História My Stupid Wife - Capítulo 16


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Categorias Camila Cabello, Demi Lovato, Fifth Harmony, Harry Styles, Louis Tomlinson, Selena Gomez, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Lauren Jauregui, Louis Tomlinson, Normani Hamilton, Selena Gomez, Shawn Mendes
Tags Bissexualidade, Camren, Drama, Homossexualidade, Larry, Lgbt, Norminah, Semi, Yaoi, Yuri
Visualizações 313
Palavras 2.181
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello bolinhos, turu bom?

Eu sei que vocea provavelmente querem me matar por não ter postado nada na semana passada e eu sinto muito por ter feito isso, mas fiquei sem internet e não pude avisar.

Enfim, cá está o capítulo que acabei de terminar de escrever, porque decidi deixá-lo mais longo pra tentar compensar o que eu não postei na semana passada.

Capítulo 16 - Cap. 16


Camila’s Point Of View

 - Qual o problema de vocês? Eu já disse que não quero sair - grito irritada enquanto manobro minha cadeira para o quarto.

 É incrível como Lauren se tornou uma praga na minha vida de uma hora pra outra, é como se me buscar na escola todos os dias não fosse o suficiente para ela. Estou a ponto de enlouquecer e com certeza vou acabar fazendo-o se não tiver um tempo livre daquela estúpida.

 - Filha, você precisa sair um pouco - Sinuhe entra no cômodo logo atrás de mim - e Lauren te convidar para fazê-lo foi uma atitude muito doce.

 - Mãe, por favor. Não estou com cabeça para isso - falo enquanto tento (em vão) me colocar sobre a cama.

 - Não me interessa, a senhorita vai sair deste quarto e ponto final - ela mal acaba de falar e o barulho irritante da campainha soa pela casa.

 Oh, mas que beleza!

 - Deve ser Lauren - a mais velha diz animada e sai como um foguete em direção à porta, não sem antes me mandar escolher uma roupa.

 Suspiro derrotada enquanto me dirijo ao guarda-roupa e escuto minha mãe conversar com Lauren na maior animação. E não, eu não tenho dúvida alguma sobre estar pagando pelos meus pecados cometidos e os que ainda irei cometer.

 - Nem que eu estivesse morta te deixaria ir com essas roupas, Karla Camila - Sinu diz assim que vê as roupas pretas em cima de minha cama - vocês estão indo num parque, não em um funeral.

 Bufo irritada enquanto ela revira meu armário em busca de “algo mais colorido", o que acabou sendo um vestidinho branco com estampa de flores.

 Quando saio do quarto, Lauren - o demônio - está me esperando com seus típicos trajes bad girl. Jaqueta de couro, jeans rasgados e os coturnos nos pés. Eu só queria saber o por quê de ter que ficar de vestido nesse frio, enquanto ela pode vestir essas roupas.

 A mulher sorri, o que só faz me irritar ainda mais, porque essa imbecil sabe que não quero ficar perto dela. Enquanto isso, minha mãe está radiante por nós estarmos saindo juntas.

 Depois de fazer a mulher prometer que me traria de volta antes das dez, finalmente fomos ao tal “parque”.

 Sinceramente, perdi meu tempo naquele lugar, pois não havia nada além de crianças gritando e correndo, e velhinhas alimentando pombos com pipocas. Tinha um lago também e foi lá que nós ficamos, até Lauren inventar de comprar sorvete.

 - Vamos, eu sei que esse é o seu favorito - ela diz me estendendo a mão com o sorvete de banana e insistindo para que eu o pegue.

 - Já que você me conhece tão bem, então imagino que já saiba que vou mandar você enfiar esse maldito sorvete onde o sol não bate - falo cruzando os braços.

 A única coisa que eu quero é ir para casa, mas parece que ela tem em mente algo bem diferente, o que me irrita cada vez mais. Tenho vontade de sair daqui por mim mesma, mas não sou tão rápida e é mais do que apenas provável que a morena não me deixará ir tão fácil.

 - Você é surda por acaso? - pergunto quando vejo que ela continua me oferecendo o sorvete - Eu já disse que não quero essa droga de…

 - Cala a boca e come, Camila - a mulher me interrompe enfiando um pouco do sorvete na minha boca, que obviamente fica toda suja.

 - Lauren, sua ogra! - grito desferido uma sequência de tapas em seu braço e enquanto isso a mais velha ri.

 A mesma maldita risada de bebê que sempre teve.

 - Não fale mais comigo - digo olhando para o outro lado, o que parece divertí-la ainda mais, já que suas gargalhada começavam a chamar a atenção de algumas pessoas para nós.

 - Deixa que eu limpo pra você - fala pegando um guardanapo.

 - Não, obrigada. Eu ainda tenho mãos - a impeço antes que encoste o papel em mim.

 - Beleza, se limpa sozinha aí então - ela levanta as mãos em forma de rendição e me estende o guardanapo.

***

 - Eu quero ir embora - digo depois de um tempo.

 - Não faz nem cinco minutos que estamos aqui - Lauren fala no maior sossego.

 - Já faz quase três horas - corrijo-a.

 - Sério? Nem vi o tempo passar - me lança um sorriso cínico.

 Tenho vontade de dar um murro na cara dela, bater até quebrar todos aqueles dentes brancos e perfeitamente alinhados. Mas respiro fundo me contendo.

 - Você não vai me levar embora né? - pergunto depois de me acalmar.

 - Nop - ela diz ainda sorrindo.

 - Por que está fazendo isso? - questiono enquanto a mais velha se levanta.

 - Porque eu quero fazer as coisas diferentes dessa vez - fala começando a empurrar minha cadeira de rodas pelo parque.

 - E por quê? - insisto.

 - Porque talvez eu tenha descoberto que não te odeio tanto quanto pensei que odiasse.

 Fico sem saber o que dizer e depois de alguns segundos, resolvo agir como se não desse a mínima pro que a mulher tinha dito.

 Ao fim da tarde eu já estava em casa, com um maldito balão que Lauren tinha insistido em comprar pra mim e um sorriso cínico pra agradar meus pais, fingindo ter gostado do passeio idiota, porque eu sabia que aquilo era importante para eles.

 Ally havia me telefonado mais cedo, avisando que iria me visitar em casa. Se fosse qualquer outra pessoa eu pediria para remarcar, porque estava com a cabeça cheia demais para lidar com visitas. Mas Allyson não era apenas uma visita, ela era praticamente minha irmã. Sem contar que era uma ótima ouvinte e sempre teve ótimos conselhos, e eu precisava falar com alguém.

 - Talvez eu não devesse te perguntar isso, mas… sabe onde Demi tem estado? - pergunto para a menor, afinal estava curiosa para saber o que tanto aquela cabeçuda fazia para não responder minhas mensagens.

 - Com Selena em algum lugar que não me interessa e não quero nem pensar em imaginar - diz logo após um longo suspiro e deita sua cabeça sobre minhas pernas.

 Aproveito para acariciar seus cabelos enquanto a garota desabafa comigo sobre como suas últimas semanas foram terríveis, acabei percebendo que não sou a única com problemas e que os meus sequer chegam aos pés dos dela.

 Sinceramente, não faço ideia de como Ally está conseguindo lidar com tudo isso sem deixar transparecer seu verdadeiro estado emocional. Suas notas não caíram e ela age normalmente pelos corredores. Entretanto, só agora vendo-a sem nenhuma de suas máscaras, é que percebo que minha amiga está destruída e me sinto inútil por não ter sido capaz de notar isso antes.

 - Você tem certeza de que era ele? - pergunto calma ainda passando a mão por seus cabelos.

 - Absoluta, Mila - ela responde fungando - era o carro do meu pai, eu deveria saber que ele nunca deixou de se encontrar com aquela mulher.

 Faço carinho em uma de suas bochechas com a mão livre enquanto tento acalmá-la de alguma forma, mesmo sem ter ideia do que dizer.

 - Ally, não acha que talvez você devesse contar à sua mãe? - a garota para de chorar e me encara em silêncio por alguns segundos - só estou dizendo, que seria melhor ela saber por ti do que por outras pessoas.

 - Eu sou uma pessoa horrível, não sou? - a loira volta a chorar - sei disso a três anos e nunca contei pra ela, passei todo esse tempo protegendo aquele homem nojento, pensando que podia resolver isso sozinha - Ally soluça e eu sinto meus olhos arderem, afinal eu  era a única que sabia de toda essa história.

 - Hey, não diga isso. Você é uma pessoa incrível Allycat - limpo suas lágrimas tentando confortá-la de alguma forma - tu não tem culpa de nada. Ele sim é o culpado dessa história toda, por estar fazendo algo tão baixo e destruindo sua família desse jeito.

 Passo bons minutos tentando acalmar minha amiga, o que demora graças à gravidade do problema.

 - Eu posso passar a noite aqui? Não quero correr o risco de me encontrar com aquele homem hoje - pede quando finalmente se acalma.

 - Claro que pode, Ally. Sabe muito bem que as portas desta casa sempre estarão abertas para te acolher, não importa o que aconteça - ela se senta ao meu lado e me abraça forte.

 - Obrigada, Mila.

***

 - Você vai o que?! - me seguro para não gritar ao telefone assim que atendo a ligação de Demi e a idiota me fala que quer minha ajuda para pedir Selena em namoro - escute aqui sua filha do cão, primeiro: eu não estou nem aí pra esse seu pedido de namoro e não vou ajudar porra nenhuma; segundo: eu quero mais é que você enfie essa maldita aliança no teu cu, desgraçada. E da próxima vez que me acordar às quatro da manhã pra falar de algo tão abominável como sua maldita paixonite por Selena Gomez, vou enfiar meu pé tão fundo na sua bunda que tu só vai voltar a vê-lo na manhã de Natal - digo pouco me importando com Ally me olhando abismada com minhas palavras - agora, faça algo que preste pelo menos uma vez na vida e vá dormir, aproveitando para me deixar fazer o mesmo. Obrigada.

 Encerro a ligação deixando meu celular sobre o criado-mudo e voltando a fechar os olhos para dormir, mas se acha que eu consegui fazer isso, você está bem enganado.

 Passei o resto da madrugada sonhando, ou melhor, tendo pesadelos com Lauren.


 “Me solta!” ordeno desferindo vários tapas em seus braços enquanto a mais velha me carrega para a cama “me larga, sua idiota”.

 Sinto minhas costas se chocarem contra o colchão macio e ela se põe em cima de mim. Tento empurrá-la, mas não tenho forças suficiente para isso, seus lábios tocam minha bochecha de forma suave, me fazendo arrepiar. Eles se movem em direção ao meu pescoço e um vento gelado me faz perceber que estou sem blusa.

 “La-auren, não” tento impedi-la quando seus lábios começam a descer por meu pescoço, puxo seus cabelos fazendo-a me olhar nos olhos. A mais velha aproxima nossos rostos enquanto sustenta seu olhar no meu e sinto sua respiração quente bater em meu rosto.

 “Camila…” sua voz não passa de um sussurro, arrepiando-me o corpo por inteiro.


 - Camila - abro os olhos e a primeira coisa que vejo é o rosto de Allyson, tomado por uma expressão de preocupação - você está bem?

 Me sento na cama e olho em volta, os raios de sol que atravessam a janela iluminam o quarto, me fazendo ter sérias dúvidas quanto ao horário.

 - Que horas são? - pergunto com a voz rouca de sono, ela se vira e checa seu celular que estava em seu casaco, pendurado na cabeceira da cama.

 - Nove e cinquenta - Ally torna a se sentar de frente para mim, brincando com os dedos de suas mãos - eu percebi que você não conseguiu dormir muito bem, então pensei em te deixar descansar um pouco mais, ao invés de te acordar às sete - diz com uma expressão culpada.

 - Obrigada, eu realmente estava precisando disso - digo passando uma das mãos pelo cabelo e suspirando logo em seguida.

 Eu não sabia o por quê de ter sonhado aquilo e ainda mais com a Jauregui, só sabia que foi estranho e que tinha sentido coisas que não devia.

 Ally me ajuda a sentar na cadeira de rodas e antes que eu possa fazer qualquer coisa, minha mãe entra no quarto dizendo para minha amiga ir tomar café enquanto ela me ajudava a tomar banho.

 Lauren tem assombrado meus sonhos desde o dia do acidente, mas neste último foi diferente. A mulher não veio me culpar por algo como sempre faz, ela queria algo diferente e eu não tive forças de pará-la. Céus, eu realmente a teria beijado se Allyson não tivesse me acordado e pensar nessa possibilidade me faz arrepiar inteira.

 Quando termino o banho, digo à Sinu que vou ficar um pouco mais na banheira para aproveitar a água morna - o que não é de todo mentira, já que eu realmente pretendia fazer aquilo.

 Aproveito também para repensar um pouco esses últimos dias, até que me lembro da ligação de Demi. É mais do que óbvio que a cabeçuda ainda é apaixonada pela Ally e seu pedido de namoro não passa de uma forma de tentar tirá-la de sua cabeça, mas minha amiga está para cometer um erro enorme e eu não posso - e não vou - deixar que ela faça isso. Nem que para impedí-la eu tenha que empurrar minha cadeira até sua casa, ou até mesmo trancá-la num quarto com a baixinha para que as duas se resolvam logo entre si.


Notas Finais


Uma coisa muito importante que eu esqueci de fazer no capítulo anterior foi agradecer pelos MAIS DE 100 FAVORITOS! Então, obrigada meus bolinhos, porque os favoritos e comentários de vocês são o que me motiva a continuar escrevendo essa fanfic (se não fosse isso, eu já teria parado a muito tempo por preguiça mesmo kkkkk).

Até semana que vem bolinhos.

Bjs da tia panda

😘😘😘


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