História My tanuki girl - Capítulo 2


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jeongyeon, Jihyo, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags 2yeon, Dahmo, Michaeng, Sahyo
Visualizações 18
Palavras 1.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Homossexualidade, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Estou muito feliz que tenham gostado da história! ^^
Segue o próximo capítulo, na verdade o primeiro
Prometo não demorar para atualizar
boa leitura
Desculpem quaisquer erros!

Capítulo 2 - Chapter I


“Eu fiquei louca”, foi a conclusão que inundou a mente de Dahyun, fazendo-a tremer de medo. Apoiando-se em uma das colunas que sustentavam o salão, ela respirou forte para se controlar.

“Meu Deus, o que foi aquilo? Não foi real, aquele ser... uma alucinação. Depois de tudo que passei para chegar até aqui, eu vou enlouquecer no fim?” E sem querer pensar mais, ela saiu pela porta o mais rápido que conseguiu, esquecendo-se da vela acesa, de fechar a entrada, de qualquer outra coisa. Quando sentiu o ar frio da noite em sua pele, agora mais pálida que o normal, ela só queria saber se o resto do mundo lá fora ainda parecia normal. Contudo, quando passou pela esquina do prédio, o buraco na parede estava lá, o beco entre o seu restaurante e o outro edifício totalmente sem saída. O que quer que tenha sido aquilo, com certeza não fugiu por ali.

Ela pegou um táxi só querendo ir para casa, mas lembrou do seu compromisso com Sana. Seria melhor mesmo encontrar um rosto conhecido agora. Durante todo o caminho, flashes daquela visão inundavam sua mente: cobertor, orelhas peludas, garota, guaxinim, cauda. Quando chegou ao apartamento da amiga, depois de pagar o táxi, ela subiu as escadas e tocou freneticamente a campainha. Uma garota de cabelos pretos, que tentavam escorregar do coque feito rapidamente com um hashi, abriu a porta. Vestia um pijama verde e quando viu Dahyun fez um bico.

“O prato já esfriou. Você demorou muito, Dahyunnie”.

Dahyun a abraçou forte. Sana cheirava a tempero de comida. Tudo estava bem. Ainda não era o apocalipse zumbi.

“Ei, o que houve?” Enquanto Sana retribuía o abraço, Dahyun olhava para o apartamento sempre bagunçado dela. Um porto seguro.

“Unnie, eu...” Dahyun se desvencilhou dela e a olhou. “Eu preciso dizer”, pensou.

“E-eu vi uma coisa”, continuou. “No restaurante. Uma garota dormindo passou por um buraco na parece acendeu uma vela quando me viu ela se transformou tinha orelhas e uma cauda era um guaxinim fugiu eu não vi nada depois...”

“Ei, ei, Dahyun, calma, eu não consigo te entender”. Sana segurou seu rosto, fazendo-a parar de falar. Dahyun falou tudo aquilo muito rápido, as lembranças apendas jorravam pela sua boca.

“Vem, senta aqui, vou pegar uma água para você.”

Ela saiu para a cozinha e Dahyun sentou no sofá, em cima de uma blusa jogada. Apoiou os cotovelos nos joelhos e cobriu o rosto com as mãos. “Estou louca, louca, louca...”, murmurou baixinho.

“Toma.” Ela nem percebeu quando Sana tinha voltado. Pegou o copo, mas não bebeu.

“Me conta devagar. O que houve?” Ela cruzou as pernas e olhou para amiga preocupada.

Dahyun olhou aqueles olhos pretos da amiga e respirou fundo. O copo queria escorregar pelas suas mãos suadas.

“Um tanuki, unnie. Eu vi um tanuki. Ou melhor, uma tanuki. Era uma garota. No meu restaurante”.

“Você o quê?” Sana falou, mal segurando um riso. “Uma garota tanuki?”

Dahyun esperava aquela reação. Quem mais ela conhecia que já havia visto uma criatura mágica de uma lenda antiga?

“É sério! Ah não ser que eu esteja louca, eu vi! Tava dormindo no chão do restaurante. Cavou um buraco na parede para entrar. Era uma garota. Tinha orelhas peludas e uma cauda. Quando me viu, se transformou em um guaxinim e fugiu. Ah, não, vai me dizer que você sendo japonesa já não ouviu bastante dessa lenda para saber como eles são?”

Sana ria com a boca tampada. Dahyun olhou muito séria e zangada para ela.

“Espera, você tá ouvindo o que tá me pedindo? Que eu acredite que você viu um tanuki de uma lenda? Aqueles guaxinins barrigudos, que ficam sentados em cima do próprio saco enorme e que se transformam em monges?”

“Não era assim. Era uma garota. E era... linda”.

“Agora você enlouqueceu”

“Eu sei...” Dahyun tomou um gole da água, imaginando se Sana iria ligar para seus pais na Coréia para dizer que a filha deles estava vendo garotas guaxinins e que deveriam interná-la imediatamente.

“Mas faz sentido”

“Ahn?”

Sana olhou para ela sorrindo, mas agora não de deboche. Seus olhinhos brilhavam divertidos.

“Foi no seu restaurante, certo? A lenda diz que tanukis adoram comida e saquê. Por isso as pessoas penduram amuletos em forma de tanukis em restaurantes e bares aqui no Japão. Eles trazem sorte e prosperidade. Também adoram mulheres. Bem, nunca ouvi falar que assumissem a forma de uma. Mas, pensando bem, como eles se reproduzem? É óbvio que deve haver fêmeas. Bom, Dahyunnie, você é a pedida certa, não é: mulher, sabe cozinhar muito bem e é endividada. Claro que apareceriam para você.”

Dahyun tava de boca aberta. “Agora foi você que enlouqueceu.”

“Não tô dizendo que você viu. Mas sim que tenha tido motivos para imaginar uma tanuki. Claro que você não iria imaginar na forma masculina”, Sana sorriu maliciosamente.

“Olha só, eu sei o que vi. Eu vou voltar lá agora e você vai comigo e a gente vai descobrir o q...”

“Calma, calma, calma, agora não é hora”. Dahyun estava de pé prestes a sair, mas Sana a segurou.

“Temos que armar um plano. Se a tanuki fugiu, não iremos encontrá-la assim. Deve estar bem escondida agora”.

Dahyun mal conseguia acreditar. “Então, você acredita em mim? Acredita que eu vi mesmo?”

Sana segurou a mão dela. “Prometo que vou acreditar se eu ver também.”

Dahyun puxou sua mão irritada. “Grande consolo o seu”

“Tofu, não fica assim. Eu sei que você não está louca. Amanhã a gente volta lá à noite com um bom plano. Mas agora você precisa experimentar meu tteokbokki, hum? Tem de se alimentar”, disse Sana, afagando sua cabeça. “Eu prometi a seus pais que cuidaria bem de você para eles aqui”.

Dahyun sorriu e concordou. Afinal, já era tarde. Sana tinha razão, a criatura devia estar escondida. Deixou ser guiada até a cozinha e sentar-se à mesa.

“Sabe, Dahyun”, disse Sana, enquanto esquentava a comida. “Acho que quem quer que seja essa garota, pode ser seu amuleto da sorte”.



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