História My (two) boyfriends - Capítulo 22


Escrita por: e Tensec

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Lucas, Mark, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags 3some, Chensung, Jaeje, Jaejun, Jaeyongten, Markhyuk, Marksung, Nct Dream, Nomin, Noremin, Noren, Norenmin, Remin, Renmin, Renomin, Taejaeten
Visualizações 772
Palavras 2.330
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CARALHO DESCULPA

EU SEI QUE EU DEMOREI

mas é que eu fiquei meio desmotivado esses dias :”)

Cara, eu to tão triste que eu nem sei o que dizer aaa

Acabou, chegou ao fim :”) (porem boty ja foi postada, vc pode conferir o link nas notas finais q)

Capítulo 22 - .21, um final, ou talvez início


–Temos um problema – Jeno diz nervoso assim que guarda o celular. Renjun e Chenle já tinham ido embora, só estavam ele e o Na agora, com um problema chamado Jisung. – Jisung disse que talvez não esteja afim de Chenle mas não quer partir o coração dele. 

–Esses jovens de hoje… Tão complicados – Jaemin revira os olhos, tinha dito em tom de brincadeira, mas aquele comentário valia a si próprio. –  Mas…e se… – O Na sorri e estala os dedos no ar, como se tivesse tido uma ideia mirabolante – Vamos fazer Chenle reconquistar ele! 

–Como? – O Lee não entendia como Jaemin e Donghyuck bolavam planos tão mirabolantes em tão curto tempo – tipo… Pra isso Chenle tem que ficar sabendo, e isso vai partir o coração dele. 

–Deixa essa parte comigo, agora manda uma mensagem pra tua mãe dizendo que vai dormir aqui. – Jeno não contestou, fez o que lhe foi pedido, e decidiu descer para avisar a senhora Na sobre dormir ali. 

Jaemin aproveitou a saída do mais velho e ligou o notebook, fechando as inúmeras abas abertas e abrindo o bloco de notas. “Como conquistar Park Jisung” colocou no título e passou a escrever sobre a árdua luta que o Zhong enfrentaria, seu amigo estava ferrado… 

–Sua mãe fez pizza – Jeno retorna ao quarto com um prato com algumas fatias da comida. – Ela e seu pai vão a um jantar dançante, nos desejaram boa noite. 

–Podíamos dançar também – sugeriu risonho, colocando uma música qualquer no notebook – o que você acha? 

A musica era feito balada anos sessenta, mesclando com alguns efeitos atuais, era até engraçadinha, mas perfeita para moverem o corpo em brincadeira. O Na se aproximou de Jeno com um sorriso galanteador, e esse retribuiu. Jeno segurou a cintura do mais novo com carinho, moviam-se juntos, com os pés em passos divertidos. 

–Junnie vai ficar com ciúmes – o Lee ri fraco, dando um beijinho na bochecha de Jaemin. 

–Ele não precisa saber… Ja dancei muito com ele sabia? – Respondeu apoiando a cabeça no ombro do mais velho – Jeno… – Jaemin dedilhava as costas alheias, pintando inúmeros pontos invisíveis, como em uma bela pintura. – Aquele dia… Você disse, só amigos… Mas e se eu e Renjun não quisermos isso? Se quisermos ter algo a mais com você? 

–Nana… – Jeno suspira, tudo que ele mais queria era ter um relacionamento fiel com os outros dois. Mas já era complicado antes, e agora então, com dois namorado, homens. Seus pais nunca permitiriam tal coisa. E ainda tinha o fato de todo o primeiro termino, Jaemin e Renjun poderiam ja ter superado, mas ele não. – Não pense nisso agora, apenas… Sinta a música. 

.

Minhyung se olhava no espelho, ajeitando — o que ja estava perfeitamente alinhado em — sua roupa. O corpo era tomado por ansiedade, era hoje que se formaria, finalmente poderia dar adeus a vida escolar, e infelizmente teria de dar oi a vida adulta. O terno preto e a gravada azul escuro faziam belo contrastes com a camisa social — de Jeno — branca, e o cabelo estava arrumadamente desarrumado, tudo estava muito bom, mas ainda faltava algo. 

–Mark Lee está mais bonito que eu hoje, como isso pode ser possível? – Lucas adentra o quarto, analisando o outro de cima a baixo. Yukhei trajava uma camisa social branca e calças jeans, não queria estar tão formal, não gostava. E era preguiçoso demais, não iria se trocar depois para ir a festa — que ele e Minhyung dariam — diferente do mais novo, que mudaria até mesmo os sapatos. – Sabe, independente da roupa que eu usar, elas terão o mesmo destino mesmo. 

–Caralho, você e Jungwoo só transam, não sabe fazer outra coisa? – Bufa, ouvindo o mais velho rir. 

–Eu estava pensando na máquina de lavar, porque vou suar depois de dançar, mas essa é uma boa ideia também, pervertido – Lucas pisca com um olho só, abraçando o amigo de lado – Adeus terceiro ano, olá vida adulta. Juntos? 

–Juntos. – Mark sorri, estavam juntos desde que Lucas chegara na Coreia, não era agora que se separariam. 

A cerimônia foi chata e lenta, com cada um fazendo seu ensaiado discurso e voltando a sentar, para ouvir os outros formandos. Os irmãos Lee ficaram chateados, com a ausência dos pais — mesmo que Jeno não fosse se formar — já que desde quando eram pequenos ambos diziam que a formatura era um passo importante para a vida adulta. Mas tentaram esquecer isso e aproveitarem o caminho juntos até a casa de Doyoung, onde seria a comoração. 

–Me lembra de não beijar Donghyuck hoje tá? – Jeno disse risonho assim que entraram no estabelecimento. Não era A Festa, era apenas muita pizza, musica, bebida e dança, algo entre amigos, uma simples comemoração. 

–Não se preocupa, a boca dele vai estar ocupada com a minha. – Mark sorri, piscando com um olho só em seguida. 

Falaram mais algumas coisas banais até chegar na cada do Kim — não haviam ido junto dos outros por Minhyung ter de trocar de roupa. A porta estava apenas encostada, então entraram sem bater, e ja ouviram as risadas altas vindas da sala. Até mesmo Kun estava lá, Mark decidiu convida-lo, para se juntar ao hyungs do grupo. A sala de Doyoung estava uma zona, com — agora que eles chegaram — 18 pessoas apertadas no sofá, chão e onde dava para se encostar, pizza, varios copos com bebidas e refrigerantes, brincadeiras e muitas risadas altas. 

–Você está lindo – Jeno sussurra no ouvido de Renjun, sentando-se ao lado deste – onde esta o Nana?

–Na rua, ele disse que não tava afim de festa – Diz simplista. No fundo Jeno sabia o que significava. Jaemin estava chateado com ele desde aquela conversa. Ele tinha estragado tudo, de novo. 

–Vem. – O Lee segurou na mão de Renjun, não sendo contestado. O Huang apenas seguiu Jeno para o pátio, onde o Na estava. 

Ele fitava as estrelas meio apagadas pelas luzes da cidade, e pensava. Pensava e discutia internamente todas as nebulosidades da vida, coisa que mesmo os dois mais velhos dedicando horas ao olhar disperso, nunca saberiam desvendar. Era um misto de emoções igualmente confusa para todos, mas surtia efeitos diferentes. Jaemin andava pensativo sobre o amor, Renjun deixava quieto, com medo de se machucar, e Jeno tentava se dedicar ao máximo em cuida-lo. 

–Isso tá errado. – Soltou Jaemin quando viu-os se aproximar. – Tudo isso. A gente… A gente não tá fazendo isso direito! – Exclamou com certa raiva, não tinha mais paciência para todos os pensamentos em sua cabeça, e os dois ali pareciam compreender isso. – Jeno, como pretende ajeitar seu erro, se continua distante? E Renjun, porque se afastou tão de repente? Não sei se vocês perceberam, mas é dessa forma que as coisas não vão ir pra frente. 

Um silêncio desconfortável pairou os três. Havia muito a ser dito, havia muito a se fazer, mas talvez fossem muito imaturos para saber como. Ou muito orgulhosos para darem o braço a torcer. Mas todos queriam, queriam e desejavam uma união, queriam e sabiam que não seria fácil contar para a família Na e para a família Lee.  Tinham todos esses sentimentos em comum, mas faltava um empurrãozinho para que eles começassem a fazer as coisas, da maneira que achavam ser correta. 

–O que sugere que façamos? Digo, não quer que eu peça os dois em namoro agora, não é? – Jeno contestou confuso. Também não achava justo os outros colocarem o peso em seus ombros. 

–Não o abestado – Jaemin revira os olhos – Isso significa que eu estou pedindo vocês em namoro, porque se depender de vocês, não vou nem dizer. 

–Abusado. – Renjun murmura, mas logo abre um sorriso, seu coração estava quente, não podia estar mais feliz pelo pedido – Eu aceito. – O Na sorri. Agora só faltava Jeno, e este era encarado pelos outros dois com curiosidade. 

–Eu…– A boca abriu e fechou diversas vezes, não sabia o que dizer exatamente – Vocês sempre estragam meus plano sabiam? – Os três riram, o Lee jamais diria sim, era muito cabeça dura para isso. – Ainda bem que eu trouxe isso… Não era pra hoje, mas serve. – Jeno buscou no bolso do casaco, o que carregava todos os dias depois daquele fim de semana que ficaram trancados. 

 Talvez ele estivesse esperando um sinal, o momento perfeito — mesmo sabendo que talvez ele não chegaria — nunca vinha, mas ele estava preparado caso chegasse. A caixinha preta era simples, cabia na palma da mão, e dentro tinham três correntes finas de prata, o Lee havia gastado todas as suas economias naquilo, mas valia a pena. Elas eram belas, com um pingente simples, com as iniciais “HLN” gravadas, porque Renjun, Jeno e Jaemin poderiam existir varios, mas assim eles seriam únicos — mas na verdade isso era só uma desculpa pra não ter dois “J’s” juntos. 

–Qual a graça de anéis? – Proferiu estendendo as correntes para seus devidos donos. Cada uma tinha um detalhe diferente. Jaemin gostava de correntes mais longas, então a sua batia um pouco a baixo do peito, a de Renjun era menor, e com a corrente mais fina e discreta, o do meio sabia que Renjun não era muito de acessórios, então preferiu dar algo mais simples. E o seu era com a corrente pouco mais grossa, e do tamanha “normal” — por assim dizer — de uma corrente. 

–São lindas – Renjun sorria abertamente. Tinha vontade de gritar, gritar para o mundo que amava os dois, amava mais que tudo. 

–São perfeitas – o Na concordou, estava aéreo, encarando o belo pingente, já em seu pescoço. – Caralho tu tava com isso ai o tempo todo e não nos pediu em namoro? Vacilo Jeno. 

–Quando que você vai parar de estragar os momentos românticos Jaemin? – O mais velho dos três arqueou a sobrancelha. Poderiam estar se abraçando e fazendo cafuné uns nos outros, mas Jaemin tinha o dom de ser grosso. – Vem, vamos contar a novidade para os outros. 

 

Dentro de casa todos riam das danças engraçadas que Lucas e Ten faziam, alegando serem a melhor dupla de dança que ja existiu. Mas os movimentos desajeitados mostravam que suas habilidades estavam bem abaixo do nível do aluno de dança e irmão mais velho. As risadas tampouco cessaram com os três adentrando o cômodo, mas alguns olhares — como do primo de Renjun, o irmão de Jeno e Donghyuck por ser curioso — voltaram-se para as três mãos unidas.

–Posso saber o que significa isso? – Kun se pronunciou baixinho perto dos três. Jaemin foi o que ficou mais tenso, não teve muita convivência com Kun quanto Jeno. E não conseguiu relaxar mesmo depois da risada que o chinês soltou, acompanhado de seus namorados. –  E então? 

–Vocês estão namorando e eu não sou o primeiro a saber?! – Donghyuck grita. O ruivo corre para perto dos mais velhos e puxa com certa força as correntinhas, fazendo estes soltarem múrmuros de dor – isso não é pegadinha com meu coração né? 

–Não, e obrigado Haechan, por contar pra todo mundo por nós, a gente agradece – Renjun revira os olhos, o Lee conseguia ser tão ignorante em alguns aspectos que era incrível. – Ja que ele ja contou. É galera, a gente tá namorando. 

–Aleluia, pararam de cu doce! – Chenle exclama, fazendo todos os olhares se voltarem para ele, principalmente Lucas, sendo primo do Zhong, conhecia-o bem o suficiente pra saber que palavras de baixo calão não eram muito comuns no vocabulário dele.– Que foi gente? Até o Pwark fala palavrão, por que eu não posso? 

–Você pode, mas é estranho – o mais novo de todos ri, recebendo concordâncias. Não ficaram muito tempo no assunto, tinham muitas pizzas a serem comidas ainda. – Mas eu gosto. – Jisung sussurra no ouvido de Chenle depois de um tempo. 

Não sabia dizer porquê, mas gostava de uma rebeldia, ou apenas, uma maneira mais livre de ser. Que Chenle não se permitia ter. O Zhong em muitas coisas era tímido, mas em outras sempre se filtrava, e para o Park aquele filtro não parecia necessário. Zhong Chenle tinha que ser mais ele mesmo. 

 

–Eles formam um belo casal, de amigos. – Donghyuck sorri. Estava com a cabeça apoiada no ombro de Mark, ambos estavam com a barriga cheia depois de fazerem uma mini competição de quem comia mais fatias de pizza em menos tempo. Optaram por apenas observar a baderna então. – Jisung e Chenle, digo. 

–Sim. – Minhyung foi seco. Não por querer, assim que proferiu a palavra em tal tom ja se arrependeu amargamente. Estava tentando dar seu melhor com Haechan, mas ainda dava dessas, e tinha medo de ferir o coração do ruivo – Digo, eles são bonitos juntos e- 

–Eu entendi – e ele entendia realmente, não tava sendo fácil pra ninguém, parecia que a confusão de Jeno havia bagunçado a vida amorosa de todo mundo.  

–Não, não entendeu! – Revidou Mark. Por mais que sim, tivesse entendido, uma mentirinha boa, não faria mal. Afinal nem ele sabia que o que estava prestes a falar era mentira ou não – eu quis dizer que não tinha que ser Jisung e Chenle um belo quase casal, mas que nós dois poderíamos ser. 

–Mark…não se brinca com o coração alheio – o ruivo dizia isso com sinceridade, não iria forçar Mark a nada, muito menos gostaria de se machucar – combinamos de ir devagar então va- 

Não completou, a frase morreu junto dos lábios de Minhyung, pela primeira vez não era um selinho qualquer, um beijo tampa buraco. Era algo com sentimentos meia-boca, mas um beijo real. Algo verdadeiro, que qualquer um que olhasse diria que estavam se beijando, e até quem sabe, apaixonados. 

–Você fala demais Donghyuck – Minhyung ri fraco, separando os lábios por um curto período, apenas para retomar fôlego e aproveitar mais daqueles lábios framboesa. 

 

Nem todas as histórias completaram ali, diria que todas estavam apenas no início, de longas dificuldades e muito amor. Mas era naquela simples união, de dezoito amigos, que eles se sentiam completamente amados, inteiros, e felizes. Todos ainda tem problemas a enfrentar, e corações para conquistar… Mas eles podem deixar isso para amanhã, agora, cada um escrevendo sua história do jeito que achar melhor… Mas tentando não mentir, né Jeno.


Notas Finais


Não foram as 5k que prometi, pelo motivo de eu ter ficado desmotivado, mas foi o final que mais me deixou satisfeito para a fic.

Gente, eu queria agradecer todos os comentários e favoritos, vocês são anjos, sério. Eu nunca imaginei My Two Boyfriends, sendo algo tão grande assim, eu realmente não sei expressar o amor que sinto por vocês <3

mas calma, ainda não acabou, ainda terá 5 extras lindos e cheirosos :”)

E CASO VOCÊ ME AME MUITO (q) você pode continuar me acompanhando com a minha nova fanfic com foco no Nct Dream:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/bitch-of-the-year-13613069

Eu amo esse plot, espero vcs la aa :”)


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