamente...

- Então permaneça de olhos fechados. Ok?

- Ok.

Com um sinal, ambos os rapazes aproximaram seus lábios dos seios cobertos da ruiva, mordiscando e umedecendo o tecido com suas línguas quentes, fazendo Lola se sobressaltar e abrir os olhos, vendo os rostos de ambos abaixados, junto ao seu colo, com suas línguas circulando em sincronia seus mamilos. Aquela cena foi o suficiente para deixar a garota completamente excitada, ela nunca havia imaginado que apenas isso seria necessário para que desejasse urgentemente seus amigos a possuindo.

Deixou que seus gemidinhos saíssem livres, não tinha porque segura-los. Ainda não tinha sentido as mãos dos meninos em sei corpo e resolveu pedir por isso.

- Me toquem....

Não pensaram nem por um segundo, ambos levando suas mãos ansiosas diretamente para o corpo da amiga. Yangyang tratou de retirar rapidamente o sutiã da garota, tocando seus seios com ambas as mãos, sentindo a maciez de sua pele, excitando e provocando a mais nova. Hendery por sua vez massageava as coxas de Lola, apalpando a carne, chegando perigosamente perto da virilha da menina, quase tocando o tecido fino da calcinha.

- Separe um pouco suas pernas Lola – pediu Hendery, sendo obedecido quase que instantaneamente pela menina.

Lola alternava seus olhos das mãos de Yangyang, apertando e estimulando seus mamilos, das mãos de Hendery, uma delas em sua coxa e a outra afastando o tecido da calcinha e tocando sua intimidade, já completamente molhada.

Yangyang vendo a entrega da jovem às carícias que ambos faziam, acabou se ligando que ainda não haviam beijado ela. Ele quis ser o primeiro, juntando seus lábios, num beijo cheio de desejo, sentindo e provando da boca de Lola, a boca que ele sempre desejou beijar. Logo que apartou o beijo, Hendery repetiu o gesto do amigo, beijando Lola em igual intensidade e desejo, desenhado os lábios da morena com a ponta de sua língua, levando a menina a loucura com os toques de seus dedos em sua intimidade.

Quando separou o beijo, Lola seria seu corpo mole e foi lentamente se deitando no chão, porém sendo impedida pelos garotos.

- Não Lola, na cama – disse Yangyang, se colocando em pé e puxando a menina pela mão, com a ajuda de Hendery.

Quando se aproximaram de uma das camas de solteiro que havia ali no quarto, Hendery se sentou, puxando Lola para que ficasse na sua frente e retirando sua calcinha, deixando a jovem completamente nua. Com o seu típico sorriso no rosto, aproximou sua boca do ventre de Lola, distribuindo beijos por toda a região, enquanto Yangyang se aproximava pelas costas, beijando seus ombros e apertando sua cintura e quadris.

- Isso é injusto... – disse Lola, deitando sua cabeça no ombro de Yangyang, ofegando pelos toques de suas mãos e pelos beijos de Hendery – vocês estão me tocando e me deixando louca e ainda estão de calça. Eu quero tirar, dos dois.

Como sempre, agitados demais, afoitos demais, ambos os rapazes ficaram em pé e guiaram Lola para que se sentasse, na frente deles, com seus sorrisos maliciosos, seus jeitos de moleques travessos, seus olhos brilhantes demais.

Não foi preciso dizer nada, Lola sorriu tão maliciosa quanto eles e iniciou uma massagem simultânea nas coxas dos meninos, cada mão em uma perna. Após um tempo, levou suas delicadas mãos até o cós da calça de Hendery, retirando seu cinto, desabotoando sua calça e fazendo o tecido descer, junto de sua Boxer branca até o chão. Olhando em seus olhos escuros sem se desviar, segurou o membro do mais velho, completamente ereto, massageando em movimentos de vai vem, fazendo o chinês gemer rouco e jogar sua cabeça para trás. Após um tempo, repetiu o ato com Yangyang, retirando sua calça e Boxer preta de uma só vez, segurando a ereção do garoto e massageado de igual forma, ouvindo também gemidinhos contidos do alemão.

Enquanto Lola tocava Yangyang, Hendery a beijou, tocado seus seios e coxas, sentindo seu corpo clamando por toques mais intensos. O mais velho e também mais experiente dos três, decidiu que não seguiria roteiro ou sequência, ele precisava tocar a mulher a sua frente com mais intensidade, assim como também queria senti-la por inteiro.

Apartou o beijo e foi empurrando o corpo de Lola para que deitasse na cama, distribuindo beijos por todo seu pescoço, sugando seus seios, beijando seu ventre com desejo, ao mesmo tempo que Lola permanecia tocando Yangyang, que agora estava com um dos joelhos apoiados na cama, facilitando para que Lola continuasse com seus toques.

Hendery desceu seus beijos, espaçando as pernas da jovem, se posicionando entre elas e baixando sua cabeça até sua intimidade, provando de Lola, sentindo seu sabor e arrancando gemidos manhosos da amiga.

- Lola... Eu quero sentir sua boca em mim. – Yangyang era ansioso demais, não conseguia esperar seu momento, ele queria agora.

Hendery parou de chupar a menina e a ergueu, deixando seu corpo numa posição meio abaixada, apoiada nos joelhos e assim, pode voltar a provar da garota, no mesmo momento que ela engolia por inteiro a ereção do mais jovem dos rapazes.

Não foi preciso muito tempo e Lola chegou ao seu limite pelos toques de Hendery, fartando o rapaz de seu sabor.

- Troque comigo Hendery... Eu vou acabar gozando antes da hora – pediu Yangyang, retirando seu membro da boca da menina e se posicionando atras do corpo da jovem.

Hendery viu Yangyang afoito para penetrar Lola e rapidamente o impediu.

- Tome, camisinha. – pegou o pacotinho que estava em cima do criado mudo e jogou para o mais novo.

Yangyang estava sedento de tesão pela menina e não foi nenhum pouco delicado ao penetrar seu corpo, segurando em seus quadris e indo fundo em seu corpo, arrancando um gemido alto da garganta da melhor amiga. Hendery segurou nos cabelos ruivos de Lola e guiou seu membro na boca dela, fazendo a mesma abafar seus gemidos enquanto ele estocava com força sua boca.

O corpo de Lola ainda estava sensível pelo seu orgasmo e por isso, contraia seu interior a cada investida de Yangyang, deixando o garoto louco por isso.

- De novo Lola.... Aperta de novo para mim... Engula meu pau dessa forma de novo....

A cada nova investida, Yangyang ficava mais perto de seu limite, estocando forte contra o corpo da jovem, segurando sua cintura e esquecendo completamente de ser delicado ou carinhoso. Lola apertava seu interior na mesma intensidade que sugava o membro de Hendery. O clima que os três amigos criaram era completamente sensual, o cheiro de sexo deixava tudo mais inebriante, nenhum resquício de timidez havia mais ali.

E como se os dois amigos tivessem combinado, como em tudo o que faziam nessa vida desde sempre, os dois rapazes gozaram juntos, Yangyang e Hendery gemendo juntos o nome de Lola num grunhido sensual. Enquanto o mais novo estocava devagar, curtindo os espasmos de seu orgasmo, Lola sugava até a última gota do prazer de Hendery, fazendo quase que instantaneamente o mais velho ficar excitado, de novo.

- Se eu soubesse que seria tão bom, eu mesmo já tinha feito essa proposta – falou Hendery, aproveitando de seu orgasmo, segurando os cabelos ruivos de Lola em suas mãos.

Yangyang se retirou do corpo de Lola ao mesmo tempo que Hendery retirou seu membro, já ereto novamente, dos lábios da jovem.

- Deite Lola, eu quero provar você como sempre desejei. – disse Yangyang, ajudando a garota se deitar e abrindo suas pernas, beijando suas coxas fartas e seguindo até sua língua encontrar seu clitóris, beijando e sugando aquele ponto sensível.

Lola já estava ficando exausta, gemia descontrolada, segurando os lençóis abaixo de si com força. Yangyang era jovem e não possuía tanta experiência como Hendery, mas estava se mostrando completamente hábil em lhe proporcionar prazer. Hendery não queria apenas olhar e começou a beijar e mordiscar os seios da garota, apertando com vontade seu corpo e seus seios, enquanto Yangyang fazia seu orgasmo ficar cada vez mais próximo.

Yangyang juntou dois de seus dedos a brincadeira, estimando Lola até novamente a seu limite.

Mesmo com o corpo da jovem ainda sensível e trêmulo, os amigos não pensavam em parar, ainda queriam mais. Trocaram de lugar e rapidamente Hendery colocou um preservativo e investiu forte contra o corpo de Lola, sentindo seu aperto e gemendo arrastado por isso. Lola arranhava as costas de Hendery e chamava por seu nome, enquanto ele estocava e beijava seu pescoço.

- Mais forte Hendery... Mais...

- deus.... Você é mais gostosa que eu imaginava... mais que droga Lola... Eu vou gozar de novo assim.....- dizia Hendery, aumentando seu ritmo.

Yangyang se aproximou e beijou os lábios de Lola e pediu para a garota.

- Quero gozar na sua boca Lola... – pediu Yangyang.

O mais novo dos meninos se ajoelhou na cama e guiou seu membro até a boca de Lola, estocando sem delicadeza seus lábios. Seus dedos estavam embrenhados nos cabelos ruivos, comandando a velocidade e intensidade de suas estocadas. Hendery estava enlouquecido, ajoelhado e segurando as pernas da garota no alto, indo cada vez mais fundo em seu corpo.

Novamente, sincronizados, os três dessa vez, atingiram seus limites, gemendo em uníssono, chamando nomes com palavras desconexas, palavrões e grunhidos se misturavam, assim como seus fluidos.

Os três caíram exaustos na pequena cama de solteiro, embolados e ofegantes. Ficaram um bom tempo em silêncio, aproveitando a adrenalina que pouco a pouco ia baixando. Yangyang foi o primeiro a falar.

- Vamos tomar banho! Estamos horríveis e não vou dormir com vocês dois cheirando sexo.

- Você está todo suado e está dizendo o que? Precisa de banho também! – completou Hendery.

- Eu não acredito nisso... Eu não vou tomar banho com vocês.

- Vai sim! Nós três. Acabamos de foder gostosinho, vamos tomar banho gostosinho também. Eu lavo as costas do Hendery e você lava a minha.. – falou Yangyang recebendo um soco do amigo em seu braço.

- E quem lava a minha?

- Eu – disse Hendery.

- Fechado!

Seguiram os três para o chuveiro, mais brincaram do que tomaram banho, mas no final estavam os três limpos novamente e prontos para dormir.

- Preciso avisar minha mãe – falou Lola.

- Deixa que eu ligo para ela e invento uma desculpa – disse Hendery.

- Ok.

- Alô, tia? Então, Lola vai dormir aqui em casa, estamos jogando video game.... Não não, ela não está bêbada, está jogando com o Yang.... Sim, ela jantou, pode deixar tia, amanhã levamos ela cedo... Ah, vai ter panqueca! Então combinado, almoçamos todos juntos amanhã. Tchau tia.

- Sua mãe vai fazer panqueca amanhã e vamos almoçar lá – falou Hendery, sorrindo e desligando o telefone.

- Jogando video game? Tinha desculpa melhor não? – falou Lola

- Queria que ele falasse o que? “Tia acabamos de foder gostoso, eu, Yang e Lola, e por estarmos cansados, vamos dormir abraçados, nos três.” Me poupe Lola, não é a primeira vez que você dorme aqui. O que aconteceu, aconteceu, nada mudou o que somos. É como uma partida de video game. Podemos repetir, mas ninguém precisa saber as fases do jogo. Sacou? – falou Yangyang, beijando a bochecha da amiga.

- Saquei....

Então, como se o que tivessem acabado de fazer fosse algo muito comum, juntaram as camas de solteiro e deitaram os três, Lola no meio, e de mãos dadas, como faziam desde crianças, adormeceram, felizes e agora ainda mais unidos.

Os dias se passaram e nada havia mudado. Ou quase nada pelo menos. Ainda eram cúmplices e melhores amigos, ainda compartilhavam tudo, ainda iam juntos para a faculdade, ainda passavam horas jogando e conversando, ainda eram os mesmos. Com uma diferença.... Yangyang e Hendery agora que tinham provado de Lola, queriam sempre repetir a dose... Seu sabor, conforme definição deles, era viciante.... E Lola...havia amado ser provada daquela maneira.


Notas Finais


E então??? Curtiram?

Lá vai alguns avisos.

1- Não esqueci os bônus dos imagines e nem o bônus do Kun. Irei fazer todos. Mas estória é assim, preciso da inspiração do momento. Confiem em mim, eu não deixo nada para trás.
2- Tem bastante pedido para ser atendido, irei fazer todos! Juro juradinho, mas como eu falei dos bônus, o caso aqui é o mesmo. Inspiração. Todos sairão!
3-Gosto sempre de ter duas longs fics juntas, quem me acompanha sabe que costumo fazer isso. Então.... Ainda essa semana postarei o primeira capítulo de uma long que irá acompanhar a fic do Lucas. Aguardem as novidades!

Pedidos, plots e reclamações são sempre bem vindas. Assim como puxões de orelha. Podem cobrar a vontade, Oi Camille... (Posso falar pq você me acompanha desde a primeira estória heheheh sou íntima 🤣😘)

Obrigada pessoas lindas!


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