História My Warrior - Capítulo 34


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Categorias Zlatan Ibrahimovic
Personagens Personagens Originais, Zlatan Ibrahimović
Tags Futebol!, Manchester United, Pogba, Zlatan Ibrahimovic
Visualizações 199
Palavras 2.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEEEY GIRLS

Vejam se quem apareceu \O/

Peço mil perdões pelo um século sem atualizar.


Desejo a todas uma boa leitura ✨

Capítulo 34 - Nossa meninha


Fanfic / Fanfiction My Warrior - Capítulo 34 - Nossa meninha


 

Após um café da manhã reforçado, aqui estou, na casa dele. Comi demais, tenho uma desculpa me alimento e alimento o Miguel. Sentada em um das cadeiras em frente a bancada da cozinha. Eu vim beber água, porém cansei e sentei.

 

-- Bom dia, minha linda - abro um sorriso ao escutar a voz da Martinha.

-- Bom dia,meu anjo - respondo, sorrindo.

-- Sua barriga está linda! Como o baby está? - Ela pergunta e passa a mão na minha barriga.

-- Obrigada. Esse pequeno rapaz já conversa com a mamãe e ele está bem atento a tudo - digo, não contenho a felicidade.

-- Em breve teremos um menino correndo pela casa - Ela fala em um tom emocionado.

-- Sim, nosso Miguelzinho - respondo.

-- Owwn. Que ele venha com muita saúde e não tenha dúvidas que será muito amado - Ela fala e sinto o pequeno se mexer.

-- Veja só, ele gostou de saber disso - digo,abrindo um sorriso.


 

A nossa conversa passou por tudo, desde da ciumera do Ibra até ela falar que ele havia saído para resolver algo. Me avisar que é bom,nada. Mais tudo bem. Observava a cada fala dela, Martinha era a animação em pessoa. Me faz lembrar da minha mãe, a empolgação com a chegada do Miguel, seus sentimentos são sinceros. Passei a amar e ter um grande respeito por ela.

 

-- Martinha, estava pensando em ter um parto humanizado - digo, levando uma bolacha de doce de leite a boca, passatempo.

-- Eu ia conversar sobre isso com você. É uma ótima escolha, você estará respeitando o momento dele, nada forçado. Isso é maravilhoso, minha menina - Ela fala sorridente.

-- Eu não ia suportar ter em hospital, sério. Por mais que eu trabalhei,me apavora a ideia de ficar hospitalizada ,ah - digo, fazendo careta. Vejo ela rir.

Me levanto, ajeitando meu vestido vermelho de mangas ombro a ombro. Estou com uma jaqueta jeans, caso o frio aumente.

-- Morena, vamos - Zlatan sussura, passando as mãos em volta do meu corpo, parando na barriga.

-- Obrigada, pela bolacha,meu amor - digo, sorrindo igual uma boba.  Desejos de grávida precisam ser atendidos.Me viro,vendo ele rir de mim.

-- Zlatan precisa atender seus pedidos ou o Miguel ia nascer com - antes que ele termine de falar. Aperto seu braço, arqueando as sobrancelhas.

-- Calado. Agora, aonde vamos, meu bem? - Pergunto, enquanto o homem a minha frente me encara sério.

Abri um sorriso, fechando os olhos. Irritar o amorzão faz parte da vida. É engraçado ver ele sério, as vezes. Passo as mãos em volta de seu pescoço,abro devagar os olhos e o vejo sorrir. Como nós completamos,isso é magnífico.

-- Iremos resolver o futuro,morena. - Zlatan sussura e eu meio que fico sem entender. - Em instantes você saberá - Ele continua, quando ia arranhar a nunca dele, o mesmo morde o meu nariz.

-- Aí! Respeita,meu nariz de bolinha- respondo, fingindo que doeu.




 

***



 

Durante o percurso ao tão local, eu fui rindo das besteiras falava enquanto dirigia. As confusões que ele arruma em campo, que não deixa barato, é volta para dar o troco na pessoa que fez algo com ele. Zlatan passa a imagem de todo sério, porém é só eu fazer alguma palhaçada que é o primeiro a rir. Não posso falar muito do seu humor,o meu é um pouco parecido. Me peguei pensando em como será o pequeno, as mãozinhas tão pequenas, o rostinho, a boca, os olhos, e será que irá herdar o famoso nariz de bolinha da mãe?

Saio desses pensamentos ao sentir a mão dele sobre a minha.

-- Chegamos - Ele fala e eu olho aonde estamos:em frente ao orfanato.

-- Aconteceu algo com a Duda? - pergunto, encarando ele ainda sem tirar o cinto.

-- Não. Quando entramos você saberá - o tom que ele fala,me faz ficar ainda mais curiosa.

Desço do carro, passo as mãos sobre os braços. Porque não coloquei uma meia calça? Sou muito teimosa.

 

Abro um sorriso e passo o braços sobre o dele,ao parar ao meu lado, já que a outra mão ele carrega uma pasta.



 

Faz um tempinho que andei por aqui. A gravidez tem me feito correr atrás de várias coisas e procurar ainda mais sobre como ser uma mãe, preciso estar preparada.A responsabilidade será imensa. Não só a parte mental, mais também a correria de arrumar o quarto do rapazinho.

 

Percebo que já estamos dentro do orfanato. Antes que continuemos andando, para uma parte que nunca havia ido das outras vezes que estive por aqui. Desço a mão sobre a dele, entrelaçando.

-- Amor - digo, atraindo a sua atenção.

-- Sim, morena - Zlatan fala,parando e nos olhamos.

Fico na ponta dos pés, sem soltar a mão da dele, com a outra passo em volta de seu pescoço, o beijo. A união de nossos lábios, sempre foi o suficiente para me deixar arrepiada, não só esse contato. O beijo foi de tirar o fôlego. Se eu não estivesse nas condições de grávida, já estaria com as pernas em volta de seu corpo, não me importando no local que estamos. Seu toque no meu rosto,o segurando, em meio ao beijo, me fez sorrir.

-- Sem preocupação, estamos juntos - o tom que ele fala, tranquiliza todo o medo que senti ao caminhar até aqui,por não saber ao menos o motivo. Recebo um beijo na testa e voltamos a andar.






 

Uma hora e quinze minutos respondendo a várias perguntas. Todas possíveis. Antes de entrar, ele me avisou que passaríamos por uma entrevista para a adoção da Duda. Quase surtei e quis bater nele, por esconder isso. Poderia ter contado, horas antes, prepararia o psicológico. Se eu fiquei apreensiva?Lógico. Basicamente um interrogatório, as perguntas, o ar de desconfiança da mulher, com certeza é porque Zlatan é jogador, isso não tenho dúvidas. Fui sincera e a toda instante tanto eu,como ele deixamos claro o desejo da pequena fazer parte de nossas vidas. Confesso, que quis dar um tapa na cara da mulher quando ela perguntou o porquê de querer adotar sendo que já não tinha ganhado na loteria por estar esperando um filho de um jogador. Sim, tive que ouvir isso. A minha mão foi apertada por ele, sabendo que tinha ficado brava com a pergunta,fui calma ao dar a minha resposta: O filho que carrego dentro de mim, não é um prêmio, é sim fruto de um relacionamento sério e honesto que tenho. Se eu quero adotar é porque posso dar amor a menina. Filhos não são prêmios e sim um dádiva dada a quem realmente saberá cuidar e amar independente da posição ou condição. A cara da mulher ficou no chão ao escutar as minhas palavras.



 

Como tem pessoas mau intencionadas no mundo,pensei ao deixar a sala. Já que ele teve que deixar os papéis na diretoria do orfanato. Caminhei até o pátio,me aproximei de uns meninos. Um deles, era o que já tinha visto.


 

-- Olá pequenos - digo,acenando com a mão.

-- Doutora, você veio nos fazer compainha - o mais sorridente falou.

-- Porque sua barriga está assim? - um pergunta em um tom engraçado.

-- Tem um bola ai dentro? - o terceiro pequeno pergunta.

Não me aguento e dou risada, colocando o mais falante em meu colo.

 

-- Não é uma bola,meninos. É um bebê - digo, e eles me olham surpresos.

-- Porque ele não saí e vem jogar com a gente? - o baixinho pergunta curioso. A inocência das crianças.

-- Ele ainda não pode. Quando ele for maior, poderá fazer isso - digo, passando a mão no cabelo do baixinho que fez a pergunta - Vocês querem sentir ele? - pergunto e o que estava em meu colo deu um pulo e me olha sorrindo.

 

Dou risada ao sentir as pequenas mãos dele sobre a minha barriga. Miguel não demora muito para se mexer e a carinha dos meninos, de surpresa foi a melhor.


 

Ao olhar ao fundo vejo Zlatan parado,olhando. Sabe como seu coração se enche em alegria apenas por ver o sorriso da pessoa amada? Me sinto assim. Nunca pensei que fosse ser tão feliz, vem a gravidez do Miguel e agora tenho possibilidades de ser mãe de uma garotinha que assim que vi, sabia que um dia não como, poderia ser minha filha. Com esse gesto de fazer tudo sem ao menos me avisar, demostra que também quer o bem dela é a ama. Que pensava nisso, sem ao menos termos conversado.






 

(...)




 

4 semanas depois





 

Deitada, no tapete da sala é assim que me encontro. Eu tinha inventado de fazer exercícios. Fui ao médico e ele recomendou. Não deu vinte minutos e eu já quase desisiti. Voltei a me concentrar com a ajuda da Martinha, que mais me olhava preocupada, para ela parar com isso, a chamei pra me ajudar e fazer exercícios junto a mim.

 

-- Tome água - Martinha fala, despertando a minha atenção.

-- Obrigada, minha linda - digo sorrindo, me levanto com ajuda dela,pegando o copo.

Sete meses, barrigão. A cada dia, ele interage ainda mais. Também a dificuldade em encontrar uma posição pra dormir está ficando difícil. Na maioria das noites, Ibra pega no sono e eu fico correndo com o pequeno.

Falando nele, faz uma semana que me comunicou que vai trocar o United pelo LA Galaxy dos EUA. De primeira fiquei surpresa e meio desnorteada com a notícia. Mais eu o entendo e sei que ele ainda tem muito o que jogar. Confesso, que quase fiz uma proposta para ele ir a algum time do Brasil. Imagina, Zlatan Ibrahimovic jogando em algum time brasileiro? Show! Um centroavante desses, quem não gostaria em seu clube? Voltando ao assunto da mudança morar na Califórnia, calor. Isso é um bom começo. Estados Unidos pertinho do Brasil. Isso foi uma das melhores coisas ao saber dessa transferência dele. Apoio total. Miguelzinho irá ao estádio com a mamãe.


 

-- Martinha, você vai conosco não é mesmo? - pergunto, me virando para ela e dando um beijo em sua testa.

-- E eu tenho contra escolha? Vocês dois, não podem viver em outro país sem a minha ajuda - o tom que ela fala, me faz rir.

 

Porque ela diz isso? As vezes parecemos duas crianças, eu sei como irrritar e fazer birra. Sou profissional nisso, não é atoa que vim a terra ser a pessoa que  mais irrita o Arthur. Sem contar das vezes que saio correndo pela casa ao aprontar algum com Ibra, como derrubar ele na piscina sem avisar ou de quem quando ele implica para eu não me esforçar mas coisas de casa.

 

-- Martinha, meu coração é seu! - respondo em um tom que faz ela rir. Um barulho na porta, me faz encarar ela séria.

-- Amor, surpresa - Zlatan fala e eu fico sem entender.

Abro um sorriso ao ver uma pequena entrar correndo e vir até mim.

-- Minha meninha! É isso que eu estou pensando? - pergunto, me agachando abraçando ela. Foi o meu momento de chorar de alegria. Se ela está aqui, quer dizer que conseguimos a guarda dela.

-- Sim.A partir de hoje ela é uma Ibrahimovic,nossa filha- Zlatan fala e eu o encaro ao vê-lo entrar na sala.

Meu coração estava quase saindo para fora de tanta alegria. Eu não sabia o que dizer, só sentir aquelas mãozinhas me abraçando.

 

-- Meu amor, sou sua mamãe, agora - passo a mão em seus cabelos, beijando sua testa.

-- Mamãe - ao ouvi-la dizer aquilo, ri igual a boba.

-- Se acalma,Bia. - Martinha diz, seu tom preocupado.

-- Eu estou ótima,melhor impossível. Duda, essa é a Martinha - falo e foi a vez de ser ajudada por ele. A menininha corre para os braços de Martinha, a abraçando. -- Obrigada, por isso. Eu amo você - sussuro, sentindo as lágrimas descerem pelo meu rosto.

-- Eu disse que íamos ter uma casa cheia, é só o início,morena. - Zlatan sussura,mantenho seu olhar no meu. Fecho os olhos ao sentir sua mão tocar meu rosto. Senti certo pequeno ser humano se mexer na minha barriga.

-- Miguel, gostou disso - falo,passando a mão na minha barriga. Sorri ao vê-lo fazer o mesmo - Duda, venha aqui. - peço e ela saí dos braços de Martinha. Pego a mãozinha dela,levo sobre a minha barriga. Miguel, se mexe, bem mais que antes.Alguém está animado.



 

Um momento que sempre irei guardar na memória ela sentindo o irmãzinho pela primeira vez, o primeiro contato mesmo na barriga. Um casal de filhos, meus meninos, anjinhos. Não poderia ser melhor: Ela conosco. A felicidade está completa.





 


Notas Finais


Obrigada por lerem 💕

Eii meninas o que vocês acharam do capítulo?

Enfim, eles adotaram a Dudinha 💛
Um capítulo cheio de amor.

Gostaria de saber as opiniões de vocês 😍✌

Um beijo, gatas 😘


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