História My Winner Hero! - Uma história de My Hero Academia - Capítulo 1


Escrita por: e Mydoo


Notas do Autor


Olá, pessoal. Estamos criando essa história com o propósito de divertir todos os leitores de fanfics que amam Boku no Hero Academia. Lembrando a vocês que a personagem principal, Ankoku Mayoi, não foi feita por mim e sim por outros fãs de My Hero Academia. Então, darei os devidos créditos aos autores originais. Nem sei quem criou ela, "haha". Nos chame de Tohga (o criador) e Mydoo (o escritor)! Sejam bem-vindos à nossa história, My Winner Hero!

Capítulo 1 - Prólogo: Sonhos podem ser reais.


Prólogo: Sonhos podem ser reais.

[ ••• ]

Tudo começou na China, na cidade Qingqing. Havia uma notícia de um bebê que nasceu com um dom especial e anormal. Desde então, essas individualidades foram descobertas em várias crianças no mundo todo e o tempo passou sem a causa descoberta. O planeta se tornou uma sociedade super humana e cerca de 80% da população agora tinha algum talento especial. As pessoas se aproveitaram da situação para usar os seus superpoderes para o mau e, por conta disso, surgiram aqueles que os enfrentam até os dias atuais. Assim, um trabalho que a maioria da humanidade sonhava se tornara realidade. Mas, que profissão seria essa?

── "Haha". Está tudo bem agora e sabem o porquê? Por que eu estou aqui! ── Essa era a frase que o maior super herói do mundo todo, All Might, dizia quando estávamos em situação de perigo. O seu semblante e a sua fala nos deixavam confortáveis e seguros.

Era uma segunda feira de noite, eu estava na sala sentada no sofá apertando os botões do controle da televisão para tentar achar alguma coisa que me distrair como algum anime ou desenho. Um frio enorme estava tomando conta do local e, por isso, estava encolhida com um moletom amarelo e uma calça cinza. Meias brancas nos pés e um pente rosa na cabeça. A televisão era uma samsung de vinte e três polegadas e o controle simples como qualquer outro. 

── Ah! ── Gritei me levantando rapidamente do sofá, que era verde, e jogando o controle nele. ── Mas, que tédio! Não têm nada de interessante passando nessa droga. ── Reclamei me jogando no chão e apoiando a cabeça na mesa branca que estava na minha frente. Após isso, virei o rosto, olhando para o teto fixamente, esperando alguma coisa acontecer. ── Cri, cri. ── Terminei de falar abraçando o meu pescoço e fechando os olhos em seguida.

Depois de alguns minutos sem fazer nada, de repente, senti um vento gelado batendo na minha pele e fazendo um barulho horrível estranho ecoar pela sala. Em seguida, um terremoto aconteceu, rachando as paredes e derrubando a televisão à minha frente. Pó estava caindo do teto, o lustre da cozinha se quebrou, partindo em pedaços e alguns copos sendo lançados no chão. O som do estrondo foi tão alto que quase ensurdeceu meus ouvidos.

── Meu Deus! O que acabou de acontecer? ── Perguntei para mim mesma arrepiada e assustada com a situação. Me levantei no mesmo segundo, respirando profundamente e olhando para todos os cantos da casa. ── Mamãe?! ── Gritei por ela, pois estava com muito medo na hora. Quando olhei direito ao redor, o chão e o teto estava todo rachado e partido. Corri em direção a cozinha para ver se minha mãe estava lá. Ao chegar no local, vi os copos quebrados e o lustre partido no chão. Olhei os armários e estavam soltos. Ignorei isso e corri para uma porta que havia no canto esquerdo da cozinha que dava acesso a uma sacada do nosso apartamento. Ao chegar lá, gritei:

── Mãe, você tá aqui?!

Assustada, olhei ao redor. Não estava enxergando nada por conta da fumaça enorme que estava rodeando o local. De longe, enxerguei uma sombra humana na sacada abaixo gemendo de dor. Quando consegui ver quem era, arregalei os olhos e senti as batidas do meu coração. Todo o som do vento parecia ter silenciado e tudo ao meu redor parecia desaparecer da minha visão. Entrei em choque e meu corpo se paralisou no mesmo instante, ficando pálido e trêmulo. Lágrimas começaram a cair dos meus olhos. Olhei para ela e perguntei quase sem voz:

── Por que isso está acontecendo?

Trinta minutos antes disso acontecer, minha mãe, Saori Mayoi, estava comprando alimentos para o jantar. Era umas oito da noite quando uma explosão aconteceu do outro lado da cidade. Várias pessoas sairam correndo em direções opostas.

── Ei, você! ── Acenou um policial que estava por perto enquanto corria na direção da minha mãe. Ele estava ofegante e parecia preocupado. ── Warm Eletricity! ── Era o nome de heroína da Saori. Rapidamente, ela olhou para o homem e respondeu:

── Diga. Qual é a situação?

── Tem um vilão logo à frente. Parece que sua individualidade é criar barras de ferro e lança-las à vontade. Estamos tirando os civis do local. ── Ele olhou para ela e concluiu. ── Você está sem seu traje de herói. Consegue dar conta dele dessa forma?

── Não se preocupe. Deixe comigo! ── O respondeu com um sorriso no rosto. No mesmo instante, ela correu para o centro da destruição onde tinha uma fumaça enorme e continuou sem nenhum problema, mas, mesmo assim, Saori estava alerta.

Rapidamente, Warm Eletricity olhou para o lado e um pedaço de metal enorme voou contra ela se partindo ao meio e dispersando a fumaça toda. Parte do chão voou para longe e uma pressão de vento gigantesca aconteceu fazendo com que mais partes do solo se partissem para cima com um brilho quase a cegando. No mesmo instante, Saori usou sua individualidade para ir para longe e não ser atingida mas, por não ver o que estava atrás dela, acabou batendo em uma rocha e suas costas foram rasgadas pelo impacto.

── Sabia que viria um herói para me atrapalhar. ── Diz o vilão rindo num tom sombrio. Ele apontou para Saori com uma expressão raivosa e disse. ── Você veio aqui apenas para morrer, sua vadia.

Saori tenta se movimentar, mas, por conta da ferida enorme nas suas costas, ela acaba travando e vomitando sangue ali mesmo.

O impacto foi forte o suficiente para quebrar parte das costelas dela. Warm Eletricity olhou para o chão com um sorriso desapontado por lembrar que sua filha estava na cidade e disse:

── Que saco. ── Ela se reergueu tremendo de dor e prosseguiu. ── Por que está devastando esta área? E qual é o motivo da sua risada? Achou algo engraçado, seu idiota?

Ele não diz nada, apenas se enfurece mais e grita, criando e jogando várias vigas de metais na direção da Saori. Ela desvia com todas as suas forças, tropeçando e rolando até se levantar rapidamente.

── Saia do meu caminho! ── Grita o homem fazendo milhares de pedaços de ferro saírem rápido de baixo do chão e sendo lançados na direção da Warm.

Saori, rapidamente, cria uma onda enorme de raios que faz com seus ossos endurecerem ao ponto do corpo dela gerar uma enorme eletricidade a lançando para o céu numa velocidade incrível. Todas as vigas de metal aumentam de tamanho ao ponto de serem comparados à um prédio. Eles são lançados na velocidade do som na direção da Warm, causando chamas e uma pressão de vento que destrói parte do chão. Saori estava parada e quase sem consciência devido ao estrago que a rocha fez nas suas costas.

── Pare de insistir, sua desgraçada! ── Gritou o vilão quase perdendo a voz e e fechando os punhos fazendo com que as vigas de metal voam mais rápido na direção dela. Partes das suas veias acabam estourando e ele aperta o punho com toda sua força causando uma pressão de ar rachando o solo abaixo dele.

Os pedaços de ferro já estavam ah dois centímetros perto dela. Rapidamente, Saori bateu as palmas com tudo fazendo um barulho enorme um circulo de eletricidade partindo os metais em milhares de pedaços. No mesmo instante, seus olhos começam a jorrar sangue.

── Droga, se eu não parar ele agora a cidade toda será destruída. ── Pensou Saori preocupada com a situação. Em seguida, ela usou a eletricidade para voar na velocidade do som na direção dele e, ao mesmo tempo, o vilão lançou uma barra de metal com cinquenta metros na direção dela. O impacto esmagaria ela por completo.

O pedaço de metal e Wamp Eletricity se encontram enquanto ela tentava voar até o inimigo.

── Ah! ── Gritou Saori enquanto vomitava sangue. Um brilho enorme houve nesse instante e a velocidade dela fez com que ela passasse por dentro do metal e fosse jogada na frente do vilão. Quando pousou no chão, o pedaço de ferro já tinha explodido de dentro para fora. ── Entregue-se. ── Disse ela com uma expressão séria e raivosa agachada e com os pés queimando devido à velocidade percorrida no espaço.

Quando Warm se levantou, um pedaço de ferro estava à um centímetro de alcançar seu olho esquerdo e, quando se deu conta. Vinte e sete vigas de metal do mesmo tamanho da que ela tinha destruído agora ah pouco se formaram indo em direção a ela.

── Como isso pode aco── Antes de terminar a frase, todos os pedaços de metais a acertaram, explodindo o chão e tudo que havia em volta. Uma pressão de vento enorme foi mandada para todos os lados destruindo vários prédios e casas e Saori foi lançada para o outro lado da cidade, acertando um prédio e o destruído por completo. Para que não caísse e morresse com o impacto, Saori se segurou na sacada com a mão esquerda. Ao olhar para cima, me viu chorando e assustada.

── Por que isso está acontecendo? ── Disse eu enquanto a olhava com medo.

Eu me senti na necessidade de fazer algo, até porque era a minha mãe que estava em apuros. Tentei esticar a minha mão para pegá-la, mas ela estava longe demais. Mesmo tendo cinco anos, eu não sabia que não conseguiria. Então, eu implorei já soluçando e chorando.

── Por favor, mamãe. Segura a minha mão. ── Estiquei ao máximo que conseguia. Não sei ao certo o que minha mãe estava pensando naquele momento, mas, ao invés de esticar seu braço, ela olhou para mim com uma expressão triste, mas, ao mesmo tempo, estava sorrindo. Então, ela disse algo que eu não consegui escutar, pois o choque da situação criou um silêncio enorme na minha cabeça. Após isso, a parte onde ela estava desmoronou e ela caiu junto dos destroços. ── Mamãe! ── Gritei correndo em direção a porta com todas as minhas forças. Por não ver o que estava em volta, pisei em vários cacos de vidro. Não estava sentindo dor alguma por conta da minha mente centrada em querer salvar a minha mãe.

Ao chegar na porta, notei que estava trancada. Eu gritei tentando abrí-la, mas não conseguia ouvir nada, nem mesmo o som da minha voz. Onde ela tinha colocado a chave? Por que teve que trancar o apartamento naquele dia? Fui correndo no quarto dela e revirei tudo o que consegui. Mesa, cama, cadeira. Eu não podia ficar ali. Eu tinha que salvar a minha mãe. Eu implorava para poder achar a chave. Quando olhei para o quadro que estava na parede, vi algo prateado e brilhante pendurado ao lado. Meus olhos estavam vermelhos e quase não os sentia. Levantei e fui correndo pegar a chave e voltei para a porta traçada.

Ao abrí-la, corri para a escada. Descendo degrau por degrau. Eu estava desesperada para poder ajudar a minha mãe. Pegadas de sangue eram deixadas para trás quando eu pisava no chão. Eu corri e corri até que cheguei no térreo. Por mais que eu entenda que todas as pessoas saíram do local, porquê ninguém estava por perto para ajudá-la? Sai para fora do prédio procurando a minha mãe e, ao encontrá-la, uma pressão forte me puxou para o chão. Minhas forças já tinham se esgotado por completo. Eu olhei para frente e minha mãe estava deitada para o lado oposto. Tudo o que enxerguei foi suas costas rasgadas. Eu me arrastei até ela e tentei chamá-la, mas, mesmo não ouvindo nada, a minha voz não saía. Segurei a blusa dela e a puxei para o meu lado, virando seu corpo. Ela estava sorrindo e, ao mesmo tempo, chorando com os olhos fechados. Seu rosto claro e cabelos brancos estavam sujos e cheios de sangue. Sua boca era rosa e ela possuía um corte pequeno que ganhou quando era criança no pescoço. Espera. Ela não estava se movendo. Aos poucos, voltei a ouvir o som ao meus redor.

── Mamãe. ── Disse quase sem voz e soluçando. ── Por favor, não me deixe. ── Abracei ela com todas as minhas forças e gritei para que ela acordasse. Eu não queria perder a minha mãe. A pessoa que me criou, que foi amorosa comigo e me fez quem eu era.

Lembrei de quando estava brincando com ela no parque, ou de quando estávamos assistindo um filme. Todos os momentos felizes que tivemos passaram na minha cabeça como se fossem flashes. Então, eu disse algo do fundo do meu coração para ver se ela acordava:

── Eu te amo, mamãe. Eu te amo, mamãe.

Não sei quantas vezes falei essas palavras, mas sei que eu não queria perder a minha mamãe. Eu não queria ficar sozinha.LP

── Fica comigo. Não me deixe, por favor. Eu imploro, Deus! ── Falei enquanto gritava pedindo ajuda. Até que uma sombra humana surgiu na minha frente. "Por favor!" Dizia eu até acabar desmaiando ali mesmo. Naquela hora, já tinha ganhado o maior trauma da minha vida inteira. "Sonhos podem ser reais", eles dizem. O meu sonho era poder ficar com a minha mãe para sempre.




Continua.     


Prévia do próximo capítulo:

No próximo capítulo, a realidade será jogada em cima da Ankoku como se fosse uma pedra. "Por que eu não consigo falar. Por favor, alguém me ajude." Não perca, na próxima quinta-feira, "Capítulo Dois - Eu só queria estar com a minha mãe."


Notas Finais


Caso estejam se perguntando o motivo da Ankoku conseguir descer as escadas correndo e não sentir a dor dos cortes no pé mesmo tendo quatro anos, eu responderei. Quando uma pessoa está com adrenalina dentro de seu corpo, ela é capaz de fazer coisas que, normalmente, não conseguiria na hora. Por exemplo, imagine que uma pessoa que possui uma doença cardíaca no coração está com uma adrenalina enorme em seu corpo e ele resolve correr cinco quilômetros. Normalmente, ele não conseguiria, mas, nessas circunstâncias, ele correria sem nenhuma dificuldade, mas, após isso, desmaiaria de cansaço ou teria um ataque do coração ali mesmo. No final, a Ankoku acabou desmaiando, pois a adrenalina dela tinha se esgotado. Então, não teve nenhum erro de coerência.


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