História My wife, my life - Capítulo 35


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Emma Swan, Regina Mills, Swan Mills, Swan Queen, Swanmills, Swanqueen
Visualizações 620
Palavras 899
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 35 - Pedido de socorro


Fanfic / Fanfiction My wife, my life - Capítulo 35 - Pedido de socorro

Um desce e me segura pelo braço.

Mariah- Não machuca ela.

-Cala a sua boca.

Regina- Fica quieta, Mariah.

Ele sai me puxando e de repente escuto um grito.

Era uma mulher.

-Anda.

Ele me arrasta e acabo chegando num casebre.

Era tudo muito precário.

Ouço outro grito.

-Você é médica.

Fico calada e apavorada demais pra responder.

- É você.

Ele aponta pra um pedaço de jornal.

- Agora vem.

Ele me empurra e vejo a cena.

Era uma jovem deitada num colchonete no chão.

Grávida.

Aos prantos e em trabalho de parto.

Regina- Meu deus.

Corro pra perto.

Ela estava banhada de suor.

Mariah corre pra perto também.

Regina- Fique calma.

Ela grita desesperada.

-Ajuda elaaa.

Regina- Há quanto tempo ela está assim?

-Desde ontem.

Regina- Ela precisa ir pra o hospital.

-Não. Ajuda ela agora.

Ele continua apontando a arma pra mim.

Regina- Qual o seu nome?

- O meu nome é ‘ eu vou acabar com você’ se não ajudar ela.

Eu toco seu rosto e ela estava muito gelada.

Regina- Ela vai morrer.

-Não. Não vai.

Regina- Eu não tenho nada aqui comigo. Se ela não for atendida imediatamente ela vai morrer junto com o bebê.

Ele coloca as mãos na cabeça.

Regina- Vamos levar ela pra minha clinica. Eu juro que vou cuidar dela.

-Você vai chamar a policia.

Regina- Não. Eu prometo que não.

Ele se aproxima da mulher.

-Vai dar tudo certo.

Ela grita segurando a barriga.

Regina- Precisamos de uma ambulância. Me dê meu celular.

-Não. Diga o número e eu ligo.

Passo o numero e o encapuzado disca.

Minutos depois a ambulância encosta.

Os enfermeiros chegam perto, mas ficam parados quando veem os homens armados.

Regina- Roman, tá tudo bem. Por favor, me ajuda.

Os meus enfermeiros pegam a mulher e a colocam na ambulância.

- Eu vou seguindo no seu carro com a sua irmãzinha. Se seguir pra um lugar diferente eu mato ela.

O encapuzado empurra Mariah pra dentro do meu carro e entra logo em seguida.

O outro entra na ambulância e vai conosco.

Minha enfermeira coloca a jovem no balão de oxigênio enquanto eu aplico uma intravenosa.

Ela  grita.

Regina- Me escuta...Qual o seu nome?

Ela não conseguia falar.

Olho pra o braço do homem e há uma tatuagem.

Regina- Ela é sua esposa?

-Faça o seu trabalho doutorinha.

Regina- É o nome dela?

Ele olha pra tatuagem no braço e olha pra moça.

Regina- Alexia. Me escuta.

Ela está apavorada e tenta tirar o balão de oxigênio.

Regina- Alexia, você precisa ouvir a minha voz.

Ela suava muito.

Regina- Meu nome é Regina. Eu sei que você tá sofrendo há horas, mas já vai passar. Tá?

Aplico direto na veia um medicamento pra aliviar um pouco as dores.

Regina- Alexia, eu te prometo que vai passar e você vai ter um bebê lindo e saudável.

Ela me olha.

Eu verifico seus batimentos e ela me olha assustada, mas seus gritos já diminuem graças ao medicamento.

Regina- É menino?

Alexia- Menina.

Regina- Nossa, eu adoro meninas. Já escolheu o nome?

Alexia- Katie.

Regina- Que nome lindo, querida.

Ela começa a ter convulsões.

Regina- Droga.  Rapidooo.

O homem ao meu lado, apontando a arma bem perto do meu rosto está pálido.

Regina- Por que não a levou ao hospital quando ela sentiu as dores?

-Eu levei.

Ele grita.

-Ninguém quis atender.

Meu deus.

Minutos depois chegamos a clínica.

-Só entra eu, você e ela.

Regina- Preciso da minha equipe. No mínimo meus enfermeiros e uma técnica em anestesia.

-Tudo bem, doutorinha. Mas lembre-se: Sua irmã ainda está com a gente.

Entro na sala de cirurgia e corro pra trocar de roupa.

A jovem é preparada pra o parto.

Não há dilatação nenhuma.

Regina- Ela precisa de uma cirurgia.

-O quê?

Regina- Preciso fazer uma cesariana ou ela vai morrer com o bebê dentro dela.

-Faça.

Instruo a minha que estão apavorados com a arma.

Em meio as convulsões consigo estabilizar a jovem Alexia.

O tempo todo ele apontava a arma pra mim.

Começo a cirurgia e as complicações não param.

Uma parada cardíaca.

Duas paradas.

A jovem Alexia está lutando pela vida e o desfibrilador lhe trás de volta.

Regina- Vamos. Vamos, Alexia. Aguenta firme.

De repente o choro da pequena Katie invade os nossos ouvidos.

Regina- Bem-vinda, querida.

Era um bebê prematuro, mas com certeza muito forte.

E de repente, aquele homem com a arma na mão se aproxima e se rende ao poder de sentimento que só o choro de um bebê tem: A emoção.

Lágrimas grossas descem por seu rosto.

E ali está.

Ele está apaixonado pela filha.

Eu enrolo a menina e coloco-a nos braços dele.

Ele solta a arma e a olha como se pela primeira vez conhecesse o amor.

Vejo o homem grosso e ameaçado cair ajoelhado com a filha no colo.

Regina- Ela é perfeita.

Ele não responde.

Está ocupando demais olha pra o bebê.

Faço um movimento com os olhos e discretamente meu enfermeiro se abaixa e pega a arma.

Volto finalmente a respirar.

Roman abre o tambor e me mostra.

É uma arma sem balas.

Aquele jovem não tinha intenção alguma de me machucar de verdade.

Foi o desespero e o pedido de socorro de um pai de família que passa necessidades e que não conseguiu ao menos levar sua esposa 

pra dar a luz num hospital.

 

 



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