História My Soundtrack - 2 Temporada - Capítulo 44


Escrita por:

Postado
Categorias Chace Crawford
Personagens Chace Crawford
Tags Criminal Romance
Visualizações 39
Palavras 2.339
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sem música!!!

Boa leitura <3

Capítulo 44 - Despesas


Fanfic / Fanfiction My Soundtrack - 2 Temporada - Capítulo 44 - Despesas

 

 

- Céus, como eu estou com saudade de você - Steve me dá um beijo bom, e fica agarradinho comigo.

- Somos dois, querido

Depois de fazermos o pedido, Steve me contava sobre seu dia anterior, que pelo que contou foi terrivelmente cheio. Tentei perguntar alguma coisa, mas ele me enrolou, desconversando. Fiquei bastante curiosa e até preocupada, será que era algo muito sério?

- E você? - perguntou, enquanto cortava o bife.

- Brian foi envenenado - o informo

- O quê? Como assim? - pergunta assustado

- Ele comeu algo ruim na rua e deve ter contido veneno de rato, não sei… Mas ele passa bem, vou buscá-lo hoje a noite

- Amélia, você deveria ter me ligado - exclama, preocupado - Eu sairia de lá correndo para salvar o Brian, te ajudar.

- Como eu disse, está tudo bem, amor. Não precisa mais se preocupar, eu só quero buscar meu cachorro.

Steve coloca sua mão junta a minha num gesto carinhoso.

- Eu iria com você, mas estou cheio de trabalho, ainda mais agora com esse caso. Por favor, me deixa arcar com as despesas. Brian é como um filho para mim também, eu amo aquele cachorro.

- Não precisa, de verdade. Apenas esteja mais tarde comigo - peço.

- Sempre - sorri.

Logo depois do almoço, voltei para o serviço. Dessa vez não havia tantas coisas a fazer, por isso fui acertar os detalhes de festas menos importantes. Já era quase seis da noite quando saí da empresa, eu não havia encontrado a Nancy hoje, pois ela estava trabalhando muito também. Então assim que eu a avistei no estacionamento, caminhei em sua direção, mas parei em seguida ao ver que ela não estava sozinha.

Nancy segurava a mão de um homem, e não demorou muito para eu o reconhecer, era o Francis. Eles pareciam muito íntimos, e ambos sorriam um para o outro de um jeito apaixonado. Senti pena da Nancy naquele momento, pena amar um homem comprometido. Eu sabia que havia uma possibilidade desse amor ainda está vivo, mas Steve se negava a aceitar. mal sabíamos que eles escondiam, e que a minha amiga virou a amante. Ela entrou no carro dele, e foi embora. Decidi deixar isso para lá, por hora. Agora eu precisava ir atrás de alguém muito mais complicado, mas que trazia uma inquietação no meu coração também, Justin.

Ele não havia me passado lugar de encontro, nada. Apenas me disse para entregar o celular a ele que iríamos conversar. Então dirigi até o bairro onde ficava seu sítio, bem afastado. Como sempre, os portões já foram abertos para mim assim que cheguei. Mas diferente das visitas anteriores, não encontrei o Justin a minha espera. E sim, Alfredo.

- Oi… - o cumprimento - Justin não está?

- Ele está lá dentro, venha comigo

Alfredo me levou até uma sala enorme, mas antes de entrar na sala, ouvimos uma gritaria da mesma

- Você jurou, jurou que ficaria aqui por pouco tempo, mas invés disso arranjou uma amante. Aquela filha da…

- Cala a boca, porra. Eu não te jurei coisa nenhuma, você pensa o que você quiser. Quer ir embora, vai. Vai logo, antes que eu perca a cabeça e te arraste daqui pelos cabelos - gritava o Justin

- Tá vendo o que ela fez com a gente. Era disso que eu tinha medo

Era óbvio que eles estavam brigando por minha causa. Era de mim que ela me referia. Gigi estava com ciúmes, e muito nervosa. Me senti mal em vê-la assim, porque apesar de tudo, o que fez, as loucuras dela, as crises de ciúmes, as ameaças, tudo é pelo grande amor que ela tem pelo Justin. É uma pena… É uma pena viver uma relação assim.

Alfredo se aproxima da porta, mas eu o impeço a tempo. Não queria me intrometer na relação deles, ainda mais agora, sendo o motivo da discussão.

- Não precisa, Alfredo - digo - Não os interrompa, apenas entregue o celular para o Justin.

Tiro da bolsa o aparelho e o entrego na mão do Alfredo, e vou embora.

Eles estavam sendo um problema para mim, e eu estava sendo um problema para o relacionamento dele, por que continuar assim? Justin havia feito uma péssima escolha vindo até aqui, deixando nossas vidas de cabeça para baixo tudo por conta desse amor. Ver a Gigi ser tratada daquela forma, deveria me deixar feliz, deveria ser maravilhoso, mas eu não conseguia sentir nada mais que pena. Justin havia a trazido para cá, havia se comprometido num relacionamento, e estava traindo ela de tantas maneiras sem se importar com os sentimentos dela, ferindo e apunhalando o amor dela por ele. Gigi ama de verdade o Justin, a prova disso é ela está aqui, em pé, aturando e vendo os dias se passarem e ele continuar com o mesmo comportamento, o amor faz isso, faz enlouquecer, nos deixa loucos e muito, muito burro. Como eu posso amar um cara como o Justin se ele não tem respeito nem com a Gigi? Se ele sequer respeita alguém? É desnecessário tudo isso.

Estaciono meu carro em frente ao veterinário. Assim que adentro no local, escuto latidos, e muito falatório. Vou direto a recepção me informar sobre Brian.

- Olá, boa noite. Eu vim buscar meu cachorro, o Brian. Ele deu entrada ontem, e ficou internado aqui, vou fechar a conta também - digo, para a recepcionista.

- Um minuto, por favor - diz, se afastando para fazer uma ligação.

Começo a ficar nervosa, e se aconteceu alguma coisa com ele nesse tempo? Eu e Brian somos inseparáveis. Céus, cuide do meu filho. De repente, escuto seus miados e latidos. Viro-me para a porta logo ao lado da recepção, saindo de lá uma moça carregando meu menino.

- Brian! - exclamo. Agacho-me no chão e ele corre até mim, quase levando a Senhora que segura sua coleira ao chão.

- Esse menino não parou um minuto, mas é tão bonzinho - comenta a Senhora.

- Ele está bem? - pergunto.

Brian não para quieto, mas apesar disso, notei que ele não pulava. Estava até comportado para seu estado de espírito normal.

- Brian está bem. Deu tudo certo, o Dr informou que fosse passado uns remédios para o caso de enjoo, e perda de apetite. Ele vai ficar assim calminho, mas logo mais tá melhor para pular e fazer bagunça - diz.

- Aí, graças a Deus - suspiro, feliz por ter dado tudo certo. - E onde consigo esses rémedios?

- Aqui têm. Já fornecemos os remédios do Brian. Alice, onde está aquela sacola do paciente Brian? -  vira-se e pergunta para a recepcionista. Logo mais aparece com uma sacola na mão. - Aqui está. Tem um remédio a mais, esse é para ser dado antes das refeições, por conta do ocorrido. Daqui a uma semana, você vem de novo para uma nova consulta e exame geral, só para ver se está tudo nos conformes.

- Entendi, então acho que vou pagar por agora e pelas próximas consultas e exames… - comento, abrindo minha bolsa.

- Mas já está tudo pago, Senhora - informa.

- Como assim? - pergunto.

- Bom… - ela diz, gaguejando, provavelmente não entendendo minha reação - U-um homem veio pagar as contas do Brian. Pagou pelos remédios, pela cirurgia, pelas consultas e exames. Ele veio mais cedo, disse ser o pai do Brian. - informa.

- Ok… - murmuro. Já imaginava até quem era esse homem. - Muito Obrigada.

Saio de lá feliz, carregando meu cachorro no colo. É no Brian que eu posso confiar, é somente nesse animalzinho. Meu filhotinho lindo estava bem. Já no estacionamento do meu prédio, saio do carro, e ao me virar para pegar o Brian, vejo que ele não está mais lá. Fecho a porta do carro e encontro o danadinho correndo pelo estacionamento.

- Brian, cuidado. Você não pode fazer esforço - exclamo

Então eu vejo que ele não estava correndo em vão, estava correndo para alguém. Justin estava agachado , com os braços estendidos para acariciá-lo.

- Que susto você me deu, rapaz - diz Justin, fazendo carinho no Brian.

- Ele já está bem, fora de perigo - informo.

- Estou vendo, um campeão - Brian se esparrama no chão

- Justin, o que está fazendo aqui? - pergunto

- Vim ver o Brian. Eu também o salvei - responde.

- Estou falando sério - insisto.

- Eu também estou - rebate, erguendo os olhos para mim - Alfredo me entregou o celular, disse que foi até lá.

- Sim, eu fui - confesso - Mas não fiquei, ainda tinha que buscar o Brian e…

- E? - Justin se levanta, caminhando até mim.

- E que eu… eu vi a discussão de você e Gigi, preferi não piorar as coisas.

- Não precisava ter ido embora, poderia esperar.

- Justin, eu prefiro não me meter. Agora me diz, o que faz aqui?

Justin perto de mim era um perigo, um grande perigo. Não queria perder o controle e acabar fazendo uma besteira. Eu tinha uma promessa a cumprir. Apesar de está um pouco chateada com ele pelo que vi mais cedo, ele aqui agora, havia provado mais uma vez que não se importava com a relação dele com a Gigi.

- Por que está incomodada com minha presença aqui? Sou uma ameaça a sua sanidade? - murmura, se aproximando mais uma vez.

- Sua presença não altera em nada - rebato - Estou preocupada porque o Steve vai chegar daqui a pouco e eu não quero que ele lhe veja aqui.

De repente Justin se afasta, e se vira, voltando até mim rindo.

- Não quer que seu namoradinho imbecil nos veja juntos? Tem medo dele perceber o que temos?

- O que temos? Não temos nada - digo - Eu tenho uma relação com o Steve, e você com a Gigi. Diferente de você, eu respeito a relação que tenho e o Steve.

- Já entendi… Você está pistola pelo que viu hoje, não é? - não respondo, e ele continua - Kimberly, eu não me importo com ela.

- Exatamente! Você não se importou comigo antes, não se importa com ela, e não está se importando comigo. Está aqui, atrapalhando tudo, jogando tudo que eu conquistei pro ar, sem um pingo de responsabilidade.

- Não venha falar de responsabilidade! - rebate ele, dessa vez já nervoso - Eu não obriguei você a falar comigo, não obriguei você aparecer no sitío, não obriguei a me beijar. Se sua vida está tão merda, então aquele idiota não tá fazendo direito

- Não fala assim do Steve - grito - Você se acha o tal, né? Acha que pode chegar aqui e brincar com as pessoas, os sentimentos delas…

- Ah, vai falar de sentimento agora. - desdenha

- Você deveria ser menos egoísta, pensar nas pessoas. Invés disso é uma pedra, que não mudou nada, continua agindo com arrogância…

- Cuidado com o que fala, Kimberly - exclama - Da minha relação com a Gigi e com qualquer pessoa, cuido eu. Não quero ver pirralha vindo me dar sermão do que é certo ou errado, achando que me conhece. Você diz tudo isso, mas sequer consegue chegar perto de mim sem derreter. Aposto que fica molhadinha…

- Me respeita! - parto para cima dele, e Justin segurou meus braços, impedindo-me de lutar. - Você é um idiota. Fica longe de mim!

- Por que acha que pode ter respeito? - questiona, impedindo de sair - Quando decidir ceder para mim e deixar de lado toda essa porra, talvez eu seja caridoso e faça o que seu namoradinho não faz.

Ele sai do estacionamento, sem antes falar com o Brian. Eu queria poder falar com ele sobre o veneno, queria saber informações sobre o Znoff, sobre o Ned. Mas esse seu jeito ridículo de falar das coisas, de insultar que eu estou louca por ele, me irrita tanto. Acho que nunca vou conseguir conversar direito com ele sem me irritar uma vez se quer.

Era tarde da noite quando Steve chegou no meu apartamento. Depois me encher de beijo, e de comer, namorados bastante. Steve e eu estávamos morrendo de saudade um do outro, e não poupamos esforços para matar essa louca saudade. Ele e eu estávamos falantes, e ele sempre me contava as novidades, exceto a que interessava aos meus ouvidos, eu fiz o mesmo, sempre ocultando as partes que envolvia o Justin, principalmente a discussão que tive com ele mais cedo.

- Assim tá bom? - perguntei. Eu estava em cima das costas do Steve, lhe fazendo massagem. Eu não era profissional, e passava longe desse cargo, mas sabia fazer uma massagem boa, para relaxar. E Steve estava tão cansado, que eu reci a ele esse cuidado especial.

- Tá ótimo - confirmou

Sentei-me ao seu lado, terminando a massagem. Steve me fez deitar em seu peito e começou a enrolar uma mecha do meu cabelo.

- Obrigada por pagar a despesas do Brian. - agradeço a ele - Fiquei bastante surpresa quando a recepcionista informou que tudo já havi..

- Eu não paguei a despesas do Brian, Amélia - informou, também surpreso.

- O quê? - levanto meu corpo, perguntando sem entender

- Eu gostaria de ter pago, mas não fui que paguei! - Steve olhava para mim atentamente - Quem poderia ter pago além de mim?

Olho para ele até um pouco sem graça. Hoje mais cedo ele havia dito que gostaria de pagar as despesas, mas eu recusei, apesar de ter achado sua proposta um tanto fofa. Steve gostava do Brian, sempre cuidava dele direito, principalmente quando havia provas no curso e eu fazia uma maratona de estudos, era ele que tomava conta do Brian. Mas eu fui boba, porque além do Steve, outra pessoa afirmou que pagaria, sem meus protestos, sem nada. Essa outra pessoa protegia o Brian com unha e dentes e… também se denominava pai


Notas Finais


Quem vcs acham que pagou as despesas do Brian???

Próximo capítulo: 19/05


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...