História My wife, my life - Capítulo 34


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Emma Swan, Regina Mills, Swan Mills, Swan Queen, Swanmills, Swanqueen
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Palavras 1.696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


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Capítulo 34 - Um lugar obscuro


Fanfic / Fanfiction My wife, my life - Capítulo 34 - Um lugar obscuro

Médica corajosa

Medica destemida

Mulher de coragem numa noite de escândalos.

Era assim que estavam me chamando nos jornais de hoje.

Ontem foi definitivamente uma das noites mais tensas que eu já vivi.

Me chamam de corajosa e destemida, mas a verdade é que não consigo me sentir corajosa com o que aconteceu.

Nas capas dos jornais estampavam as fotos do meu sogro cruel e as manchetes imperdoáveis.

Homem do ano é um canalha?

Havia uma interrogação ali, mas todas as provas não deixarias brechas pra duvidas.

Amália- Ei.

Salto na minha cadeira ao ouvir minha querida Amália me entregar um copo de vitamina e eu experimento me deliciando.

Regina- Amália, fala a verdade.

Amália- Que verdade?

Regina- Que tipo de feitiço você coloca nessas vitaminas?

Amália- O mais poderoso de todos. Amor.

Regina- Isso é uma delicia.

Amália- E é forte. Quando ficar grávida vai precisar estar com a saúde em perfeito estado.

Paro de beber a minha bebida e a encaro.

Amália- O que foi?

Regina- Amália, não repete isso.

Amália- Por que? O que eu disse de errado?

Regina- Sabe que não posso ter filhos.

Amália- Não sei disso, não! Você me disse que a possibilidade...

Regina- Probabilidade.

Amália- Isso mesmo. Disse que a probabilidade é pequena.

Regina- Minúscula.

Amália- Então há uma probabilidade.

Regina- Amália...

Amália- Minha querida, não pode ter medo de ser mãe, Regina.

Regina- Eu não tenho medo de ser mãe, Amália. Estamos lutando pela Halley, esqueceu?

Amália- Não. Não esqueci. Sei que a menina será muito feliz com a gente. Mas você...

Regina- Mas nada, Amália.

Amália- Você precisa viver isso minha querida. Não quis deus que a Emma gerasse aquela criança. Mas você vai poder. Vocês precisam viver isso. Falando nisso, como é que isso funciona?

Antes que eu pudesse sequer começar a explicar como funcionaria uma inseminação a Amália, minha loira linda chega a cozinha.

Emma- Bom dia mulheres da minha vida.

Amália- Bom dia minha filha. Quer panquecas?

Emma- Depois de vomitar.

Amália- Credo. Você devia aprender a beber direito.

Regina- Acredite, Amália. O problema não foi a bebida, foi a mistura dos seus salgadinhos. Emma é profissional no quesito bebida.

Minha esposa e eu rimos.

Emma- Bom dia esposa.

Regina- Bom dia.

Trocamos selinhos.

Emma- Me abandonou na cama.

Regina- Achei que merecia dormir mais um pouco.

Emma- Acertou. Essas ultimas semanas eu não dormia com medo que aquela doida me atacasse com uma faca enquanto eu dormia.

Amália- Toma.

Ela entrega a Emma uma xicara de café.

Emma- Muito obrigada, Amália.

Amália- Tem ovos mexidos, presunto, panquecas, suco e algumas torradas. Agora me deem licença.

Vemos Amália sair com uma cesta de piquenique repleta de coisas deliciosas.

Emma- Pra onde vai com essa cesta, Zé colmeia?

Rio com a minha esposa.

Amália- Vou paparicar a Elsa. Espero que isso não demore acontecer nessa casa também. Sinto falta de crianças correndo pra lá e pra cá.

Ela sai sem ao menos notar as nossas expressões.

Paro de tomar a minha vitamina e encaro a minha esposa que encarava o chão.

Regina- Eu sinto muito. Ela...Ela é maravilhosa, mas as vezes exagera.

Emma- Tudo bem. Vem cá.

Vou até ela e sento em seu colo.

Emma- Como está se sentindo?

Regina- É um misto de sentimentos. Alívio por ter me livrado de toda aquela situação que seu pai criou e de toda a chantagem que aquela bruxa quis manter. Me sinto apreensiva pois não tenho ideia de como isso vai refletir no meu trabalho ou no nosso processo de adoção da Halley.

Emma- Regina, vai ficar tudo bem.

Regina- Como pode ter certeza?

Emma- Não tenho. Mas sinto isso. A verdade é sempre o melhor caminho, Regina.Ontem eu não disse o bastante, mas eu estou muito orgulhosa de você e da sua coragem de ir até o microfone e expor tudo que aconteceu.

Regina- É. Mas não foi fácil.

Emma- Eu sei que não.

Ela sorri pra mim e me encanta.

Emma- Me beija.

Dou um selinho nela.

Emma- Só?

Regina- Só. Lembre que agora nós não moramos mais sozinhas e não merecem nos ver transando na cozinha.

Mariah- Não merecem mesmo!

Sorrimos ao ver minha irmã recém descoberta entrando na cozinha.

Mariah- Bom dia moças.

Emma- Bom dia, cunhada.

Mariah olha pra Emma e sorri.

Emma- Café?

Mariah- Com leite.

Ela me olha.

Regina- Puxou a irmã.

Me sento entre ela e minha esposa.

Regina- Então?

Mariah- Então?

Regina- Ontem me disse que haveria mudanças.

Emma- Ah, é mesmo. Conta aí, cunhadinha. Quais são seus planos?

Mariah- Eu ainda estou um pouco confusa com tudo que aconteceu e o que nós descobrimos, mas eu quero por um fim na minha relação com a minha avó...Com a Eleanor.

Emma e eu nos olhamos.

Mariah- Acham que eu estou agindo errado?

Regina- Olha Mariah, sei que é tudo muito confuso e talvez você esteja se precipitanto. Tem certeza que quer mesmo cortar a sua avó por completo da sua vida?

Emma- É. Ela não é um pênis.

Nós três rimos.

Mariah- Bom. Em primeiro lugar, ela não é mesmo a minha avó.

Regina- Mas ela te criou.

Mariah- Ainda não entendo o objetivo disso. Ela não me dava amor, carinho ou até mesmo atenção. Eu fui criada pelas babás dentro daquelas paredes sufocantes. Eu já pensei demais.

Regina- Bom, se quer mesmo fazer isso...

Mariah- Eu quero.

Emma- Então saiba que estamos ao seu lado.

Mariah- Obrigada. Tem mais uma coisa.

Regina- Fala.

Mariah- Eu preciso de um emprego.

Regina- Emprego?

Mariah- Não quero mais nada vindo daquela mulher. Antes eu achava que ela estava controlando o dinheiro dos meus pais, mas agora nem quero imaginar de onde vem aquele dinheiro.

Emma- Bom, se precisa de um emprego, podemos dar um jeito. Eu estou montando um novo escritório de arquitetura e você podia ser minha assistente.

Mariah- Eu adoraria.

Emma- Eu também. Espero que passe na entrevista.

Mariah ri da minha esposa palhaça.

Regina- Me parece que você tem mais algum questionamento.

Mariah me olha apreensiva.

Regina- Pode falar.

Mariah- É sobre a Cora.

Emma- Ai. Dor de barriga. Tchau.

Minha esposa corre pra o refugio do nosso quarto.

Regina- Covarrrrde.

Mariah ri.

Regina- O que você quer saber?

Mariah- O que vem na sua cabeça quando alguém diz a palavra Cora?

Regina- Arrancadora de corações e sugadora de emoção alheia.

Ela ri.

Regina- Mariah, eu preciso que preste bem atenção nas minhas palavras, tudo bem?

Ela confirma.

Regina- Cora é egoísta, impiedosa, covarde e desalmada. Essas são as características dela. Acredite nas palavras de alguém que viveu literalmente com ela. Cora é ardilosa e só pensa nela.

Mariah- Péssimo exemplo.

Regina- Com certeza é.

Mariah- Eu me pergunto como você, a Elsa e a Zelena saíram tão diferente delas.

Regina- Um dia eu te conto sobre Henry Mills.

Mariah- Maravilha.

Regina- Maravilha, mas hoje não.

Mariah- Tudo bem.

Regina- Por falar em pai...

Mariah- Não. Eu não quero saber nada sobre isso.

Regina- Tudo bem, mas pense com calma Talvez ele não saiba da historia toda.

Mariah- Eu não quero me envolver.

Me levanto e coloco meu copo na pia.

Regina- A família Mitchell tem um grande poder aquisitivo. Você teria direito a parte da fortuna, se fosse comprovada a paternidade e...

Mariah- Eu não quero. Eu quero fazer o que você, a Zelena e a Elsa fizeram.

Regina- E o que nós fizemos?

Mariah- Cresceram profissionalmente sozinhas.

Sorrio pra minha irmã.

Regina- Vem cá.

Ela se levanta e me abraça forte.

Regina- Estou muito orgulhosa da sua atitude de independência.

Mariah- Eu quero ter orgulho de fazer parte dessa família, Moranguinho.

Solto uma gargalhada.

Regina- Pare de conversar com a Amália.

Continuamos conversando descontraídas.

O dia passa rapidamente.

Passamos o dia entre sofá, tv e conversas hilárias que Emma fazia questão de dividir com a Amália e Mariah.

Regina- Tem certeza que não quer ir ao cinema ou...

Mariah- Acredite, jantar pizza com vocês e a Amália é uma das melhores coisas do mundo.

Emma- Você é uma velha.

É noite e estamos a caminho de casa.

Mariah e eu rimos.

Regina- Emma, precisa passar na farmácia pra comprar o remédio pra enjôo da Elsa ou ela nos mata quando chegarmos.

Emma- Então vamos lá.

Estaciono em frente a farmácia perto de casa.

Minha esposa desce do carro e eu fico conversando com a minha irmã.

Regina- Então? Está animada pra trabalhar?

Mariah- Muito mais do que pode imaginar.

Regina- Você vai adorar trabalhar com a Emma.

Mariah- Já estou adorando. Sua esposa é maravilhosa, Regina.

Regina- Eu sei. Ela...

-Não se mexa.

Vejo um homem apontando uma arma pra mim do meu lado da janela.

Gelo imediatamente.

-Se você se mexer eu atiro nas duas.

Regina- Calma. Eu vou descer com a minha irmã e...

-Não. Não se mexa ou ela morre.

Quando olho pra Mariah, visivelmente assustada, vejo outro rapaz encapuzado perto da outra janela também com uma arma.

Mariah- Regina.

Regina- Fica calma, Mariah.

O homem ao meu lado era alto. Cabelo loiro caindo no rosto.

Não aparentava mais de 20 anos.

Ele entra no carro rapidamente no banco de trás com o outro homem e sempre apontando as armas.

-Pisa.

Fico paralisada por alguns segundos.

-Não tá me ouvindo? Vai logo.

Regina- Por favor, deixe a minha irmã descer.

-Eu já disse pra pisar fundo.

Regina- Para onde?

Ele me dá umas instruções e sigo sem parar de arquitetar um só segundo em como sair daquela enrascada.

Mariah estava assustada com razão, mas não esperneava como qualquer outra no lugar dela faria.

Vez ou outra que eu colocava a mão no câmbio, ela colocava a mão por cima da minha e a apertava me dando força.

Meu celular começa a tocar.

Provavelmente era Emma, querendo saber onde eu estava e porque eu havia abandonado ela na rua sem explicação.

Ele pega o celular e o desliga.

-Para aqui.

Era um lugar escuro.

A parte mais humilde de Boston.

-Desce as duas.

Olho pra minha irmã e ela me olha.

Eu queria prometer que tudo ficaria bem, mas eu já não tinha essa certeza de que sairíamos vivas daquele lugar obscuro.

 



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