História My sexual teacher - Capítulo 9


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hentai, Hot, Originais, Professor, Professor Estudante, Romance, Sensei
Visualizações 32
Palavras 2.290
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Li com carinho cada comentário do capítulo anterior e, aqui está. <3

Capítulo 9 - IX


Fanfic / Fanfiction My sexual teacher - Capítulo 9 - IX

"Seus braços me apertam e me sinto preenchida por completo, a sensação de sua lingua tocando minha intimidade e suas mãos apertando meus seios me fazem revirar os olhos enquanto imagino que o paraíso está ao meu alcance.

- Tão gostosa... - sua voz rouca me arranca do transe, olho para baixo e vejo seu rosto molhado e um sorriso pervertido estampado em seu rosto.

Esses momentos entre nós tem evoluido, tem se intensificado cada vez mais, não tenho mais medo e nem vergonha quando estou com ele...

- Professor, eu quero brincar. - digo me virando e erguendo os braços. Bem, penso, nem um pouco de vergonha me sobrou.
Escuto seu sorriso abafado e seus passos se distanciando de mim. Fecho os olhos e tento controlar minha ansiedade ao sentir uma fita de cetim amarrar meus pulsos.

- Você esta muito interessada nessas brincadeiras, parece que gostou. - Ele pressiona seu corpo contra o meu, sinto o arrepio me percorrer com o frio da parede e o calor de sua respiração em meus pescoço - Vire e fique de joelhos na cama, em silêncio.

Obedeço sua ordem.

- Se lembra da palavra de segurança? - ele diz enquanto alisa minha coxa.

- Sim...

Uma palmada.

- Disse para ficar em silêncio.

Olho para ele indignada, meu olhar é retribuído com um sorriso inocente.

- E então, você lembra? - balanço a cabeça em concordância - Está bem, conte as palmadas. Se errar, vamos parar por aqui.

Suspiro. Isso me deixa mais nervosa do que se ele quisesse reiniciar a contagem.

- Posso começar? - ele beija minhas costas.

Eu já estava louca por ele...

Jogo meu corpo para trás, fazendo nossas intimidades se encostarem e seu gemido abafado surgir.

Mesmo assim, não foi suficiente...

- Linda demais.

Desdo começo, nossos momentos juntos estavam contados...

- Um..."

- Ei garota! - minha chefe de departamento balança os braços freneticamente - Acorda, sai do mundo da lua.

- Desculpa, estava pensando em fazer uma sala mais sofisticada no meu projeto. - dou uma desculpa qualquer acompanhada de um sorriso amigável.

- Fico feliz com isso, esse cara vai nos render milhões, - os olhos dela brilham ao pensar na quantia - estamos contando com você. - ela retribui o sorriso e sai do meu escritório.

Bem, essas lembranças sempre surgem quando fico distraída. Mas não posso me apegar a elas, não mais.

Me levanto e pego minha bolsa.
Dou a ultima checagem na minha sala, colorida, um pequeno sofá encostado na parede e quadros pendurados na mesma, uma mesa no canto da sala e outra no centro com iluminação na parte de baixo do vidro.

Nada de sujeira, bagunça sim, mas sujeira não.

O meu turno já havia acabado, ando até o lado de fora e pego um taxi.

"- Se você continuar me olhando assim, irei te atacar aqui mesmo."

Porra de mente doentia!

Entro no carro e falo o endereço antes que minha mente seja invadida novamente. Vou em direção a um bar, as garotas do trabalho marcaram de sair para beber, essas saídas são baseadas em: ficar louca e fazer alguma merda. Mas não deixo de ir, vai saber o porquê.

O bar estava lotado e cheirava a cerveja e cigarro, uma mistura interessante a quem tem rinite.

Ao entrar no local, sou recepcionada com as risadas estridentes e braços sendo balançados para que eu fosse até a mesa onde elas estavam.

- Demorou, encontrou algum gatinho pelo caminho? - Alice, a morena de olhos escuros diz sorrindo, ansiosa pela resposta.

- Quem me dera - pego uma das canecas que transbordava a bebida amarelada e espumante e me sento em uma das cadeiras - Nem o taxista era bonito.

Elas me encaram com ar de piedade.

- Não se preocupe. - Ingrid fala colocando a mão em meu ombro - Nenhum taxista daqui é.

- Então vamos fazer assim, - levanto meu copo como se fosse a bandeira nacional - um brinde aos taxista feios.

As duas sorriem e levantam seus copos para brindarmos pelos pobres taxistas.

As risadas exageradas e as conversas espontâneas e divertidas atraem minha atenção, mas não o suficiente.
Mesmo elas estando entrosadas na conversa e se divertindo, algo me chama mais atenção.

Algo não, alguém. E que alguém...

Alto, cabelos grandes e negros, maxilar marcado, braços e ombros largos e um sorriso muito, mas muito lindo mesmo.
Esta vestindo uma blusa social aberta com a gravata pendurada envolta do pescoço. Sua voz é baixa mas parece se divertir em meio dos amigos.

Ainda o olhava quando um dos caras que esta com ele sorri e fala algo em seu ouvido. Seus olhos fixam em mim e desvio o olhar para minha saia na mesma hora.

Olhei para ele por muito tempo.

Suspiro e me levanto, vejo de canto que ele continua me olhando enquanto vou até o bar, sento em um dos bancos e tento ignorar os olhares confuso das garotas.

Espero ansiosa pelo barman, quando ele finalmente se aproxima peço um whisky com gelo. Olho para o lado e percebo que estou sendo observada. O coração acelerado é um dos males de estar perto de alguém que sua mente erotiza.

- Com licença - ele se senta ao meu lado e pede o "de sempre". Pela cara do barman parecia nunca ter visto aquele sujeito.

O bar estava meio escuro, a iluminação nas prateleiras de bebidas era uma das únicas fontes de luz. O que dava mais destaque a cada movimento e sorriso do moreno ao meu lado.

O barman volta com duas bebidas, uma é colocada na minha frente, não era o que eu havia pedido.

- É por minha conta. - diz o rapaz ao meu lado.

- Posso pagar a minha própria bebida, mas vou aceitar. - lhe dou um sorriso de canto - Muito obrigado.

- Disponha. - ele estende a mão e eu a aperto. - Prazer, me chamo Davi.

- Prazer é todo meu - aperto sua mão e mordo os lábios de forma discreta - me chamo Barbara.

- Nome muito bonito, igual a dona.

Ele sorri e pega seu drink para beber comigo.

Já era aproximadamente 01h, precisava ir embora. Morava longe do local onde estava e para variar, estava meio tonta.

- Ei, posso te levar até sua casa, se quiser - ele fala olhando para a bebida em sua mão, mas o sorrisinho no rosto é perceptível.

- Moro longe... Ai droga.

- O que foi? - desta vez, ele fala olhando para mim.

- Eu moro longe e estou meio bêbada, não tem mais táxis por aqui. - digo e o observo enquanto suas expressões mudam até reaparecer o sorriso que vi a pouco.

- Eu estou de carro, e estou menos bêbado que você.

Isso é suspeito pra caralho.

- É... - olho para a mesa das garotas e vejo que elas já foram embora. Filhas da puta.

- Obrigado pelo convite. - coloco o cabelo atrás da orelha - Vou sim.

- Sem problema... - ele vira e para por um instante.

Me pergunto se ele se arrependeu ou se esta procurando as chaves do carro.

- Você aceitou? - ele vira novamente e me encara.

- Sim, isso é ruim?

Pode parecer estranho, mas eu achei super fofo.

- Não, isso é ótimo. Quer dizer, esta bem. - ele coloca as mãos no bolso da calça - Mas, meu carro esta meio longe. Tem problema em andar um pouco?

- Nenhum. - lhe ofereço um sorriso - Gosto de andar.

- Maravilha. - ele retribui o sorriso e parece meio bobo enquanto me encara.

- Vamos? - pergunto sorrindo de suas reações.

- Quando quiser. - ele me dá espaço para sair antes dele.

As ruas estavam iluminadas e haviam pequenas árvores e algumas enormes, estava pouco movimentado, poucas vezes um carro ou outro passava por nós.

Fico envergonhada quando começamos a andar em direção ao carro dele, muitas vezes durante o percurso, nossos olhos se encontravam e uma ansiedade estranha tomava conta de mim.

Ele para e eu faço o mesmo o encarando, seus dedos tocam delicadamente meu rosto e me permito fechar os olhos e apreciar o momento.

Sinto sua respiração quente perto da minha bochecha quando ele encosta seu rosto no meu.

Ele pede permissão para fazer o que pretendia, eu concedo.

E, sinto seus lábios sobre os meus.

Sua mão segurava com cuidado minha nuca, guiando toda a ação,

Paramos por um momento e ele levanta a cabeça olhando para o céu. Seus traços ficam mais marcantes olhando de baixo, seus braços parecem mais fortes enquanto segurava minha cintura. 

- Você sentiu isso? - ele diz ainda olhando para cima.

Será que ele sentiu o cupido do tesão atirando uma flecha nele? Por que eu senti.

- O quê? - digo e faço o mesmo, assim que ergo a cabeça sinto pequenas gotas de água caírem em meu rosto - Porra...

Ele fala para nos apressados e quando menos espero estamos correndo, sua risada pelo fato de eu estar parecendo uma criança que acabou de aprender a andar enquanto corro na chuva de salto é contagiante.

Paramos em frente a um carro, provavelmente importado. Olho para ele com uma pulga atrás da orelha.

- Vem, vamos entrar logo. - ele diz abrindo a porta para mim.

Entro e o vejo correndo para entrar no lado do motorista.
Ele suspira e olha para mim contendo o sorriso.

- Correr de salto não é fácil! - digo para ele de forma convicta.

- Perdão. - ele controla a risada e liga o carro - Me guie até sua residência.

- Pode deixar, Alfred.

Ele sorri e vamos em direção a minha casa.

Assim que chegamos eu vejo o horário, já passavam das duas da manhã.

- Você não quer dormir aqui hoje? Já esta muito tarde.

- Amanhã tenho que estar cedo no trabalho, - ele fala relaxando as costas no banco do carro - mas agradeço a gentileza.

- Olha, não precisa ser tão educado e você nem esta com o GPS.

- Esta bem, já que insiste, eu fico na casa da senhorita hoje.

Merda, ele deve pensar que sou uma doida desesperada. Não posso mais me preocupar de forma inocente, apesar que...

- Vamos até o estacionamento do prédio, de lá subimos.

Ele concorda e vamos.

O estacionamento estava pouco iluminado e havia muitos carros, ele estaciona perto de uma das colunas do prédio e desliga o carro.

- Vamos entrar? - pergunto enquanto solto o cinto.

- Claro. - ele faz o mesmo e suspira depois de encostar as costas no banco novamente.

- Você está bem? - digo e me enclino para olhá-lo.

Ele me beija novamente. Dessa vez um beijo rápido que me faz perder o ar.

- Estou bem melhor agora. - ele desliza as mãos em meus cabelos.

Saímos do carro e vamos depressa até o elevador, espero as portas se fecharem e capturo os lábios dele.

Desiquilíbrio por conta dos saltos molhados pela chuva.

- Esses saltos estão te atrapalhando. - ele diz e o vejo se abaixando - Não se mexa - fico parada e o observo enquanto fica de joelhos e segura minha perna.

Meu salto é tirado e meu corpo estremece com o beijo que é depositado em minha coxa, encosto na parede do elevador e sinto ele fazer o mesmo com a outra perna, seus beijos sobem ate a altura do meu quadril. Respiro fundo, cheia de expectativa.

Seu sorriso surge novamente e ele se levanta, segurando meus sapatos.

O elevador para e revela um corredor muito bem decorado.
Seguro sua mão e o levo a ultima porta do corredor.

Entramos no apartamento e logo sinto minha mente girar quando ele me abraça por trás.

- Seu apartamento é muito bonito. - ele diz olhando o lugar.

Não era pequeno, nem luxuoso, estava com quadros e estantes de livros por toda parte e um mural com papéis cheios de rabiscos de alguns projetos.

- Obrigado. - sorri meio sem jeito - Aceita um café?

Ele sorri e concorda com a ideia.

- Então Barbara, você tem quantos anos? - ele me pergunta enquanto me segue ate a cozinha.

Seu corpo parecia ser muito maior enquanto andava pelo corredor.

- vinte e três e você? - digo entrando na cozinha.

Ele olha para mim e falo para ele ficar a vontade.

- Bem, não se impressione. - ele encosta na bancada e me observa - Tenho trinta e dois.

Nove anos mais velho ou melhor, nove anos mais experiente.

- Não tenho problema com idade. - me aproximo e encosto na bancada de frente para ele - Acho até, interessante.

Vejo que seus olhos se esforçam para ficar me encarando, olho para baixo e tenho vontade de morrer.

- Desculpe, não lembrava que estava de blusa branca e a chuva não ajudou...

Fiquei desse jeito dentro do carro? Ai porra.

- Não tem problema, pode tirar se quiser. - o olhar que recebo dele faz meu corpo se arrepiar - Por bem maior, você pode ficar doente, sabe.

- Não se importa, Davi? - sua resposta é um belo sorriso malicioso - Então acho que não tem problema. - começo a desabotoar os botões da camisa - E é por um bem maior.

Tiro a blusa e a coloca encima da bancada.

Pego duas xícaras e as preencho de café, me viro para ele novamente. Ele morde os lábios e o vejo mexer em seu cinto de forma "discreta".

Ele se aproxima de mim e me prende contra a bancada, seus lábios beijam meu pescoço e descem até meus seios. Sua mão segura as minhas e me faz ficar de costas, sentindo sua mão livre levantar minha saia.

Sinto o peso do seu corpo em minha costas e sua respiração quente perto da minha orelha.

Minhas pernas cambaleiam quando ele sussurra em minha orelha: "Acho que o café pode esperar".


Notas Finais


Desculpem os erros.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...