História My student and mother of my son - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Fa Mulan, Henry Mills, Lacey (Belle), Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Princesa Aurora, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma, Regina, Swan Queen, Swanqueen
Visualizações 1.212
Palavras 2.888
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi galero❤
Não tenho muito o que dizer sobre o cap, apenas que leiam e desfrutem.
( desculpe os erros)

Capítulo 17 - Capítulo 17


Pov's Emma.


Eu não acredito que vou ter que andar com esse negócio pra todo canto. Dona Mary pode ser um doce quando quer, mas não a subestime, ela pode ser o próprio lúcifer. Agora, o meu maior medo é que me vejam com o Jefinho ( nome dado por Killian), então, tenho que ser o mais discreta possivel, se me verem andando com esse balão irão achar que sou louca ou algo do tipo. Estaciono o meu carro em uma das vagas do estacionamento da escola e saio com os meus amigos de dentro do carro, tiro minha jaqueta e coloco a bexiga debaixo. Caminhamos até o portão de entrada, passando pelo porteiro, que nos olha de forma desconfiada, mas nos deixa entrar, solto um suspiro aliviado. Ando até meu armário e coloco o meu 'filho' dentro, tiro os livros que vou usar hoje e ponho na mochila.


— Ufa!— falo quando começamos à andar pelos corredores do colégio.


— Tadinho do seu filhinho, cuidado para ele não chorar e alarmar toda a escola.— Ruby zombou.


— Engraçadinha…— dou a língua pra ela.


— Ei, vamos parar de fazer piadas uns com os outros. Eu quero todo mundo aqui com cara de enterro, se o velho manco perceber algum vestígio de felicidade na cara da gente o plano da ruiva sedução vai por água abaixo!— diz Killian.


— Espera…— a morena respira fundo algumas vezes e, acreditem ou não, mas, Ruby definitivamente tem um talento enorme para ser atriz. Eu nunca vi alguém fingir uma cara de sofrimento tão bem como ela.


— Ai, chega arrepiei.— Jones passou a mão nos braços.


— Obrigado, minha bicha glamorosa!— dá um beijo na bocheda do irmão.

— Vocês dois se merecem…— rio deles.


Levanto o meu olhar e encontro aqueles olhos castanhos que provocam os meus sonhos e pensamentos, eu vejo, não só a minha professora, mas a mulher pela qual estou apaixonado, a mãe do meu filho. Meu filho. Céus, ainda não consigo acreditar que serei mãe, mãe de um filho que fiz com a Regina, isso ainda é demais pra mim. Porém, meu coração bate forte ao pensar que geramos um pequeno serzinho, e que esse serzinho irá nascer daqui a quase nove meses. Regina se aproxima e dá um sorriso para nós, dá aquele sorriso que me deixa de pernas bambas, o sorriso que me faz querer beijá-la loucamente.


— Senhorita Swan, eu poderia falar com você no intervalo?— perguntou ao se aproximar, ficando um pouco séria, algo que me fez estranhar. Olhei para o lado e entendi sua repentina mudança de expressão, o velho manco estava nos observando.


— Oh, é claro, senhorita Mills!— minha expressão também era séria.


— Ruby, eu sinto muito…— tocou no ombro da outra morena, fazendo uma cara triste. Duas cínicas mesmo. Pensei, e ri.


Minha amiga apenas assentiu, fingindo limpar uma lágrima. Senti que Regina queria rir, mas segurou a vontade bravamente. A morena saiu e nós voltamos a caminhar.


— Esse velho mal amado, não deixa ninguém namorar em paz.— o moreno reclamou quando chegamos na nossa sala.


— Você viu como ele olhava pra gente? Deu medo.— diz a morena de mechas vermelhas, eu e Killian assentimos.


— Hoje temos aula do Robin…— revirei os olhos.


— A primeira aula já vai ser desse muchibento? Misericórdia!— Jones bufa.


                       *    *    *

Pov's Regina.


Assim que terminei de dar aula pro segundo ano senti o enjoo tomar conta de mim, sabia que, se não corresse logo, vomitaria todo o meu café da manhã na sala dos meus alunos. Então, guardei minhas coisas rapidamente e me encaminhei para o banheiro mais próximo. Abri a porta de uma das cabines, agradecendo aos céus por o banheiro daquele andar estar vazio. Abri a tampa da privada e comecei a vomitar tudo que tinho comido mais cedo, respirei fundo e senti alguém chegar por trás de mim e segurar meus cabelos, meu sangue gelou e a ânsia veio ainda mais forte, mas quando escutei a voz da pessoa que me ajudava, aliviei-me.


— Está tudo bem, Regina.— Emma passou uma de suas mãos em minhas costas, me tranquilizando. Terminei de fazer o que estava fazendo e depois fechei os olhos, respirando pesadamente, ainda podia sentir aquele mal-estar que o vômito provocava, com certeza essa era uma das coisas que eu mais estava odiando na minha gravidez. Olhei para a loira, ficando um pouco constrangida por ela me ver nesse estado, tudo bem que ela era a outra mãe do meu filho, mas é muito constrangedor vomitar na frente dos outros, pelo menos na minha opinião.


— Passou?— perguntou suavemente.


— Ainda sinto uma tontura…— levantei com sua ajuda.


Fui até pia e tirei uma escova de dentro da minha bolsa - sempre ando preparada-; peguei meu creme dental e escovei os dentes, tudo isso sob o olhar atento de Emma. Enxaguei a boca e lavei o rosto, me sentindo um pouco melhor, mas ainda sim, o mal-estar estava presente. Respirei fundo e encarei a loira, que me olhava preocupada.


— Você está pálida…— observou, tocando o meu rosto e encarando meus olhos com aflição.


— Isso é normal, faz parte da gravidez…— a tranquilizei, fechando os olhos para aproveitar o carinho que ela fazia em minha bochecha. As vezes era tão difícil resistir a Emma, eu me sentia sufocada dentro de mim mesma, cada célula do meu corpo implorava pelo dela, implorava pelos toques dela, mas eu não podia, não agora, e tinha medo de que, quando pudesse, já fosse tarde demais.


— Por que você tem que ser tão linda…?— perguntou em um sussurro. Abri as minhas órbitas castanhas, percebendo que ela me olhava com fascinação, hipnotizada, eu diria. Suspirei pesadamente.


— Emma…— eu queria tanto ceder a ela, mas não podia, ainda mais no banheiro da escola.— Acho que é melhor você voltar pra aula.— quebrei nosso contato, sentindo mais uma vez aquele sufocamento que sentia quando me impedia de tê-la.


— Mas…você não está se sentindo bem…— ela solta um longo e entrecortado suspiro.— eu não vou deixar você sozinha, ainda mais desse jeito.


— Não tem problema, eu posso chamar a Zelena…— desviei meu olhar do seu.


— Zelena está dando aula na minha sala.— falou.— por que não me deixa cuidar de você? — perguntou, sua expressão era frustrada.


—Você sabe que aqui não…não podemos nem estar tento essa conversa aqui, Emma.— comprimi os lábios. Alguém poderia entrar naquele banheiro a qualquer momento, isso não é algo que eu queira que aconteça.


— É, eu sei. Aquele velho manco fica sondando todo mundo…— ela revira os olhos.


— Velho manco?— gargalhei com o apelido dado ao novo diretor do colégio.


— Dê os créditos ao Killian, ele sempre escolhe os melhores nomes.— sorriu, mostrando suas covinhas. Ai, ai, essas covinhas me tiram do sério.


— Vamos, Swan, você tem que ir pra aula.— falei autoritária.


— Ei, não fale comigo como se eu fosse uma criança!— fez um bico.


— Você parece uma…


— Crianças não fazem bebês.— sorriu maliciosa. Revirei os olhos, ela sempre vai passar isso na minha cara.— Não faça essa cara, você participou bastante naquele dia…— disse cínica.


— Eu estava bêbada, nem mesmo sabia o que estava fazendo.— desconversei.


— Tá bom, senhora 'coloco a culpa na bebida'!— zombou de mim.— Mas sério agora, você está melhor? Eu não vou sair até que me diga como se sente…— foi firme.


— Eu estou bem, Swan. Já nem sinto mais tontura.— falei. Eu realmente me sentia bem, era como se a presença dela me fizesse ficar leve, ela me fazia bem.


— Verdade?— olhou no fundo dos meus olhos, como se enxergasse minha alma, ela me olhava tão profundamente, me fazendo arrepiar.


— Verdade verdadeira!— sorri, mas não desvio meu olhar do seu, para que ela saiba que não estou mentindo.


— Ok, senhorita Mills, eu acredito em você. Agora eu vou pra minha aula antes que a outra Mills venha me buscar me arrastando pelas orelhas.— brincou, dando um beijo em minha testa, prendi minha respiração por alguns segundos.

— Não duvido disso, ainda mais agora que ela tem que fingir um mal humor!— brinquei também, para desmanchar a tensão do meu corpo. Ela sorriu e foi embora, e aí eu pude soltar a longa respiração que prendia.— É, filho, acho que sua mãe morena está ferrada!— passei a mão na minha barriga esguia.


                        *    *    *


Assim que saí do cômodo, soltei uma respiração entrecortada. Estar tão perto de Regina me causa essas coisas, só Deus sabe o quanto a quero, mas ela parece fugir de todas as minhas investidas, as vezes penso que deveria desistir de tentar algo, mas nunca consigo, quando olho em seus olhos todas as minhas tentativas de não querê-la falham. Regina tem o sorriso mais lindo que eu já vi, e sua gargalhada é a coisa mais gostosa de todas, sua voz me faz ter arrepios, seu cheiro, ah seu cheiro, é a melhor fragrância de todas, seus lábios são um convite para o paraiso, eles me tentam, tudo nela me provoca sensações que, só ela, apenas ela, me tiram o ar. Por Deus, eu só queria que ela soubesse o quanto eu necessito dela, muitos devem estar pensando; " Ah, Emma, por que você não diz isso pra ela?"; eu até poderia, mas me falta coragem, logo eu que sempre tive coragem e atitude, porém, com Regina as coisas são bem diferentes, pois eu nunca sei o que pode vir dela, Mills é imprevisível e, agora, não posso arriscar ser afastada dela, não agora que existe outra pessoinha dependendo de nós.O que me deixa mais confusa, é que, as veze ela parece querer, as vezes ela me olha como eu a olho, eu só queria poder desvendar esse mistério que é Regina Mills. Paro de pensar sobre essas coisas e vou até o outro banheiro, pois estava com muita vontade de fazer xixi, depois disso, caminho até minha sala, assim que ergo a mão para tocar na maçaneta a porta se abre, revelando ser Zelena. A ruiva me empurra pro lado de fora e fecha a porta atras de si, depois disso, começa a me avaliar.


— Emma, você está bem da barriga?— perguntou-me seriamente.


— Quê? — arregalo os olhos.


— É que você passou muito tempo no banheiro. Se quiser, eu peço autorização pra você ir embora…— nego varias vezes com a cabeça, mas ela me ignora.— Não precisa ter vergonha, Emma, todo mundo faz o ' número dois', até eu e a Regina que somos lindas desse jeito…


—Zelena!— falo mais alto, chamando sua atenção.


— O quê? Eu estou tentando te ajudar!


— Eu não…eu não fui fazer " número dois"…— faço aspas com as mãos.— Quando eu fui no banheiro Regina estava vomitando, eu estava ajudando ela.— expliquei em um tom baixo.


—Oh, entendi! Mas ela está bem?— perguntou preocupada.


— Sim! Se ela não estivesse bem eu nem estaria aqui…— falei.


— Que bom! E eu achando que você tava com dor de barriga…— revirou os olhos e nós duas gargalhamos.— Vamos entrar…— entramos na sala e ela voltou à dar sua aula.


                      *    *    *

Pov's Autora.


Como não deu certo para que Emma e Regina conversassem no intervalo, a loira esperou o fim das aulas para ir na casa da morena, pois Zelena havia dito que a irmã não daria aula na parte da tarde naquele dia. Emma deixou seus amigos em casa e dirigiu até a casa de Regina, estacionou o carro na sombra e deu uma olhada no retrovisor, suspirou e pegou o bebê-conforto, teria que levar o bebê balão consigo. Tocou a campainha e Regina abriu a porta, fazendo uma cara surpresa. Emma observou mais a morena e pôde perceber que ela usava um vestidinho branco que era rodado na cintura, os cabelos da professora estavam presos em um coque frouxo e ela estava sem nenhuma maquiagem. Simples, natural, linda.

— Emma?— perguntou surpresa.

— Oi, Mills. Você disse que queria falar comigo no intervalo, mas eu não te vi, então…— encolheu os ombros timidamente.


— Ah É, eu esqueci, desculpe!— sorriu envergonhada, dando passagem para a loira entrar.


— Tudo bem! Eu também precisava falar com você…— falava, mas percebeu que Regina não prestava mais atenção no que ela dizia. Na verdade, Regina encarava o bebê conforto e o que estava dentro dele.


— Aah…— a morena abriu a boca, fazendo uma expressão confusa.— Hmmm…por que você está carregando um balão dentro de um bebê conforto?— questionou com estranheza. Emma corou violentamente.


— Minha mãe disse que eu vou ter que cuidar do balão até ela ter certeza que estou preparada, e também ver se sou responsável. Se algo acontecer com ele, ela corta o meu pinto.— falou com naturalidade. Regina soltou uma gargalhada.— Não ria…— a loira fez bico.


— Desculpe, Swan, mas isso é muito engraçado!— limpou as lágrimas do riso.

— Vai rindo…— a menina caminhou até o sofá e Regina a acompanhou.— Quero vê se você vai rir quando eu disser que ela quer que você jante lá em casa hoje. Inclusive, deixou de ir pra empresa hoje só pra dizer pros empregados como ela quer a comida.— revirou os olhos.


— O quê? — perguntou nervosa.— Emma, essas coisas devem ser avisadas com uma semana de antecedência, eu não estou preparada.— levantou e começou à andar de um lado pro outro.


— Diga isso pra dona Mary.…— falou, pondo a mão nos olhos.


— Pelo menos sua mãe não é a minha. Acredite, você morreria de medo dela apenas com um olhar…— falou, dando um suspiro cansado e voltando à sentar do lado da garota.


— O que você queria me falar?— Emma perguntou depois de um tempo.


— Eu tenho consulta marcada na semana que vem, queria saber se você vai poder ir comigo.— diz, virando o rosto pra encarar a loira.


— Eu iria com você até mesmo se não pudesse…— falou, olhando profundamente nos olhos da mais velha, e pegando em sua mão.— É o nosso bebê, eu quero estar presente em cada fase da vida dele…— ambas se olhavam fixamente, como se estivessem vidradas uma na outra.— Em cada fase da sua…,vocês dois são uma das coisas mais importantes da minha vida agora...— a loira arriscou aproximar seu rosto um pouco mais.


— Por que você é assim…?— Regina perguntou em um fio de voz.— Por que me faz sentir essas coisas…?— era um sussurro cansado. Emma achou que seu coração poderia sair pela boca, tudo em sua volta ficou mudo, só existia ela e Regina, nada mais que isso.


— O…que…— engoliu em seco.— O que eu te faço sentir…?— sua voz era trêmula.


Regina queria correr e se enfiar em um buraco, mas ao mesmo tempo, queria aproximar seu rosto ainda mais, queria sentir a textura dos lábios da loira mais uma vez, queria os braços de Emma lhe envolvendo. Mills queria que Emma parasse de ser tão doce, aquilo era irresistível demais para ela, tudo naquela loira lhe atraía, era como um ímã, um forte e poderoso ímã. Neste momento, ambas tinham seus corações quase saído pela boca, suas respirações eram pesadas e seus olhares se intercalavam dos olhos à boca uma da outra. Emma queria tanto se aproximar mais, seu corpo respondia aos seus desejos, pois seu rosto se aproximou ainda mais do da morena. Regina, por outro lado, queria que seu corpo parasse de responder aos seus desejos, queria que seu coração parasse de bater tão freneticamente pela loira, mas era impossível se afastar quando ela estava tão perto, tão acessível. Quando a loira se aproximou ainda mais, Regina colocou seu dedo indicador nos lábios da loira, lhe impedindo de uma aproximação maior, lhe impedindo de quebrar a pequena distancia que havia sobre elas.


— Não faça isso, Emm…— sussurrou suplicante.


— Por que foge tanto…?— perguntou em um fio de voz, havia tristeza em seu tom.


— Nós não podemos…— disse ela, mantendo a voz sussurrante. Emma colou suas testas, Regina a queria, saber disso deixou a loira ainda mais determinada a tê-la.


— Você não sabe o quão difícil é estar tão perto de você e não poder te ter…— Regina engoliu a saliva com dificuldade.


— Você não pode me dizer essas coisa…por favor, Emma, não me faça ceder…— fechou os olhos, seu pedido era uma grande súplica.— tem tantas coisas em jogo, tem o meu emprego, tem você, que pode ser expulsa, tem o bebê…eu não posso colocar essas coisas em risco.— sem que elas percebessem, seus narizes já se roçavam.


— Esse…esse é o problema…? Eu saio da escola, eu mudo de colégio!— seu tom era nervoso.


— Não quero que saia do colégio. Seus amigos estão lá, e…é uma das melhores escolas de Boston, não posso permitir que faça isso.— falou firmemente.


— Você que está dificultando as coisas!— falou, suspirando pesadamente, a loira deu um pequeno selinho na morena, o que pegou Regina de surpresa, depois beijou sua testa.— Eu quero você, e agora que eu sei que você também sente algo por mim, não vou desistir de nós. Te busco as oito pro jantar.— dito isso, pegou Jefinho e saiu rapidamente da casa da morena, deixando uma Regina de perna bambas, ofegante, boba e preocupada.

Emma entrou em seu carro, sacou o celular e digitou um número bastante conhecido.

— Alô, Belle?….eu tenho um trabalho pra você!— a garota do outro lado da linha confirmou e desligou o celular.— Gold, você comprou briga com as pessoas erradas. Ninguém se mete com os Swan-Mills-Jones luccas!— sorriu e arrancou com o carro. Regina a queria, elas teriam um filho juntas ,essa era a única coisa que importava agora.


Notas Finais


Comentem💚
Beijos e até semana que vem❤💋


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