História My unbrekable stigma - Capítulo 14


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Romance
Visualizações 69
Palavras 1.711
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii, aqui estou eu de novo, e bem mais rápido dessa vez já que estou inspirada!
É o seguinte, esse capitulo pode conter umas partes um pouco pesadas e para quem
não gosta desses assuntos pesados eu recomendo que NÃO leia.
Você foi avisado, esse capitulo vai ser bem triste.

Capítulo 14 - Suicide you


Fanfic / Fanfiction My unbrekable stigma - Capítulo 14 - Suicide you

Stigma

 

8 anos a atrás

 

Narrador:

 

Ter o documento nas mãos fazia toda a diferença, olhar para as letras grifadas em vermelho era um pesadelo que se tornava verdade. No meio caótico em que ambos os Kim se encontravam era a hora do clímax, a temida hora da verdade, mas como ambos iriam enfrentar os seus amigos e ainda mais seus inimigos?

- Já ligou para ele, Jin? – Perguntou Namjoon ao mais velho.

- Ele está a caminho. – Disse as quatro palavras que fizeram o outro estremecer.

- Deus, não sei como fazer isso.

- Faça como nós ensaiamos.

- O problema é que a teoria é bem diferente de pratica. – Suspirou. – Não sei como Jimin pode reagir, ele já está bem mau desde a morte do Jungkook, agora mais essa.

- Sei muito bem da instabilidade do nosso amigo, mas, ele precisa da verdade ou vai ficar se perguntando onde ele está e se ele se está mesmo vivo. – Apesar de por fora parecer tranquilo, por dentro Seok Jin estava tremendo de medo, a única coisa que mantinha um pouco de sua sanidade mental era um copo de água que se encontrava quase que vazio.

- Eu só preciso de tempo para organizar meus pensamentos.

- Infelizmente tempo é o que você não tem, Namjoon. – Yoongi que estava parado na porta disse. – Ele chegou.

Com aquelas palavras Jin e Namjoon começaram a ter um mini surto do coração, reagiam de forma diferente, mas sentiam tudo na mesma intensidade.

- Está bem – Jin suspirou. – Deixe-o entrar.

Min Yoongi fez como foi dito e abriu a porta de madeira, o material fazia um rangido no chão que só deixava todos mais irritados.

- Namjoon, Jin, me chamaram? – O Park perguntou ao entrar na sala, sua aparência ainda era pálida e magra como naquele dia onde o Min o buscou no beco, só que agora parecia mais limpo e suas roupas já não estavam manchadas do liquido viscoso chamado sangue.

- Sim, sim, sente-se. – Falou Jin.

Jimin se sentou mesmo sem entender as caras serias de seus amigos e sem entender o silêncio e a tenção que estava presente. Vez ou outra olhava para Yoongi, mas o mesmo somente observava o chão com uma cara nada boa.

- Hyungs, o que está acontecendo? – Perguntou.

- Jimin, eu creio que não tem palavras certas para dizer o que estou prestes a dizer, então prefiro que leia primeiro. – Falou Namjoon entregando a Park o envelope contendo os documentos.

- O que é isso?

- Leia. – Kim repetiu.

Ao abrir o envelope tirou os papeis que estavam perfeitamente grampeados, começou a foliar e algumas vezes pulava uma ou duas palavras curioso para saber qual o significado de tudo aquilo. Nada parecia fazer sentido para o mesmo até que seus olhos pararam em certas palavras que o fizeram arregalar os olhos.

*Corpo de garoto encontrado morto em uma rua as 15:00 em março 25 desse ano.

*A utopista confirma que a causa da morte foi overdose.

*Ficha medica comprova que o nome do garoto é Jung Hoseok, 23 anos.

 

Ao finalizar a leitura, lagrimas começavam a cair de seus olhos e soluços escaparam ainda mais ao ver as fotos do corpo, agora morto, de seu amigo. A cena era de cortar o coração, Jimin abraçava os documentos e gritava e os outros não sabiam o que fazer além de deixar algumas gotas escaparem por verem a dor de seu amigo, até mesmo o Min deixou que aquele liquido escorresse pelo seu rosto.

- Por que? Isso é tudo minha culpa. – Soluçou. – Minha culpa, minha culpa!

- Se acalme, Jimin, por favor. – Jin pediu desesperado.

- Não, não, como posso ficar calmo? Ele está morto e a culpa é minha!

- Sua culpa? Não é culpa de ninguém Jimin, ele decidiu isso por si só, não tem como culpar ninguém. – Yoongi diz já perdendo a sua paciência, para ele não fazia sentido o Park estar se culpando por algo que obviamente não era sua culpa.

- Se ele não precisasse fugir de In ho por minha causa talvez ele ainda estivesse aqui, talvez ele não tivesse usado tantos remédios, merda, isso é minha culpa!

- Park Jimin! Sabe muito bem que Hoseok não gostaria de ouvir você falando dessa forma! – Dessa vez quem se estressou foi Jin, que já tinha perdido seu último fio de paciência.

- Ele não está aqui agora então o que importa? Nem ele nem Jungkook estão aqui para me dizer isso.

- Jiminie...

- Não, hyung, por favor não diga nada. – Suspirou se levantando para ir em bora, Park Jimin estava cansado, cansado até mesmo de respirar.

- Aonde vai? – Yoongi perguntou.

- Para casa, eu vou para casa. – Park olhou mais uma vez para o que restava de seus amigos e também de sua família e sorriu, um sorriso triste e sem vida.

Naquela noite mais escura do que o normal, Jimin voltou para a casa em passos lentos, ele olhava para os lados e observava as pessoas de longe, elas sorriam, ele queria poder sorrir também, mas não conseguia, ele só chorava e chorava. Park então respirou o ar frio daquela noite e entrou em seu pequeno apartamento sujo e mau arrumado, onde havia pilhas e pilhas de roupas sujas e cheias de sangue que o lembravam de sua vida escura e perturbada.

Ao andar um pouco acabou pisando em algo que parecia ser um frasco de remédio laranja, aquele pequeno objeto fez com que ele chorasse novamente, lembrando a quem ele pertencia, ou melhor, pertenceu...

- Hyung, me perdoe, por favor, me perdoe. – Chorou segurando o frasco em suas mãos.

Olhando ao redor percebeu algo, algo totalmente conturbado, mas que seu pequeno coraçãozinho pareceu achar que era o mais sensato a ser fazer. Pobre Jimin, ele parecia não entender que ao ligar a torneira da banheira, ao esperar ela encher de água e principalmente ao entrar nela, ele estaria jogando tanta coisa fora. Inocente Jimin, vítima das circunstancias, não entendia que ao enfiar seu corpo na água fria daquele inverno seu pobre e frágil espirito seria para sempre condenado, mas mesmo assim, Park o fez e pagaria por isso para todo o sempre.

 

 

Algumas horas depois, Kim Taehyung, alheio de tudo que estava acontecendo, entrou no miniapartamento de seu amigo, em seus braços ele trazia sorvete e filmes para passar o fim de semana como tinham combinado. Desviava de alguns objetos para colocar as sacolas na cozinha e chamava pelo Park, mas não obtinha resposta.

- Jimin! Park Jimin! – Gritava. – Onde você está? Eu trouxe sorvete de chocolate, seu favorito. – O Kim riu.

- É sério Jimin, se você não aparecer eu vou comer o pote inteiro sozinho. – Tae mais uma vez disse, só que seu amigo nada dizia e ele não tardou a se preocupar. – Jimin, onde você está? Aconteceu alguma coisa. – Falou indo em direção ao quarto do mesmo, contudo, ao ver a porta do banheiro escancarada começou a andar em passos lentos até lá.

- Jiminie...- chamou, mas só conseguia ouvir o silencio. – Ei, isso não é engraçado. – Começou a rir de nervoso.

- Eu vou entrar! – Avisou antes de abrir a porta do cômodo e se deparar com uma cena horrorosa. Kim teve que tampar sua boca para conter um grito que queria sair e acabou se engasgando ao fazê-lo. – Meu deus...

Dentro da banheira cheia de água, um Park Jimin se encontrava, seu corpo mais pálido que o normal e sua boca roxa alegavam que o mesmo congelou até a morte, sem piedade alguma e sozinho.

- Jimin! – Taehyung gritou correndo até o amigo, tirou ele da banheira e o pôs em seus braços que estavam bem mais quentes que o corpo inerte de Park. – Jimin, fala comigo, acorde.

Tae chorava ao perceber que ele não mais respirava e que provavelmente tinha falecido por uma hipotermia propositalmente causada.

- Por que fez isso? Me responde Park Jimin, por quê? – Kim chacoalhava o corpo morto em uma tentativa falha de receber alguma resposta. Sem conseguir nenhuma reação, com mãos tremulas tirou o celular do bolso e ligou para a única pessoa em que poderia pensar agora. – Namjoon, por favor, venha rápido, o Jiminie ele, ele... – Não conseguiu terminar a frase. – Só venha rápido. – Desligou.

 

Enquanto a ajuda não chegava, Taehyung permaneceu imóvel com Park Jimin em seus braços, que agora estavam gelados por ter ficado em contado com a pele gélida do cadáver.

- Kim Tae, o que está acontecendo para chamar agente a essa...- Antes que Jin terminasse de falar, suas palavras foram cortadas pela cena a sua frente, o corpo morto de Jimin e a figura de Kim derramando lagrimas o fez ficar em completo desespero. – O que aconteceu?

Ambos os Kim correram até os dois no chão.

- Foi Jimin, ele se matou, eu cheguei tarde demais, quando entrei ele estava morto naquela banheira. – Gaguejou. – Jin, o que vamos fazer? Minnie morreu, hyung.

Namjoon e Jin tentavam buscar palavras mais estavam muito chocados para falar alguma coisa ou até mesmo chorar.

- Por que ele faria algo assim? – Taehyung perguntou, sua face contorcida em dor.

- Eu não sei...- Jin mentiu, incapaz de dar mais dor ao amigo e presenteá-lo com mais uma morte.

 

Dias atuais

 

S/n ponto de vista:

Voltando para o condomínio na companhia de Taehyung, percebi que ele estava absorto em seus pensamentos e talvez, compenetrado demais.

- Tudo bem? – Perguntei preocupada.

- Sim. – Sorriu, mas parecia ser só uma forma de não me deixar preocupada.

- Tem certeza? – Perguntei, mas ele não respondeu, só continuou a olhar em direção a um prédio, mas não consegui entender o que ele estava encarando, eu não conseguia ver nada. – Tae. – Chamei-o, mas mais uma vez ele só ficou observando o nada e quando eu ia cutuca-lo para tira-lo do transe, ele começou a correr em direção a um amontado de prédios. – Aonde vai? – Gritei, mas Taehyung não respondeu e logo saiu do meu campo de visão.

- O que deu nele? – Me perguntava, estava prestes a virar para ir embora quando ouvi alguém me chamando.

- Nós nos encontramos de novo, senhorita S/n.

Me virei para ver quem era e me surpreendi com o que vi.

- Você? O que faz aqui?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Então gente, foi isso, espero que tenham gostado do capitulo e até a próxima! <3<3
P.S Eu não incentivo o suicídio, é só uma estória, espero que entendam.


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