História My Sweet Baby (Hiatus) - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Jikook, Jimin Bottom, Jungkook Top, Kookmin, Romance, Yaoi
Visualizações 623
Palavras 1.266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, meus mores *---*

Eu falei no grupo que iria postar uma história nova quando chegasse a 700 seguidores, e como hoje cheguei, AQUI ESTÁ A FIC NOVA ♥♥

- Vou me organizar para atualizar uma vez na semana, apenas relevem o mês de agosto por conta de eu estar com o projeto de uma shot por dia;
- Apesar do título, não é daddykink, é uma história bem fluffy (e safada), não tem sadomasoquismo nem nada, ela é bem doce (e, repito, safada);
- Jikook nunca é demais, só queria dizer isso.

Boa leitura! ♥

Capítulo 1 - Prólogo


PARK JIMIN

A maior parte dos adolescentes reclama por acordar cedo e precisar ir para a escola. É, eu sou uma grande exceção disso. E aí vocês me perguntam o motivo, certo? É simples... eu gosto de me arrumar para sair, mesmo que seja para ir ao Inferno – escola. Meu problema não é o colégio, as aulas ou os professores, e sim praticamente todos os alunos, os quais adoram fazer piadas pelo modo que eu me visto.

Afinal, é estranho um garoto de dezoito anos ir para o colégio vestido com roupas femininas, certo? Errado. Roupas não deveriam possuir gênero, cada um tem o direito de vestir o que acha que é confortável.

E por pensar desse jeito, após sair do banho, separei as peças que usaria em mais um dia de aula. Coloquei uma boxer – que era feminina – de renda, meias 7/8 na cor branca, uma saia soltinha em um tom claro da cor rosa, uma blusinha grossa e de mangas compridas em um doce tom de lilás. Calcei sapatilhas brancas e enrolei um lenço no pescoço. Botei meus brincos, anéis e minha pulseira, passei perfume e pronto.

Eu, Park Jimin, gosto de me vestir assim desde criança. No começo meus pais acharam estranho meus gostos diferentes, mas logo começaram a me presentear com essas lindas e delicadas peças de roupa.

– Bom dia! – Cumprimentei meus pais ao que entrei na cozinha.

– Nossa princesa está tão linda hoje. – Elogiou meu pai, me arrancando um enorme sorriso.

Eu gostava de ser chamado de princesa por eles, mas não por eu querer ser uma garota ou algo do tipo, até porque eu adoro ser um menino, mas sim porque era um apelido doce e carinhoso quando vinha deles. Bem diferente de quando as pessoas da escola me chamam assim.

– Seus fios estão ficando desbotados, quer que eu pinte mais tarde para você?

– Mãe, você é a melhor. Óbvio que quero! – Sorri largamente para ela. – Estou indo. Até mais tarde!

Os dois se despediram de mim, e assim fui rumo à escola.

Meu caminho até o colégio não é muito longo, mas é agradável colocar os fones no ouvido e seguir por todo o percurso escutando alguma música boa. Normalmente as pessoas mexem comigo na rua ou debocham de como me visto ou minha aparência, mas como sempre eu apenas ignoro, fingindo não escutar ou não ligar, mesmo que me doesse infernalmente por dentro o fato de não ser aceito por essa sociedade – mesmo que esta fosse medíocre e totalmente hipócrita.

Cheguei na escola cedo para o horário de aula e fui até meu armário, pegando os livros necessários para o dia. Me senti ser jogado contra a parede metálica do armário e grunhi. Apenas mais um dia normal na minha vida escolar.

– A princesinha da escola só falta estar maquiada. – Eu queria tanto ter coragem de socar ele. – Cadê seu namoradinho? Cansou de te comer? Foi atrás de outra bonequinha?

– Deixa ele! – Um dos jogadores do time, Taehyung, disse. – Vai cuidar da sua vida.

Somente cinco alunos são legais no colégio, são eles: Seokjin, Namjoon, Taehyung, Hoseok e Jungkook. Eles são os únicos que não me criticam ou atacam, sendo que muitas vezes até mesmo me ajudam – com exceção de Jungkook, que é um pouco mais na dele, mesmo sendo o mais popular aqui de dentro.

Apenas agradeci Taehyung, peguei meus livros e fui para a sala de aula rapidamente antes que outro incidente viesse a ocorrer. Soltei um suspiro assim que me sentei, respirando fundo e me encolhendo no meu canto em seguida. Odeio viver dessa forma, com as brincadeiras maldosas, os comentários cruéis e as agressões. Eu sou uma pessoa normal, mas quase ninguém enxerga isso.

Muitos me julgam pela minha inocência, mal sabendo os brinquedos que guardo dentro do meu guarda-roupa, nem imaginam as outras roupas que tenho também dentro de móvel para momentos onde elas me forem úteis. Nunca beijei e sou virgem, nunca me envolvi com ninguém, mas de santo, puro ou inocente eu não tenho absolutamente nada.

Acomodei-me melhor e peguei meu caderno de desenho, fazendo o esboço de mais uma saia. Eu tinha como hobby a criação de roupas. Eu mesmo as desenhava, comprava os tecidos e as costurava. Me sentia bem em poder fazer algumas de minhas roupas, passava o tempo e ainda aprendia muito com isso.

O professor me olhou com aquele mesmo olhar de desgosto de sempre e começou a dar sua aula. Eu não o suportava, sendo ele o único professor que simplesmente tinha um profundo desafeto por minha pessoa – e eu nem me importava tanto assim com isso, apenas me magoava seus olhares.

No meio da aula senti meu celular vibrar e o peguei discretamente, porque mesmo odiando aquele professor eu ainda tinha respeito. Vi que havia recebido uma mensagem, por isso não me demorei para abri-la, mesmo estranhando por ser de um número desconhecido.

Número Desconhecido: Se você fosse a minha princesinha eu jamais deixaria que passasse por aqueles idiotas e ouvisse as baixarias que eles dizem. Você merece mais que isso.

De primeira eu já captei que aquilo era apenas brincadeira de algum dos desocupados que me odiavam sem motivo – segundo eles, os motivos são bem válidos, mas para mim são inexistentes. Revirei os olhos, porque a mensagem havia me deixado alegrinho sem eu nem saber quem havia enviado, e ter aquela maldita certeza de que era apenas uma piada, me agoniava muito.

Eu: Não sei como conseguiu meu número, mas não me atormente. Não sou um brinquedinho que pode ser quebrado a qualquer instante.

Larguei o aparelho sobre a mesa e foquei em continuar a copiar a matéria, mesmo desanimado, frustrado e vários outros sinônimos para descaso comigo mesmo.

Soltei um suspiro, encostando-me melhor na cadeira e observando meu celular acender. Eu não queria dar tanta importância ao que nem deveria ser algo, mas estava intrigado por alguma razão até então inexplicável para mim.

Número Desconhecido: Mandar mensagens anônimas é algo clichê demais para eles enviarem apenas por brincadeira, princesa. Eu não sou como você deve pensar. Queria mesmo proteger você.

Até parece! Pff!

Eu: Não estou interessado.

Na verdade eu estava interessado, eu tinha muito interesse em alguém que me quisesse de verdade, que gostasse de mim, que me cuidasse e protegesse. Não é que eu não saiba me defender sozinho, é só que seria muito interessante ter alguém para me ajudar nisso – assim como Taehyung fez mais cedo.

Número Desconhecido: Tudo bem, princesinha. Mas eu não vou desistir de você.

Ri fraco, largando meu celular.

Quando o intervalo enfim chegou me aproximei de meu armário na finalidade de largar meus materiais antes de ir para o refeitório fazer um lanchinho e tomar um suco. Me surpreendi ao encontrar uma caixa dentro do pequeno local, uma caixa toda rosa com um laço em torno dela. A peguei, porque curiosidade é meu maior defeito, e tirei o laço, não me demorando para abrir.

Havia uma saia e um colar. O pingente do colar era a palavra “Daddy” escrita, e a saia era um tom clarinho de amarelo com alguns enfeites. Sorri prontamente, verdadeiramente gostando do presente que havia recebido. Também tinha um pequeno cartão ali dentro, não me fiz e apenas o peguei para ler:

Eu verdadeiramente amaria ver você usando essa saia, ela ficaria simplesmente linda em você.

Sobre o colar... não sei se curte essas coisas, mas se sim, ficaria lindo em seu pescoço. É delicado, sutil, combina com você.

Me perdoe por ter invadido seu armário, mas eu precisava presenteá-lo.

Espero que tenha gostado. Comprei com carinho.

– Seu Admirador Secreto.”


Notas Finais


É somente o prólogo, apenas para que tenham uma base. Espero, de coração, que vocês tenham gostado.
Me digam, sim? ♥♥

Perfil no wattpad: https://www.wattpad.com/user/Fabi_Park
Grupo no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/BscsqwKTsWb7h3s6hw4wCU
Beijinhos <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...