História My Sweet Sister - Capítulo 28


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Categorias Dove Cameron, Justin Bieber
Personagens Dove Cameron, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Justin Bieber
Tags Dove Cameron, Incesto, Irmãos, Justin Bieber, Romance Proibido, Selena Gomez
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Palavras 1.455
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa☘ leitura!

Capítulo 28 - Confissões!


Canadá, Vancouver.


Justin Bieber


Estava quase anoitecendo. O céu estava num belo misto de azul e laranja – o sol estava quase se pondo – As nuvens estavam dando lugar as estrelas brilhantes e foscas que enfeitavam todo o céu de Vancouver, com isso, as fortes brisas gélidas acompanhavam o vento que torneava as árvores das praças de modo que balançavam seus galhos e folhas bem podadas. Lá fora as luzes das casas e prédios se acendiam a medida que a noite vinha enquanto o dia ia.

Foi em um belo fim de tarde como esse que eu havia ganhado minha primeira medalha dos jogos olímpicos da escola, uma pena que foi preciso de uma surra desastrosa de invejosos dos times adversários para que assim, eu tivesse o prazer de leva-la pra casa e mostrá-la a meus pais. Desde cedo eu sozinho, aprendi que se eu quisesse ter o prazer de fazer ou ganhar algo eu teria que lutar para que não fosse tomado de me, assim como eu fiz naquele dia em que eu cheguei em casa com o nariz quebrado e hematomas em todo o corpo.

Tudo que aconteceu de ruim não serviu para me destruir, longe disso, serviu apenas para me fortalecer.

O dia na empresa não estava sendo fácil, só se via papéis e cálculos pra todo lado, gente apressada e teclas sendo apertadas com rapidez e facilidade. Eu não via a hora de sair daqui. Além de estar com a cabeça gigante de problemas e estressado por conta do trabalho, ainda tinha que lidar com a vadia da Alexa, uma das secretárias que a todo tempo fingia me entregar algo sem importância só para que pudesse se curvar na mesa e deixar a mostra todo seu decote exagerado. Quanta vulgaridade pra uma só pessoa.

De qualquer forma aquilo não me incomodou e afetou tanto como ela queria, porque eu quase não conseguia olhar pra ela, eu só imaginava minha loirinha ali.

Quanto faltava apenas uma hora e meia pro meu expediente acabar houve uma batida na porta. Podia jurar que se fosse a vagabunda da Alexa de novo eu não mediria esforço para manda-la para a puta que pariu.

– Estou ocupado! – exclamei alto, antes mesmo de vê-la entrar nessa sala outra vez, rebolando como sempre.

Não me incomodei em sequer levantar a cabeça para dizer isso, continuei olhando para a tela do computador porque era mas interessante do que a cara dela.

– Até pra me ?

Mas aquela voz parecia música, aquela que eu esperei o dia todo pra ouvi-la.

Sorri. Voltando meu olhar devagar até a porta onde tinha uma loira encostada com os braços cruzados e expressão divertida.

– Pra você nunca! – garanti, me debruçando sobre a cadeira. Eu não poderia deixar de reparar em cada detalhe de seu corpo, eu era viciado nele, cada pedacinho era meu e só meu.

Ela parou em minha frente ficando encostada na mesa com as mãos repousadas sobre a madeira. Me levantei colando meu corpo com o seu, afastei os papéis e a sentei na mesa ficando no meios de suas pernas torneadas.

Suas mãos vieram de encontro a meu rosto, alisando-o. Fechei os olhos aproveitando o seu toque, o contato de sua pele fria me fazia tremer de ansiedade, era o que ela era capaz de fazer comigo em apenas um só toque. Seus dedos deslizaram até meus lábios entre abertos, minha respiração estava pesada e meus pelos eriçados a divertiam.

A encarei com atenção, sua boca chamava a minha e eu não esperava a hora que eu iria ter esse prazer.

– Me beije! – pediu calma, enquanto encarava fixamente minha boca. – Quero beija-lo.

Apertei sua fina cintura com minhas mãos enquanto me aproximava vagarosamente dela, indo de encontro até sua boca, suas mãos estavam em meu pescoço delineando com os dedos meu maxilar. Invadi sua boca com precisão encaixando nossos lábios famintos e sedentos um do outro enquanto eu tentava sentir sua intimidade por baixo da calça jeans.

O ar estava nos faltando então nos afastei, a abraçando em seguida. Me sentei na minha cadeira e fiquei olhando suas bochechas coradas, minhas mãos estavam em suas cochas fazendo linhas imaginárias em todo o comprimento. Desde o joelho até próximo da sua intimidade, fazendo com que ela ficasse totalmente desnorteada.

– Não deveria estar na faculdade mocinha ?

– Deveria! Mas achei melhor fazer uma visita ao meu querido irmão. – respondeu com os olhos fixos em meus dedos atrevidos. – E não consigo esquecer de como é prazeroso sentir você.

– Você está ficando muito safadinha! – ela me encarou sapeca, abrindo suas pernas e deixando marcada sua intimidade, meu olhar logo foi atraído pra lá.

– Eu tive um ótimo professor! – retrucou. – Aliás, quando será nossa próxima aula ?

– O quanto antes, espero! – respondi. Eu ansiava tê-la comigo a sós em um momento quente, assim como todos, ardente.

•••

A tarde passara rapidamente com ela ao meu lado, principalmente meu trabalho que foi amenizado justamente por não conseguir me concentrar direito. Não é fácil quando alguém senta na tua frente e te provoca, retirando toda a sua atenção do que quer que esteja fazendo.

Mas tarde fomos buscar as crianças na escola e decidimos ir ao cinema, eu e Dove iríamos assistir outro filme porque felizmente Jazzy e jaxon preferiram assistir um desenho comédia. Ela escolheu um filme qualquer de romance o qual eu nem me importei em saber qual era, não queria ver filme nenhum, o que eu queria mesmo era ficar a sós com ela em um lugar onde a parasita da Selena não estivesse ao nosso alcance e que esse lugar fosse especialmente no escurinho. Então meu primeiro palpite fora o cinema, o que mais seria ?  

Sentamos nas últimas cadeiras atrás de todos, no máximo havia umas quinze pessoas ali e quase todas afastadas. Alguns só estavam naquela sala pra se pegar. Eu não julgo, eu também estava.

Dove realmente parecia assistir aquele filme, já eu não prestava muita atenção, nem poderia se quisesse. Estava mais divertido vê-la colocar as pipocas em sua boca carnuda, imaginando ser outra coisa ali. Ela sorriu, depois me olhou com os olhos semicerrados, certamente havia percebido minha falta de interesse.

– Preste atenção no filme, Justin! – sussurrou autoritária, depois virou seu rosto de novo para a tela. 

– Estou melhor assim. – assegurei.

– Para de me olhar! Eu sinto vergonha. – disse corada, me tirando um sorriso.

– Não sinta! Você é tão linda... – deixei a frase no ar, enquanto alisava seu pescoço, a torturando aos poucos.

Sua cabeça foi inclinada para o outro lado, o que deixou bem mais acesso para o seu pescoço. Aproximei meus lábios dali e antes que eu pudesse roça-los em sua pele ela enfiou uma pipoca na minha boca.

Bufei irritado, puxando o saco de pipocas da sua mão vendo ela me encarar indignada.

– Você é tão infantil! – revirou os olhos.

– Você está sendo bem maldosa comigo ultimamente. – a encarei, vendo ela adotar uma expressão sapeca.

– Você está merecendo! – retrucou enquanto enfiava sua mão no saco das pipocas. – Quer tudo na sua hora, é mandão e implica comigo... Não sou sua cachorrinha Justin!

– Nunca quis que fosse! Você só tem que aprender que é minha, e ninguém além de me vai ousar tocar em você. – sussurrei possessivo, ouvindo algumas pessoas que realmente estavam assistindo aquele filme pedirem silêncio, me fazendo revirar os olhos.

– Nunca disse que não era sua. Você não era assim...

– Você não estava fazendo faculdade antes. – disse por fim, porque aquilo estava me incomodando. – Um dia desses quando eu fui te buscar lá eu ouvi alguns comentários sobre algumas garotas e falaram de você. Eu queria esfolar todos eles, porque eu não suporto ver alguém cobiçar você.

– O que você disse a eles ? – perguntou com os olhos levemente arregalados.

– Nada demais! – sorri maldoso. – Só que eles não deveriam tratar as moças daquele jeito.

– Para de mentir! – ela deu uma risada nasalada. – Você não foi tão educado assim.

– Só os coloquei no lugar deles! Disse que eles não deveriam se meter com você ou iriam se dar mal.

– Você é um crápula! – negou, olhando para a tela a nossa frente. 

– Eu sou um ótimo irmão, mas um péssimo namorado! – admiti, jogando o saco seco de pipocas em qualquer lugar. – Olhe pra me! 

Segurei seu queixo, fazendo ela me olhar. Eu não queria que ela pensasse que era meu objeto, eu até poderia ser possessivo as vezes, mas eu a amo.

– Não vou mas falar disso, prometo! – sorri passando segurança. – Mas jamais ache que é um objeto pra me, pelo contrário! É o amor da minha vida, eu só tenho medo de perde-la.

A encarei sério, era a maior verdade que eu já havia dito. 

– Não vai! É você que eu amo e sempre será você, independente do que aconteça nunca deixarei de te amar


Notas Finais


Perdoem os erros e a demora. Obrigado por todo o apoio ❤

Não sei com que frequência irei atualizar pois estou sem muito tempo livre, minhas aulas voltaram e tudo mais...

Até logo!!


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