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História My Sugar Daddy - Jikook - Capítulo 26


Escrita por: MissyRuby

Notas do Autor


CAPÍTULO NÃO REVISADO!! Então contém erros babys.

Tenham uma ótima leitura!

Capítulo 26 - Ameaças


Assim como uma gota de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a nossa vida. — Mahatma Gandhi.

Jungkook ficou mera preocupado com o namorado, não lembrava de ter deixado aquelas marcas em seus pescoço e nem mesmo as faria. Queria saber quem machucou seu garoto, não imaginaria ninguém o tocando, se caso acontecesse, mataria a pessoa com suas próprias mãos.

— São... Chupões? — Jimin tentou disfarçar, colocando suas mãos em seu pescoço novamente, tampando as marcas vermelhas dos dedos que estavam naquela área.

— Não falo dos chupões, falo das marcas vermelhas, Jimin. Eu vou perguntar pela última vez, ou eu mesmo irei descobrir, fale logo!

O loiro tinha medo de dizer a verdade para seu namorado, sabia que se contasse, o moreno iria atrás de quem fizerá aquilo com sigo, queria evitar mais problemas.

— Não é nada, Jeon, vem cá, quem é Hana? — acabara de se lembrar da mulher que ligou a minutos atrás, fazendo sentir raiva ao lembrar da voz enjoada da mulher.

— Hana? Não sei, por que a pergunta? — franziu o cenho.

Jeon não sabia quem era Hana, por que deveria saber? Nunca havia falar desse nome, nem mesmo conhecia.

— Uma mulher chamada Hana, ligou agora cedo e disse que era pra você ir no apartamento dela, a noite, como você sempre vai. Também me disse, que achou sua gravata, agora me responda, quem é Hana?

— Eu não sei quem é Hana, amor, nunca ouvi falar, acha que estou te traindo?

— Você está? — arqueou uma de suas sobrancelhas cruzando seus braços, enquanto encarava o moreno a sua frente.

— E a confiança, Jimin? Porra, eu não sei quem é Hana, você deveria acreditar em mim e ter confiança em mim! — se alterou, não era verdade aquilo, não sabia de fato quem era Hana.

Jimin suspirou passando a mão em seus cabelos, os puxando para trás, enquanto suspirava pesadamente.

— Eu não sei no que pensar, ela não ligaria assim Jeon, ainda mais falando da merda de uma gravata! — esbravejou — Eu não sou seu palhaço, Jungkook, muito menos um brinquedo seu.

— Olha o que você tá fazendo, está acabando com o nosso relacionamento por causa de uma mentira, por Deus Jimin!

— Mentira? Ela ligou pra sua casa, dizendo que achou a sua gravata e que te esperava no apartamento dela, como todas as noites! O que você quer que eu pense? Quer que deixe isso de lado, fingindo que nada aconteceu?

Já era possível ver as lágrimas rolarem pelas bochechas gordinhas do loiro, estava se sentindo traído, achava mesmo que Jeon estaria o usando.

— Esqueceu da nossa noite? Esqueceu das juras de amor que eu fiz pra você, enquanto estávamos nos amando? — Jungkook andou até o namorado segurando em seu rosto, levantando seu olhar para si — Eu te amo Jimin e jamais trairia você, eu esperava que tivesse confiança em mim, de verdade. Eu não conheço nenhuma Hana, se é que conheço e não lembro, possa estar no passado. Desde quando eu me envolvi com você, eu nunca, nunca fiquei com outro alguém a não ser você, porque eu te amo e é com você que eu quero estar a todo momento.

Jimin sentiu seu coração apertar, abraçou o moreno e escondeu seu rosto na curvata do pescoço do moreno, inalando seu cheiro que tanto amava.

— Desculpa... Eu... Eu não sabia no que pensar, eu fiquei com ciúmes e pensei que ela poderia estar falando a verdade, me perdoa.

Jungkook suspirou e pegou o menor no colo, o colocando sentado encima da pia do banheiro, ficando entre as pernas do mais novo.

— Eu te entendo, ouvir uma coisa assim mexe com a gente, eu só quero que confie em mim e não ouça o que essas pessoas falam. Eu vou saber quem é essa tal de Hana, porque não é possível, nunca ouvi falar dessa mulher. — fez carinho no rosto do loiro, olhando para as marcas em seu pescoço — Agora me diz, quem fez isso com você?

Jimin não queria falar, não queria se meter em mais problemas com a família de seu namorado, mas também não poderia esconder uma coisa dessas.

O loiro suspirou, mordendo seu lábio inferior descontando o nervosismo que sentia. Apertou seus dedos nos ombros do moreno, olhando em seus olhos que mantia a preocupação.

— Foi sua mãe. — a voz do mais baixo saiu baixa, dando muito bem para o moreno escutar.

— Minha mãe? — pareceu não acreditar no que estava ouvindo, o loiro assentiu abaixando a cabeça.

Os dois ficaram em silêncio, o moreno estava tentando raciocinar tudo o que ouviu, não duvidava nada de que sua mãe faria tal coisa.

Respirou fundo abraçando o loiro, apertando seu corpo miúdo em seus braços fortes, estava se sentindo péssimo.

— Desculpa amor, — Jeon pediu — eu deveria te proteger, eu deveria te proteger dela e de todos. — sua voz saiu chorosa baixa.

— Não peça desculpas, Koo, não é culpa sua, eu só te peço que não faça nada, eu já estou bem. — se afastou do moreno para olhar em seus olhos negros — Vamos lidar com isso juntos.

— Ela te machucou, eu queria poder fazer o mesmo com ela, mas, aquela mulher continua sendo minha mãe. — suspirou — Vou ligar para o Namjoon, irei falar com ele.

— Namjoon? Kim Namjoon? — tombou sua cabeça para o lado, seria o mesmo Kim Namjoon?

— Sim meu amor, por que? O conhece?

— Meu amigo Kim Seokjin, é casado com um Kim Namjoon, será que é mesmo? — fez um pequeno bico em seus lábios.

— Kim Seokjin...? Ah, só pode, Nam e ele já vieram aqui e jantamos juntos, que mundo pequeno, eles poderiam ter nos apresentado antes, não? — sorriu beijando os lábios do namorado.

— Sim, fiquei triste agora, — seu bico cresceu ainda mais, cruzando seus braços, logo soltando uma risadinha. — mas, o que vai fazer a respeito de sua mãe?

— Namjoon é delegado, vou denunciar ela, quero ela na prisão, pelo menos isso eu posso fazer sem a escostar um dedo.

— Vai mesmo denunciar sua mãe?

— Ela te machucou amor, eu não aceito ninguém tocar em você, aquela mulher já passou dos limites. Sei que hoje é domingo, mas vamos tomar um banho e nos arrumar.

— Por que? — saiu de cima da pia assim que o moreno se afastou para ligar a água da banheira.

— Porque vamos na delegacia, denunciar aquela mulher do capeta!


[...]

16:30

Senhora Jeon se encontrava no momento em um dos restaurantes mais caros de Seul, acompanhada de uma mulher. As duas mulheres estavam sentadas próximas a janela de vidro do lugar, enquanto conversavam.

— Fez o que eu pedi, certo? — a mais velha perguntou tirando um envelope de sua bolsa.

— Fiz sim senhora, disse que eu era uma tal de Hana e que ele havia esquecido a gravata em meu apartamento, como a senhora pediu. — a mulher que continua um exagero de batom vermelho em seus lábios, disse sorrindo.

— Quando cheguei na casa do meu filho, eu esperava ver os dois brigando por causa dessa ligação, mas acho que cheguei cedo. Acredito que eles brigaram e esse relacionamento tenha acabado, pelo menos isso. — entregou o envelope para a mulher — A quantia que eu lhe disse está aí, tudo certo.

— Foi um prazer trabalhar para a senhora, até mais. — a mulher levantou de seu lugar pegando suas coisas e colocando o envelope em sua bolsa, saindo do restaurante.

Senhora Jeon fez ficou mais um tempo no lugar, dando alguns telefonemas, até se levantar e pegar suas coisas, saindo do restaurante.

Ia andando em direção a seu carro, que estava estacionado a frente do estabelecimento, porém, foi parada por dois polícias.

— Senhora Jeon Seulgi? — um dos homens indagou olhando sério para a mulher que os olhou de cima a baixo.

— Sim, sou eu, algum problema?

— Poderia nos acompanhar até a delegacia? — o outro perguntou arrumando sua farda em seu corpo.

— Por que eu iria? Não fiz nada, o que pretendem comigo? — estranhou, além do mais, segundo ela, não havia feito nada.

— A senhora está sendo acusada de tentativa de homicídio, por favor não dificulta as coisas.

— A senhora pode nos acompanhar a sua vontade, ou podemos te algemar, o que prefere? — um deles lhe mostrou a algema cor prata.

A mais velha não teve o que dizer, sabia muito bem quem haverá ter feito a denuncia, então foi com os polícias sem reclamar.

Ao chegarem na delegacia, um dos homens levou a mais velha para a sala do delegado, o homem a colocou sentada a frente da grande mesa de seu superior.

— Que palhaçada é essa, Kim Namjoon? — a mulher esbravejou cruzando seus braços.

— Boa tarde senhora Jeon, como já pode ter sido informada, a senhora está sendo acusada de tentativa de homicídio, tem algo a dizer? — Namjoon brincava com um caneta em seus dedos, a batucando em sua mesa.

— Tentativa de homicídio? Vocês estão loucos, eu nunca faria isso, quem disse uma coisa dessas?

— Eu disse, — Jungkook entrou na sala, abraçando Jimin pela cintura, ficando um pouco afastado da mulher que o olhou com fúria em seus olhos.

— Você? Eu... Ah foi ele não foi? Ele te disse isso, eu sei que foi, esse desgraçado!

A mulher tentou avançar em Park, não tendo sucesso, pois Jeon entrou na frente do namorado empurrando a mais velha. Namjoon que até então estava sentado, se levantou segurando a mulher.

— Senhora, peço que se acalme. — Namjoon tentou parar a mulher, que ainda debatia em seus braços.

— Era pra vocês estarem brigados, era pra estarem separados e não juntos, aquela vadia nem pra separar vocês, ela não sabe! Será que eu tenho que fazer tudo sozinha!?

— Nada o que você fizer, vai nos esperar, eu vou continuar do lado do Jungkook e ele do meu senhora, desista! — Jimin tomou a voz, se mantendo firme.

— Eu vou matar vocês, eu vou te matar, Park Jimin!

Um dos polícias entrou na sala rapidamente, algemando a mais velha e a tirando dali, ainda dando seus gritos histéricos.

A levou para uma cela, que até então estava vazia.

— Ela está presa agora amor, está tudo bem, — Jungkook falou abraçando o loiro fortemente, enquanto beijava sua testa carinhosamente.

Já a mulher andava de um lado para o outro, estava impaciente, precisava de suas pílulas calmantes.

A mesma havia pedido para um dos polícias, um telefone para ligar para seu marido, que até então recebeu o telefone.

Discou o número e se sentou na ponta da cama que havia naquela cela, aproveitando o momento que o policial havia saído para fazer alguma coisa.

— Está me ouvindo? — a mulher disse ao telefone — Eu quero um atestado médico falso, dizendo da falsa doença mental que eu tenho, assim, eu poderei sair daqui... — suspirou — E mais uma coisa, eu quero Park Jimin morto, o quanto antes!!



Notas Finais


🤡


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