História My Sweet Psychosis - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias 2NE1, B.A.P, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, BLANC7, Block B
Personagens Bang Yongguk, B-Bomb, Cl, D.L, Daehyun, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Himchan, Jaehyo, Jean Paul, J-hope, Jimin, Jin, Jongup, Jungkook, K-Kid, Kyung, Minji, P.O., Personagens Originais, Rap Monster, Seungri, Suga, T.O.P, Taeil, Taeyang, Taichi, U-Kwon, V, Youngjae, Zelo, Zico
Tags 2ne1, Big Bang, Blanc7, Block B, Bts, Drama, Drogas, Gangster, Gangue, Hoseok, Jean Paul, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, K-kid, Máfia, Minzy, Namjoon, Park Jimin, Perseguição, Psicopata, Rap Monster, Romance, Seokjin, Stalker, Suga, Taehyung, Taichi, Terror, Top, Trafico, Yoongi, Zico
Visualizações 25
Palavras 3.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Geeeeeeeeeeenteeeeeeeee me desculpe pelo atraso, me perdoem.
Demorei um tempo corrigindo esta fic. E também tive um pouco de desanimo para escrever, mas estou de volta.
Sorry mores.
Espero que gostem.
Boa leitura♡

Capítulo 22 - Eu me odeio tanto...


Fanfic / Fanfiction My Sweet Psychosis - Capítulo 22 - Eu me odeio tanto...

P.O.V Hoseok.

— Hoseok? — o médico chamava pelo meu nome.

Meu corpo não correspondia ao chamado, a sua voz parecia distante, como se ele estivesse no fim de um túnel.

Eu conseguia ouvir cada batimento do meu coração ficar mais lento.

Minha cabeça rodava, eu estava em choque!

— Hoseok? — o médico colocou suas mãos em meus ombro e me sacudiu. — Você está bem?

— C-câncer? — a palavra se repetia como eco em minha mente.

— Eu sinto muito — abaixou sua cabeça mas depois voltou a me encarar. —, é lastimável eu sei! Mas ela pode ter chances de cura com a quimioterapia. Vocês teram que ser fortes.

— Como assim câncer doutor? — eu estava chorando, era mais forte que eu.

— Sinto muito, é o que consta nos exames.

— Isso está errado! Ela não pode morrer!

— Hey, ninguém disse que ela irá morrer, calma rapaz, a chances de cura.

— Ficar calmo? Sabendo que minha irmã irá sofrer para ter "chances de cura" com a quimioterapia? Percebe a asneira que está falando?! — falei me alterando.

— Calma Hoseok! — a mãe adotiva da minha irmã tenta me acalmar. — Myung-Hee precisa de nós agora, ela não vai ficar feliz em saber que o irmão mais velho dela se meteu em confusão. Isso não é exemplo.

— Você não tem nada haver com minha vida Sra. Choi, você a tirou de mim! E agora quer dar uma de que se preocupa com que imagem quer que eu passe para minha irmã? Acho melhor cuidar da sua vida!

— Se ela tivesse ficado mais um ano naquele orfanato esperando por você, o que iria fazer para conseguir a guarda dela? O que iria fazer para da-la de comer? O que iria fazer para que ela vivesse bem? — ela se aproximou de mim com um olhar fuzilador. — Olhe para você, mal consegue cuidar de si mesmo! É um drogado e vagabundo.

— Você deveria pensar mais no que fala senhora Choi...— sorri irônico.

— Ah é? Isso é uma ameaça?

— Isso é um concelho.— saí andando em direção a saída.

— O que pensa que está fazendo?

— Indo cuidar da minha vida, sugiro que faça mesmo. Não posso simplesmente ficar aqui, vendo minha irmã morrer. — dei de ombros.

Eu não poderia ficar ali e ver minha irmã receber tal notícia.

Não iria conseguir ver ela chorando, eu não iria suportar. Isso seria uma completa tortura para mim. Ver esta cena se repetir novamente diante de meus olhos e eu não poder fazer nada.

Nossa mãe, era mãe solteira, ela lutava para nos dar de comer, para ter algo para sobrevivermos, mas então ela ficou doente.

Ela estava com câncer.

Um dos médicos que nos atendia apaixonou por minha mãe, eles se viam todo dia da quimioterapia.

Mas ele era casado.

Com uma mulher amarga e petulante que eu chamo de senhora Choi.

A mulher que não perdeu a oportunidade de nos separar.

Quando minha mãe morreu, Myung e eu fomos para um orfanato. Ficamos 5 anos naquele orfanato juntos.

Quando faltava 1 ano para que eu saísse, já que eu já teria a idade avançada para ficar ali com os demais, senhora Choi adotou Myung.

Ela me separou de minha irmã.

Não sei o que ela pretendia, se um tipo de vingança ou só encanto pela mais nova.

Mas isso me doeu demais, eu estava destinado a sair daquele orfanato e procurar minha irmã.

Eu não as encontrava em lugar algum, eu procurei e procurei, mas nada de aparecer.

Fiquei um ano e meio procurando pistas sobre elas, ate que enfim, as achei.

Senhora Choi ficou transtornada, me xingou de tudo o que você poderia imaginar.

Ela dizia: " Sua mãe tirou meu marido de mim, agora você não irá tirar minha filha também!"

Ela ficou completamente louca, ela tentou fugir com  Myung, mas eu fui mais rápido e fui até a polícia.

Entramos na justiça pela Guarda da minha irmã. Taehyung havia me ajudado com o dinheiro do advogado, me arrumou uma casa e um trabalho para que eu pudesse ter minha irmã de volta, até hoje me sinto muito grato. Mas eu não ganhei a causa, na verdade ninguém ganhou, a guarda foi compartilhada.

Desde então, quando eu e a senhora Choi nos encontramos, vivemos em pé de guerra.

Ela sempre usa meu envolvimento com drogas para me deixar para baixo.

Há 3 anos atrás quando eu comecei a trabalhar em uma farmácia onde Taehyung havia arrumado emprego para mim. Eu ficava muito estressado com meus problemas e acabava me dopando com os remédios de lá.

Eu fazia isso quase sempre até que um dia o dono da farmácia me achou jogado atrás do balcão e me levou para médico. Quase tive uma overdose.

Assim que Choi soube, ela fez questão de me visitar e me dar um sermão, como se ela fosse algo minha, tivesse direito de dizer algo.

Ela ameaçou a tirar Myung de mim por causa do ocorrido.

Eu estava com depressão — na verdade eu ainda estou.—, mas ela nem ligava, não respeitava meu momento, ela queria mais é que eu me suicida-se para se livrar de mim. Ela achava qualquer brecha para me ameaçar ou falar mal de mim para Myung.

Há um mês atrás eu voltei a me drogar.

Sim, mas uma vez fracassei, nunca serei motivo de orgulho para ninguém, nem para mim mesmo.

Mas as drogas me fazem esquecer tudo isso, esquecer quem eu sou, esquecer meus problemas, esquecer de viver nesse fracasso.

Eu aproveitei o tempo que o Jungkook — meu "colega" de casa. — começou a passar mais tempo no escritório de Taehyung, e comecei a usar os entorpecentes de novo. Não só entorpecentes como remédios também.

Eu precisava daquilo.

Ontem eu descobri que Jungkook seguia o Namjoon. Algo na minha opinião muito estranho, mas eu não digo nada por que as vezes eu me identifico com ele.

Um garoto órfão em busca de algo, alguma razão pra sua vida.

Acho que foi um dos motivos por eu ter aceitado ajudar ele, dar um lar pra ele. Taehyung me pediu esse favor, me contou sobre a vida dele e eu me comove com a história.

Já que eu não tinha minha irmã mais nova morando comigo, ninguém para cuidar nem para conversar, pensei que fosse uma ótima opção.

Talvez nem tanta. Não conversamos muito, ele é um garoto muito fechado as vezes. Algo que dificulta nosso relacionamento.

Posso dizer que somos amigos. Mas não dos mais íntimos.

Eu só queria ser diferente do que eu sou agora.

Queria ser uma pessoa melhor, formada, limpa e direita.

É uma expectativa que não se encaixa com a realidade de agora.

As vezes fico pensando...minha mãe morreria de desgosto se soubesse no que eu me tornei.

Mas o que eu posso fazer? Inferlizmente sou assim.

Fraco, as vezes ingênuo, fracassado, todo errado e como a senhora Choi diz, um drogado vagabundo.

O que eu fiz com minha vida? O que eu fiz comigo mesmo?

O que será que Myung pensa de mim? Provavelmente deve pensar o mesmo que senhora Choi.

(...)

Cheguei em casa e me senti mais leve. Não tinha nada com que eu pudesse me preocupar ali. Apenas a mim mesmo, mas eu já não dou importância para mim já faz tempo.

Me pergunto como Myung-Hee está...provavelmente arrasada e desapontada comigo por eu não estar lá com ela.

Fui um babaca. Mais uma vez.

— Saiu cedo hoje, pensei que não fosse voltar. — ouço a voz de Jungkook .

— Tive que resolver alguns problemas pessoais. — suspirei lembrando das palavras do médico em minha cabeça.

— Hoseok? Ta tudo bem com você?

— Por que eu não estaria? — forcei um sorriso.

— Você está tão vago...com um rosto cansado. Aconteceu algo?

— Não se preocupe com isso, ta tudo bem. — eu ainda mantinha o ssorriso — Você chegou mais cedo, o que houve?

— Fui liberado mais cedo. Taehyung me deu um dia de folga.

— Que bom para você. Saía com seus amigos.

— Como se eu tivesse...você é único que eu posso te chamar de amigo.

— Sério? — realmente fiquei surpreso. Ele não é do tipo de pessoa que fala coisas do tipo assim. Como eu disse, ele é bem fechado.

— Sim...eu sinto como se você fosse um irmão mais velho que eu não tive. E eu me sinto grato por isso, mesmo eu sendo grosso com você.

— A seu pirralho. — fui em sua direção e coloquei meu braço em volta de seu pescoço e bagunçando seu cabelo. — Você não sabe o quão eu fico feliz em ouvir isso.

— Me desculpe por comportar como se eu não me importasse.

— Não se desculpe. Irmãos mais novos são assim mesmo "revoltados". — ele deu um sorriso. Algo bem raro vindo dele. Talvez ele tenha gostado do fato que eu o considero um irmão mais novo.

— Hoseok?

— Sim?

— Você nunca fala nada sobre sua vida...bom, nem eu da minha, mas...você tem irmãos?

— Sim, tenho uma irmã mais nova. Ela é um ano mais nova que você.

— Uau, 16 anos...e por que você nunca fala dela?

— Ah, é um assunto complicado. Quem sabe um dia vocês não se conhecem, não é?

— Ela deve ser legal igual você.

— Ela é bem mais mais do que isso. É o único motivo por eu ainda estar vivo.— neste momento meu semblante se torna triste.

— Algo aconteceu sua irmã não, é? Você ficou triste de repente.

— Só estou um pouco cansado...

— Você mente tão mal Hoseok. Mas não vou te forçar a dizer, quando se sentir confortável e se quiser, pode me contar. Eu estou aqui, okay?

— Obrigado.

— Bom, tenho que subir, vou revelar umas fotos.

— Vai lá... — me separei do "abraço" e o mais novo subiu as escadas. — Depois me mostre quando estiverem prontas! — gritei.

— Pode deixar!

Agora me sinto mais confortável.

Atrás de uma notícia ruim, vem uma notícia boa, agora eu sei que Jungkook não me odeia.

Mas meu coração ainda dói por Myung-hee.

De repente ouço o som da campainha. Corri para atender.

— Jin? — ao ver ele logo estendo o meus braços para um abraço.

Fiquei surpresa com tal visita. Jin raramente aparece aqui, pelo fato de quê o irmão mais novo de Jin, não se da bem com o Jungkook, então eles não se sentem confortáveis no mesmo ambiente.

— Desculpe vir sem avisar. — retribuiu o abraço.

— Desculpas? Pra quê? Tu já sabe que é de casa, eu até já te dei uma chave daqui.

— Eu sei, mas eu não me sinto bem com isso, você sabe! É a sua privacidade.

— Entendo....entre! — dei espaço para que ele entrasse e assim ele fez.— Então...O que te trás aqui?

— Preciso desabafar com alguém...— parecia incomodado com algo.

— Somos dois...— bufo.

— Por que diz isso? Aconteceu algo sério que eu não estou sabendo? — seu semblante era sério e preocupado.

— Eu preciso me confessar com alguém sobre o que eu fiz, meu colega de casa já sabe, pois eu entrei no quarto dele e ele entrou no meu quarto  também então descobriu, mas eu quero falar para alguém com minha própria boca.

— Você está me precupando...me diga logo e me tire essa aflição.

— Eu...ah...— eu tentava tomar coragem para encontrar as palavras certas.— Vamos beber algo primeiro, o que acha de uma cerveja?

— De manhã?

— Qual o problema? — ri tentando mudar de assunto. — Seja menos certinho, Jin!

— E você seja menos maluco Hoseok!

— Ah, qual séria a graça da vida se eu fosse engomadinho como você? Na turma sempre temos um maluco. E por que não eu?

— Hey! Eu não sou engomado! — adoro irritar ele dizendo isso.

— Olhe-se no espelho mais vezes.

Saí andando em direção a cozinha para pegar a cerveja.

— Eu devo fazer isso? — penso em voz alta sobre contar toda a verdade pro Jin. Afinal,e ele é meu melhor amigo. — Eu tenho que contar!

Voltei para sala ainda tenso sobre os meus pensamentos. Tomei um gole da cerveja, mas a verdade que nem o álcool me livraria esse peso que estou sentindo.

— Hoseok...

— Hun?

— Não ira me contar o que aconteceu? — tomou um pouco da cerveja e a colocou na mesa de centro.

Eu suspirei fundo tomando todas as forças que me restavam para abrir minha boca.

— Eu voltei a me drogar — desviei meu olhar por vergonha de encara-lo. — , me desculpe eu prometi que iria parar, eu sei! Me desculpe!

Logo senti que iria chorar. Me escolhi no chão com as mãos em minha cabeça. Não queria que ele me visse assim.

— Hey, Hoseok? — ele se aproximou calmamente de mim.— Eu não irei julgar você...Eu quero ajudar você, se você deixar.

— Eu só fracasso! — ele me olhou com os olhos cheios de água.

— Olha...— pude sentir ele se sentar ao meu lado. — Você não foi o único que fracassou, eu entendo seu vício, faz isso para esquecer dos problemas assim como eu, qual problema te atinge?

— Minha irmã...— levantei minha cabeça, mas ainda sim não tinha coragem de o encara-lo. — Está doente! E eu não posso fazer nada para cuidar dela! Não posso protege-lá, entende? — gritei pondo tudo para fora.

— O que sua irmã tem?!

— Ela esta com leucemia...Ela está com câncer, Jin! Por que logo ela? A minha princesinha, o que ela fez para merecer tal tragedia?! — Jin ao ver meu desespero me abraça, eu não nego.

— Hoseok?! O que está havendo ai embaixo? — era a voz de Jungkook. Eu não queria que ele me visse assim, no fundo do poço.

Me separei rapidamente do abraço e sequei minhas lágrimas.

— O que houve? — ele nos olhava espantado.

— Não aconteceu nada, Jungkook. — tentei poula-lo com meus problemas. Não queria que ele me olhasse como se eu fosse um coitado.

— Não minta para mim! Moramos na mesma casa a temos, eu te conheço. Estava chorando...mas por que? Eu ouvi seus gritos lá de cima!

— Por favor, ele está fragilizado no momento, deixe ele te contar com calma mais tarde. — Jin diz ao mais novo.

— Está bem...— seu celular tocou, ele pega o mesmo, olhou para ele e arregalou os olhos, havia provavelmente leu uma mensagem. — Olha, eu terei que sair, mas se precisar de mim, me ligue.

— Tudo bem, não foi nada de mais, pode ir. Qualquer coisa Jin, cuidará de mim. — sorri paro o mesmo e ele retribuiu.

— Tem certeza que não foi nada? — me olhou desconfiado. E eu ascenti com a cabeça. Eu queria tanto lhe dizer o que se passava, mas ele é novo demais e talvez nem entenderia meus problemas. — Então eu vou, tentarei chegar mais cedo hoje...

Ele ficou um tempo nos olhando com uma cara de: me desculpe por não poder ficar.

Mas logo foi embora.

— Eu irei lavar meu rosto... — saí do cômodo em direção ao banheiro.

Eu sou tão tolo...

Odeio ser tão emotivo. Me sinto mais fraco ainda quando choro na frente de alguém.

Me sinto venerável, indefeso, minúsculo, não sei ao certo como explicar.

Ultimamente tudo o que eu tento fazer é não chorar e ficar longe de prédios altos. Não está sendo nada fácil para mim, ter que abrir meus olhos e encarar o verme que eu me tornei no espelho.

Aquele terrível e sincero reflexo no espelho que me monstraba todas as marcas em meu corpo...

As olheiras fundas, a pálpebra levimente caída, o olhar vazio, o cansaço em meus ombros e em minha face, minhas roupas amarrotadas, a magreza cada vez mais presente... refletia meu fracasso.

Me tornei aquilo que eu mais temia.

Vou em direção a pia e me encaro no espelho.

Totalmente derrotado.

Olho a variedade de remédios que havia em minha frente.

Pego o antidepressivo e jogo tudo na minha mão e logo após engulo tudo.

Eu me odeio tanto...

Joguei água fria em meu rosto para eu me acordar. Não posso mais jogar meus problemas assim para os outros...

Volto para sala e me deparo com Namjoon.

— Ah, você chegou! — sorri e tentei ser mais animado o possível. — Como você está?!

— E-eu vou bem...— o mesmo falou encarando o Jin, mas parecia incomodado ou desconfortável.

— Hoje é seu aniversário, certo? — Jin diz sem encara-lo.

Há algo nisso aí, está muito estranho o comportamento dos dois.

— Sim...

— Parabéns...— falou seco. Nunca vi Jin assim.

— Eu não acredito! Eu me esqueci completamente...me perdoe? — falei envergonhado. Tantos problemas na minha cabeça e eu acabei me esquecendo.

— Tudo bem, eu não vejo meu aniversário como motivo de comemoração a muito tempo. — pude sentir o clima triste sob o local.

— Mas de qualquer maneira te desejo tudo de bom sua vida e que seja feliz.— tento quebrar o ar de tristeza. Taehyung me contou sobre o passado de Nam, sobre a morte do irmão mais velho no dia do seu aniversário.

— Obrigado. — sorriu mostrando suas tão adoráveis covinhas, nem parece ser aquele matador que eu conheço.

— Vocês estão diferentes um com o outro...aconteceu algo?

— Ah nos nã...— antes de Jin terminar a fala Namjoon o interrompe.

— Não aconteceu nada por que pensou isso? — riu, mas mesmo assim parecia tenso.

— Vocês geralmente se abraçam, brincam um com o outro quando se encontram, agora parece algo tenso...pode ser impressão minha, mas esta estranho — digo.

— É coisa da sua cabeça.

— Então, como você quer comemorar o seu aniversário? — pergunto animado.

— Eu não sei...uma boate?

— Pena que aquela boate de ontem foi fechada, né?

— Por que? Aconteceu algo lá? — Jin parecia confuso.

— Porque um filho da puta matou uma mulher no banheiro, você acredita?

— Nossa isso é triste.

— Foi mais triste para o Nam, tava ficando com uma garota mo gostosa na festa.

— Eu não fiquei com ela! — respondeu nervoso. Eu não iria imaginar que ele fosse reagir assim.

— Se divertiu muito? — Jin o olhou com um sorriso um tanto irônico nós lábios.

Eu realmente estou perdido aqui!

— Eu não...— eu interrompo o mesmo.

— Claro que se divertiu. Com uma mulher daquelas, eu não tive a mesma sorte...pena que sua noite acabou cedo.

— Olha, eu acho que vou indo...— Jin fala se levantando do sofá.

— Nossa más já? Você acabou de chegar! — reclamo.

— Lembrei que tenho coisas a fazer na floricultura... — ele está mentindo. Todos estão mentindo.

Será que eles brigaram?

— Mas você tinha me dito que tinha algo para contar, você pode não atrasar um pouco, por favor?

— Me desculpe, realmente tenho que ir e sobre o que eu tinha que te contar deixa pra lá, não era nada importante.

— Tem certeza? Parecia importante para mim...

— Quem sabe outro dia, certo? — forçou um sorriso. Era visível seu desconforto.

— Am...Jin, preciso conversar com você depois... — Nam diz para o mesmo.

— Eu estarei muito ocupado, não sei se terei tempo pra você, depois conversamos. — disse friu.

É eles brigaram.

— Tchau para vocês! — Foi em direção da porta.

— Eu te acompanho...

— Não precisa, Nam.

— Eu insisto!... — o olhou sério. — Já volto Hoseok! — Nam diz após sair com Jin pela porta.

(...)

Já era de noite.

Eu não estava me sentindo bem. Me sentia tonto e cansado. Mas era de se esperar depois de ter tomado quase uma garrafa de Vodka.

Fiquei chocado com a revelação do Namjoon.

Pisei na bola. Eu não devia ter falado aquilo na frente de Seokjin.

Mas uma vez fiz tudo errado.

Ouço a porta ser aberta e vejo Jungkook.

— Ah, você ainda está acordado.

— Parece que sim...

— Me desculpe não ter vindo mais cedo, eu tentei, mas acabou acontecendo um imprevisto.

— Tudo bem. — me levantei da poltrona onde eu estava. — Acho que vou me deitar, me sinto tão cansado...

Quando eu estava andando para perto da escada minha visão fica turva.

— Jungkook...eu não estou me sentindo bem. — falo cambaleando para algo que eu pudesse me apoiar.

— Hoseok! — o mesmo me segura. — O que você está sentindo?

— Eu não sei...eu acho que eu vou...— sinto meu corpo se amolecer.

— Hoseok! Hoseok! — sua voz parecia tão longe. — Meu deus, Hoseok! Preciso chamar um médico.

De repente minha visão fica em completa escuridão.

O que está conhecendo comigo?!


Notas Finais


Obrigada por ler♡
Me digam o que acharam nos comentários.
Tentarei postar o próximo o mais rápido possível.
Até o próximo capítulo.
Bijin na boca♡♡♡♡


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