História My Selfish Little Monster - Capítulo 2


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Categorias Eddsworld
Personagens Edd, Matt, Patryk, Paul ter Voorde, Tom, Tord
Tags Tomtord
Visualizações 39
Palavras 1.189
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui estou eu novamente!
Espero que gostem! :)

Capítulo 2 - Resiliência


Thomas olhava pela janela do carro, não havia trocado uma só palavra com o homem sentado ao seu lado, gostaria de falar algo, mas a presença daquele homem em si já era aterrorizante para o garoto, com esses pensamentos, a carta que estava em suas mão foi amassada, talvez fosse a frustração sem motivo.

A paisagem cinza mudava conforme o carro andava, pinheiros de diferentes tamanhos era acrescentados na visão estendida do garoto, um lago enorme e, aparentemente, fundo, era, realmente, uma bela paisagem de se ver. De longe Thomas observava a grande construção acinzentada e coberta por ramificações, camuflando a construção na paisagem, a primeira coisa que Thomas havia reparado na tal construção era, o fato de não haver janelas. Se sentiria em uma prisão em um lugar daqueles. A quantidade de pinheiros diminuía gradualmente se chegava perto da tal construção, cabanas eram montadas do lado de fora do lugar, soldados andavam armados em volta do local, Thomas se encolhera na cadeira, aquele homem certamente era um militar, Tord, Tord era amigo de seus pais, porque alguém que carrega armas consigo seria amigo de seus pais, apesar que era mais que óbvio que Thomas sabia que seu pai mantinha uma espingarda no quarto dele, mas esse caso não tinha passado em sua cabeça, por ser simplesmente insignificante.

O carro parou bruscamente em frente a construção, Tord abriu a porta de seu lado do carro e saiu, Thomas aprendera que não se deve sair do carro se não deixarem, e assim fez, Tom olhava Tord acender um charuto, achava o fumo desnecessário, mas nunca iria admitir que naquele momento havia sido belo ver o homem tragar o charuto. Tord olhou o garoto de olhos negros, não era um belo sorriso de se ver, era daqueles sorrisos que você espera algo ruim logo depois. Tord abre a porta do carro para Thomas, que não avia se mexido ainda. O homem bufou.

“Não sabe tirar o cinto, pirralho?” Tord segura o charuto entre os lábios e solta o cinto de Thomas “Venha, criança, saia do carro, ou você pode ficar do lado de fora!” Tord riu, Thomas saiu do carro as pressas, com as bochechas rosadas de raiva, por ser chamado de pirralho e pelo simples fato de sua dignidade infantil ter sido esmagada quando o homem a sua frente soltar o seu cinto, como se o mesmo fosse uma criança, na opinião de Thomas, já estava bem grandinho “Olhe bem essa paisagem, pequeno Tom, essa vai ser a última paisagem que vera em um bom tempo!” Tord tragou o cigarro novamente, soltando a fumaça na cara do garoto, que tossiu em resposta.

Thomas havia ficado confuso, não iria ver o lado de fora da construção por um tempo, não sabia o porque de Tord ter falado isso, talvez fosse pelo fato de não ter janelas, com certeza era isso, pensou Thomas, caminhando ao lado do adulto de tapa olho. Olhava em tudo ao seu redor, reparou que por onde Tord passava os soldados se curvavam para ele. Thomas puxou a ponta da manga do casaco de Tord, chamando a sua atenção.

“Você é um rei?” Thomas perguntou

“Tipo isso, só que melhor!” Tord disse sorrindo e continuando a andar pelos corredores.

Os olhos de Tom brilharam com a curta e arrogante, resposta de Tord. Então, Thomas estava certo, Tord era o rei do local, como nos livros que lia em sua antiga casa. Tord passou um cartão magnético pela grande porta de aço que havia no final do corredor, assim que a porta se abriu, Thomas teve que fechar seus olhos, se sentia em um hospital, enormes corredores, com várias portas, todas as paredes eram da mesma cor branca, como o chão e o teto, a iluminação cegava os olhos de Tom. Tord continuou andando por um dos corredor, como se não tivesse sido atingido pela luminosidade, talvez fosse verdade, por estar acostumado ao local. Tord parou em frente a um elevador, apertando o botão para subir. O silêncio predominava, oque deixava Thomas desconfortável, apesar de gostar do silêncio, Tord entrou no elevador e Tom fora logo atras, Tord ainda fumava o seu charuto que estava no final, o apagando no espelho do elevador e o jogando no chão, Thomas não diria nada, mas estava em uma desordem de respeitar, mas não gostar da personalidade de Tord.

Quinze andares; Destino: Décimo quarto.

“Onde estamos indo?” Thomas pergunta quebrando o maldito silêncio.

“Você vai ficar um tempo no décimo quarto andar, não vá para outro andar… Você não vai querer me ver ficar bravo! Vai?” Tord disse, agora Thomas tinha mais uma restrição, não sairia do prédio, não sairia do décimo quarto andar, logo não sairia de um quarto.

O elevador parou e a porta se abriu. Era um extenso corredor com duas portas a direita e duas a esquerda, e no fim do corredor havia uma porta dupla.

“Sala de tiros, crianças atiram, não? Ala medica, cozinha, biblioteca e seu quarto! -Tord disse apontando para cada porta respectivamente, portas da esquerda, da direita e porta ao fim do corredor. Tord se virou pata Thomas e se ajoelhou em frente a ele, ficando de sua altura. “Estou fazendo algo por você agora. Um dia, eu vou precisar que faça algo por mim, não agora, um dia, em um futuro distante. Te darei tudo que tiver ao meu alcance, desde que esteja dentro da restrições!” Levantou um dedo “Não vai sair do prédio, não vai sair desse andar sem a minha permissão, eu mando, somente eu e por último, não me dê problemas! Tord disse bagunçando os cabelos de Thomas, se Thomas tivesse prestado atenção, teria visto um pequeno sorriso no lábios de Tord, mas não havia prestado atenção, apenas olhava para os seus sapatos chiques.

Tord levou Thomas até a última porta, a abrindo para o menor. O quarto, diferente do resto dos lugares, tinha o chão de madeira e as paredes com um papel de parede azul listrado. Havia uma mulher no local, com a mesma roupa que os empregados de sua casa usavam, um vestido longo preto, com a gola branca e acompanhada de um laço vermelho. A mulher se curvou e logo voltou a postura inicial, seus olhos eram castanhos, igualmente ao seus cabelos e em sua face permanecia um belo sorriso estampado.

“Essa é Ellys, qualquer coisa que você quiser ganhar peça para ela, te vejo depois, criança…” Tord disse deixando o quarto.

“Olá, senhor!” Ellys disse se curvando.

“Você pode me chama apenas de Thomas, é melhor!” Thomas falou andando pelo quarto, o lustre acima da cama era num tom confortante de dourado, o garoto sentiria falta das janelas, se jogou na cama e encarou o teto, acima da porta havia um ar-condicionado acoplado a um aquecedor. Thomas não sabia se seria útil em um lugar onde não há janelas, não saberia também se chovia, nevava, ou era um belo dia de sol, não saberia se era dia ou noite, não saberia nada do lado de fora, mas não sabia se realmente iria querer saber, como sempre se acostuma com a coisas, afinal, Thomas era resiliente.


Notas Finais


Ficarei grata se apontarem (caso haja) erros de ortografia ou frase incoerente . ^^


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