História My teacher's brother - MTB - Imagine Jay Park - Capítulo 5


Escrita por: e LaahBlum

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Jay Park
Personagens Jay Park, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Jay Park, Romance, Taehyung
Visualizações 77
Palavras 1.677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite gentee, eu não ia postar hoje mas não tenho certeza se conseguirei postar amanhã então vai hoje mesmo!!

Espero que gostem, boa leitura🦊

Capítulo 5 - Episódio 5



Eu não sei como explicar mas é tipo uma sensação de vergonha misturada com alegria, aquela sensação que faz a gente travar que esquece até como respirar e muito menos associar as coisas que estão acontecendo; sinto minhas pernas amortecerem e a minha garganta coçar, não faço ideia do que fazer e o Jay fica me encarando, fala alguma coisa pelo amor de Deus.

— Sem essa de ficar nervosa, tá tudo bem. — pelo visto ele percebeu o meu estado emocional e me deu um abraço, ele tá querendo me matar só pode.

— Eu… — comecei a falar mas a minha voz falhou então eu respirei e comecei denovo — Eu só não esperava essa resposta depois do que… — engulo seco — do que eu fiz. — assim que termino de falar ele se afasta só o suficiente para olhar o meu rosto ainda mantendo os seus braços à minha volta.

— Foi um beijo rápido, um selinho, e não foi com malícia então acredite em mim quando falo que está tudo bem. — coloca uma das suas mãos na lateral do meu rosto e com os seus lábios macios beija a minha testa.

Eu vou infartar.

— Então… tudo bem. — fico um pouco constrangida por causa do beijo na testa que eu recebi porque por mais que dá parte dele não tenha sido com malícia me deu uma vontade de tirar a roupa dele, não sei porquê — Vamos ir comer antes que fique muito tarde pra você voltar pra casa.

— Tá até cuidando de mim agora que me deu um beijo. — ele ri do que eu fiz e isso ajudou a descontrair todo aquele constrangimento em mim.

— Fazer o que né? Sou uma adulta super responsável. — me gabo e ele ri mais ainda de mim.

— Uma adulta responsável que não vai pra escola, um ótimo exemplo de responsabilidade. — continua caçoando de mim e segura na minha cintura da maneira mais espontânea só que eu estou atenta a tudo, não perco um movimento.

— Você tá querendo que eu te beije de novo né? Pra calar essa sua boquinha que só serve pra humilhar a gente. — adeus dignidade.

— Talvez sim ou com certeza não. — ele fala e eu o encaro séria, tá desprezando a minha pessoa agora? — Já disse, não com a intenção de te ofender mas você sabe que eu-

— Não gosta de pessoas inferiores a você, pessoas que não tem nada de atrativas que não são inteligentes e que são atiradas, eu to sabendo já. — interrompo ele e acabo falando muito rápido.

— E também não gosto de quem fala muito rápido porque eu não entendo nada. — completa e eu o encaro admirada no mau sentido.

— Quer saber? Não to mais com fome, vai lanchar sozinho. — me afasto dele e começo a andar rápido em direção a saída do shopping.

— Ei, eu to brincando. — segura a minha mão e devagar me puxa para perto dele novamente — Eu gosto de te ver irritada mas eu te prometo que chega disso por hoje se você lanchar comigo.

— Tá me subordinando? — indago séria, to chateada.

— Está dando certo? — pergunta sorrindo com o canto dos lábios.

— Talvez — solto a minha mão da dele — se você me prometer que não vai ficar falando essas coisas nem de brincadeira pra mim eu vou lanchar com você porque suas palavras me deixam chateada, eu já sei que eu sou alguém… sei lá, alguém tão aleatório que nem sei quem sou.

— Só pra constar — ele começa — Não me leve à sério quando falo isso pra você, eu te acho uma pessoa maravilhosa, pelo menos você foi uma pessoa maravilhosa nessas últimas horas em que estivemos juntos.

— Você acha mesmo? — pergunto não conseguindo conter o meu sorriso.

— Sim, você é. — ele me responde também com um sorriso.

— Então eu te perdoo, vamos lanchar. — pego na mão dele e voltamos para a praça de alimentação.

// No outro dia //

Acordo naturalmente e me sinto leve, descansada, disposta e feliz. Olho para o meu lado na cama e vejo a Bea dormindo tranquilamente, pego o meu celular e vejo que são seis horas da manhã, que? Estranho o fato de eu acordar cedo e fico imaginando o porquê será desse milagre.

— Ue, vai ir pra escola hoje? — Bea pergunta com a voz sonolenta quando me vê sentada na cama.

— Vou, tenho que pedir alguns trabalhos para os professores para compensar as minhas faltas. — suspiro me levantando para pegar a minha mochila.

Bea dormiu aqui em casa essa noite porque é um costume nosso dormir pelo menos uma noite na semana na casa da outra.

— Até que enfim, achei que você estava querendo reprovar. — brinca e eu jogo uma almofada nela.

— Tá animada para as férias? — pergunto pegando o meu caderno e começo o folhear.

— Estou, esse ano eu quero férias que compense todo o trabalho duro. — fala determinada se espreguiçando.

— É, ano que vem já vamos ser realmente adultas e vamos ter que trabalhar. — falo essa última frase com tristeza e medo.

— Você é uma preguiçosa mesmo. — tira sarro de mim e se levanta — Vou ir tomar banho primeiro.

— Bom proveito. — respondo vendo que o meu caderno está praticamente em branco — ai que raiva, por que eu não fui pra escola e fiz as coisas direito, por que?? Ódio!

Ouço batidas na porta do meu quarto e vou até ela para ver quem é.

— A Bea vai querer carona para ir pra escola? — Tae pergunta.

— Sim e eu também. — falo e ele dá risada.

— Carona pro ano que vem? — caçoa de mim, todo mundo agora tira sarro de mim, devo ser uma palhaça mesmo.

— Eu vou ir para a escola hoje. — falo séria, pausadamente, e fecho a porta na cara dele. Ótimo.

// Horas depois //

Depois dos horários das aulas eu fui em um por um dos meus professores, exceto o de química porque ainda não temos um professor substituto, e pedi trabalhos para me ajudar a passar de ano e estar livre da escola ano que vem; então estou atolada até o pescoço de trabalhos e alguns serviços aqui de casa já que a minha mãe falou que só volta a fazer serviços depois de casar, eu não entendo essa mulher.

Então enquanto eu deixei as roupas na máquina para secar eu fui fazer o trabalho de filosofia, um olho na máquina e outro na tela do celular para copiar algum texto da internet. Logo a Bea chegou e me ajudou em algumas coisas.

— Nossa, que estranho. — resmungo dobrando algumas camisetas minhas.

— O que foi? — Bea pergunta sem parar o que está fazendo, que no caso é escrevendo em um trabalho meu para ficar melhor.

— Sumiu duas das minhas camisetas, eu já olhei em tudo e não achei. Será que eu emprestei para alguém? — tento lembrar se deixei com alguém, são duas camisetas que eu mais costumava usar.

— Você reparou na bagunça que está o seu guarda-roupa? — da risada e eu lembro que dá última vez que abri o meu guarda roupa caiu bastante coisa.

— É, de fato. — dou risada — Mas por garantia vou arrumar ele e ver se encontro elas.

— Não estou te reconhecendo, tanto amor assim por roupas. — continua dando risada sem parar de escrever.

— Eu ganhei elas do Yoongi, por isso. — lembro dele mas estranho o fato de não ter sentido muito aquele frio na barriga.

— Terminei, agora está ótimo! — ela fala empolgada balançando o papel.

— Obrigada, não fez mais que a sua obrigação. — faço um bico de metida de brincadeira e ela mostra o dedo do meio pra mim.

// No outro dia //

Hoje é sábado então significa que estou no meu dia de princesa, não vou fazer nada, se bem que eu não faço nada todos os dias então acho que hoje vai ter que ser diferente. Tomo um banho bem demorado e me arrumo para dar uma volta na cidade, no caso é só uma volta mesmo porque estou sem dinheiro.

— Toda gatona ela. — minha mãe fala quando me vê sentada na cozinha bebendo um copo de água.

— Sempre né. — brinco.

— Você não jantou ontem? Sobrou comida, estranhei. — ela pergunta mexendo na geladeira.

— Parei de jantar, não sinto fome de noite. — dou de ombros.

— Nem vem porque eu reparei que você não come nada, não toma café da manhã, não almoça e nem janta agora. Tá acontecendo alguma coisa? — ela senta na minha frente e pega a minha mão.

— Eu estou comendo sim, só não aqui em casa, relaxa. — tiro a minha mão da dela e me levanto para deixar o copo na pia.

— Vai sair? — pergunta, estranho, ela na maioria das vezes nem percebe que eu saí.

— Vou aproveitar o meu sábado. — respondo educadamente porque eu sou uma menina educada.

— Entendi, bom passeio. — ela fala sorrindo e eu estanho, o que tá acontecendo?

— Obrigada. — agradeço mas ainda sem entender nada e vou em direção da porta.

Quando abro a porta me deparo com uma mulher prestes a bater na mesma.

— Oi, é amiga da minha mãe? Ela está lá dentro, pode entrar. — falo me apressando para sair.

— Não, não. — ela responde rápido — Você é a (s/n), né?

— Sou eu sim, algum problema? — pergunto relaxando um pouco a minha postura.

— Preciso conversar com você, tudo bem? É urgente. — ela fala afobada e eu quase que entro em pânico, não fale urgente pra mim porque eu surto.

— E você quem é? — indago curiosa.

— Me chamo Hyuna, posso entrar?


Notas Finais


Sinceramente, nem eu sei qual é a da Hyuna.

Espero que tenham gostado😂❤


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