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História My sexy Teacher - Capítulo 2


Escrita por: Sutinha-sama

Capítulo 2 - Capítulo ll


 

Era uma segunda-feira, e Sesshoumaru estava sentado na cama olhando para janela, notou que era um dia chuvoso; passou a mão sobre seus fios prateados como um gesto de nervosismo, depois daquele dia na boate Sesshoumaru mal havia  dormindo.

 Se encontrar no momento daqueles com a sua aluna em uma boate de Strip era muito coisa para a sua cabeça.

Flash Black

 

 

—  P.. Professor.

—   Eu... Você - Sesshoumaru tentava formular  algumas frases que fizesse sentindo- eu tenho que ir - dito isso Sesshoumaru a soltou bruscamente, saiu porta a fora deixando a sua aluna pra trás.

 Ao chegar em casa teve que se aliviar, pois ainda se encontrava duro pela excitação daquela noite maluca.

 

 

Fim do flash Black

 

 

—   Amor... - Sesshoumaru se virou e sentiu o seu pescoço sendo abraçado.

—   Bom dia Kagura, que milagre você acordar uma hora dessas?! - disse em tom de deboche.

—   Amor... Não dormi muito bem, você se mexeu a noite toda, você estava tendo algum sonho ruim? – perguntou Kagura.

—   Hum... Não, eu acho que deve ser porque estou muito preocupado com as coisas do colégio. - mentiu.

—   Hum... Certo...  Eu vou volta a dormir então - ela deu selinho nos lábios do homem e se deitou.

 Como Sesshoumaru poderia explicar a Kagura que a sua falta de sono era por que estava tendo sonhos eróticos com sua aula.

 Ele então se colocou de pé, dirigiu-se para o banheiro, tomou um banho gelado, vestiu uma calça e uma camisa de botões azul.

Seguiu para cozinha tomou um café quente, logo em seguida da sua casa, entrou no carro, indo para o seu trabalho.

(...) 

Ao chegar ao colégio ele seguiu para turma do segundo ano B.

 

—  Bom dia, alunos. – cumprimentou Sesshoumaru, rapidamente vasculhou a sala a procura  de Rin, mas para sua felicidade ou infelicidade ela não estava lá.

—  Bom dia - respondeu os alunos presentes.

—  Irei começar a aula falando sobre os grandes personagens da época medível um exemplo era o grande Rei Arthur... - ele parou de falar quando avistou uma menina parada no meio da porta.

—   Professor... Eu posso entrar?

—   É... Tudo bem, entre só não se atrase mais senhorita Rin. - pediu sem graça.

—   Certo - ela o respondeu, entrou na sala e seguiu para sua cadeira no fundo.

—   Voltando a falar do Rei Artur.

 

(...)

 A aula ocorreu tranquilamente, às vezes Sesshoumaru olhava na direção de Rin discretamente

—   Então alunos por hoje é só - os alunos saíram satisfeitos, pois a aula já tinha chegado ao fim, algumas alunas se aproximaram de Sesshoumaru para tirar alguma dúvida- meninas, deixemos isso pra próxima à aula ok?

—   Ah sim... Ok professor - disse algumas alunas saindo em seguida, Rin continuava na sala arrumando sua mochila, e quando finalmente estava indo em direção à porta, parou quando escutou o seu professor:

—  Senhorita Rin, espere um momento, por favor.

—   Ah... [Ok professor - respondeu à morena sem graça.]

 Sesshoumaru então terminou de arrumar a sua pasta, morena se aproximou.

—   Senhorita Rin...

—   Professor, por favor, não fale a ninguém que me viu dançando naquela boate - a menina tinha as duas mãos juntas como uma forma de suplica.

—   Senhorita Rin... - então era realmente ela – afirmou na sua mente.

 Sesshoumaru olhava aquela menina na sua frente que era totalmente o oposto da Circe deusa da noite; a menina a sua frente usava roupas largas, sua saia batia depois dos joelhos, a parte de cima de o seu uniforme era largo que dava a impressão que Rin era meio gordinha, o seu cabelo estava bagunçado e alem do mais usava um óculo nada moderno.

 

—  Por favor, professor... O colégio não pode saber... Eu juro que também não vou contar nada a ninguém que o senhor estava lá.

—  Tudo bem, senhorita Rin... a sua vida pessoa não me diz respeito.

—   Obrigada. Senhor - Rin sorriu, se retirando.

 

 

 

 

(...)

Sesshoumaru foi em direção da sala do terceiro ano A, que seria a sua ultima aula.

 

—  Bom dia, alunos.

—  Bom dia, professor – disseram.

Sesshoumaru, deu a sua aula tranquilamente, e ao terminar liberou os seus alunos.

—  Professor... - uma voz feminina chamou atenção de Sesshoumaru que estava apagando as anotações no quadro que tinha feita durante a aula.

—  Sim, senhorita Sara?

—  Sabe... Professor... Eu estava pensando...  Bem... Que o senhor poderia me dar algumas aulas particulares - dizia Sara enquanto se sentava sobre a mesa do homem- Eu preciso tanto aprender algumas lições... - Sara abriu as pernas, dando a possibilidade a Sesshoumaru de ver a cor da sua calcinha.

—  Senhorita Sara.

 Sesshoumaru se aproximou da morena.

—  S-Sim? - ela sentia a respiração dele próximo de seu rosto.

—   Me desculpa senhorita, mas eu não dou aula particular... - dito isso ele pegou a sua pasta que estava atrás de morena, e logo em seguida saiu deixando ela no vácuo.

 

 

 

(...)

Sesshoumaru andava pelo pátio, a chuva estava mais forte do que nunca, ele correu para o seu carro, ao sair com o seu carro, viu uma morena ao longe, ela estava complemente molhada.

Ele percebeu que a morena em questão era Rin. Então ele aproximou dela com o seu carro.

—  Senhorita Rin? - gritou chamando atenção da morena.

—  Oi... Professor...

—  Senhorita, vem, eu vou te dar uma carona.

—  N-Não precisa professor... O ponto de ônibus é ali.

—  Vem, vai ser mais rápido e além do mais você vai acabar ficando doente com essa chuva.

—  Professor... - ela tentou dizer algo, porém viu a porta do carro sendo aberta, por fim ela resolveu entrar, e aceitar a carona, sentou-se no Banco do passageiro colocando o cinto de segurança - O - Obrigada. - agradeceu corada.

—   Tudo bem. Onde você mora? – perguntou; Rin então informou o endereço para o homem.

Durante a viagem o silêncio era constrangedor.

 - Tome - ele pegou um pano que estava no porta luvas - dá pelo menos, para se enxugar um pouco.

—  Obrigada. – ela agradeceu, retirou os óculos para em enxugar o rosto; foi então que Sesshoumaru pode reparar mais nela.

Rin começou a desabotoa a parte de cima do uniforme, revelando assim uma camiseta branca por debaixo, Sesshoumaru não pode deixar de reparar naqueles seios, que estavam coladinho na roupa, lembro-se de como ele havia batido punheta pensando naqueles peitos depois daquela noite.

—   A desculpa professor... - falou constrangida.

—  Sem problema pode se enxugar... – comentou.

A morena apenas sorriu.

 —  Chegamos professor...

—  Hum é a sua  casa?

—  É Sim.

 A casa da morena era muito humilde ficava em um bairro pobre da cidade.

—   Obrigada, pela carona professor, - agradeceu, mas antes mesmo que ela pudesse abrir a porta do carro, Sesshoumaru a segurou pelo braço a puxou para mais perto de si, a beijando, com desejo e fúria, os mesmo sentimentos que ele sentiu naquela noite ao vê-la dançando.

O Homem desceu a mão livre ate a perna dela.

 

—   Me solta - Rin o empurrou com força - seu cretino- Sesshoumaru sentiu a sua face dolorida, pois Rin naquele momento tinha lhe dando um tapa.

Só nesse momento percebeu a besteira que havia feito.

—   Me... Des..

—   Nunca mais me toque o seu cretino...   – gritou , abrindo a porta do carro e correndo , deixando Sesshoumaru para trás.

—  Que merda eu fiz - ele bateu a cabeça contra o volante do carro vendo a menina se afastar 




 

(...)

 

Depois do tapa que levou na cara, Sesshoumaru seguiu para sua casa, foi realizar algumas atividades, depois ele e a sua esposa almoçaram.

 Sesshoumaru ficou a tarde todo em seu escritório. E Kagura quase a tarde todo a beira da piscina, no cair da noite não havia o que comer então Kagura e sesshoumaru resolveram sair para janta.

Dirigindo, eles encaravam os restaurantes daquelas ruas.

—   Que tal aquele?

—   Aquele parece muito pobre... – disse ela sem animo.

—   E aquele...

 —   Não.

—   Kagura, eu não vou ficar o dia todo andando de carro a procura de lugar para comer.

—   Ta... Ta... - ela revirou os olhos – aquele ali ...- apontou; o prateado agradeceu mentalmente.

 Estacionou o carro,e ambos seguiram para dentro do restaurante sendo recebido por  um rapaz.

—   Bem-vindos.

—   Obrigada... - disse Kagura .

—  Por favor, me acompanhe... – pediu.

 Kagura e Sesshoumaru então seguiram o rapaz , se sentaram no lugar que foram indicado.-logo garçonete vai vir atendê-los ...- dito isso o homem saiu.

—   Aqui parece ser bom...

—   É...

—   Boa noite... - a voz próxima do casal chamou atenção de Sesshoumaru, principalmente porque ele conhecia aquela voz.

 Ele encarou Rin, que estava com um vestido quimono, ela corou ao vê-lo.

—  Boa noite... - respondeu Kagura .

Rin entregou o cardápio e abaixou a cabeça , enquanto sesshoumaru observava o quanto linda ela estava .

—   Eu quero Saque para bebe e bolinho primavera... - disse Kagura – e você Sesshoumaru ...

—   O mesmo...

—   Certo... - dito isso Rin se afastou, deixando o casal novamente sozinho .

—   Querido... - Kagura chamou atenção do homem .

—   Sim...?

—   Eu tenho uma novidade...

—   Diga...

—   Sabe a viagem que fiz esses dias...

—   Sim?

—   Foi para uma entrevista na revista, Tóquio Vogue...

—   Serio?

—   E melhor de tudo que eu fui chamada...

—   Hum...

—   O que tenho para te dizer agora é muito importante... Eu vou aceitar o emprego...

—   Vai? – ele a questionou com uma sobrancelha arqueada – então vai querer viver um casamento a distancia?

—   Não querido... - ela colocou a mão sobre a dele – entre no acordo com a revista ... Irei trabalhar em casa na semana e no final de semana irei ate lá cobrir os eventos... Viajarei na sexta voltarei no domingo à noite ou na segunda...

—   Hum...

—   Sei que temos pouco tempo de casados...

—   Tudo bem Kagura... - ele a interrompeu antes de continuar –  não quero que você fique frustrada profissionalmente e seria muita ingratidão minha , não aceitar isso.  você largou tudo em Tóquio para vir atrás de mim... Eu te darei mesmo apoio.

—   Obrigada querido...

 

Na volta para Casa foi tranqüila sesshoumaru e Kagura transaram, mas tudo que o prateado conseguia pensar era em Rin

 

(...)

 

Uma semana depois sesshoumaru observava Rin de longe,  era uma sexta-feira, e Kagura novamente havia viajado para toque deixando o marido sozinho.

 

 Rin andava distraída, ate que escutou a voz de Sesshoumaru, sentindo o seu braço sendo puxado.

—   Senhorita Rin... – ela encarou a pessoa que havia lhe puxado.

—   Professor...

—   Eu queria conversar com você sobre  aquele dia...

—   Esqueça isso professor apenas não me toque Okay?- pediu.

—  Mas... - tentou argumentar.

—   Professor, eu não gosto de homens, então me deixe em paz... – dito isso Rin adentrou a sala deixando Sesshoumaru chocado.

 Como assim ela não gostava de homem?

 



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