História My Sweet Redemption - Capítulo 12


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Categorias Grey's Anatomy
Personagens Arizona Robbins, Calliope "Callie" Torres
Tags Arizona Robbins, Callie Torres, Calliope Torres, Calzona, Capmirez, Greys, Grey's Anatomy, Jessica Capshaw, Sara Ramirez
Visualizações 252
Palavras 2.732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Adoro ler os comentários de vocês, e saber que a maioria está gostando da história, gratidão!
Boa leitura!

Capítulo 12 - Pensei que era para sermos Callie e Arizona esta noite.


Arizona desembrulhou cuidadosamente a trufa e colocou-a na boca.

O Paraíso! Como ele sabia que ela adorava chocolates caros? Tinha que ser o destino. Fechou os olhos e saboreou o sabor intenso e profundo, lambendo os lábios para ter certeza que não perdeu nada. Um gemido involuntário escapou de seus lábios.

Enquanto isso, Callie estava mordendo os nós dos dedos da sua mão direita como um animal completamente enlouquecido. Novamente a visão da Srta. Robbins desfrutando dos pequenos prazeres da vida foi uma das coisas mais eróticas que ela já tinha testemunhado. A maneira como seus olhos se arregalaram ao ver a trufa, o resplendor que surgiu nas suas lindas bochechas na expectativa de saboreá-la, a maneira que gemia com a boca semiaberta, e a forma como passou a língua pelos lábios para pegar os vestígios de chocolate que se agarraram aos seus lábios de rubi... Realmente foi demais.

Então, é claro, ela tinha que estragar tudo.

— Então, você está comendo isso? Não acredito.

Arizona moveu a cabeça rapidamente. Tinha esquecido que Callie estava lá, enredada como estava em sua névoa de êxtase e tendo um falso orgasmo induzido pelo chocolate.

— Isso estava delicioso!

— Ele poderia ter drogado você! Não sabe que não pode aceitar doces de estranhos, garotinha?

— Suponho que está tudo bem em aceitar maçãs, Callie?

Callie estreitou os olhos para não continuar. Algo estava escapando.

— E eu não sou uma garotinha! — Bufou.

— Então pare de agir como uma. Você não vai ficar com isso, pois não? — Ela apontou para a caixa que estava junto da pequena bolsa de Arizona.

— Por que não? Ele parecia simpático.

— Você faria isso? Você pegaria um homem em um bar?

Suas sobrancelhas se uniram e seu lábio inferior começou a tremer.

— Eu não estava pegando-o! E eu tenho certeza que você já pegou uma mulher em um bar antes e levou-a para casa, o que, devo acrescentar, eu nunca fiz. Não que isso seja até mesmo um pingo da sua conta, Professora!

O rosto de Callie ficou muito vermelho. Ela não podia contradizê-la, não seria tão hipócrita. Mas alguma coisa sobre o que acabou de acontecer entre a Srta. Robbins e o-Sloan-banqueiro-loiro realmente a irritou, embora ela não soubesse o por que. Rapidamente acenou para a garçonete para pedir outro whisky.

Por sua vez, Arizona pediu outro Cosmopolitan, mas frutado, disposta a uma mistura potente para ajudá-la a esquecer da mulher cruel, porém cativante, que estava sentada dolorosamente perto dela, mas que nunca poderia ter.

Quando April voltou, caindo de exaustão na banqueta, Arizona se levantou e se desculpou. Foi pelo corredor, pela parte de trás, em busca do banheiro. Callie, com sua arrogância e condescendência, deixou-a verdadeiramente furiosa. Ela não a queria, mas agora não queria que ninguém mais a quisesse também. Qual era o problema dela?

Arizona estava tão fixada em Callie que não viu um homem em pé no corredor. Ela foi em cheio nele, saltando para trás e cambaleando perigosamente em direção ao chão. Felizmente, o homem segurou-a.

— Obrigada! — Ela murmurou, olhando para a cara divertida de Ethan, o segurança.

— Não tem problema. — Ele a soltou imediatamente.

— Estava procurando o banheiro.

Ele apontou com o seu telefone celular.

— Direção oposta. — Voltando ao texto que ele estava escrevendo antes dela esbarrar nele, amaldiçoou. — Porra!

— Eu quebrei alguma coisa?

Ethan balançou a cabeça.

— Não. Só estou tendo problemas... com o texto.

Arizona sorriu com simpatia.

— Sinto muito!

— Sem problemas. — Ele olhou-a de forma avaliadora. — Estou impressionado. Torres não costuma chegar com uma dama.

— Por que não?

Ethan bufou.

— Você está falando sério? Olhe ao seu redor. Quantos casais você acha que chegaram juntos?

— Oh! — Ela disse. — Ela vem muito aqui?

Ethan olhou para ela atentamente, imaginando o quanto ele poderia revelar.

— Você provavelmente devia perguntar isso a ela.

Ela ficou doente.

Quando ele viu a sua expressão, tentou consolá-la.

— Hey, ela está aqui com você esta noite. Isso diz alguma coisa, não diz?

Ela olhou para as mãos e brincou com as unhas.

— Hum, ela não está realmente comigo. Sou apenas uma velha amiga de sua irmã.

Ela parecia tão triste, com aqueles grandes olhos azuis e esse lábio inferior trêmulo. Ethan tentou pensar em algo para distraí-la.

— Arizona, por acaso você fala italiano?

Ela sorriu.

— Hum, eu falo. Estou estudando italiano na universidade.

A expressão de Ethan se iluminou instantaneamente.

— Você poderia me ajudar com o texto, algo para minha namorada? Ela é italiana. Gostaria de impressioná-la.

— O italiano de Callie é melhor que o meu. Você deveria perguntar a ela.

Ethan lhe lançou um olhar.

— Você está brincando? Eu não a quero de maneira nenhuma perto da minha mulher. Vejo como as mulheres e homens reagem a ela aqui. Ficam todos em cima.

Arizona se sentiu mal mais uma vez, mas deixou a repulsa de lado.

— Claro. Vou traduzir o que quiser.

Ethan lhe deu seu telefone e ela começou a traduzir suas palavras para italiano. Riu um pouco retumbante em algumas das frases mais íntimas, mas no conjunto Arizona ficou impressionada de que Ethan, com todas as suas resistências e asperezas, se importava o bastante com a sua namorada para lhe dizer o quanto a amava e assegurar-lhe que estava mantendo as mulheres do Lobby à distância.

Estava terminando o texto quando alguém veio por trás deles.

— Ahã.

Arizona olhou para cima para um par de olhos escuros familiares e furiosos.

— Sra. Torres. — Ethan disse.

— Ethan. — Callie resmungou.

Arizona não tinha certeza se suas orelhas estavam ouvindo. Parecia que Callie tinha rugido baixo em seu peito como um animal, mas isso era impossível.

Ela apertou enviar no telefone e devolveu-o a Ethan.

— Aí está. Agora, está tudo pronto.

— Obrigado, Arizona! Vou mandar uma bebida para você. — Ethan acenou para Callie e desapareceu ao virar num canto.

Arizona começou a caminhar em direção ao banheiro.

— Onde você pensa que está indo? — Callie a seguiu.

— Para o banheiro. O que acha?

Ela instantaneamente estendeu a mão e agarrou o pulso dela, passando levemente o lado inferior do polegar sobre as veias que estavam pulsando sob sua pele pálida. Ela engasgou.

Moveu-a até elas estarem escondidos em um corredor longo e escuro, empurrou-a contra uma parede. Callie continuou segurando seu pulso, usufruindo da sensação de sua pulsação acelerada sob seus dedos e colocou a outra mão na parede ao lado de seu ombro. Estava presa.

Callie levou um momento para inalar seu aroma de baunilha e lambeu os lábios, mas seus olhos estavam longe de estarem felizes.

— Por que você deu a ele o seu número? Ele vive com uma mulher, sabia? E agora ele está lhe comprando bebidas e lhe chamando de Arizona?

— Esse é meu nome, Professora! Você é a única que não o usa. E, neste ponto, mesmo se você quisesse usá-lo, eu não lhe permitiria. Acho que você deveria me chamar de Srta. Robbins para sempre. E eu não lhe dei o meu número.

— Digitou o seu número no telefone dele. Você realmente fica com vários ao mesmo tempo?

Arizona balançou a cabeça, zangada demais para responder, e tentou se esquivar sob seu cotovelo, mas ela pegou-a pela cintura.

— Dança comigo.

Ela riu.

— Nem no inferno!

— Não seja tão difícil!

— Estou apenas começando a ser difícil com você, Professora.

— Cuidado! — Ela parecia ameaçadora.

Arizona esperou um momento para o calafrio causado pelo tom de voz dela subir e descer pela sua coluna.

— Por que você não enfia logo uma faca no meu coração e acaba com isso? — Ela sussurrou olhando-a diretamente nos olhos. — Você não me machucou o suficiente?

Callie largou-a imediatamente e recuou.

— Arizona. — O nome dela saiu como algo entre uma repreensão e uma pergunta. Franziu as sobrancelhas, e ela parecia muito chateada. Não brava, mas chateada. Ferida, talvez. — Eu sou assim tão mal? — Sua voz era baixa, pouco mais que um sussurro.

Arizona balançou a cabeça negando e seus ombros relaxaram.

— Não quero te machucar. Longe disso. — Callie olhou para sua postura intencionalmente submissa e seus olhos rapidamente procuraram a boca dela. Viu-a empurrar para fora o lábio inferior que tremia ligeiramente. Seus olhos corriam ao redor ansiosamente.

Ela está assustada, sua babaca. Relaxe!

— Você mencionou antes que eu não tinha lhe pedido para dançar. Bem, agora eu estou pedindo. — Ela suavizou a voz consideravelmente. — Arizona, você vai me dar a honra uma dança? Por favor?

Callie abriu um largo sorriso e inclinou a cabeça um pouquinho...

Assinatura de um movimento sedutor. Mas não teve o efeito que ela desejava, porque Arizona não levantou a cabeça. Ela estendeu a mão para massagear suavemente o pulso dela, como se estivesse tentando se desculpar com a sua pele. (Não que a pele dela teria aceitado seu pedido de desculpas).

Arizona puxou a mão para o seu pescoço instintivamente, sentindo-se de repente como se tivesse levado uma chicotada de seu capricho emocional. Callie olhou para a mão que tocou seu pescoço branco como leite, e mais uma vez viu a palpitação de suas veias azuis com cada batimento cardíaco.

Como um beija-flor. Ela pensou. Tão pequena. Tão frágil. Tenha cuidado...

Ela engoliu ruidosamente e avidamente procurou por uma saída.

— Por favor! — Callie repetiu com os olhos brilhando na escuridão.

— Não posso dançar.

— Você estava dançando.

— Não uma música lenta. Vou pisar no seu pé e feri-la com estes saltos. Ou vou acabar no chão e você vai passar vergonha. Você já está com raiva de mim... — Seu lábio inferior começou a tremer mais visivelmente.

Callie chegou mais perto e ela encostou-se mais firmemente contra a parede, quase como se estivesse tentando desaparecer através dela, a fim de escapar. Ela pegou sua mão e levou-a aos lábios.

Então, com um sorriso firme no rosto, avançou, inclinando-se para ela e colocou a boca na sua orelha. A pele de Arizona arrepiou-se com a proximidade e a sensação da respiração dela.

— Arizona, como eu poderia ficar com raiva de alguém tão doce? Não vou passar vergonha nenhuma. Você pode dançar comigo. — Seu sussurro foi revigorante e suave, sexual e sedutor, whisky e hortelã. — Vem.

Callie segurou a mão dela e a mesma faísca familiar percorreu a pele de ambas. Enquanto esperava pela resposta, ela sentiu-a sob seu toque, e se perguntou por que ela estava tendo essa atitude estranha.

Parecia que o seu charme ainda estava funcionando, mesmo que ela tivesse estado a tremer um momento antes.

— Por favor, Professora! — Ela sussurrou, fixando o olhar na camisa dela, sem vontade de encará-la.

— Pensei que era para sermos Callie e Arizona esta noite.

— Você realmente não quer dançar comigo. É só o whisky falando.

As sobrancelhas de Callie levantaram-se e ela teve que engolir uma resposta dura. Ela estava apertando os botões, quase como se soubesse exatamente quais apertar e quando.

— Só uma música lenta. Isso é tudo que peço.

— Por que você quer dançar com uma virgem? — Ela sussurrou.

Seu corpo se enrijeceu.

— Não é apenas uma virgem qualquer, mas você, Arizona. Achei que você poderia querer dançar com alguém que não estava prestes a molestá-la na pista de dança e tomar certas liberdades na frente de um clube cheio de homens sexualmente agressivos.

Ela parecia cética, mas não disse nada.

— Estou tentando manter os lobos à distância. — Ela disse, em voz baixa.

Um leão responsável pelos lobos. Ela pensou. Como era conveniente. Ela não tinha feito uma piada, estava olhando para ela séria, seus intensos olhos aborrecidos estavam nos dela.

— Uma dança comigo e eles vão saber o suficiente para deixá-la em paz. Isso deverá ser uma melhoria no atual estado das coisas. — Callie sorriu levemente. — Se tiver muita sorte, ninguém vai te incomodar pelo resto da noite, e eu não vou ter que guardar minha carga preciosa tão de perto.

Ela se irritou com a caracterização, mas cedeu, percebendo que nesta etapa da vida ela estava habituada a fazer tudo à maneira dela.

Não foi sempre assim? Ela cogitou. Era ela, Callie.

— O que vamos dançar? — Ela a convenceu a entrar novamente na sala, colocando a mão na parte inferior de suas costas. — Vou pedir o que quiser. Que tal Nine Inch Nails? Talvez um pouco de Closer? — Ela sorriu para indicar que estava brincando. Mas Arizona não estava olhando-a, ela estava olhando para o chão para não tropeçar e embaraçar a si mesma e a Professora. No entanto, tão logo o nome dessa música deixou os lábios de Callie, ela congelou.

Callie quase bateu em suas costas por ela ter parado de repente.

Pelas pontas dos seus dedos ela sentiu a frieza marcante do corpo da menor e, imediatamente e ferozmente, se arrependeu. Nunca deveria ter sugerido essa música. Callie encarou o rosto dela e o que viu incomodou-a profundamente.

— Arizona, olha pra mim.

Sua respiração parou.

— Por favor! — Acrescentou.

Obediente, ela ergueu os enormes olhos azuis para ela e olhou-a através de seus longos cílios. Ela viu o medo e a inquietação radical em seu rosto, e algo dentro dela se contorceu.

— Foi uma brincadeira. E de mau gosto. Perdoe-me. Nunca iria pedir essa música para dançar com você. Seria a pior forma de blasfêmia expor alguém como você a esse tipo de palavras.

Os cílios de Arizona vibraram em confusão.

— Eu sei que tenho sido uma idiota essa noite. Mas vou escolher algo bom. Prometo!

Recusando-se a soltá-la com medo de que pudesse fugir, Callie a trouxe para a cabine do DJ e deu-lhe uma nota, sussurrando seu pedido. O DJ acenou e sorriu, saudando Arizona antes de procurar a música solicitada.

Callie levou-a até a pista de dança e puxou-a perto, mas não muito. Suas pequenas mãos tinham começado a suar. Não lhe ocorreu que talvez ela estivesse tendo essa reação por causa da música mencionada. Não, seu único pensamento era que Arizona era completamente avessa a ela, e ela piorou as coisas sendo insultuosa e arrogante quando tudo o que realmente queria fazer era salvá-la dos lobos que tinham descido para farejá-la.

Por que diabos eu me importo? Ela não é uma criança. Ela não é nem mesmo uma amiga!

Sentiu-a estremecer, e novamente se arrependeu por ser áspera com ela. Arizona era uma coisa delicadamente pequena e obviamente muito sensível. Não deveria ter mencionado o fato de que tinha percebido que ela era virgem. Foi grosseiro o que fez. Karen teria ficado chocada com sua falta de gentileza, e com razão.

Talvez ela pudesse fazer as pazes com a bela Arizona dançando muito bem com ela e mostrando que poderia agir com gentileza. Callie colocou a mão na parte inferior de costas de Arizona e flexionou-a. Imediatamente sentiu a respiração dela se acelerar.

— Relaxe! — Sussurrou, seus lábios roçaram a pele do rosto da loira acidentalmente.

Ela uniu seus corpos, certificando-se que ela pudesse sentir seu peito contra o dela. Força e dureza encontrava gentileza e suavidade quando elas roçavam uma contra a outra através de suas roupas.

Arizona não reconheceu a música que ela havia solicitado. O vocalista cantou a canção em espanhol e as palavras não eram familiares, embora ela tenha reconhecido a frase Besame Mucho e sabia que traduzido era beije-me muito. O arranjo em si era um jazz latino lento e elas movimentavam-se suavemente. Callie a movia na pista como uma perita. O fato de ela ter escolhido uma canção tão romântica a fez corar.

Beijei-lhe muito, Calliope, numa noite gloriosa. Mas você não se lembra. Eu me pergunto se você lembraria de mim se eu te beijasse...

Ela sentiu seu dedo mindinho passar lá no alto de sua quase calcinha, através do seu vestido, e se perguntou se ela sabia o que estava debaixo de seu dedo. O pensamento de que talvez ela soubesse fez sua pele explodir de calor. Ela escondeu os olhos, mantendo-os decididamente fixos nos três primeiros botões abertos da camisa dela.

— Seria melhor se você me olhar nos olhos. Será mais fácil para você seguir minha liderança.

Ela encontrou Callie sorrindo para ela, um sorriso largo e verdadeiro que não tinha visto em anos. Seu coração acelerou-se e ela sorriu também, deixando cair sua guarda por apenas um instante.

O sorriso de Callie desapareceu.

— Seu rosto é familiar. Tem certeza de que April nunca nos apresentou durante uma das visitas à minha casa?

Os olhos de Arizona brilharam com o que parecia ser uma esperança.

— Ela não nos apresentou, não, mas...

— Poderia jurar que tinha te conhecido antes. — Callie franziu a testa em confusão.

— Callie? — Ela chamou tentando revelar a verdade com os olhos.

 

[...]

 



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