História My Sweet First Love - Capítulo 32


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Categorias Michael Jackson, Simplesmente Acontece (Love, Rosie), Um Amor para Recordar
Personagens Michael Jackson, Personagens Originais
Tags Ficção, Hot, Michael Jackson, Romance, Simplesmente Acontece, Um Amor Para Recordar
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Palavras 2.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 32 - Two years


Narração Diana

1984

Já são 2 anos que eu tô aqui, e tenho que dizer que agora já me sinto em casa, conheço já todos, saio com Aisha e Ryan quase todas as noites, tenho me divertido e estudado muito. Consegui mudar meu curso e hoje já faço jornalismo, tenho me saído tão bem, que entrei como colunista do jornal da faculdade, claro que não era um emprego, mais isso ocupava meu tempo, me fazia exercitar o oficio. Sempre retratávamos nele problemas citados por estudantes em relação a faculdade nem sempre isso deixava o reitor feliz, críticas de cinema, música, arte, esportes voltado principalmente pro time de basquete daqui, então era bom estar envolvida em um projeto nem que fosse por apenas por desejo de informar as pessoas. Confesso que esse dois anos voaram, nem senti, acho que foi por que eu me soltei, não fiquei tão presa ao que ficou em Nova York, não quero dizer que esqueci, mas amadureci, nada de choros, nem tristeza, me sinto mais mulher e acho que essa minha vinda pra que me ajudou muito nesse sentido. Ainda sinto muita saudade de casa, meus pais, Susan, mas tem amenizado aos poucos, me acostumei com as pessoas daqui, tem se tornado minha segunda família.

Em relação ao meu amor por Michael, eu ainda sinto o mesmo que a dois anos atrás, mesmo que agora nosso contato que era pouco se tornou quase nenhum. As vezes ele liga, as vezes eu ligo e ele não atende, ele tem andado sempre ocupado e eu realmente entendo, mais não fico mais chorando pelos cantos por isso, tenho me preocupado mais em terminar tudo por aqui pra que possamos retomar de onde paramos. E eu ainda tinha essa esperança, nesses dois anos não me envolve com ninguém e não foi por falta de oportunidade, já que Ryan tá sempre no meu pé, mas não me sinto bem enganando alguém sendo que eu amo o Michael. Eu ainda mando cartas pra ele, mas nem sempre sou correspondida, não faço ideia do porque , talvez seja um problema no correio , algum extravio, sei lá. Essa falta de resposta me machuca bastante, mais tenho tentando não focar nisso pra não perder o prumo das coisas.

Uma coisa que tem me feito muito bem e que eu e Aisha estamos fazendo um trabalho voluntário em um desses orfanatos, gosto de poder ajudar as pessoas, então me ofereci pra ser um dos palhaços que vão lá e fazem a alegria daquelas crianças, como era bom ver o brilho naqueles olhinhos, cada dia mais eu amo estar com eles, me sinto renovada quando saio de lá, de aura limpa.

Estou no meu quarto, e estou escrevendo no meu caderno pequenos esboços desses dois anos aqui, quero contar pras pessoas como é viver e estudar num país diferente, escrevo enquanto Aisha cantarola de dentro do chuveiro, toda essa felicidade só pode ser algum ficante novo, ela me lembra bem a Susan que por falar nisso morre de ciúmes da Aisha, vive me falando que foi trocada e sempre me faz rir.

Escrevo mais algumas coisas e me sinto cansada, o dia foi tenso, corrido e minhas costas clamam por um alívio, então me deito na cama e relaxo meus músculos, fecho os olhos e pego no sono.

Horas depois...

Sinto frio e mexo minhas pernas, abro os olhos e vejo Aisha apagada na outra cama, estou com fome, e ainda não tomei banho e no relógio já batia 2 da manhã. Sento na cama e ponho os pés no chão gelado, pego minha tolha jogado em cima da porta do guarda-roupas , calco meus chinelos que ficam num cantinho perto do mesmo e entro no banheiro. Tiro minha blusa de alcinha e ponho sobre a pia, tiro os sutiãs, abro minhas calças e a puxo junto com a calcinha que deslizou raspando na minha pele, embolo elas e ponho num canto da pia. Puxo a porta do boxe, abro a agua que saiu fria e foi esquentando aos poucos, prendi meus cabelos não quero molha-los a essa hora da noite, entro meio de lado molhando meus pescoço e todo resto do meu corpo que reagiu a agua me dando um sensação de prazer momentâneo. Pego o sabão e deslizo por todo meu corpo formando bastante espuma por ele, enxaguo, fico ali sentindo apenas a agua escorrer em mim e por fim saio.

Me enrolo na toalha e abro a porta, parando de frente ao guarda roupas, pego um calça de moletom preta, uma regata branca e uma blusa de frio também preta, fecho a porta e olho pro espelho que tinha ali , solto meus cabelos ajeito mais ou menos meus cachos e saio pela porta sem fazer nenhum barulho. Estou com muita fome, preciso ir ao refeitório que a essa hora tá fechado, mais eu vou dar um jeito de entrar , espero conseguir.

Ando pela grama, apertando meus braços contra o corpo por que lá fora tava um gelo, olho pra ver se não tinha ninguém e caminho apressada até o refeitório. Paro bem em frente a porta e empurro mais como já sabia estava trancada, vou até janela lateral e pelos anjos da fome de madrugada ela tinha uma greta, e eu cabia ali. Espremo meu corpo e passo , piso no chão sem fazer ruído e vou até a geladeira e pego um sanduíche natural que elas deixavam pronto pro outro dia, um suco de caixinha, fecho a porta.

- Que bonito, roubando comida.

Fiquei estática e meu medo era que fosse o reitor, viro o rosto devagar e vejo Ryan sorrindo pra mim.

- Porra Ryan, quer me matar – Respiro mais calma e passo por ele indo até uma mesa

- Longe de mim Hahaha- Senta do meu lado

- Como entrou aqui ? Por que por aquela greta você não passa.

- Porta dos fundos ela tá sempre aberta haha

- Droga, eu me espreme ali, quase fiquei garrada naquela gretinha. Você estava me seguindo?

- Não, eu saí pra tomar uma ar, e vi uma bela mulher invadindo o refeitório

- Não me julgue , eu tava com fome .

- Hahaha o que não fazemos por um sanduíche e um suco não é?

- Você quer ? – Falo meio com a boca cheia

- Hahaha não

Como saboreando cada pedacinho, e paro vendo os olhos dele me fitando sem parar .

- o que foi? – Puxo o suco pelo canudinho

- Quando você vai me dar a chance de beijar essa boquinha linda ?

- De novo esse papo Ryan, você não desiste mesmo.

- Nunca, sou insistente , vou te vencer pelo cansaço haha

- Há não vai mesmo, olha – Encaro seus olhos azuis – Você e legal, bonito, e deve ter essa meninas todas da faculdade no seu pé, eu gosto de você, mais eu amo outro entende?

- Que droga esse cara e um puta de um sortudo, quem me dera se fosse ele.

- Eu sei que vai achar uma gata e um desses corredores da faculdade e que vai te fazer feliz.

- É, mais eu não desiste de você, tô só esperando esse cara da uma derrapada na curva, ai quem sabe eu não tenho uma chance

- Hahaha credo, você tá torcendo pra eu sofrer e isso ?

- Haha não, tô torcendo pra ele da uma mancada e que eu possa te consolar.

- Meu Deus ahaha

-Ue tenho que pensar por meu lado né hahahaha

- Hahaha então tá , pronto eu acabei, vamos ?

- Claro

Saimos pela porta e ele me deixa no dormitório eu entro e escovo os dentes, tiro a roupa , enfio debaixo da coberta e fecho os olhos.

Dia seguinte

Acordei com o barulho do despertador, e já me levanto apressada indo até o banheiro, depois de usar saio e olho Aisha que ainda dormia , jogada toda torta sob a cama. Olho pro telefone e pego , a essa hora ele ainda não saiu quem sabe não consigo falar com ele.

Disco, chama , atende , mais quando disse alo foi como se meu coração parasse naquele momento, não era ele, era uma voz feminina e não me era estranha eu já ouvi essa voz, escuto ela me perguntar quem é do outro lado, mas não consigo balbuciar nada por alguns minutos.

- Michael , ele está?

- Quem deseja falar com ele ? – Disse arrogante

- Diana .

- Há Diana, ele tá dormindo, passou a noite em claro se e que você me entende haha

- Obrigado não precisa falar mais nada

Desligo, e começo a chorar copiosamente escutando o bipe do telefone que ainda estava na minha mão, então era isso, por isso o sumiço, a falta de respostas e eu aqui me guardando como um virgem idiota do século passado enquanto ele tá passando a noite com outra.

Narração Michael

Escuto Angel falar no telefone enquanto estava no banheiro, ela passou aqui pra pegar uns papeis que ficaram comigo, chegou bem cedo, já que ela mesmo diz que tem que levar na Sony hoje antes da 9. Saio do banheiro e vejo ela por ele no gancho, não sei quem era, mas ela ria parecia que alguém tinha lhe contado uma boa piada, na verdade ela já devia ter ido embora. Infelizmente eu passei uma noite com ela , infelizmente por que isso tem me punido, não tive coragem de falar pra Diana, ainda mais agora que ela não tem me mandado mais cartas, me ligado às vezes , tenho sentido falta demais dela, se ela soubesse aí que ia acabar o nosso contato, mas eu me fiz uma promessa que não ia mais ceder aos jogos de Angel.

- Quem era ? – Pergunto ela que se assusta

- Há era trote, acredita?

- Hum, você não tinha que ir entregar esses papéis?

- Há e mesmo, até mais Mike – Se aproxima e me deixa um beijo na bochecha

Sai batendo porta e me sinto aliviado dela ter ido embora, me jogo deixando o corpo cair sobre o sofá e escoro a cabeça no encosto, tenho trabalho a fazer, vou começar a compor novas músicas pra um outro álbum. Horas a fio ali, e acabei escrevendo uma canção que descreve muito minha situação com a Diana, preciso ligar pra ela.

Vou até o telefone e disco, atende mais eu notei que sua voz estava estranha

- Oi amor , tudo bem ?

- Oi Michael – respondeu de maneira fria

- O Que foi ?

- Nada e só cansaço.

- Hum, olha eu tô compondo e escre...

- Michael e melhor você não me ligar mais.

- Por que? O que te deu Diana?

- Não finja que não sabe.

- Como assim ? Eu não tô entendendo.

- Me esquece Michael, finge que eu nunca existe, eu já tô longe mesmo, vai ser fácil pra você.

- Por favor não me pedi isso, eu te amo, e tô contado as horas, os meses, os anos pra te ver de novo. E agora eu não entendo por que você tá me tratando assim .

- Cínico, mais eu já podia esperar ne, isso é típico dos homens, de verdade eu tô errada em ainda insistir nisso, viver nessa ilusão de voltar pra ficarmos juntos.

- Ilusão? Pra mim isso é bem real, eu ainda não entendi o que deu em você amor.

- Sabe eu não tenho o direto de te cobrar nada, nem sei por que eu tô falando isso. Só quero que me deixe em paz , não me liga, não me mande cartas me esquece.

- Não, de novo não. Não faz isso, mais uma vez você tá me pedindo pra esquecer o meu amor por você que é impossível, você é a coisa mais importante da minha vida Diana, mesmo longe . Eu te amo, não consigo deixar de te amar, simplesmente eu não consigo parar de te amar.

- Então aprenda, por que eu já aprendi como apagar você dá minha vida .

- PORRA, me explica por que você tá fazendo isso, me destruindo assim, falando essas coisas, você tem outro alguém e isso ?

- Não por que sou idiota e estava esperando esse anos passar pra eu me encontrar com você.

- É o que mudou Diana ? Você não me ama mais ?

- Não , não amo. Agora me esquece .

- Diana...

Desliga na minha cara, isso nao pode ser verdade, ligo de novo, chama várias vezes e ninguém atende. Terminamos de vez outra vez, me sinto tão cansado, as vezes duvido mesmo que ela me ame, outra vez ela com essa conversa, nunca me escuta, sempre me machuca, não aguento mais lutar sozinho. Estou cansado, e se ela quer assim vou viver a minha vida.  


Notas Finais


Eu sei que vocês estão doidos pela volta do nosso casal, pelo menos eu acho ne 🤭😂
So posso dizer que vem coisa boa por aí. So aguentem mais um pouquinho a sofrencia hahahaha 😏🙈


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