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História My word - Capítulo 56


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Notas do Autor


Sofrir ameaças para caralho... Mas vamos lá.

Capítulo 56 - Meu eterno amor


Nacional City


Pov-kara

Continuação


— Eu sinto muito, a Rubby não resistiu. — Meredith Fala, com seus olhos cheios de lágrimas.


Sabe o que é se sentir perdida sem saber o que fazer ? É assim que estou depois do comunicado da dr Grey, nosso chão sumiu sobre nossos pés, Sam gritava e se debatia no chão, Lena e Maggie tentavam aparara, já Diana ela ficou estática, eu e Alex abraçamos ela, cada uma de um lado. Dez minutos depois um enfermeiro entrou na sala e disse que as mães podiam se despedir de Rubby. 

Depois que as duas saíram a sala ficou em total silêncio, Lena me abraçou forte e chorou muito contra meu peito, olho para frente e vejo Maggie do mesmo jeito contra o peito de Alex. 

Formos liberadas para entrar no quarto de Theo, assim que passamos pela porta nosso filho sorriu, nós duas não tivemos outra reação ,a não ser chorar muito,agarradas com ele. 

— Tá tudo bem mãe, eu estou bem, só um pouco de dor, não chorem, já passou. — Theo fala calmo, o soluço de Lena preencheu o quarto.  

— E-eu te amo tanto Theo, não sei o que faria sem você. — Lena fala entre soluços. 

— Eu também te amo mãe, não chora foi só um susto. E meus primos como estão ? — Ele pergunta, eu e Lena nós entreolhamos sem saber o que falar. 

— Depois conversarmos T, apenas descanse. — Falo beijando seus cabelos. 

— Falem logo mães, o que vocês estão me escondendo, como eles estão ?

— Theo calma eu vou te falar, mas você se lembra de alguma coisa . — Pergunto.

— A gente saiu mais cedo, porque o Thomas pediu a Rubby em namoro. —  O choro de Lena aumenta, e nosso filho olha pra ela sem entender. — Continuando eles dois estavam exalando felicidade, então decidimos sair cedo para lancharmos juntos, depois voltaríamos para casa, mas em um certo momento o Thomas disse que o acelerador estava com problemas e logo depois o freio, depois disso só me lembro de uma luz forte, o grito de Rubby, da  forte pancada,e de capotar várias vezes ,depois disso não lembro mais de nada,acordei na sala de cirurgia com uma Dr falando que tinha acabado minha cirurgia do ombro. — Theo termina de falar, e eu limpo minhas lágrimas com as costas das minhas mãos.  

— Theo o que eu vou te falar vai ser muito doloroso, mas quero que você saiba que estaremos com você. — Aperto sua mão e conto tudo pra ele. 


(...)


Contar sobre a morte de Rubby para o Theo foi uma das coisas mais difícies da minha vida, meu filho não acreditou, ele entrou em negação,gritou, xingou, até que se deixou levar pelo sentimento e se desmanchou em lágrimas, teve que ser medicado para se acalmar, Lena está no quarto com ele, eu  preciso  respirar, entro na sala reservada para nós e me sento no chão, com a cabeça entre as pernas e me permitir desabar, sinto uma mão no meu ombro, levanto a cabeça e vejo Alex com os olhos vermelhos, nós duas nos abraçamos e não sei por quanto tempo ficamos assim. 

— Parece um pesadelo Kara... — Alex fala.

— Eu sei Alex, não dá para acreditar, que nunca mais vamos ver o sorriso de Rubby. 

—  Você lembra do nascimento dela ?  Foi logo depois do de Theo, ela era tão pequena, assim que peguei nela ela sorriu, fui a primeira pessoa pra quem ela sorriu. — Alex diz com um sorriso triste. 

— Você contou para Thomas ? — Pergunto.

— Sim... Foi destruidor Kara, ele havia pedido ela em namoro essa noite, não sei como vamos superar isso. — Alex fala com as mãos no rosto.

— O Theo me contou sobre o acidente...

— O Nathan também. — Alex interrompe minha fala e nos duas nos entreolhamos.

— O acidente foi criminoso. — Falamos juntas. 

— O QUE ? — Nós duas olhamos assutadas para entrada da porta onde Diana estava parada. 

— C-Calms D....

— CALMA UM CARALHO ALEX, COMO ASSIM O ACIDENTE FOI CRIMINOSO,  ME RESPONDE PORRA.  

Falo para Diana tudo o que Theo me contou, e assim que termino, a morena surta. 

— EU VOU DESCOBRIR QUEM FEZ ISSO E VOU MATAR ESSE FILHO DA PUTA COM MINHAS MÃOS. — Diana grita e saí do hospital, deixando eu e Alex sem reação. 


(...)


Dois dias se passaram desde o acidente, os três garotos receberam alta ontem de tarde, hoje às dez horas será o enterro da Rubby, a perícia confirmou que o acelerador e os freios do carro de Thomas foram sabotados, isso quer dizer que não foi somente um acidente, alguém causou a morte de Rubby, a família toda está na nossa casa, inclusive Sam, que está trancado dentro do quarto desde que sairmos do hospital. Não sabemos como ajudar, estamos de mãos atadas.

São exatamente 6:47 Am, e todos da casa estão acordados, entro na cozinha e todos estavam sentados na mesa, menos Sam, Diana, e Thomas que não fala com ninguém desde do acidente, e as Crianças, que ainda dormiam. 

— Vocês precisam achar a Diana . — Eliza fala. 

— Pensei que ela estava aqui. — Falo passando as mãos no meu rosto. 

— Ela saiu ontem e não voltou. — Carol fala. 

— Ela deveria está ao lado da sua esposa. — Winn fala, e eu olho pra ele indignada. 

— Não a julgue porra, você não perdeu uma filha de dezessete anos. — Falo irritada assustando o homem. 

— Vamos manter a calma, Kara, Alex, Nath e Winn, vão atrás de Diana, o resto de nós vamos organizar tudo para o enterro de Rubby. — Eliza fala triste, eu e as mulheres concordarmos pegamos a chave do carro e saímos, nos separamos por dupla, eu e Nath, e Alex E Winn, quem achar primeiro liga para avisar. 

Alex e Winn seguiram para os bares que constumavamos ir, e eu e Nath seguimos para o lugar mais obivio a casa dos Arias-Prince. Formos direto para o quarto de Rubby, e como eu esperava Diana estava lá sentada de costas para a porta de entrada, o quarto cheirava a álcool, havia várias garrafas espalhadas pelo chão, pedi para Nath avisar a Alex e Winn que achamos ela, enquanto eu caminhava até Diana. 

— Di ? — Chamo ela cautelosamente.

— V-vai embora Kara. 

— Diana, sei que está difícil...

— VOCÊ NÃO SABE DE NADA PORRA. — Ela me interrompe e vira bruscamente ficando frente a frente comigo.  — NÃO AJA COMO SE VOCE SOUBESSE O QUE ESTOU SENTINDO. — Diana segura minha jaqueta e me joga com força contra a parede do quarto, Nath abre a porta no exato momento, faço sinal para ela não interferir. 

— Você está certa, eu realmente não deixa mas eu sinto sua dor Diana, eu sin... — Antes de terminar de falar Diana me acerta um soco um pouco desengonçada, por conta da bebida, o golpe me fez andar dois passos para trás.

 — Isso te fez se sentir melhor ? — A morena parte pra cima de mim e bate várias vezes contra o meu peito, depois de algum tempo seguro suas mãos e olho diretamente para seus olhos. — Sei que está doendo, essa dor sempre vai existir, nada vai superar essa perda em você, e a falta que Rubby vai fazer , mas você não pode se fechar para o mundo caralho, sua mulher precisa de você, seu filho precisa de você, eles estão sozinhos, perdidos, despedaçados, você precisa ser forte por eles Diana. 

A mulher deixa seu corpo cair de joelhos e começa a chorar compulsivamente, abraço ela, e logo depois sinto as mãos de Alex, Nath e Wiin dividirem aquele abraço.  Eu e Alex ajudamos Diana a tomar banho enquanto Nath separava a roupa e Wiin ia buscar um café forte . 

Meia hora depois já estávamos na frente da minha casa, Diana olha pra cima e depois olha para nós quatro.

— Vocês não estão sozinhas, saiba disso, agora vai lá mostrar para sua esposa e seu filho que eles também não estão. — Alex fala.   E assim entramos na casa.

O enterro de Rubby foi doloroso, as crianças pareciam não entender, Sam não parou de chorar, nossa família estava destruinda, não conseguimos entender o motivo dessa perda , estávamos em negação.  E quando o coveiro jogou a última pá de Terra, foi a hora de mostramos a família Arias-Prince o significado de família. 


(...)


Meu amor eu conseguir te vingar, mas eu quero mais,eles tem que saber quem causou essa dor, e por qual motivo eles estão sofrendo, vão sentir dez vezes mais do que eu sentir quando te pedir.  Meu eterno amor Lex Luthor. 


Notas Finais


Capítulo não revisado desculpem os erros


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