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História My Sweet Prostitute - 2yeon G!P - Capítulo 24


Escrita por:


Notas do Autor


Já que vocês gostaram da surpresa, aqui estou novamente!!! 🤭😘

M A R A T O N A ( 2/? )

Boa leitura!!!

Capítulo 24 - Capítulo 24


Eu estava falhando outra vez.

Estava me rendendo a inocência, a estupidez, e outra vez cometia o erro que me fez tanto mal há algum tempo atrás. Eu não era forte o suficiente para cair de novo, por isso sabia que precisava resistir a qualquer ideia tentadora. Mas não havia como negar que era igualmente fraca para conseguir manter aquela situação como estava: Eu não conseguia esquecê-la, não conseguia deixar de querê-la, não conseguia arrancá-la de mim.

Eu permiti que ela entrasse na minha vida com uma força desconhecida, e só agora, tentando afastá-la, eu sabia a intensidade dessa força.

- Jihyo... - Comecei, me sentindo ser invadida por aquela conhecida tristeza que me fazia companhia por todo esse tempo - Eu não sei mais o que fazer. Simplesmente não sei. Eu tentei não gostar dela, mas não tem como... Não tem como não gostar...

Ela continuou olhando para mim, agora com um inconfundível traço de pena em sua expressão, e eu sabia que ela não me daria conselhos os quais eu quisesse ouvir. Eu sabia que ela pensava igual a mim, sabia que ela achava que o melhor para mim, no momento, era continuar longe de Nayeon. Mas não era.

- Eu não sei o que falar, Jeongyeon.... Simplesmente não posso te ajudar.

Eu não esperava que ela pudesse. Na verdade, o único motivo pelo qual eu queria Jihyo por perto era para poder finalmente desabafar com alguém todas essas coisas que me atormentavam.

Como imaginei, me senti mais leve por todas as confissões feitas, embora estivesse um pouco mais machucada do que antes, tanto por tocar nesse assunto como por ter certeza que Jihyo não tinha nada para me dizer.

Não poder contar com seus conselhos me deixava um pouco sem rumo, porque não havia nenhuma situação difícil sequer em minha vida a qual ela não estivesse ligada, me dando conselhos ou me passando sermões.

A diferença era que, agora, o assunto era um pouco mais delicado. Ao mesmo tempo que eu sabia que ela também achava que eu deveria me afastar de Nayeon, eu sabia que ela não falaria isso com todas as letras, porque ela sabia que isso me machucaria. Assim, não restava nada além de não tomar partido, o que só fazia com que meu desespero tomasse proporções maiores.

A olhei sem saber o que dizer, esperando, por um milagre, que Jihyo resolvesse mudar de ideia e me mandaria ir atrás dela. Mas ela não faria isso.

- Volte para o escritório. Eu sei que é a última coisa que você quer, mas talvez isso ajude. Ocupe-se. Minha mãe costumava dizer que uma cabeça vazia é a oficina do diabo.

- Eu não consigo...

- Consegue. Você vinha sendo uma diretora muito melhor nos últimos tempos. Sei que consegue assumir esse papel outra vez.

- Não consigo, Jihyo. Não consigo me concentrar em nada. Nunca me senti tão perdida assim...

- Nem com Suzy?

Eu sabia o que ela estava fazendo. Ela estava usando a tática do choque, onde, me lembrando de todas as merdas do meu passado e das tristezas que eu passei, faria com que eu imediatamente notasse que aquilo pelo que estava passando agora não era assim tão ruim.

Mas ela não entendia.

- Não. Nem com ela.

Jihyo mudou de postura imediatamente, me encarando com uma expressão de surpresa, enquanto procurava alguma coisa para dizer. Só agora ela parecia começar a entender que aquilo tudo não era exagero meu, e eu eu podia mesmo estar falando bastante sério.

- Eu não imaginava que fosse algo assim tão forte. Nunca pensei que alguém poderia fazer mais mal a você do que Suzy...

- A Nay não me fez mal.

- A Nay do seu sonho?

Lembrei do dia em que, ainda dormindo, havia deixado escapar o apelido dela dos meus sonhos, despertando a curiosidade de Jihyo.

- É.

- Há quanto tempo você está... interessada nela?.

- Eu não sei... - Comecei, escondendo o rosto nas mãos - Não sei por quanto tempo escondi de mim mesma toda essa merda... Não sei se foi no primeiro dia ou no último...

Eu estava a ponto de começar a chorar. De novo. E ter Jihyo ao meu lado, servindo de colo, era quase irresistível. Ainda assim, tentei manter o pouco de força que ainda tinha em mim e mantive minha postura, não parecendo nada mais além de uma mulher preocupada.

Por dentro, eu estava desesperada, quase enlouquecendo. Mesmo longe, mesmo depois de três semanas, ela ainda conseguia ter aquele tipo de poder sobre mim. Um poder que eu não conseguia negar, e bastava lembrar dela que de repente nada mais parecia ser tão importante.

Isso estava me matando, talvez no sentido literal da palavra.

Eu já não sabia quanto tempo não fazia uma refeição decente. Minha aparência deveria estar lembrando algum tipo de mulher das cavernas, e minhas noites andavam extremamente mal dormidas. Quando conseguia dormir, todos os sonhos que me atormentavam contavam com a presença dela, e era frustrante saber que mesmo que aquilo me fizesse mal, ainda assim eu deitaria noite após noite esperando sonhar com ela outra vez.

Tê-la comigo, mesmo que somente dentro dos meus sonhos, era consolador. As manhãs tornavam-se tristes quando eu notava que tudo não passava de um sonho, mas ainda sim, os poucos minutos em que podia desfrutar de sua companhia irreal valiam a pena. O problema era que eu estava começando a me acostumar com a sua lembrança, o que ia diretamente contra meu objetivo principal: Sobreviver sem ela.

E conforme o tempo passava, essa tarefa parecia ser tornar mais difícil.

Jihyo havia me convencido a tentar voltar para o escritório. Não porque eu fazia alguma falta, já que ela era muito mais competente do que eu era para administrar os negócios, mas para o meu próprio bem. Depois de uma conversa que poderia ser considerada apenas como desabafo e lamentações, finalmente concordei com ela no ponto de que talvez eu tivesse mesmo que me ocupar com mais coisas - o máximo possível - para que minha cabeça não achasse tempo livre que pudesse preencher com lembranças dela e preocupações sobre o fato de ela estar bem e feliz.

Agora, já fazia mais de um mês que eu estava longe de Nayeon. Eu sentia a sensação de dor, de perda e de vazio tentar me dominar lentamente, e eu estava quase cedendo. Não havia mais forças para afastar toda aquela ausência de vida, porque ela não estava comigo. Mesmo assim, lá estava eu, comparecendo a reuniões com Jihyo ao meu lado, enquanto fingia prestar atenção nos gráficos e nos números de alguma coisa.

Normalmente, eu não sabia que roupa estava usando. Já havia esquecido minha mania de mexer nos meus cabelos para penteá-los. Saía de casa sem passar perfume, e só passava maquiagem diante de ameaças de morte de Jihyo. Eu não me importava com muitas coisas, porque praticamente nada fazia sentido.

Praticamente nada era importante.

Eu não conseguia esquecê-la. Era desesperante, era enlouquecedor, mas eu não conseguia esquecê-la. Nem um dia. Um minuto sequer. Ela sempre, sempre estava comigo. Fosse em reuniões, na hora do almoço, quando ia me deitar, dirigindo ou tomando banho. Estivesse eu sozinha ou acompanhada, bêbada ou não. Não era como uma lembrança qualquer, a qual eu poderia escolher se pensava ou não. A presença dela dentro da minha cabeça já havia se tornado uma pequena parte de mim. Era como respirar. Uma pequena parte de mim que me mantinha viva, que me mantinha de pé.

Dois meses sem vê-la.

Eu estava ruindo. Aquilo já estava insuportável, intolerável. Era impossível viver daquele jeito, e de alguma forma, chegar até ali parecia ter sido sorte.
Conseguir viver sem ela era um milagre.

Jihyo fingia que tudo estava saindo conforme o planejado, mas eu a conhecia o suficiente para saber que ela estava preocupada comigo. Talvez meu estado tivesse mostrando uma depressão tão profunda que ela temia me ver enlouquecendo ou cometendo suicídio no final das contas. Por isso, não estranhei quando fui presenteada por ela com uma semana de folga, para me distrair e esquecer dos problemas.

Tendo mais tempo livre, era claro que as coisas piorariam consideravelmente.

Por isso, aquela semana foi o início da pior fase daquele rompimento. Aproveitando minha fraqueza, me permiti baixar a guardar e simplesmente pensar nela sem culpa quando sua lembrança vinha até mim. Os primeiros dias foram mais fáceis, porque eu não tinha que ficar lutando contra mim mesma para tentar arrancar a imagem dela da minha cabeça. Mas ao final de semana, meus pensamentos já que estavam tão tomados pela presença dela que eu me sentia exausta, e agora que havia permitido que ela invadisse minha mente com tanta frequência e com tanta facilidade, não havia mais como tentar afastá-la outra vez.

Ao final de uma semana, eu não consegui voltar para o trabalho.

Jihyo voltou a me ligar, e não insistiu quando confessei que não poderia sair de casa e fazer qualquer coisa que fosse. Talvez porque eu tenha implorado para que ela me deixasse em paz, mas ainda assim, eu continuava recebendo ligações diárias dela. Quando comecei a não atendê-las, ela se contentou em falar comigo três ou quatro vezes por semana.

Os dias passavam devagar. Eu não tinha nada para fazer, e se tivesse, não faria. Minha falta de vontade em qualquer coisa agora estaria tomando proporções preocupantes, se eu estivesse me importando. Meu estoque de miojo e sopas prontas estava acabando, já que eram coisas práticas e rápidas de preparar, quando eu me dispunha a comer algo. Mais cinco garrafas de Whisky da minha coleção haviam sido consumidas em pouco tempo. Minha TV não era ligada há décadas, e o único motivo que fazia com que eu carregasse a bateria do meu celular, ao ver que tinha acabado, era saber que se Jihyo não tivesse mais como comunicar comigo, ela provavelmente daria um jeito de arrombar a porta do meu apartamento e me xingaria com nomes inadequados.

Três meses.

Fazia três meses desde que havia visto Nayeon pela última vez. Três meses desde que havia sentido aquele perfume, que havia falado aquelas coisas, que a havia humilhado na frente de todos os clientes daquele lugar. Aquela era a última imagem que ela pôde guardar de mim, uma idiota insensível e estúpida, egoísta e covarde.

Eu era uma covarde.

Eu estava me matando, e tudo porque não tinha coragem de assumir que precisava tanto dela. Não tinha coragem de assumir que ela simplesmente me tinha nas mãos, tinha medo de que ela poderia fazer qualquer coisa comigo.

Qualquer coisa.

Meus pensamentos eram dela. Minha alegria pertencia a ela. Minha vontade de fazer qualquer coisa tinha ido embora com ela. Ela comandava a minha vida inteira, e sequer sabia disso.

Ela não fazia ideia.

- Jeongyeon?

Olhei em volta um pouco surpresa e me dei conta que estava na sala do meu apartamento, enquanto Jihyo me encarava de pé a minha frente. Pela sua expressão, aquele chamado não havia sido o primeiro. Nem o segundo.

- Sim?

- A porta estava aberta. Então eu entrei.

Há quantos dias minha porta devia estar destrancada?

- Ah.

Ela continuou me encarando, cheia de dúvidas.

- Vim te fazer uma visita, já que não consigo falar com você.

Eu já havia desconectado há muito tempo o telefone da tomada, e não fazia ideia de onde estaria meu celular naquele momento. Talvez jogado em algum canto, desligado, enquanto arquivava provavelmente umas noventa ligações de Jihyo.

- Ah... Oi.

- Oi. - Ela falou, analisando minha expressão como se tentasse se convencer de que eu ainda estava viva. Eu não respondi, encarando-a de volta sem me preocupar em parecer saudável ou consciente.

Jihyo suspirou, me olhando com tanta pena que chegava a ser humilhante.

- Onde sua cabeça está?

Minha cabeça está com ela.

- Eu só estava um pouco distraída.

Ela me olhou profundamente, enquanto me analisava.

- Você estava pensando nela, não é?

É claro que eu estava pensando nela. Eu sempre pensava nela. Não havia um minuto sequer em que eu não estivesse pensando nela.

- O que você quer aqui?

- Eu quero falar sobre isso.

Encarei-a sem vida, enquanto esperava que ela se explicasse.

- Jeongyeon... Você está...

Morta.

Eu estava morta. Não havia uma gota de vida sequer em mim.

- Eu sei como estou.

- Eu nunca te vi assim. Por que você não reage?

- Porque eu não consigo.

Ela continuou me olhando, mas agora vestia sua postura séria e decidida, como se estivesse prestes a dar uma ordem.

- Ouça bem o que eu vou te dizer, e não ouse me interromper.

- Jihyo...

- Você queria ficar com ela, não queria?

Ainda havia alguma duvida?

- Não queria? - Ela reforçou a voz, deixando claro que aquela não era uma pergunta retórica.

- Sim.

- Tudo bem. Você sabe que, se ficasse com ela, teria que esconder a verdade da sua família e dos seus amigos. Para poupar tanto você mesma quanto ela. Não é?

- Sim.

- E sabe que teria que andar sempre receosa com o fato de que ela poderia encontrar, a qualquer momento, um cliente antigo no meio da rua. E você, estando ao lado dela, teria que assumir o compromisso.

- Eu sei...

- Além disso, você teria que superar o fato dela ter pertencido a tantas outras pessoas, e que se vendia para todas elas.

- Eu... sei disso... - Fechei os olhos, tentando esquecer a vontade de chorar que estava quase me dominando.

Por que ela estava fazendo aquilo? Por que estava me torturando daquele jeito?

- E no final das contas, ela poderia estar interessada só no seu dinheiro. A partir do momento em que você confiasse nela e desse a ela o que ela queria, haveria a possibilidade de você nunca mais vê-la.

Assim como foi com Suzy.

Abri os olhos novamente e a encarei, sem dizer nada. Ela estava numerando toda a merda pela qual eu passaria se ficasse com Nayeon.

Eu sabia de tudo aquilo, então por que ela estava reforçando cada um desses pontos?

- Agora, me diga uma coisa: Dito tudo isso, todo o sofrimento pelo qual você poderia passar... Em algum momento você deixou de ter certeza de que era isso que você queria?

- Não. - Minha imediata resposta saiu com tanta convicção que eu mesma me assustei - Se esse fosse o preço a ser pago para tê-la, eu pagaria.

Então eu entendi. Eu entendi o que era aquilo, o motivo pelo qual ela estava falando aquelas coisas. Não era tortura, não era crueldade. Jihyo não estava tentando me fazer sofrer, apenas queria que eu enxergasse o óbvio.

Não havia como ficar sem ela.

Não adiantava me torturar tentando esquecê-la, não adiantava fingir para mim mesma que conseguiria viver sem ela. Não adiantava ficar longe dela, porque cedo ou tarde eu acabaria tendo que voltar para ela outra vez, assim como nas outras vezes em que havia tentado me afastar. Era simples assim.

Eu tinha que estar com ela. Eu não a esqueceria. Eu me imaginei ao lado dela, passando por todas as dificuldades possíveis, e em momento algum enquanto Jihyo me fazia aquelas perguntas eu pensei que seria mesmo melhor ficar sem ela.

Não seria melhor. Seria como estava sendo. Seria um inferno.

Esses pensamentos duraram menos de um segundo para pipocar dentro da minha cabeça, mas a resposta de Jihyo foi igualmente imediata.

- Então, Jeongyeon, sugiro que você vá logo atrás dela.

Foi de repente, mas o sopro de vida que eu senti não poderia ser descrito. Era como se meu estado semi-vegetativo nunca tivesse existido. Era como se eu pudesse sair dali imediatamente, indo de encontro a ela correndo mesmo. Era uma esperança tão grande se apoderando de mim que a primeira vontade que eu tive foi rir histérica e descontroladamente. Meu corpo começou a tremer, não conseguindo lidar direito com aquela descarga forte de emoções que me tomavam, e talvez eu pudesse ter algum problema sério do coração.

- É... Eu vou... eu vou...

- Primeiro, você vai se acalmar.

- Estou calma... Eu tenho que ir...

- Jeongyeon!

Ela falou com a voz um pouco mais alta, mas não chegou a me assustar. Encarei-a porque estava confusa, e não sabia o que fazer primeiro.

- Você tem que se acalmar. - Ela repetiu, me olhando nos olhos.

- Eu estou bem!

- Você não está bem! Está toda vermelha!

Merda. Minha pressão devia ter subido muito rápido.

- Eu não vou ficar aqui e bancar sua babá, minha filha está com febre em casa, me esperando. Só vim aqui porque, se você acabasse se matando, eu teria que viver com essa culpa para sempre. Faça o que você tem que fazer para tentar ficar melhor. Eu espero do fundo do meu coração que você não se decepcione. Sei que você está ansiosa, mas por favor, tente controlar seus nervos antes de sair por essa porta. Eu não quero que você sofra algum acidente.

- Ok.

Jihyo se encaminhou para a porta, e eu pude sentir sua relutância em me deixar sozinha, como se estivesse com medo que eu fizesse alguma besteira.

- Espero que sua filha fique bem. - Falei, enquanto ela já abria a porta.

- Deve ser só uma gripe. Ela vai ficar boa.

- Jihyo... - Comecei, antes que ela fosse embora - Obrigada.

Ela me encarou com aquele olhar angelical, e então eu tive certeza que sua visita tinha sido algum tipo de missão divina. Ela havia aberto os meus olhos, mesmo estando completamente contra a situação, e eu devia, mais uma vez, minha vida a ela.

Sem notar, eu havia percorrido a pequena distância entre nós, e agora, estava a abraçando.

Ela retribuiu o abraço, como se fosse uma mãe confortando uma filha.

- Não me agradeça ainda. Eu não sei se isso vai acabar bem.

Jihyo saiu de nosso abraço e me deu um beijo no rosto, saindo logo em seguida e fechando a porta atrás de si, me deixando completamente sozinha outra vez, da mesma forma que estive durante todo esse tempo.

Mas agora era diferente.

Eu tinha um objetivo claro: Encontrar Nayeon e não permitir que ela fosse embora da minha vida de novo.


Notas Finais


Até a próxima! 💕🤙


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