História My Teacher-Shortfic( Malec ) - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Lemon, Malec
Visualizações 172
Palavras 1.894
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Último capítulo!

Capítulo 4 - Precisamos conversar


-Podemos conversar?- Magnus perguntou secando as lágrimas e se sentando na beirada da cama.

-O que aconteceu?-Definitivamente Alec estava com medo de qual seria a resposta, conhecia Magnus muito bem naqueles 4 anos para saber que algo o corroía por dentro.

-Se lembra... Quando eu te conheci? Quando me mudei para aquela escola?-

-Todos alunos passaram a gostar de você com muita facilidade- Era verdade, algo em Mag sempre atraía as pessoas e todos alunos gostavam do seu lado festeiro, o professor engraçadão, o preferido da turma.

-Se lembra de quantos eram seus amigos?-

-Nenhum, sempre fui odiado na droga daquela escola, mas o que isso tem haver?-

-Desde aquele primeiro dia quando vi a forma o qual você era tratado, tive certeza de sua força, certeza de seu coração bom, Alexander, francamente se eu estivesse no seu lugar eu já teria brigado com todo mundo ali e me metido na diretoria mais vezes do que consigo contar. Mas você foi diferente, você ficou na sua. Uma semana depois Jace brigou com Simon na escola, mas eles eram de outra sala e você nem conhecia o nerd ainda, o motivo foi ciúmes por causa da Clary e seus pais foram chamados naquele dia.Tiveram perguntando sobre o comportamento dos 3 filhos e eu estava tomando café na secretária durante um horário vago quando isso aconteceu, você foi o único dos 3 que nunca havia se metido em briga, era o aluno exemplar e notas altas. Você precisa ver o grande sorriso que Maryse deu e os brilhos nos olhos de Robert, sairam tão orgulhosos de você- Viu Alec dar um sorrisinho tímido e corar as bochechas -Mas os outros alunos não te deixaram em paz, é incrível o que a inveja faz, até que um dia saíram por ai dizendo a tal mentira em que você estava espionando alguém se trocar de roupa no vestiário masculino e foi alí que surgiram boatos maldosos-

-Você foi o único a me defender. Quando... quando... Magnus, aquela história era verdadeira-

-Qual? A do vestirário?- Viu as bochechas de Alec voltarem a corar e um pequeno "o" se formou nos lábios de Magnus- Então quer dizer que você realmente estava espionando algum garoto?- Sua voz agora era de raiva, não sabia por que mas ficou com raiva, muita raiva daquilo, talvez esse fosse o efeito do ciúme.

-Não vem ao caso agora, por favor prossiga o que queria dizer-

Respirou fundo e voltou a se pronunciar -As coisas começaram a se tornar mais insuportáveis para você e os boatos chegaram aos ouvidos de seus pais que na época ficaram frustrados, hoje eles aceitam isso mas não foi bem assim no inicio, e você se sentiu perdido, eu sei, então pegou uma lâmina-

-Mas você estava lá e me impediu. Eu me senti tão idiota e vulnerável, não consegui conter as lágrimas- Afirmou enquanto seus olhos azuis voltaram a lagrimejar devido as memórias do que acontecera no passado -Você me abraçou e me levou para seu apartamento, acho que te deixei tão perdido quanto eu naquele dia, mas você foi forte, você tentou demonstrar isso pra mim e conseguiu-

-Desde aquele dia o carinho em que eu já sentia por você veio crescendo, eu pensei por muito tempo que tudo não se passava de apenas preocupação minha por um aluno, mas eu percebi que não, eu percebi que era horrível quando eu entrava naquela sala de aula e não via você, eu quase ia até sua casa só pra puxar sua orelha e perguntar por que diabos faltou naquele dia. Quando Jace me contou que você havia caído treinando artes marciais e machucado o pé, eu me disponabilizei a ir te visitar de tarde com uma desculpa patética-

Alec neste exato momento começou imitar a voz de Magnus -Preciso ensinar história pessoalmente pois se eu pedisse para Jace ou Izzy trazerem a matéria para ele, não saberiam explicar direito- Ambos riram e se olharam.

-Então seu pé melhorou mas eu continuei te visitando, dessa vez só aos sábados e nem era mais para dialogar sobre história, começamos estudar poesia juntos, Classícismo, romantismo, parnasianismo-

-Como esquecer do Luís de Camões?- Começou a narrar uma parte de alguns dos seus poemas

"Amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói, e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer"

Magnus sorriu e encarou os olhos de Alec -Não podemos esquecer de outra- Começou a recitar.

"Farei que amor a todos avivente,

Pintando mil segredos delicados,

Brandas iras, suspiros magoados,

Temerosa ousadia e pena ausente.

Amor, que o gesto humano n'alma escreve,

Vivas faíscas me mostrou um dia,

Donde um puro cristal se derretia

A vista, que em si mesma não se atreve,

Por se certificar do que ali via,

Foi convertida em fonte, que fazia

A dor ao sofrimento doce e leve

Olhai como Amor gera, num momento

De lágrimas de honesta piedade,

Lágrimas de imortal contentamento"

Novamente estsvam sorrindo e lágrimas voltaram transparescer nos pequenos olhos de Magnus -Eu vi que estava apaixonado, tentei fugir, juro que tentei, mas você não queria me deixar ir e por várias vezes tentou ir conversar comigo perguntando se algo estava acontecendo por causa de meu afastamento, fui um pateta e insistia em dizer que só estava oculpado, parescia tão errado aquilo tudo, eu era bem mais velho e você menor de idade, eu já havia ficado com tantas pessoas e eu não queria que você fosse apenas mais um. Você é especial e eu sabia que mereces coisa bem melhor do que eu-

-Por favor, não diga isso- Sua voz estava baixa e ao mesmo tempo espantada, como aquele homem em que tanto o ajudou não se achava digno de seu amor? Aquele homem sincero, educado, engraçado, inteligente, carinhoso -Você é bem mais do que pensa ser- Se aproximou e colocou as mãos sobre o rosto de Magnus -Pode parescer louco, mas... eu já sinto que te amo, não é uma dúvida, Magnus isso é uma certeza. Não importa as nossas idades, não importa com quantas pessoas já ficou, não importa se você é meu professor mas que droga Magnus, eu te amo, é isso que importa pra mim, que eu... Alexander Lightwood, te amo-

Lágrimas e mais lágrimas quentes percorreram o rosto do indonésio, o mesmo o abraçou forte como quem estivesse fugindo de algo pedindo socorro e Alec era o seu refúgio, Alec era o seu socorro, o seu conforto, a sua alegria, a sua paz.

-Me desculpe pelo susto que te causei quando adentrei este quarto, eu estava emocionado de mais relembrando o quanto eu te amei nestes 4 anos e que agora você estava na minha cama dormindo tão serenamente como um anjo. Ragnor já me deu um tapa certa vez em que eu queria me embebedar, ele disse que eu devia largar aquela garrafa e ir correndo atrás de você para me declarar, dizendo ele que me afundar em Uisque adiantaria nada-

-E o que a Catarina fez?-

-Catarina disse que Ragnor estava certo. Depois ela pegou a garrafa de minha mão e foi beber, digamos que ela ama um bom uisque estando sofrendo ou estando feliz-

Riram e se encararam, Alec fechou os olhos sentindo Magnus acariciar seu rosto e dessa vez foi ele quem derramou uma lágrima de seus belos oceanos.

-Ragnor estava certo, eu devia ter feito o que ele disse semana passada, mas acho que agora não é tarde de mais para dizer-

Alec abriu seus olhos, seja o que fosse que Magnus diria, queria ouvir o olhando nos olhos, encarando aqueles pequenos e brilhantes olhos puxados.

-Eu te amo, Alexander- Afirmou mais convicto do que nunca, afirmou com sinceridade, com sua alma e seus sentimentos, afirmou retirando um grande peso de suas costas e um nó da garganta, deixou seu coração falar e atingir o de Alec -Eu te amo, e não vejo mais graça em um dia se quer que passe sem eu te ver, sem te escultar, sem presenciar suas bochechas corando- Riu ao perceber que as maçãs do rosto de Alec ficaram extremamente vermelhas naquele momento -e sem enxergar esse belo sorriso tímido. Ninguém nunca me fez tão feliz somente por estar presente igual você faz e nenhum beijo supera o seu, nada supera você na verdade e deve estar pensando "o quanto ele me stalkeiou?" Confesso que vejo todas suas fotos no facebook, mas não para espionar com quem anda ou o que faz, sim porque eu amo ver seu rosto e seu sorriso, porque acho fofo quando Izzy coloca fotos de você emburrado por algum motivo banal ou porque não estava afim de ser fotografado, porque gosto de reviver a memória que tenho de ti em minha cabeça toda noite antes de dormir, e olha só pra você, corou mais ainda agora que eu disse isso-

-Cale a boca- Se aproximou e o beijou não só por que já estava envergonhado o suficiente mas também porque aqueles pequenos e doces lábios eram irresístiveis, era sua textura preferida e a única coisa que matava sua sede, era... algo dádivo.

Magnus correspondeu o beijo na mesma intensidade, levou uma de suas mãos firmes até o quadril pálido enquanto a outra mão morena se dirigiu até os cabelos negros do mesmo logo os acariciando fazendo Alec sorrir em aprovação e voltar atacar os lábios de Magnus. Se deitaram e ficaram durante vários minutos trocando carinhos e beijos doces. Minutos depois estavam transando e gritando totalmente descabelados e firmes, foi tudo muito quente e seus orgasmos avassaladores. Continuariam se encontrando as escondidas por enquanto já que a diretoria da escola proibia caso de alunos com professores, de qualquer forma já estava no fim do quarto bimestre do último ano mesmo então teriam que fingir por menos de um mês na escola, claro que o que aliviaria seria o fato de se encontrarem todo dia a tarde ou a noite, se pegarem feito loucos e depois conversarem sobre os assuntos mais variados possíveis, assistir a qualquer filme interessante agarradinhos e depois dormirem ainda abraçados em meio a cafunés.

-Eu preciso ir- Afirmou se levantando e procurando sua roupa.

-Pode vestir alguma minha-

-Izzy iria me interrogar-

-Ai você diz que teve sua primeira vez ontem e que você foi maravilhoso-

-Isso é algum elogio?- Sorriu meio tímido.

-Isso são verdades, Alexander. Mas sua irmã deve estar dormindo e seus pais viajaram, lembra? E com certeza Jace não iria te dedurar. Sendo assim...- Se levantou e pegou uma de suas roupas confortáveis junto com uma toalha -Pode tomar banho aqui, totalmente despreocupado. O máximo que poderia acontecer seria eu invadir o banheiro-

-Você não presta- Sorriu.

-Já viu o quanto você é gostoso?- Começou a rir quando pela milésima vez naquela manhã as bochechas de Alec coraram e o mesmo pegou as roupas e a toalha se dirigindo até a porta do banheiro -Alec, poderia me responder algo?-

-De acordo com a história, foi Abraham Lincoln o presidente em que...-

-Não se trata disso, seu bobo- Afirmou em tom divertido -Quem foi que você espionou no vestiário?-

-Certa vez um professor de história decidiu jogar basquete junto com os alunos, digamos que foi interessante ver ele trocar de roupa-

-Espera... Se tratava de mim?-

-O que acha?- Deu um sorriso largo e entrou no banheiro fechando a porta, mas não a trancando pois ele tinha certeza que a qualquer momento Magnus entraria ali e invadiria o box, bem, Magnus realmente tinha isso em mente e foi exatamente o que seu futuro namorado fez. Por quê, futuro namorado? Porque um mês depois veio o pedido oficial de namoro e 3 anos depois o casamento.


Notas Finais


Esse é o momento em que me matam porque o cap foi pequeno, hahaha, desculpa!
Bem... esse é o fim da shortfic, bem pequena mesmo né? Mas outras iram vir, Fix Me deve continuar e My Gorgeous Love também.
Muiiito obg a todos.
Ps: Amo vocês 💘


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