História My Stalker - Jinhope - Capítulo 13


Escrita por: ~ e ~Kim_Jyoon

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jinhope
Visualizações 132
Palavras 1.779
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Contra a parede.


P.O.V Jin

Bom, eu vou me apresentar para aqueles que não me conhecem. - disse ele sorrinodo. - Sou Kim Namjoon, tenho 17 anos e estava fazendo intercambio. Mas agora estou de volta e espero fazer amizade com vocês.

Quem não iria ser seu amigo. - disse a professora Solji sorrindo amigavelvente. - Pode se sentar ali no lugar do Hoseok. Ele não tem vindo ultimamente.

Ok. - disse ele e se sentou.

Jin? Jin! - a professora me chamou. - Você esta bem? Esta pálido.

E-eu.. eu.. - olhei para Namjoon e ele me fitava com um sorriso nos lábios. - Eu não to me sentindo bem.

Quem ir para a enfermaria? - ela perguntou.

Só preciso sair um pouco. - falei e me levantei e sai da sala.

Assim que sai me encostei no armário. Por que ele está de volta? Minha vida já esta um cu e agora ele está aqui só para me fuder (nada de duplo sentido).

Preciso ir no banheiro. - pensei e sai andando em direção ao banheiro.

Eita Cuzãããoo! Nunca tinha percebido que a escola ficava assustadora sem ter um bando de adolescente andando no correrdor.

Sabe quando o cerébro é filha da puta? Pois é. Ele me fez lembrar de uma lenda urbana japonesa que vi à anos atrás: a Hanako San. Um espirito de uma menina que assombra os banheiros por todo o Japão.
Mas estamos na Coreia. Ela não existe aqui. Né?

Cheguei perto do banheiro e travei. Estava com medo de entrar e encontrar a Hanako à minha espera.

Bobagem Seokjin. - falei a mim mesmo. - É só uma lenda urbana.

Então eu entrei. O banheiro estava com uma luz falha. Dando um tom assustador pro fim do banheiro.

Um, dois, três. - contei as cabines e parei na frente da terceira porta.

Sabe quando tu é fodão e quer mostrar que você não tem medo de nada? Eu vou fazer isso. 
Só não sei pra quem eu quero mostrar.

Bati uma, duas, três vezes e então falei:

Hanako san você está ai? - perguntei e esperei.

O que deseja? - ouvi e arregalei os olhos.

PUTA MERDA! - gritei saindo correndo do banheiro. - ACHEI QUE SAPORRA NÃO ERA VERDADE!

Uma mão me pegou e me puxou para outro lado me prensando na parede. Meu Deus! Eu não quero morrer!

Jin! - ouvi a voz me chamando. Mas não era feminina.

Abri os olhos e avistei o Hoseok.

Hoseok? - perguntei e o abracei. - Nunca mais eu vou no banheiro na minha vida!

Ele riu e senti meu coração bater.

E como vai ser quando você ficar apertado? - ele perguntou.

Eu faço no mato. - respondi e relaxei um pouco.

Calma. Fui eu quem fez aquilo. - disse ele.

Seu merda! - falei e o empurrei. - Por que fez isso?

Por que estava tentando invocar a Hanako san no banheiro masculino? - ele perguntou.

Ah. Sei lá. - falei. - Mas que porra! Meu coração.

Teu coração é uma porra? - ele perguntou.

Sim. - respondi e ele riu.

Me apaixonei por você. Meu coração é uma porra! - pensei.

O que aconteceu com você? Faz uma semana que não vem a aula. - falei.

Estava mal. Doente. - disse ele.

Doente? De quê? - perguntei.

Posso te fazer uma pergunta? - ele perguntou.

Se eu puder responder. - falei.

Você sabia que o Baekhyun estava me mandando mensagens dizendo ser meu baby? - ele perguntou.

Sim. E-ele é c-completamente.. ele tá.. Ele gosta.. - pensei por um instante. - Sim. Eu sabia sim.

Ele me fitou por alguns minutos. 

Não acredito em você. - disse ele.

Lamento então. - falei. - Agora eu tenho que ir pra sala.

Eu ia mesmo voltar. Mas Hoseok me preensou na parede segurando meus braços acima da minha cabeça.

Me responde de uma vez Seokjin. Você é meu baby? - ele perguntou.

Ainda com isso? Já não basta aquele dia na lanchonete, agora aqui? - falei. - Me solta.

Brincadeira. Solta não. Se quiser, segura mais forte.

Hum... - ele ficou pensativo um pouco. - Não. Só te solto se você falar a verdade.

Pois então você já deveria ter me soltado. - falei e tentei me soltar. - Aish! Me solte.

NÃÃÃOOO SOLLTAAA!!!!!

Vou ter que arrancar a verdade de você? - ele perguntou e eu franzi o cenho.

Ele se aproximou de mim até que ficamos sentimetros perto um do outro.
Fechei os olhos esperando que ele beijasse. Mas ele foi e atacou o meu pescoço e me deu um chupão que acho até que deixou marca!

Porra! - gemi quando ele passou a lingua no mesmo local.

Ouvi Hoseok rir e, com uma das mãos desdeu até a minha cintura e agarrou com possessividade.
A outra foi para meus cabelos acariciando de leve. E as minhas foram para suas costas passando de leve.

Ele juntou nossos lábios e nos beijamos de forma doce. O puxei para mais perto de mim e ele pediu passagem e eu cedi. 
Estava tão entregue que nem percebi quando o ar fez falta. Somente quando Hoseok nos separou que eu percebi que precisava de ar.

Nos olhamos intensamente. Não existia nada à nossa volta. Só eu e ele.

Hoseok.. - falei.

Sim? - ele perguntou.

Quer mesmo saber sa verdade? - perguntei.

Claro. - ele disse e pude ver seus olhos brilhares. Senti meu coração bater como uma escola de samba.

Eu sou.. - falei mas fui interrompido.

Jin! - Baek me chamou e puxou minha mão. - Vem aqui!

Ele saiu correndo me puxando. Eu não tinha outra escolha se não correr junto com ele.

Paramos numa sala que ninguém usava da escola. Ficamos um tempo parados apenas recuperando o fôlego. E ele foi o primeiro a se pronunciar quando isso aconteceu.

O que era aquilo que eu acabei de ver? - ele perguntou.

Eu ia falar a verdade pro Hoseok. - falei.

O quê? Mas e o que a gente combinou? Que você só iria falar a verdade quando estivesse pronto. - disse ele.

Eu estou pronto! Não se prepcupe hyung. Sei que o Hoseok não vai nunca me machucar. - falei.

Mas.. Mas.. - ele ia falar mas eu o interrompi.

Eu vou voltar lá e falar com o Hoseok ok. - falei e segurei suas mãos. - Me deseje sorte.

Ia começar a andar quando Baek segura minhas mãos com forçar.

Jin... - ele disse me encarando seriamente. Nunca tinha visto ele assim.

Baek.. me solta. Tenho que ir falar com o Hoseok. - falei e tentei me soltar mas ele segurou mais forte ainda. Dessa vez segurando meus braços com força. - Baek me solta! Esta me machucando!

Não! - disse ele e me empurrou contra a parede e tentou me beijar!

O que esta fazendo?! Me solta! - falei e tentei o empurrar, mas foi em vão.

Jin. Me diga, nunca percebeu? - ele perguntou.

Nunca percebi o quê! - estava começando a ficar assustado. Baek nunca foi daquele jeito.

Que eu sou completamente apaixonado por você. - disse ele e me preensou mais contra a parede, me impedindo de me mexer. - Como nunca percebeu isso?

Baek, por favor, me solta! - falei e ele me beijou e, como estava de boca aberta. Ele colocou a lingua dele pra dentro.

Em um impulso, eu mordi a lingua dele. Ele nos separou, mas não me soltou.

SOCORRO! ALGUEM ME AJU.. - Baek tapou minha boca com uma das mãos enquanto com a outra segurava as minhas na região da barriga.

Por favor. Não grite. Só quero que você seja meu. - disse ele com olhar suplicante. - Por favor, eu te amo.

Neguei com a cabeça. Nunca seria dele! Sempre o vi como um irmão! E mesmo que não o visse desse jeito, estou completamente apaixonado pelo Hoseok!

Ele se aproximou de mim e beijou meu rosto. Foi descendo os beijos até meu pescoço. Ouvi ele suapirar indignado.

Olha o que aquele idiota fez com você. Ele te machucou. Te deixou uma marca! - disse ele e beijou a região que o Hoseok me deu o chupão. - Ele não deveria ter feito justamente com você!

Puta merda! Estou desesperado! Comecei a me debater e Baek me segurava mais forte quando me beijou novamente.

NÃO! NÃO! 

Ele me pegou no colo e me colocou na mesa e subiu em cima de mim e prendeu meus braços com uma das mãos e a outra ele adentrou meu uniforme.

Por favor não faz isso! - implorei com os olhos cheios de lágrimas.

Shhhh. Não chore, baby. - disse ele e me deu um beijo na ponta do nariz. - Não vou te machucar.

Ele subiu minha blusa e começou beijar meu tronco.

Eu gemia de dor. 
Ele não estava me machucando, pelo menos, não fisicamenre.

Ele parou quando chegou na barra da minha calça. Podia sentir a sua ereção na minha perna. Ele começou a desabotoar a minha calça.

Meu Deus! Sera que eu fiz algo errado na minha vida passada pra merecer esse castigo?
Vou ser estrupado aqui! Estou sem forças pra lutar contra isso! Me ajuda!

De repente, o sinal toca e Baek para por um instante. Ele sempre se assusta com o sinal.

Aproveitei esse momente e, não sei de onde tirei forças, dei um chute na cara dele e ele  se afastou. Mas quando ia se aproximar, dei um soco nele e ele caiu de bunda.

Me levantei e ia sair correndo, quando ele pegou meu pé me fazendo cair.

Jin! Desculpa! Eu não queria! - disse ele. Mas eu não queria ouvir ele!

Cala a boca porra! - falei e chutei novamente a sua cara e ele soltou meu pé e eu sai correndo sem olhar pra trás.

Preciso sair daqui! Preciso sair daqui! - pensei enquanto eu empurrava as pessoas que passavam por mim. Tinha esperança de encontrar o Hoseok, mas logo fui puxado para o banheiro.

Fechei os olhos esperando o Baekhyun que veio terminar o que começou. Mas senti uma mão tocar em meu rosto com tanta delicadeza. Era Hoseok.

Ele se aproximou de mim e me beijou. Era um beijo nescessitado e doce. Sorri entre o beijo quando ele pegou na minha bunda.

Quando o ar fez falta. Nos separamos e ele desceu os beijos pro meu pescoço. Beijos suaves que eu quase nem sentia.

Gemi quando ele mordeu meu pescoço de modp nada casto. 

Senti saudades. - falou e eu arregalei os olhos na hora.

O empurrei e vi um sorriso se formar nos lábios do Namjoon.

Como vai, baby? - ele perguntou.



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