História My son, my lover - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter, Mitologia Grega
Personagens Abraxas Malfoy, Alvo Dumbledore, Lord Voldemort, Murta Que Geme, Personagens Originais, Tom Riddle Jr.
Tags Sabedoria, Seme Mais Novo, Tom Marvolo Riddle, Tom Possessivo
Visualizações 83
Palavras 1.076
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


como havia avisado aqui esta um cap a mais.

Beijos Zimy.
a pergunta pode ser referente a qualquer fator da fanfic.

Capítulo 2 - Primeiro encontro


Janeiro de 1927- Beco Diagonal

Aquela manha de janeiro havia tudo para ser como as outras.

Mas Não era.

O sol que a pouco havia nascido, ainda se mostrava timidamente , a brisa fria tipica de um inicio de manha em Londres causava arrepios aos comerciantes que abriam suas lojas . como disse tudo tipico.

Mas algo vesse cenario tipico não se encaixava. poderia ser o homem sobrenaturalmente elegante e sedutor e com a aura de um verdadeiro nobre caminhando por aquelas ruas a caminho do banco Gringotes ou o bebe que estava aconchegado em seus braços , até mesmo poderia ser a aura de magia que aquela dupla tinham em envolta de seus corpos. Naquele dia Sabedoria que recentemente havia adotado o nome Dante Noblesse ,trazia em seus braços o pequeno Tom Marvolo Riddle Jr, que havia sido estraido  habilidosamente dos braços de Merope .

Seus passos se tornavam mais firmes a medida que se aproximava de seu destino, ao entrar pelas portas, ignorou completamente os duendes que se encontravam nas estremidades do grande salão , e seguindo diretamente ao duente central. Galonodel parou temporariamente para olhar o se de beleza sobrenatural em sua frente.

- Desejo falar com o chefe do banco, Mors me enviou.

o doende logo se levantou alarmado e solicitou respeitosamente que Dante o acompanha-se . Sabedoria calmamente o sequio pelos corredores do grandioso banco , e secretamente admirando a esplendida arquitetura, ja o pequeno Galonodel nao poderia estar mais nervoso ao guiar a ¨pessoa especial¨ do ser que há apenas duas noites havia invadido o banco e ameaçado todos os goblins presentes no banco ainda, com terriveis visoes de seus corpos sendo devorados por insetos, queimados ou até mesmo sendo transformados naquilo que mais amavam, Ouro. Já na frente da porta do presidente o pobre goblim apresou-se a bater na porta.

- Senhor presidente há um cliente especial aqui para velo- o duende se apresou a dize-lo e ao ouvir um ¨entre¨ de dentro do escritorio abriu as portas Dante ja tomou a iniciativa para entrar e Galonodel vendo uma brecha se apresou a sair do local. Dante elegantemente se pos a frente do chefe goblim.

-Que o seu ouro continue a crescer -Sabedoria falou como uma forma de boa educaçao, o chefe duende olhou de uma forma um tanto surpresa para o jovem lorde em sua frente.

- E que seus inimigos se encolham em seu nome- com isso o velho goblim indicou a cadeira a frente de sua mesa para o jovem e a criança em seus braços, e foi logo atendido.

- saudações, sou Ragnory, chefe de Gringotes, e o jovem lorde quem seria?

- Dante Noblesse, e pode se dizer que sou a ¨pessoa especial¨ de Mors. - como se fosse um gatilho fosse puxado , Ragnory se jogou aos pês de Dante (Sabedoria) que so olhou o pequeno ser tremendo aos seus pês.

- Mestre Noblesse perdoe a minha incapacidade de poder reconhece-lo e não da-lo tratamento adequado.- a imagem do velho goblim era lastimavel. com um suspiro de desagrado Dante o mandou se levantar e se recompor e que o tratamento recebido não era um dos mais desagradaveis.

- SIM,sim claro - aos poucos a imagem de Ragnoky soi se tornamdo mais agradavel , claro dentro dos parametros de um duende- no que posso ser util mestre.

Sabedoria com elegancia retirou um rolo de pergaminho de suas vestes e colocou a frente de ragnoky que prontamente começou a ler, nos poucos minutos que o chefe do banco levou para ler, o pequeno tom havia acordado e começava a adimirar o rosto daquele que ele em sua cabeçinha considerava o ser mais magnifico do mundo todo, percebendo o leve movimento em seus braços Dante se pos a acariciar os ralos fios de cabelos do pequenino que em resposta deu uma pequena risadinha de alegria.

Ragnoky que a pouco havia terminado de ler os pedidos, se viu encantado com a cena de amor paterno demostrado por aquele que era uma  ¨pessoa especial¨ para o ser da escuridao e morte que os havia visitado a duas noites.

- Se me permite dizer mestre, seu filho é uma criança adoravel- o sorriso que havia nos belos labios de Dante se tornaram mais radiantes.

- Sim meu filho é.

Poucas horas depois todo o assunto que foi discutido ja estava nos conformes , Sabedoria levantou-se para sair mas mal havia chegado na porta antes de sua atençao ser novamente chamada por o duende.

-Mestre Dante, sobre de lorde Mors poderia dize-lo que foi bem tratado e que seus pedidos foram atendidos. O medo nos olhos da criatura chegavam quase transbordar, Dante se virou e saio daquele banco , a proxima parada seria o almoço pois a posiçao do sol mostrava claramente que era meio dia e tom que ja era hora de comer.

Ao deixarem o beco diagonal para trase adentrar no calderao furado todos as pessoas que estavam no estabelecimento pararam de fazer o que estavam fazendo para observar a dupla que parecia iradiar magia, e a tal dupla simplesmente os ignorou e tomarao um acento aos fundos da taverna. Dante em uma magica nao verbal e sem varinha transformou uma das cadeiras em uma cadeirinha de bebe e acomodou o pequeno tom nela.

Tom, o da taverna veio logo os atender e em meio a atendimento havia gagejado mais do que formulado palavras, no final ficou certo que dante teria um especial da casa acompanhada de uma cerveja amanteigada e para tom , o bebe seria uma pequena tijela rasa e bem feita de mingau .

Para passar o tempo ate que os almoços serem servidos Sabedoria criou pequenos animais de luz que divertiam tom , que soltava uma pequena gargalhada , que fazia Dante sorrir  radiante.

- Leva bastante jeito com crianças meu jovem- Dante rapidamente desfaz o pequenino feitiço para encarar o homem ao seu lado.

oclinhos meia lua, olhos gentis como se fosse possivel ler sua mente, acompanhados de um sorriso amigavel.

o pensamento ocorreu assim que Sabedoria colocou os olhos no homem , ele era claramente Dumbledore , O senhor da luz . Mas se Sabedoria nao fosse ela mesmo nao iria reconhece-lo pois aparentava ter menos de 40 , cabelos jubosos de um ruivo escuro e nao o velho homem semelhante em aparencia a merlim.

um pequeno sorriso emergiu nos labios de Sabedoria, aparentemente este seria o primeiro encontro com o inimigo.

 

 


Notas Finais


oiiii.
aqui é zimy, quem ta lendo aqui parabens. kkkkk
como tava fazendo trabalho so pude postar agora espero que tenham gostado.
há e lembrando a primeira pessoa que comentar tem direito a uma pergunta.
bjs até o proximo.


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