História My Sweet Baby - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Drama De Leves, Hibridos, Jikook, Namjin
Visualizações 132
Palavras 2.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu não desisti de vocês pessoal :') tenho recebido bastante elogios no whatsapp sobre a fic, o comentário de vocês também, a fic tem quase 150 favoritos, Obrigada. A história correu meio rápido, a gravidez e tals, mas se pararmos para pensar por um ângulo, fez sentido correr rápido. Espero que vocês gostem do capitulo, não relevem qualquer erro. Boa leitura 💙

Capítulo 8 - Obstáculos da Verdade


A cada dia que passava-se dentro daquela cela se tornava um real inferno para Jungkook, não conseguia dormir, muito menos comer. Estava preocupado com Jimin, não pensava em sua imagem estar denegrida ou no escritório, apenas no loiro, provavelmente já havia saído nos noticiários que o "grande" advogado Jeon JungKook, ou o mais charmoso CEO esta na cadeia, os fofoqueiros que o perseguia tiravam grande vantagem da situação para acrescentar coisas falsas, calúnias para ter mais renome na mídia. NamJoon explicou sua situação, ele conseguiria sua absorção, pois o Juiz era um de seus amigos, entretanto levaria alguns dias pelo processo dos documentos. E o escritório... havia perdido boa parte dos seus malditos advogados nos quais pagava uma fortuna mensalmente, e claro; seus clientes, nesse ritmo o escritório iria se afundar, e tentar ergue-lo novamente o levaria a falência. O mais importante naquele momento era sair daquele lugar asqueroso, desprovido de qualquer tipo de conforto diante daquelas grades e o principal; liberdade, cuidar de Jimin que carregava seu filho, já o amava tanto. Encostou-se na parede gélida sentado sobre a "cama" improvisada, mexendo nos botões de sua camisa, uma mania que o moreno tinha quando estava inquieto e pensativo. Ficava incrédulo em pensar no quão rápido tudo aconteceu, um presente que não esperava, a relação, um filho... Ele ao menos fazia idéia que Jimin poderia engravidar, o desejo que sentia pe-lo garoto falou tão alto, tão forte naquele momento, que nem ao menos havia cogitado em usar preservativo. Se fosse uma vadia qualquer com certeza pagaria uma fortuna para que ela abortasse, mas era Jimin, no qual não tinha dúvidas do quanto amava aquele garoto que o deixava louco.

— Hey, levanta, tem visita — A voz irritante do guarda tirou-lhe dos seus devaneios. Uma expressão nada agradável tomou conta de sua face, aquele cara sempre tentava-lhe tirar do sério.

Saiu da cela algemado e acompanhado pelo mesmo guarda até a sala de visitas, aquilo era humilhante. Um homem de aparentemente cinquenta anos, cabelos um pouco grisalhos e terno bem alinhado em sua postura perfeita, acompanhado de uma mulher um pouco mais nova, cabelos longos e castanhos, trajava um vestido vermelho e elegante, lábios iguais aos do Jungkook, sim eram seus pais. Ao adentrar a sala, sua mãe foi rapidamente de encontro com ele e o abraçou fortemente, enquanto o seu pai lançava-lhe um olhar repleto de raiva e desprezo, com certeza estaria possesso de ódio pelo escritório, ele se preocupava demais com a sua imagem, o escritório Jeon, de início era dele pois o mesmo quem fundou.

— Meu bebê — Passou as mãos nos cabelos do Jeon enquanto ainda o mantinha no abraço acolhedor — Vamos tira-lo daqui o mais rápido possível, prometo.

— Estava com saudades, mãe — um pequeno sorriso surgiu em seus lábios finos e ressecados, na tentativa inútil de transparecer que estava bem, para que deixasse a mulher menos preocupada. Seu estado estava péssimo, roupa toda amassado, orelhas em sua face.

— Eu também meu amor — separou o abraço para olhar o mais novo.

— Não queria ter trago a sua mãe, mas sabe o quanto ela é teimosa — A voz grave do mais velho os interrompeu, fez Jungkook lançar-lhe um olhar oblíquo — Você é uma decepção, ingrato.

— Tudo o que eu fiz, aprendi com o melhor instrutor, o Senhor — Afrontou, o homem se aproximou e ergueu a mão para desferir-lhe um tapa, mas não o fez porque a mulher o impediu.

— Chega, JoungHee!

— Não se interfira, Sônia — Pronunciou ríspido abaixando sua mão — Descobri que aquela aberração está esperando um filho seu, não pense em se casar com ele, muito menos registrar esse bastardo, você já denegriu a nossa família o suficiente.

— O que eu faço não interessa a você, não sou mais um boneco em suas mãos. Você se degrine por si só! — inevitável não se alterar ao receber palavras tóxicas como aquelas. Um silêncio instalou-se no local, afrontar o seu pai lhe causava receio, receio por não saber o que passava em sua mente, e sabia do que ele era capaz.

— Inacreditável — Pronunciou incrédulo — até entendo que queira usar o garoto para satisfazer os seus desejos, mas você se separou de uma ótima mulher, para que?

— "Ótima" apenas pela condição financeira, estou certo? Porque ela é uma vagabunda. Jimin não é um objeto sexual, ele é mais do que uma jóia rara.

— Eu concordei com a separação dos dois — Sônia pronunciou ao lado de JungKook não parando um segundo em correr seus dedos nos fios do moreno — Se ele quer o garoto você não deveria interferir na decisão dele JoungHee.

— Eu poderia ter te largado em casa — Direcionou as palavras rispidas a mulher — Sugiro que saia o mais rápido possível, querido filho, não vou mover um dedo para te tirar daqui — Pronunciou em um tom irônico — pois o seu tal "Jimin" pode precisar, ele e o bastar...

— CALA A BOCA! — Vociferou partindo para cima do homem, o diálogo se tornou uma discussão na qual dava para se ouvir fora da sala e pelos quatro cantos do âmbito, um dos guardas teve que entrar e intervir a possível "briga". JungKook não poderia permitir que ele encostasse um dedo em Jimin, mas estava incapacitado, sabia do que seu pai era capaz, ele fazia qualquer coisa para conseguir o que queria — Encoste um dedo sequer nele que eu acabo com você!

O Sr. Jeon JoungHee riu pela situação do seu filho, o ameaçando ao ser levado de volta para cela, a mãe de JungKook ficou ainda mais preocupada, e empenhada em tira-lo daquele lugar idependente da reação do marido, tiraria seu filho daquele lugar.

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A gestação estava sendo complexa para Jimin, os enjôos, vômitos, as vezes tinha vontades estranhas, de ovo com Nutella até goiabada com manteiga, combinações estranhas que as vezes quando Jin presenciava aquilo, ele quem tinha a maior vontade de vomitar, parecia que os papéis estavam invertidos. Sua vontade era que aquele período acabasse logo e que JungKook regressa-se da tal viagem rápido. SeokJin ficava parte da tarde com o loiro, mesmo ele alegando não ser necessário já que Jin tinha o seu trabalho no escritório. NamJoon passava para ve-los no final da tarde praticamente todos os dias, o pequeno reparou que os dois estavam estranhos, e pareciam esconder algo de si.

— Jin — O chamou manhoso — Me leva com você, estou cansado de ficar trancado aqui sem fazer nada.

— Jimin eu vou trabalhar e não passear, não é bom você ficar no escritório, já te disse que estamos passando por uma situação difícil — O moreno respondeu ao menor, voltou a dar atenção a sua refeição da manhã, para depois ir ao escritório.

— Então por que o JungKook demora tanto a voltar? Ele deveria estar aqui para resolver esse problema — resmungou, aquilo não fazia sentido, JungKook viajar em plena a crise do escritório.

— Foi por esse motivo que ele viajou, Jimin, Ele... foi resolver umas coisas fora — Jin finalizou o seu café da manhã, rapidamente se levantou, levou a louça que havia usado e a deixou dentro da pia — Fique bem ok? Eu volto no horário de sempre, tem lasanha na geladeira quando você for comer é só esquentar no microondas, e se surgir algum problema me ligue — Jin pegou sua bolsa que estava sobre o balcão, aproximou-se do loiro e deixou um beijo em sua testa. Se despediu do menor e foi a caminho do escritório de táxi.

Era irônico ver aquele cenário praticamente vazio, pela correria em que SeokJin havia se acostumado, alguns funcionários ainda trabalhavam no local, os mais necessitados, e os poucos advogados fiéis ao Jeon, que trabalhavam a anos naquele escritório desde quando o pai dele estava na direção. O moreno seguiu para o elevador e subiu até o andar aonde encontrava-se a sala do NamJoon, ao chegar na porta bateu algumas vezes, e o loiro permitiu a sua entrada. O moreno se aproximou do Kim, deixou um selar demorado em seus lábios e se sentou na cadeira a frente de sua mesa.

— Nam, como anda o processo do Sr. JungKook? — Questionou, Jin queria mesmo que ele saísse logo, pois Jimin estava impaciente, e não fazia a mínima idéia do que estava acontecendo, seria complexo demais explicar toda aquela história. O moreno queria contar ao menor, mas NamJoon o proibiu pois Jeon não queria que ele soubesse dessa situação, manter implícito era ignorância, pois de qualquer modo o garoto iria saber, não tinha como controlar a mídia, as noticias.

— Ele sairá em breve — Afastou suas mãos do teclado do computador, passando a dar sua atenção ao moreno de lábios cheinhos e rosados a sua frente, fez uma menção com a mão para que este se aproximasse, o mesmo fez e se sentou em seu colo — Você tem alguma idéia de quem pode ter armado isso para ele? Não tenho dúvidas que seja o Yoongi, ele ultimamente tem andado bastante aqui, ainda por cima a sua procura! — Jin fez uma expressão nada agradável, na qual denunciava o seu ciumes, isso fez NamJoon rir breve, e dar uma leve mordida em sua bochecha.

— Não pode ter sido ele, algo me diz que há dedo daquela secretária do JungKook em tudo isso, pois ela tem acesso as atividades do escritório e arquivos importantes — O loiro segurou na cintura do moreno com ambas as mãos a cada lado — Ciumento.

— Sou mesmo — Segredou e mostrou sua língua para ele, um gesto um tanto infantil, com as mãos nos cabelos macios do loiro, percorrendo seus dedos nos seus fios — Por qual motivo ela faria isso?

— Boquinha atrevida essa sua em— Com o polegar sobre o lábio inferior do monero, acariciou o mesmo — Ciumes, e talvez por raiva também.

— Eu realmente não entendo, se essa mulher não é confiável, e ainda por cima Jungkook não gosta dela, por que ele não arrumou outra secretária? — Questionou confuso — Tem tantos que gostariam de ter essa oportunidade.

— Ele não tem tempo para isso, há vezes em que ele viajava de madrugada para outros países, você sabe os motivos — Jeon JungKook era um advogado cobiçado, e tinha clientes fora, em outros países.

— Nam, tem alguma forma de ajudarmos com o escritório? Reverter essa situação? Eu não suporto ver esse lugar tão... vazio, passando por uma crise.

— Tem sim, mas com as notícias de JungKook preso seria complexo — Jin pareceu ponderar em alguns instantes.

— Afinal, o que ele fez para estar lá? É algo muito grave? Se não for, não tem porque temer em arriscar.

— Você tem razão, não posso te dizer muito, mas o motivo pelo qual ele está lá não é tão relevante assim, por isso consegui a absorção dele facilmente.

O diálogo se estendeu por um tempo, em seguida Jin deu início a suas atividades assim como NamJoon.

Jimin sentia todos os sintomas da gravidez, inclusive seu emocional estava mais sensível que o normal. Ele não era uma criança, mas também estava difícil entender o porquê de JungKook ir viajar em um momento daqueles, no qual disse que passaria junto a si. Pegou o seu aparelho celular que havia ganhado do Jeon caso tivesse alguma emergência e ligou para um táxi, sim, iria até o escritório, pois lá teria as informações mais claras, não que duvidasse de seu amigo, mas queria saber quando JungKook regressaria, em que lugar ele estava. Ao se arrumar saiu rapidamente do apartamento do Jin, se direcionou para fora e esperou alguns minutos, não demorou muito para o taxista chegar, entrou no automóvel e passou o endereço ao taxista, no qual havia pesquisado na Internet. Ao chegar em frente ao edifício iria sair, mas o taxista pigarreou ao lembra-lo do dinheiro da corrida, Jimin não tinha uma moeda sequer.

— A corrida deu dez mil wons.

—E-eu... Não tenho dinheiro, me desculpe.

— Você vai ter que me pagar de alguma forma — O motorista pronunciou ríspido ao travar as portas, Jimin percebeu que estava trancado.

— Como posso te pagar se eu não tenho dinheiro? Eu posso sair um minuto? Eu lhe trago.

— Você acha que eu sou trouxa né garoto? Quero que me pague agora mesmo — O tom saiu irritado, como alguém poderia pedir uma corrida se ao menos tinha dinheiro para pagar.

Jimin tirou seu celular de seu bolso, era grande e reluzia como um espelho, aparentava ser caro.

— Toma, isso deve pagar a corrida — O motorista recebeu o celular, apesar de valer bem mais que dez mil wons não disse nada, apenas destravou o automóvel e deixou o loiro sair.

Jimin se direcionou a entrada do edifício, passando pela portaria, mas foi parado pelo segurança. Quantos obstáculos surgiriam para fazer aquela ida em vão? O escritório estava passando por um momento difícil, naturalmente não será qualquer um que irá conseguir entrar. Para passar o loiro disse que era um cliente, e mostrou sua identidade, só assim conseguiu passar pelos dois metros de altura.

Ao chegar no último andar, encontrou a secretária do JungKook, em sua mesa mexendo em vários papéis, o menor se aproximou dela, na qual ao menos prestou atenção em sua presença.

— Boa tarde? — A mulher que trajava um belo blazer a um vestido preto, cabelos presos em um coque, batom vermelho e chamativo lançou um olhar nada agradável ao Park.

— Não posso atende-lo, se veio procurar o Sr. Jeon JungKook ele não está.

— Eu não vim procura-lo. Você é secretária dele então deve ter alguma informação do lugar em que ele foi viajar, vim a procura de informações desse lugar — A mulher riu, ela sabia quem era o Jimin, eles tinha alguma relação com o JungKook por estarem tão próximos naquele dia, e ela não estava errada. Jimin não entendeu o motivo da risada.

— Ele não está viajando, quem lhe disse isso? — As palavras da mulher o deixou perplexo.

— Como assim? Se ele não viajou aonde ele está?

— Você deveria ler jornais, sabia? Mas vou lhe dizer, não tenho dúvida que você só é uma diversão nas mãos dele.

— Não se intrometa em assuntos pessoais nossos, não é da sua conta, JungKook não está me faz de brinquedo, mas a si com certeza ele já fez — ergueu uma sombrancelha, a mulher ficou calada por uns segundos e logo o respondeu:

— Está preso, questione os motivos a ele.

— Você acha que vou acreditar em uma calunia dessas? Me passe as informações que eu pedi agora mesmo!

— Por que eu iria inventar algo assim? Se não quiser acreditar o problema é seu, eu tenho mais o que fazer — A mulher disse em um tom rude e voltou a dar atenção aos papéis.

Jimin saiu com a visão embassada pelas lágrimas, pensava na possibilidade o que a secretária disse ser verdade, ela não teria o porquê mentir, Jin e NamJoon o enganaram pois não queriam que ele soubesse por bem dele, pois estava bem mais sensível, mas sentia certa raiva, deveriam ter confiado nele, e raiva de JungKook, o que ele fez para estar em um lugar como aqueles?

Ao trajeto para fora sentiu uma tontura conhecida o atingir, uma dor abaixo de sua barriga, era como pontadas, quando iria cair um rapaz moreno de pele albina o segurou, visto que não poderia mante-lo em pé pois cairia de qualquer modo, Yoongi o pegou no colo e pediu ajuda.


Notas Finais


Até o próximo capítulo 💕
Me sigam para acompanhar as próximas fics e atualizações desta :')
https://www.spiritfanfiction.com/perfil/emberlly


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