História My Sexual Employed - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Katsuki Bakugou, Midoriya Izuku (Deku), Personagens Originais, Shouto Todoroki, Uraraka Ochako (Uravity)
Tags Boku No Hero, Kiribakushima, Lemon, Tododeku, Yaoi
Visualizações 576
Palavras 920
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ospa
Bom esse é o primeiro Tododeku que eu faço e ainda sou nova nisso então desculpa qqr erro.;-;
Esse capítulo é curtinho, mas garanto que os próximos serão mais gordinhos..

Boa leitura :3

Capítulo 1 - Todoroki Shouto!


12 de outubro de 2016.. Naquele dia, dei o primeiro passo em direção ao inferno.        Naquele dia, eu, Midoriya Izuku com meus recém 16 anos, dei o primeiro passo em direção a mansão de Todoroki Shouto.

 Alguns meses antes, meu pai havia sumido, abandonou nossa família e não deixado nada além de uma enorme divida no valor de 5900.000 R$.                                    Eu realmente comecei a me perguntar para que diabos ele precisou pedir emprestado uma quantia tão absurda quanto aquela.                                           Mas aquilo era o que menos importava, afinal, eu tinha problemas muito maiores agora. 

No mesmo dia, dois homens vestidos de preto — enviados pelos Todoroki — bateram em minha porta ameaçando e obrigando-me a pagar a dívida que meu pai obtivera  com a família Todoroki. Como iria saldar uma dívida desse valor se minha família mal tinha dinheiro para comer? O que tínhamos era apenas o necessário para sobrevivermos. Minha mãe encontrava-se em um estado deplorável devido a uma doença que não tinha cura, o que a deixou incapaz de trabalhar já que provavelmente a qualquer momento ela poderia chegar a falecer.

 Devido a isso, eu e meu primo — que morava conosco — Katsuki Bakugo passamos a trabalhar em diferentes empregos de meio período. Como éramos menores de idade, conseguir taís empregos havia sido realmente difícil, afinal, caso nossa escola descobrisse poderíamos ser punidos.. Ou melhor, poderíamos ser expulsos! 

E isso era algo que não queríamos.

 Nossa situação já era ruim o bastante. Eu não deixaria que um problema como aquela divida colocasse minha mãe em pânico, eu arcaria com as consequências do erro de meu pai sozinho sem que ninguém soubesse. Tentaria achar uma forma de entrar em algum tipo de acordo para pagar o que meu pai devia aos poucos

Tendo isso em mente, me dirigi ao endereço — que os homens de preto haviam me dado — volitivamente.                      Durante todo o percurso, só conseguia pensar em que tipo de pessoa eles seriam. Era uma família grande?

 Pequena?

 Ricos? Provavelmente sim. 

Eram pessoas cruéis? Ou era gentis? 

E que tipo de aparência tinham? O que fariam comigo quando descobrissem que eu não estava indo lá para paga-los mas sim para tentar negociar? Achariam que eu estava tentado os enrolar? 

Me bateriam? Matariam?

 Iriam atrás dá minha família? Pensando bem, por que diabos foram atrás de mim? Eu não tinha nada a ver com isso, mas mesmo assim.. Por quê?

 Enquanto minha mente mantida se ocupada com mil e uma coisas, sentia um enorme frio na barriga  e o estomago revirar-se  como se tivesse borboletas dentro.

 Eu estava bastante ansioso.

Ao chegar ao imenso portão central da mansão Todoroki, estava prestes a tocar a campainha mas antes que o fizesse, uma calma e grossa voz no interfone me interrompeu.

 — Bem-Vindo.             Assustei-me logo em seguida dando um longo passo para trás. 

— B-bem eu so-sou Mi.. Midoriya Izuku! — falei em um tom alto devido a meu próprio desespero. 

— Jovem Midoriya, estávamos a sua espera.

 Aquilo realmente me surpreendeu. Estavam a minha espera? O que isso significava? 

Como de imediato, o enorme portão abriu-se cedendo passagem para mim.                 Logo a frente, um mordomo por volta da meia-idade estava a minha espera. Cumprimentou-me brevemente com uma reverência e pediu gentilmente que eu o seguisse.

 Cada passo que dava era minuciosamente calculado, meus olhos passeavam por toda a estrutura do local admirando cada mínimo detalhe.

 — Veja, está é a mansão do jovem mestre Todoroki — disse o mordomo, fazendo-me voltar toda a minha atenção para sí — Por favor, siga reto por este corredor, e no final entre na porta a direta, o jovem mestre está a sua espera. Tenha um bom dia, Jovem Midoiya. 

 Jovem mestre Todoroki? Era uma pessoa e não uma família?

 — Ce-certo! Fiz como me fora ordenado pelo mais velho e segui em linha reta, posicionei-me em frente a uma luxuosa porta, bati na mesma, e logo após ouvir uma voz jovem e máscula mandando-me entrar, obedeci e adentrei o local.

 A pessoa que estava a minha frente era o completo oposto do que eu imaginei. Era tão jovem e belo que chegava a "brilhar".

 No momento em que pus meus olhos em Todoroki, meu coração palpitou fortemente e as maçãs de meu rosto — antes branco — tomou uma cor mais vermelha que sangue. Ele era realmente muito jovem. 

 O mesmo aparentava ter a mesma idade que eu, seu corpo era másculo na medida certa, tinha uma alta estatura, seu rosto era bem feito e delicado como a de um boneco, abrigava uma espécie de cicatriz avermelhada em volta de um dos olhos e o cabelo era uma mistura de vermelho e branco. Era simplesmente perfeito.  

— E-eu.. — tentei apresentar-me porém minha voz falhou consideravelmente. 

 E como num passe de mágica, fiquei excitado. Apenas em olhar seu belo e sexy rosto me deixou duro? Inacreditável!

 — Midoriya Izuku. — chamou pelo meu nome tirando-me de meus devaneios. 

— Si-sim! – respondi enquanto posicionava minha mochila em frente ao meu membro na tentativa de esconder a ereção que havia se formado. 

— Irei direto ao ponto. — falou com uma voz firme e um rosto inexpressivo — Torne-se minha empregada sexual como forma de saldar sua dívida!

 Naquele momento eu não soube o que responder a ele. Fiquei perplexo enquanto ouvia atentamente aquele homem de rosto/corpo perfeito dirigir-se de forma tão intima e audaciosa a mim. 

O quê eu deveria fazer? 

O que responder? 

Deveria tentar agir? 

Ou melhor... Ele realmente falava sério??  


Notas Finais


Desculpa os erros ortográficos!
Lembrando que estou aberta a sugestões e críticas então não se reprima caso algo não tenha sido do agrado.

Até o próximo!


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