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História My Sexual Slave - YoonKook - Capítulo 29


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Capítulo 29 - Chapter Twenty Nine


Fanfic / Fanfiction My Sexual Slave - YoonKook - Capítulo 29 - Chapter Twenty Nine

*Yoongi On*

-Jungkook! Pare de me chamar assim, já! – o repreendo pela décima vez hoje.

-Por que, Guinho? Não gostou do novo apelido? – pergunta rindo.

-Você me irrita profundamente as vezes. – saio do escritório, deixando o garoto sozinho no lugar.

Subo para o banheiro em busca dos meus remédios para enxaqueca, os encontrando no mesmo lugar de sempre: no armarinho ao lado do espelho. Engulo uma das pílulas brancas, bebendo um pouco da água da torneira em seguida.

Volto para o andar de baixo, indo até a cozinha.

Sinto a minha barriga roncar rudemente, me lembrando que eu não havia tocado no café da manhã.

A geladeira é aberta. Analiso-a de cima a baixo, não encontrando algo que me agrade ao ponto de devorar.

AISH!

Volto para o escritório, encontrando Jungkook sentado em minha cadeira jogando algum jogo aleatório que baixara em meu celular.

-Kook. – o chamo, apenas recebendo um “hum?” em resposta. – Vamos sair pra almoçar? Depois vamos dar uma volta e iremos buscar as crianças. – digo seco.

-Uhum. – responde desinteressado, sem nem ao menos desviar o olhar para mim.

Eu realmente detesto ser ignorado.

Ando pisando duro até ele, retirando o celular das suas mãos.

-Hey!! Eu já tava quase ganhando a corrida!! – diz manhoso.

-O problema é seu. Não gosto quando me ignora. – digo simplista. – Você já faz pra irritar.

Jeon levanta da cadeira tentando pegar o celular da minha mão. Levanto o aparelho o mais alto que consigo, mas o garoto é quase o dobro da minha altura (sei que é exagero, mas é assim que o enxergo perto de mim). Jungkook pega o celular da minha mão e o coloca sobre a mesa de escritório ao nosso lado. Ele me encara.

Sinto a tenção sexual tomar o local, deixando o ar denso, quase sólido.

-O que foi, Yoon? Está nervoso? – pergunta inocentemente. Seu corpo está tão perto do meu que eu consigo sentir as batidas calmas, porém fortes do seu coração.

-Você está muito perto. – recuo minimamente.

-Quando isso se tornou um problema? – pergunta.

Olho para o chão. Por algum motivo estranho eu realmente estou me sentindo constrangido.

-Você quer transar no escritório? – pergunta como se fosse um convite. – Se você quiser, por mim tudo bem! – olho para ele desacreditado.

Não é possível que isso tenha saído da boca dele com tanta naturalidade. Um convite de transa saiu como se fosse um convite para ir ao cinema!

-Como consegue ser tão cara-de-pau? – pergunto ainda desacreditado.

-Não é cara de pau, hyung! É direto. O Taetae-hyung me ensinou que eu só sou muito direto, não cara-de-pau.

-Meu deus, Jungkook!

Me distancio dele, indo em direção a porta com o intuito de subir para o quarto.

-Espera, hyung! – paro ao ouvir seu pedido. O olho tediosamente, realmente esperando sair mais algum insulto indireto de sua boca. – Olha... Me desculpa! Achei que era isso que você queria. Você ficou todo sem jeito quando ficamos próximos. – sorri. – Acho que te fiz pensar que eu acho que tudo pra você se resume em sexo; mas não é o que eu acho.

-Okay. – digo seco. – Vai vir ou não? – um sorriso fofo se desenha nos lábios largos e bonitos do garoto, que apenas assente.

(...)

-Não, Jungkook! Eu vou comer hambúrguer! Não quero comer comida!

-Mas você me prometeu que iria começar a comer comida de verdade! Você já tá ficando com uma barriguinha de pão, Yoon! – faz um biquinho decepcionado.

-Mas, Kookie! Eu tô com vontade de comer hambúrguer! – bato o pé.

-Vamos, Yoongi. – diz sério. – Você vive repreendendo as crianças porque elas querem doces e fastfoods e você mesmo come! Você está sendo hipócrita, sabia?

-Você tá pegando pesado. Hipócrita não!

-Hipócrita sim! Você vai começar a fazer academia comigo, entendido?

-Entendido. – digo totalmente contra a minha vontade.

-Ora! Eu me esforçando pra ter uma vida saudável e um corpo saudável pra você e você não está nem aí pro seu próprio corpo! – diz indignado.

-Tá bom, tá bom, reclamão! Eu vou começar a cuidar mais do meu corpo. – digo entediado.

-Acho bom. Acho ótimo. – um sorriso fofo se escapa por entre os lábios dele.

De repente Jungkook começa a mexer freneticamente as suas mãos – que estão sobre a mesa.

-O que foi, Kook? – lhe pergunto, mas ele parece não me ouvir. – Jungkook!? – o chamo novamente, finalmente tendo a sua atenção voltada para mim.

-Falou algo, Yoon? – diz afoito, abatido.

-Perguntei o que houve com você. Está estranho. Sei lá! Nervoso, eu acho.

-É que eu... Eu vi Seokjin. Ele estava parado na frente daquela loja. – aponta para atrás de mim. – Ele estava nos observando. Ele sumiu assim que você me chamou.

-Como esse filho de uma boa mãe teve coragem!? Mesmo depois de eu ter o ameaçado, depois de eu ter hackeado o seu computador e ter apagado e danificado um por um dos seus arquivos, mesmo depois de eu ter ido até a sua casa e o posto medo por uma segunda vez ele não desistiu de me irritar!!!

-Yoongi, quando você fica irritado você fala de mais. – ri baixinho. – É fofo.

-Desculpa. – digo baixo. – Vamos comer, okay? – lhe forço um sorriso.

(...)

-Como foi o dia de vocês, filhotes? – o maior pergunta com um dos seus mais belos sorrisos.

-Foi legal! – Hyo responde com um fofo sorriso.

-Foi bom. – Sohyung responde um pouco triste e pra baixa, mas com um sorriso falso nós lábios.

Me abaixo a sua frente e seguro em suas mãos, lhe passando segurança.

-Pode falar pro papai o que aconteceu com você, pequena? – beijo a sua bochecha.

-Não aconteceu nada, papai. – insiste em mentir.

-Min, conta pro papai o que aconteceu com a maninha? – a peço carinhosamente.

-A So estava indo no banheiro e umas duas meninas do segundo ano falaram muitas coisas pra ela. Elas disseram que ela ia crescer e virar uma lésbica louca. Eu nem sei o que é isso! – diz indignada. – E tem mais! Elas empurraram a So na parede e ameaçaram bater nela.

-Você viu?! – Jungkook pergunta preocupado.

-Não, mas ela me contou e me mostrou quem eram as meninas.

-Eu vou ir resolver isso amanhã mesmo. - o ódio realmente tomou conta de mim. A última pessoa que resolveu mexer com a minha família acabou com uma bala no meio da cara.

-Papai, por favor, não brigue por minha causa. – a menininha pede com os olhos cheios de água. – Eu não quero que você fique machucado por minha causa. – me abraça.

-Eu prometo que não vou brigar, querida. Prometo. – depósito um beijo cheio de carinho no topo da sua cabeça e acaricio os seus cabelos.


Notas Finais


Nooossaaaa! Bafoooo babadeiro, bem :O


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