História My Serial Killer - Capítulo 1


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Palavras 874
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa está penas no início, espero que gostem

Desculpem a sinopse bosta, mas a história tá legal....

Capítulo 1 - Capítulo 1


P.O.V CAMILA

Eu - Droga - Exclamo batendo a mão na mesa com força.

Dinah - O que houve, Walz ? - diz assim que entra em minha sala.

Eu - Não era aquele maldito bastardo - digo com raiva.

Dinah - Você pegou pesado com ele - diz com as sombracelhas arqueadas.

Eu - Ele era um maldito sádico e estuprador, fiz um bem a humanidade matando aquele infeliz - jogo a cabeça para trás encostando no encosto da cadeira.

Dinah - Isso eu não discordo - diz apontando o dedo em minha direção.

Eu - Eu procurei em todo lugar, em todo o maldito lugar dessa cidade, Dinah - falo me levantando e andando até o quadro de anotações na minha sala.

Dinah - Talvez a pessoa que matou seus pais não estejam aqui em Seattle, Chancho - diz se aproximando e colocando a mão sobre meu ombro.

Eu - A última pista que eu tive, me levou até aqui, aqueles imprestáveis que eu contratei até agora não acharam nada - falo suspirando fortemente.

Dinah - Eles vão achar algo, você vai ver - diz me abraçando de lado.

Eu - Assim eu espero - digo seria - Como está Normani? - cruzo os braços e direciono o olhar para a loira ao meu lado.

Dinah - Como você deve imaginar, muito mais que bem, ela está aproveitando esse tempo que você a deu - diz sorrindo.

Eu - Ela merecia, sua mãe não estava muito bem, e é o mínimo que eu poderia fazer por ela.

Dinah - Eu sinto falta da minha nega - diz com uma cara sôfrega e eu acabo rindo.

Eu - Deixa de ser frouxa, ela saiu não faz nem 10 dias - digo a empurrando de leve com o ombro.

Dinah - Você fala isso por que nunca se apaixonou - diz e suspira.

Eu - E se depender de mim, não irei me apaixonar tão cedo - digo revirando os olhos.

Dinah - Você sabe que isso, você não pode controlar - diz rindo.

Eu - Sei, mais posso evitar ao máximo - digo pegando minha arma de cima da mesa e guardando ao lado da cintura.

Dinah - Tudo bem, senhora "eu posso evitar o amor" - diz sarcástica.

Eu - Vamos logo, idiota - digo rindo é começo a andar para fora de meu escritório.

Dinah - O que temos para hoje ? - diz assim que saímos de casa.

Eu - Iremos nesse endereço - digo entrando no carro e jogando o papel com o endereço anotado em seu colo.

Dinah - Você sabe que é isso é praticamente no meio do nada, né ? - me olha duvidosa - Olha, se a gente for transar, me leve para jantar primeiro, e me compre um inseticida - diz e eu gargalho.

Eu - Olha, Cheechee, você é gostosa, mas eu preservo o que tenho dentro das calças, então deixa meu amiguinho quieto - digo rindo.

Dinah - Eu não gosto do que você tem entre as pernas, prefiro a minha nega - diz em uma careta - Mas o por que do lugar misterioso ?

Eu - Eu tenho uma suspeita desse lugar a algum tempo, sem localização no mapa - digo dando a partida no carro.

Dinah - Então é pra lá que nos vamos - diz se ajeitando no banco, e eu arranco com o carro.

[....]

Depois de 3h, chegamos ao local, mas paramos em um local bem mais afastado.

Dinah - Uma casa abandonada no meio do nada ? - diz saindo e trancando a porta do carro.

Eu - É melhor que nada - digo baixo é saí do mesmo também.

Andamos devagar até a casa e observamos que nela avia uma pouca luz.

Dinah - Será que tem algum esquilo la ? se tiver eu me recuso a entrar - diz baixo.

Eu - Pode ter um assassino ai dentro, e você pergunta pela porra de um esquilo ? - digo indignada.

Dinah - Assassinos eu estou acostumada, esquilo não, então não enche - diz revirando os olhos.

Eu - Você é inacreditável, Dinah Jane - exclamo baixo.

Dinah - Eu sei que sim, agora vamos - diz indo disfarçadamente até a parte de trás da casa.

Verificamos a porta de trás e percebemos que a mesma estava destrancada.

Giramos a maçaneta vagamente e entramos com cautela, coloco a arma em punho é levo meu braço até a altura do rosto, apontando a mesma pra frente.

Andamos no que parece ser uma cozinha é escuto um barulho do meu lado direito, miro rapidamente a arma na direção.

Eu - Droga, Dinah - digo quando percebo que o barulho veio da loira.

Dinah - O que ? É um patinho de borracha - diz dando de ombros e o aperta novamente fazendo o barulho se espalhar pelo local, o puxo da sua mão é atiro fora.

Eu - Dinah! Foca aqui - falo quando vejo a polinésia fazer um bico.

Subimos uma escada é escuto um barulho novamente dessa vez como se fosse uma TV ligada, sigo o som, parando de frente ao um quarto, aperto minha arma em mãos é giro a maçaneta entrando rapidamente.

Olho ao redor é vejo um pequeno amontoado em cima da cama, me aproximo cautelosa e Dinah puxa o lençóis.

Xx - Por f-favor, não f-faz mal p-pra Lolo - escuto uma voz baixinha e rouca.

Eu - Merda! - é a única coisa que digo.


Notas Finais


Até a próxima


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