História My Sweet Intérprete - Capítulo 75


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Axl Rose, Brooke Shields, Duff Mckagan, Guns N' Roses, Izzy Stradlin, Slash, Steven Adler
Visualizações 128
Palavras 4.680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii Gente!!!

Nem demorei dessa vez né!

Queria agradecer pelos favoritos e muito obrigada pelos comentários!

Bem capitulo mais light, espero que gostem!
Sem mais delongas...

Boa leitura ;)

Capítulo 75 - Cats in the Cradle


Fanfic / Fanfiction My Sweet Intérprete - Capítulo 75 - Cats in the Cradle

 

...

- O que você fez Steve? – Perguntei triste e preocupada.

Apenas uma coisa passava em minha cabeça e torcia para estar completamente errada.

- Não me diga que você usou... – Continuei.

- Não Jennyzinha, eu juro. Eu comecei a sentir uns calafrios mais cedo, mas pensei que não fosse nada, depois piorou.

- Acho melhor eu chamar um dos meninos aqui para lhe ajudar.

- Não, eles não vão acreditar em mim. Vão pensar que usei droga e aí vão me tirar da banda. Não faça isso Jenny. – Me pediu com os olhinhos aflitos. – Você é a única que acredita em mim. Você acredita em mim, não é Jennyzinha? – Perguntou

- Acredito Steve.

Comecei a pensar no que eu faria. Se eu chamasse Alan ou Ângela, eles teriam que reportar isso a Geffen e todos saberia também. Já estava nervosa, pois Steve não parava de suar e tremer.

Então tive uma ideia. Desci e fui até a recepção. Já passavam das 22h e o movimento estava fraco. Cheguei até o gerente e solicitei para que chamassem um médico urgente. Ele ainda quis comunicar ao senhor Niven, pois disse que qualquer pedido que fosse feito para qualquer um dos integrantes da banda deveria se reportado a ele. Após muito insistir consegui convencê-lo a não dizer a ninguém, até porque disse que a banda sairia do hotel no outro dia se isso fosse espalhado e ainda falariam mal. O que Steve não me fazia fazer, pensei.

Por céus não demorou muito um médico chegou. Ele o examinou e então veio falar comigo.

- E então, o que ele tem? É alguma infecção, febre? – Eu queria muito acreditar em Stee, mais uma pontinha em mim tinha medo dele ter mentido.

- Bem, a temperatura elevada não era febre, mas sim um calor causado pela agitação. O senhor Adler teve uma crise de abstinência senhorita.

- Uma crise de abstinência?

- Bem, após examina-lo e conversar um pouco com ele, ele me informou que estava há alguns dias sem uso de entorpecentes. Isso é uma reação comum entre usuários assíduos que tentam se desvencilhar da droga e também é o período critico em que a maioria acaba voltando para as mesmas.

- E o que podemos fazer?

- Bem, eu lhe passei um remédio para dormir e prescrevi essa medicação para ajudar no controle. Hoje tem muitos tratamentos para essa dependência senhorita, o ideal seria que o senhor Adler procurasse um centro assim que vocês voltassem para os E.U.A.

- Ele não precisa ser internado hoje ou algo do tipo né?

- Não, hoje com esses remédios ele irá ficar melhor. Pode ficar tranquila, mas é bom ele ter apoio, este se torna fundamental para quem estar querendo largar as drogas.

- Obrigada doutor. – Respondi mais tranquila.

Voltei mais calma para o quarto, observando Steve dormir. Estava preocupada, mas ao mesmo tempo orgulhosa, por ele ter me falado a verdade e principalmente por ele estar realmente tentando sair dessa vida como havia me prometido.

Após algum tempo notei sua temperatura normalizar e ele parar com a sudorese e os tremores. Voltei para o quarto do ruivo que já estava dormindo. Deitei-me delicadamente para não acordar o mesmo, caindo no sono logo em seguida.

...

 

POV Duff

Eu e Popcorn estávamos tomando café da manhã no hotel, quando Jenny e Axl chegaram. O ruivo vinha num humor, o qual claramente atribuíamos a Jennifer.

Essa garota fazia um milagre todas as manhãs, deixar Rose de bom humor e isso nos deixava de bom humor, pensei divertido.

- Como está Steve? – Ela chegou perguntando imediatamente a Popcorn.

- Estou bem Jennyzinha, estar dando certo. – Ele disse piscando para ela.

- O que estar dando certo? – Axl arqueou as sobrancelhas.

- E pra mim? Não vai perguntar se eu estou bem Jennifer? – Resmunguei, também queria atenção.

- Claro Duff, dormiu bem? – Perguntou-me gentil. Apenas sorri afirmando com a cabeça.

- O que estar dando certo? – Axl insistiu curioso.

- Coisa minha mais do Steve, amor. - Axl apenas fitou os dois sem gostar muito.

- Amor? Hum, mas que bonitinhos. – Zombei.

- Cala a boca Girafa. – Axl bufou.

Jennifer apenas sorriu timidamente e continuamos a conversar.

- Vamos para piscina hoje? – Steve perguntou animado.

- Bora, tô precisando pegar uma cor. – Brinquei.

- Ei, nãos esqueçam que vocês têm uma entrevista num programa hoje à tarde. – Torres nos alertou.

- Então você não vem para piscina Jennyzinha?

- Não Stee, tenho que resolver algumas coisas com Alan e Ângela.

- E você Axl? – Indaguei.

- Passo essa.

...

Chegamos à beira da piscina e fui me jogando em uma dessas espreguiçadeiras. Steve foi para a água e eu fiquei deitado, de óculos escuros tomando uma cerveja gelada. Era uma pena aqui não ter aquela bebida gostosa do Brasil, a caipirinha.

- Acho que já vou subir Girafa. Daqui a pouco temos que ir para o canal de TV. – Já estávamos ali há um bom tempo.

- Pode ir subindo, só vou terminar minha cerveja. – Disse permanecendo deitado aproveitando o sol.

Passou pouco tempo, escuto uma risada feminina e sinto alguém “tampar” o sol de mim. Abro meus olhos e tiro os óculos enxergando melhor uma loira estonteante a minha frente.

Rachel estava com um biquíni verde de tiras e um óculos escuro no rosto. Percorri meus olhos por todo seu corpo, e como essa garota era gata. Ela era magra, mas tinha o corpo bem delineado e cheio de curvas. Daria uma linda modelo, certeza.

- Estou decepcionada. Por que está de bermuda? Pensei que estaria de sunga. – Disse-me maliciosa.

- Não quis provocar o mulheril. – Sorri.

- Será que você é tudo isso mesmo, Michael? – Ela se sentou ao meu lado e antes que eu pudesse dizer algo, me esticou seu protetor. Que mina folgada.

- Você não pode fazer isso? Até porque eu já estava de saída.

- Ai Michael, eu não alcanço minhas costas, vai me deixar queimar nesse sol escaldante? – Choramingou.

- Cadê sua irmã?

- Ficou lá em cima, disse que só vinha depois.

Revirei os olhos e acabei me sentando atrás dela e comecei a passar o protetor. Assim terminava logo de vez e ia embora.

Comecei a deslizar o creme por toda suas costas, espalhando em sua pele macia. E como era macia. Desci pela sua cintura, lombar até perto da sua bunda. Sua pele era como seda, tão gostosa de sentir e me perdia em seu cheiro adocicado.

- Nunca vi ninguém demorar tanto para passar um protetor. – Disse convencida.

- Pronto já terminei, só demorei para você não dizer que não faço nada direito.

- E faz? O que você faz de melhor Michael? – Ela se virou pra mim, mordendo o lábio inferior.

Me segurei para não avançar e beija-la.

- Melhor eu ir embora.

- Calma Michael. O que acha de tomarmos um banho de piscina? – Ela se levantou e foi para a borda da mesma.

- Já tomei, agora tenho que ir. – Dessa vez eu não ia entrar no jogo dela.

- Bem, pois eu acho que você terá que entrar de novo.

- Por quê?

- Eu não sei nadar, então você terá que me salvar. – Disse travessa. Eu apenas revirei os olhos e fui pegando minha toalha para sair dali.

- Procure então um professor Rachel, eu não...- Antes que eu terminasse só ouvi o barulho na água. Não imaginei que ela faria isso.

Olhei para piscina e nada dela emergir. Esperei alguns segundos e nada. Mas será que essa garota seria doida a esse ponto? O pior que só havia nos dois na piscina e nada dela ainda. Então não teve jeito, pulei na agua atrás dessa maluca.

Ela estava submersa, a puxei segurando ela pela cintura, subindo junto ao meu corpo. Ao emergimos, ele se segurou em meu pescoço dando um riso alto.

- Você ficou maluca? – Falei exaltado.

- Meu herói! – Dizia como se não tivesse feito nada demais.

- Sua doida! – Disse com raiva, mas acabei não aguentando e acabei sorrindo no final.

Ela permaneceu com os braços ao redor do meu pescoço e sentia seu corpo junto ao meu. A segurava pela cintura, a encostando na parede da piscina, sentindo a leveza de nossos corpos dentro da água.

Ela fitou meus olhos enquanto eu não conseguia tirar os meus dos dela. Aproximei-me de seus lábios carnudos e vermelhos. Estávamos quase nos beijando quando:

- O que estar havendo aqui? – Ângela surgiu na parte de fora da piscina usando um vestido solto e com um chapéu de sol. Ela estava parada, junto a nos dois, do lado de fora olhando em nossa direção, com uma expressão nada contente.

- Eu estava ajudando a Rachel já que ela não sabe nadar e caiu na piscina. – Respondi imediatamente.

- A Rachel nada desde os 05 anos de idade.

Fiquei sem reação. Eu não acredito que essa maluca sabia nadar, agora sim minha vontade era de afoga-la naquela piscina. Eu sabia, eu sabia que essa mina era confusão.

- Não mãe, ele me ajudou. Eu cair na piscina, mas senti uma câimbra muito forte, então ele veio me ajudar. – Ela disse fingida, mas a notava um tanto tensa.

Ângela nos fitou por alguns instantes, mas não disse mais nada. Saímos da água e Rachel foi sentar em uma espreguiçadeira.

- Vai ficar na piscina Rachel? – Ângela perguntou séria.

- Sim mamãe, havia acabado de chegar.

- Estar bem, estou indo para um almoço com a banda e de lá vamos para o canal de TV.

- Tudo bem. – Rachel apenas se deitou, colocou seus óculos e permaneceu como se nada tivesse acontecido.

- Bem eu vou me arrumar. – Disse tentando sair dali rapidamente.

- Espere um momento Duff. Bem, a Rachel é uma garota bonita e às vezes um tanto desajuizada. Eu sei muito bem como vocês agem com as garotas, mas espero que respeite a minha filha. – Ângela falou olhando séria para mim.

- Claro Ângela. – Respondi. Estava um tanto tenso. Sério, a Ângela às vezes dava um certo medo.

- Pois eu espero que assim seja. Ela é uma menina inocente e não quero vocês se aproveitando disso. – Inocente? Oi? – Que bom que conversamos. – Ela concluiu e saiu me deixando de sobreaviso com seu tom um tanto ameaçador.

Eu não fiz nada, estava quietinho na minha e ainda pego uma bronca. Só os deuses dos baixos para me ajudar mesmo.

...

 

POV Jennifer

Chegamos cedo ao canal de TV, afinal os meninos tinham ainda que passar, a contra-gosto, na maquiagem. Ri da cara que todos fizeram ao saberem disso.

Estava vendo como ia ser realizado a entrevista, e uma das produtoras do programa, o “Tu Noche”, me explicava tudo muito gentilmente. Por sorte eu não apareceria na TV, o que me deixou muito aliviada, apenas a minha voz seria transmitida. Ela me explicava toda a aparelhagem. Eu traduziria simultaneamente, os meninos ouviriam pelos fones e depois eu traduzia suas respostas, tudo gravado pelo microfone a minha frente, no final eles editariam e juntariam tudo. Por não ser ao vivo isso me deixava muito mais tranquila.

- Jennifer, você viu a Katie? – Ângela chegou até mim olhando para todos os lados.

- Não, mas acho que ela estar próxima aos camarins.

- Ela ficou de ir buscar uns papeis do outro lado da cidade, e a coitada estava muito contrariada, porque iria perder o dia já que é bem longe daqui do centro, mas me ligaram a pouco e disseram que iriam enviar por um motoboy. Queria avisá-la, mas tenho uma reunião agora com os produtores antes do programa.

- Se quiser eu posso avisa-la. – Disse solícita.

- Muito obrigada Jenny.

Saí à procura de Katie, para dar o tal recado, mas ao me aproximar do camarim de Slash, a vi lá dentro brigando com um roadie que não entedia nada que ela falava. Ela o mandava colocar umas caixas em cima da mesa, mas ele parecia apenas entender espanhol.

Parei na porta a chamando.

- Katie a ...

- Eu tô ocupada aqui, não estar vendo? – Me respondeu rude.

- Ele não estar te entendendo. – Me intrometi.

- Pois devia, ele trabalha com isso. – Me sensibilizei com o rapaz e então falei o que ela queira em espanhol, e finalmente ele fez tudo corretamente.

Após ele ajeitar tudo, saiu aliviado. Coitado, pensei.

- Bem, eu queria lhe dizer que...

- Diga logo Jennifer, eu tenho muita coisa pra fazer, não posso ficar perdendo tempo com você. – Cerrei meus olhos, fitando seu modo esnobe.

- Quer saber, você estar muito ocupada, não era nada demais Katie. – Ela apenas bufou rolando os olhos e saiu apressada.

Tá foi errado, foi. Mas ela mereceu, que garota antipática. Merecia ficar rodando horas por aí. E também isso ficaria pela vez que ela foi embora com o carro da produção me deixando no estádio após o show. Sendo assim, ficamos quites, pensei.

...

Correu tudo ás mil maravilhas com a entrevista. Nossa eu tive que me segurar várias vezes para não rir das respostas dos meninos, eles estavam muito divertidos. Até Slash que esses dias estava meio cabisbaixo, estava mais animado e brincalhão.

Sebastian também havia participado da entrevista. Como o programa focou muito no show que eles iriam realizar, Bach veio representando o Skid Row, que faria a abertura. O Skid Row estava hospedado em outro hotel, mas era próximo ao nosso.

Após a entrevista eles voltaram para o camarim e eu fui revê as falas e tradução. Assim que terminei, saí em direção ao camarim deles. No entanto, ia distraidamente pelo corredor, quando avistei uma cena que me ferveu o sangue.

Respirei fundo e fiquei olhando um certo ruivo SAFADO praticamente babando nos peitos de uma loira aguada. Eles estavam em pé no meio do corredor, aparentemente conversando. Ela, muito sem sal, dava risinhos e jogava charme para cima dele, enquanto o mesmo não tirava os olhos do decote da loira.

Tá, eu sabia que ele não iria virar um monge e não olharia para mais nenhuma mulher, principalmente porque devo admitir, os peitos da menina eram enormes e pior, desafiavam as leis da gravidade.

Ela só podia estar usando alguma coisa para deixa-los tão empinados, era contras as leis da física aquilo, pensei indignada.

A vontade que tive foi de puxar os cabelos de ambos, e de quebra dar um tapa na cara do safado, mas ela não parecia groupie e sim uma fã, me aproximei devagar com a cara fechada chegando ao lado do ruivo.

- Jenny? – Ele falou um tanto surpreso e assustado. Nem olhei para a cara dele.

- Deseja alguma coisa querida? – Perguntei em espanhol, já que vi que ela tentava falar com ele nessa língua.

- Ah, que bom você fala a minha língua. Eu estava pedindo um autógrafo para ele. Poderia, por favor pedir para ele autografar meus peitos? – Disse.

- O que? Seus peitos? – Arregalei meus olhos.

- Sempre tive esse sonho. – Falou estendendo a caneta para ele, empinando ainda mais seus peitos. Mais um pouco bateria na cara dele.

- Acho que ela quer que eu autografe seu peit...é colo. – Axl me falou tentando disfarçar seu sorriso sacana.

- Engraçado que você não fala nada em espanhol, mas isso você entendeu né. – Disse irônica o fazendo desfazer esse risinho dos lábios.

- Ah não pera aí. – Peguei um papel que ela carregava nas mãos. – Como é seu nome querida? – Dei meio sorriso, me controlando para não manda-la ir pastar em outro lugar.

- Grace Kelly. – Me respondeu sorridente, sem tirar os olhos do ruivo. Do meu ruivo!

- Só o nome é de princesa, por que o resto. – Murmurei.

- O que? – Ela perguntou, mas não havia entendido.

- Aqui Axl, assina aí. Pra Grace Kelly. – Disse entregando o papel que tinha pegado dela. Ele assinou meio contrariado e entregou para moça.

- Mas eu queria que ele assinasse meus pei...

- Vai ser esse aqui mesmo, ouviu. Sabe que ele é temperamental e não estar muito a fim de assinar seus peitos. – Falei exaltada. A moça apenas abaixou a cabeça triste e saiu andando devagar para o outro lado.

- Eu pensei que ela queria que eu assinasse seus pei...colo. – Axl falou se virando para mim.

- E queria, mas vai ter que se conformar com o papel mesmo. E você ia assinar mesmo? – Estava inconformada.

- Jenny, meu amor, isso não é nada demais. Várias garotas já pediram para gente assinar seus peitos, barriga, até bumbum. – Me falou com naturalidade.

- Não é nada demais? E por que você estava deixando meio quilo de baba pelos peitos da garota? Mas um pouco e ela ia sair daqui deslizando. – Aff mas homens não podiam vê um peito que ficavam iguais idiotas.

- Eu? – Fingiu inocência. – Meu amor, isso é comum, não precisa se preocupar. São só pedidos de fã, e a gente tenta agradar né. Mas não tem nenhuma importância. Não precisa ficar assim com ciúmes, você tem que entender que estamos agora nos anos 90 e o pessoal é mais liberal.

- Agora vai me dizer que sou antiquada? E não era ciúmes, era bom senso. – Respondi bicuda.

Ele apenas riu e voltou a dizer que eu estava fazendo uma tempestade em copo d’agua e que isso era rotineiro e comum para eles, que não tinha importância.

Fitei seus olhos verdes manipuladores. Ah ruivo, você ia me pagar!

Respirei fundo e coloquei um sorriso no rosto.

- Sabe Axl, talvez você tenha razão. E eu estou mesmo fazendo uma tempestade em copo d’agua. Que mal tem né? Olha, a loira ainda esta ali, se andar um pouquinho mais rápido você a alcança. – Disse apontando para a mesma.

- Sério? – Perguntou arqueando as sobrancelhas.

- Sim, eu acho que eu devo mesmo abrir mais minha mente. Isso só é diferente pra mim, mas vocês já devem estar acostumados a pedidos assim. Talvez eu devesse fazer o mesmo, algo assim diferente. Parece legal e eu me convenço que não passa de besteira. Um desejo de fã, sem mais. – Falava tranquila e inocente.

- O que? – Ele arregalou os olhos enquanto eu abrir dois botões da minha camisa branca. – O que você esta fazendo? – Perguntou confuso.

- Sabe, acompanhando esses shows, percebi como sou fã do Skid Row, o Sebastian é muito bom, tanto que posso dizer que virei fã. – Falava enquanto abria mais um botão da minha camisa, e Axl não tirava os olhos do meu decote que agora mostrava uma parte do meu sutiã branco de renda. – Acho que ele não se importaria de autografar para mim né?

- O QUÊ? – Perguntou exaltado.

Levei meu dedo indicador deslizando o mesmo no vão dos meus seios. Por sorte quase ninguém estava no corredor vendo essa cena, mas estava pouco me lixando, o ruivo merecia uma lição. Ele acompanhava cada deslizar do meu dedo pelos meus seios, sem piscar, vidrado nos mesmos.

- Eu poderia escrever Seb em um e Bach no outro, ou poderia ser Seb Bach centralizado. O que acha? – Perguntei com a cara mais lavada do mundo, apontando com meu dedo aonde queria que Sebastian assinasse.

Axl ficou atônito com minha atitude. Dei as costas e comecei a andar.

- Aonde você vai?

- Ora amor, não te disse, vou pedir um autógrafo para o Seb. – Dei-lhe um sorriso angelical. – Ah, olha lá, a loira sua fã. Ela ainda estar lá parada, acho que estar esperando você mudar de ideia. Vai lá, dar o autógrafo. – Disse e voltei a andar. Eu sabia que era arriscado e vai que ele fosse mesmo, sentia meu coração batendo apertado, mas me mantive firme.

Não dei nem três passos e Axl se pôs a minha frente, me bloqueando.

- Você não vai pedir autógrafo para o Bach desse jeito. – Disse sério.

- Por que amor? Não tem nada demais, não foi você mesmo que disse. – Cinismo total. Ainda coloquei o dedo na boca, me fazendo de desentendida.

- Fecha essa camisa agora.– Me fitava carrancudo.

- Amor, mas assim fica mais fácil de escrever. – Eu só podia estar mesmo louca, porque boa parte do meu sutiã aparecia e eu estava no meio do corredor do canal de TV. Mas estava até divertido.

Fingi que não era nada demais e tentei me desviar dele. Então ele simplesmente se abaixou um pouco, me pegando pela cintura e me colocando em seu ombro.

- Você só pode estar mesmo maluca se acha que eu vou deixar você chegar perto do Sebastian desse jeito. Aquele cara é igual ou pior a mim, e eu ensinei muita coisa a ele, para confiar nele. – Resmungava me carregando pelos ombros em meio ao corredor.

- Me solta Axl, me põe no chão. – Falava batendo meus punhos em suas costas. Odiava quando ele me pegava dessa forma.

Passamos por algumas pessoas que ficaram apenas olhando para gente sem entender e fazer nada. Ninguém se atrevia a parar Axl, que estava resmungando por todo o corredor.

- Me põe no chão, William!

- Ainda tem a petulância de me chamar de William na frente de todos. – Disse e quando menos esperei, senti uma ardência em meu bumbum.

- Você me deu uma palmada? – Não acreditava nisso.

Logo entramos em seu camarim e ele me pôs no chão. Me prensou contra a porta trancando a mesma.

- Eu não acredito que você me deu uma palm... – Antes que terminasse ele me interrompeu com um beijo molhado.

- Eu não quero beijar você. – Disse assim que nos afastamos e ele voltou a me beijar novamente, quente e intenso.

Ele prendeu meus braços acima da minha cabeça, contra a porta segurando firme, enquanto me beijava voluptuosamente, me tirando o ar.

- Você... é... um... ruivo... safado... – Dizia ofegante enquanto ele descia com seus lábios pelo meu pescoço.

Ainda estava chateada pela loira, mas não conseguia pensar em mais nada com ele me beijando daquela forma.

Ele passou a segurar meus braços apenas com uma de suas mãos e com a outra ele começou a deslizar pelo meu corpo. Rapidamente ele puxou minha camisa de dentro da calça e enfiou a mão por dentro, indo em direção aos meus seios.

Seus lábios tomavam de conta da minha boca, me dando um beijo urgente, molhado e cheio de desejo. Suas mãos apertavam minha cintura, subindo para meu seio esquerdo por cima do sutiã, me arrancando suspiros.

- Diz pra mim Jenny: eles são só meus. – Sussurrou roucamente em meu ouvido, apertando meu seio esquerdo.

Tá eu estava molinha com ele me pegando desse jeito.

- Não. – Quase não consigo falar de tão ofegante.

Ele prensou meu corpo ainda mais na porta colando nossos corpos. Soltou meus braços e desceu sua outra mão desenhando meu corpo. Continuava a morder meu pescoço, dando leves chupões, enquanto eu sentia meu corpo entrar em combustão. Minha respiração estava falha, meu corpo quente e o desejo de tê-lo crescente em mim. Rapidamente ele desabotoou minha camisa levando suas duas mãos em meus seios, apertando-os com gana.

Arfei, arqueando minhas costas. Ele enfiou sua mão direita por dentro do meu sutiã e passou a brincar com meu mamilo esquerdo, apertando, puxando e massageando o mesmo. Isso estava me enlouquecendo.

- Diz para mim Jenny: eles são só meus. – A cada vez que ele falava meu tesão aumentava. Mas não queria dar o braço a torcer.

Estava difícil, muito difícil.

Puxei sua camisa tirando-a completamente. Seu corpo estava suado e adentrei meus dedos entre seus cabelos, o puxando ainda mais para mim.

Ele desceu seus lábios por entre meu colo, minha barriga e subiu novamente até meu seio, dando uma chupada forte em meu mamilo. Não aguentei mais e gemi alto. Passou para o outro seio e deslizou a língua delicadamente contornando meu mamilo entumecido, em seguida o abocanhou mordendo, chupando e lambendo ele por inteiro.

Senti minha intimidade formigar. Já não estava mais dando por mim, só queria mais, muito mais. Nem entendia bem o que estava acontecendo, só sabia que estava louca de tesão, ofegante, e agora molhada.

Ele subiu novamente, mordiscando meus lábios. Desceu com suas mãos até minha bunda, apertando-a contra ele. Soltei outro gemido agora abafado entre seus lábios. Levei minhas mãos a fivela de sua calça, com a urgente necessidade de senti-lo em mim. Ele mordiscou meu pescoço, dando uma mordida leve em meu lóbulo e então sussurrou novamente.

- Diz?!

- São seus. Eu sou só sua. – Me entreguei.

Ele deu um sorriso sacana.

- Boa garota.

Dito isto se afastou de mim. Abrir meus olhos e quando vi ele já estava pegando sua camiseta e indo em direção ao trocador.

- Eu não acredito que você vai me deixar assim? – Eu estava com meu corpo em chamas.

- Jenny estamos no camarim do programa. O que achou que fosse acontecer? – Me perguntou cinicamente.

Agrrrrr eu mato esse ruivo. Isso era inacreditável.

- Ah e eu esqueci de lhe dizer, a Ângela estava atrás de você, parecia urgente. Melhor você ir vê o que era.

Eu só pensava se eu iria a júri popular por sumir com o vocalista da banda.

O fitei raivosamente, ajeitei meu sutiã, fechei minha camisa e saí batendo porta a fora. Que ruivo mais malvado, isso não se faz. Odiava, odiava ele. Eu queira lhe dar uma lição, mas ele deu o troco com chave de ouro.

Saí enfunada e atrás da Ângela, incrédula que ele realmente tinha feito isso.

...

 

POV Duff

Passamos a tarde inteira para gravar esse programa e saímos de lá só à noite. Resolvemos estender num barzinho que nos indicaram.

Estávamos somente nos 05 e Alan, as garotas não puderam vir. Camille havia ficado no hotel e Jenny ficou resolvendo algumas coisas com Ângela. Tomamos algumas bebidas e conversamos bastante, como nos velhos tempos. Apesar de Izzy e Slash pouco se falarem, sentia que nosso grupo estava mais unido que nunca. Acho que essa seria a nossa melhor fase.

Chegamos tarde ao hotel, eu queria ficar mais, mas como amanhã seria a minha festa de aniversário, resolvi voltar com os demais, e deixar para aproveitar amanhã mesmo. Estava cansado e não demorou muito para que eu caísse no sono.

Já era madrugada alta, quando abrir meus olhos lentamente mesmo morrendo de sono, mas ouvi um barulho vindo da porta e logo a mesma se abriu.

Dei um pulo da cama achando que era algum fã maluco, eu sempre tinha medo de fãs maluco, mas acho que era até pior, era aquela loira maluca.

- Mas como diabos foi que você entrou aqui? – Esfreguei meus olhos com os dedos sentando na cama a vendo olhar para mim.

- Grampos femininos e suas mil utilidades. – Respondeu.

- Você abriu minha porta com um grampo? Mas, onde você aprendeu isso? Você anda com uma gangue Rachel? – Essa mina não parava de me surpreender.

- Ai Michael, vamos ficar discutindo isso ou...

- Ou o que? Eu não quero você no meu quarto, a sua mãe praticamente me ameaçou se eu chegasse perto de você, sabia.

- Ai Michael, eu venho aqui só lhe dar feliz aniversário e você vem novamente com papo da minha mãe. – Revirou os olhos. – Sei não, de banda mais perigosa vocês não tem nada. Caras delinquentes e irresponsáveis, mas que temem uma mãe. – Suspirou.

- Rachel meu aniversário é só amanhã. – Retruquei.

- Hoje já é “amanhã” Michael. Já passamos da meia noite.

Olhei para o relógio então havia me tocado, realmente já era dia 05.

- Está certo, então obrigada, agora pode ir. – Falei fazendo jeito de voltar a dormir.

- E você não vai querer o seu presente? – Ela falou sensualmente tirando seu hobby preto.

Ao deixa-lo cair, ela estava com uma camisola curtinha transparente preta. O quarto era iluminado apenas pela luz da lua, mas dava para vê perfeitamente sua calcinha e seus seios cobertos apenas pela finda renda.

A olhei de cima a baixo, hipnotizado com sua beleza. Cara, eu sabia que era errado, eu sabia que não devia, mas quer saber: Que se dane!

...

 


Notas Finais


E então, gostaram?
No próximo Niver dos meninos :)

Logo essa fase vai acabar, prometo. Só tenho que desenvolver algumas coisas que ligarei lá na frente, mas logo voltaremos a L.A..


Bjos e até o próximo!


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