História My world - Capítulo 3


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olááááá, aqui estou eu de novo! Espero que estejam curtindo, minhas leitoras <3
Pretendo postar toda terça e quinta mais ou menos nesse horário, então já sabem hahahahah
Uma boa leitura e um ótimo capítulo pra vcs, vejo todas nas notas finais!!

Capítulo 3 - Blank space


Fanfic / Fanfiction My world - Capítulo 3 - Blank space

Capítulo 3

21 de setembro de 2014, 21:45

E eu não sabia que estava faminta até que provei você

Você me chamou no Facebook naquele dia mesmo depois da festa. Eu cheguei em casa, tirei a roupa e a maquiagem e me deitei para mexer no celular. Tinha aquela solicitação de amizade. Eu aceitei, óbvio. Nós conversamos de madrugada e você tinha certeza que eu queria ficar contigo. Queria entender o porquê de tanta certeza, então te perguntei e você respondeu:

“1- As encaradas enquanto dançava; 2- A indireta enquanto tomava água; 3- O jeito que se comportava enquanto estava perto de ti.”

“Como assim? Que jeito?”

“Uma perna roçando na outra, a mão passando pelo cabelo, o sorrisinho de lado, tudo contribuía pra me seduzir. E você conseguiu me deixar louco.”

Cara, eu juro que nem percebi que fazia tudo isso. Claro que não disse isso pra você, te fiz pensar que realmente sabia o que estava fazendo. Eu nunca tinha agido dessa maneira antes. Geralmente são os garotos que me seduzem e não o contrário. E eu pensei que era eu que estava sendo seduzida ali.

Nem precisamos de muito tempo conversando para combinarmos de nos vermos no dia seguinte. Mas o nosso acordo é de que isso não iria passar de uma amizade colorida, nenhum de nós queria se apaixonar ou ter algo sério naquele momento. Pelo menos era o que eu pensava naquele dia em que deixei isso bem claro pra você.

“Então, ei, vamos ser amigos

Estou louca para ver como isso vai acabar”

O dia seguinte finalmente chegou e eu, como ainda tinha 17 anos naquela época, perguntei para os meus pais se não tinha problema um amigo meu vir aqui em casa. Nós não entraríamos em casa e ficaríamos apenas na sala de cinema que existia no condomínio onde morávamos. Eles deixaram e quando a tarde chegou, eu me arrumei para receber você aqui. Coloquei uma legging preta bem justa e uma blusa mais soltinha. Nós combinamos de nos encontrarmos em uma locadora que existia perto da minha casa. Já que iríamos à sala de cinema, pelo menos iríamos “fingir” que assistíamos a um filme.

Fui caminhando da minha casa até lá e você foi caminhando da sua. Quando nos encontramos, aquela atração inexplicável surgiu novamente. Fiquei com vontade de te agarrar ali mesmo, mas me controlei. Acho que você sentiu o mesmo. Mas apenas nos cumprimentamos como amigos.

“Te vi ali, e eu pensei

Ai meu Deus, olhe esse rosto!

Você parece o meu próximo erro

O amor é um jogo, quer brincar?”

Demoramos em escolher um filme porque eu queria um de terror – com o objetivo de pular no seu colo quando levasse um susto – e você queria um de comédia besteirol. Acabamos fazendo do seu jeito porque você deu a ideia de assistir American pie e eu até gosto. Além disso, ninguém precisa prestar atenção em American pie. E acho que eu não prestaria atenção em nenhum filme que escolhêssemos.

Chegamos ao meu condomínio e percebemos que a sala de cinema não estava aberta ainda, então te levei até o meu apartamento para conhecer os meus pais, mas principalmente o meu quarto. Subimos e apenas o meu pai estava em casa, você o cumprimentou casualmente e fomos para o quarto. Ficamos de porta aberta, mas você não se importou nem um pouco de me puxar para o seu colo quando sentou na cadeira da minha escrivaninha. Fiquei no seu colo enquanto deixava você mexer no meu notebook. Simplesmente gostava da sensação do seu corpo no meu. Nem tínhamos nos beijado ainda, mas eu já sentia um calor subindo pelo meu corpo.

Depois de conhecer o meu quarto, as minhas coisas e um pouco mais de mim mesma, você resolveu que iríamos para a sala de cinema. E fomos. Mas antes passamos na sala de jogos, que era do lado. Você queria conhecer o lugar, provavelmente explorar para saber onde faríamos sexo mais tarde. Mostrei-te a mesa de sinuca e de futebol de mesa. A cabeça já estava em outro lugar, pensando em indecências, nem conseguia conversar direito com você.

“Pois somos jovens e imprudentes

Vamos levar isso longe demais

Vai te deixar sem fôlego

Ou com uma cicatriz horrível”

Então chegamos finalmente à esperada sala de cinema. Coloquei o filme e me sentei ao seu lado. Não imaginava o que fazer ou que atitude tomar para que começássemos a ficar. Apenas fiquei realmente assistindo o filme por um tempo, enquanto compartilhávamos a pipoca e o refrigerante. Então teve uma hora que te pedi para me alcançar o refrigerante que estava ao seu lado. E aí você respondeu:

- Por que não vem aqui e pega? – o que eu considerei um convite pra me levantar. Como uma desculpa para chegar até mais perto de você. E realmente era isso, porque você me agarrou pela cintura e me fez sentar no seu colo, dessa vez de frente para você. Olhei naqueles olhos castanhos, aqueles olhos que me intrigaram desde a primeira vez que os vi. Olhei para aquela boca, aquela na qual eu me perderia de vez. E olhei para seus braços, aqueles braços que saberiam como me agarrar, mas nunca me abraçariam de verdade.

Nos beijamos. E aí tudo explodiu dentro de mim. Foi como um carrossel de emoções. Nem sabia dizer o que sentia, tamanha a falta de ar dentro de mim. Era como se fosse certo, como se fizesse sentido, sabe?

“Então, vai ser para sempre

Ou vai acabar em chamas?

Você pode me dizer quando terminar

Se os momentos bons superaram a dor”

Totalmente entregue a você, nem me importei quando tirou minha blusa mesmo com a porta destrancada. Não achei broxante o fato de você tentar abrir o meu sutiã pelas costas, sendo que abria pela frente. Achei engraçado. Tudo que você fazia era mágico pra mim. Porque você me tocou como eu nunca havia sido tocada antes.

Suas mãos logo alcançaram meus peitos e os apertaram tão forte, mas tão forte que parecia querer judiá-los. Você não se importava se doía, você apenas fazia. E era isso que mais me excitava. Você torcia meus mamilos, os colocava na boca e brincava com eles entre os dentes. No outro dia eu estaria roxa, mas naquele momento não importava mais nada. Eu me sentia desejada. Suas mãos desceram buscando a barra da minha legging e tentando infiltra-la. Sem permissão e sem avisar, você encontrou a minha buceta e começou a me masturbar. Foi delicioso. Um dedo escorregou para dentro, mas você não conseguiu ir muito fundo porque naquela época eu ainda era virgem. Então doeu. Doeu muito. Mas foi uma dor boa, uma dor de prazer.

E nos pegamos, curtimos muito o corpo um do outro. Fomos para as cadeiras de trás para não sermos pegos rapidamente por qualquer um que abrisse a porta. Eu sentei no seu colo, só que de costas dessa vez. Peguei suas mãos e passeei com elas pelo meu corpo para que você sentisse cada centímetro dele, cada curva deliciosa. Comecei a rebolar no seu pau e consegui perceber que ele estava duro embaixo da calça. Eu estava curiosa para vê-lo, tocá-lo, saboreá-lo.

Você percebeu isso e colocou a minha mão por cima da sua calça. Olhou para mim com desejo e eu soube exatamente o que tinha que fazer. Abri o botão e depois desci o zíper da calça. Cheguei ao ápice quando enfiei minha mão sob sua cueca e senti o seu pau. Eu nunca havia sentido um pau na minha mão antes. Era gostoso de pegar e fiquei imaginando como seria colocar na boca, mas não tive coragem de te admitir isso. Tirei o resto da sua cueca e fiquei te masturbando sem ter a mínima ideia se estava fazendo isso direito. Pela sua cara, estava. Mas você queria mais. Muito mais. Então sussurrou no meu ouvido:

- Me paga um boquete, por favor. – mesmo querendo, fiz você implorar muitas vezes antes de te levar para o banheiro ao lado da sala de cinema para te chupar. Coloquei você sentado e me ajoelhei na sua frente. Olhei-te com aquela cara de safada que percebi que te deixava louco e abocanhei o seu pau. Eu juro que nunca tinha feito isso, mas parecia que sabia fazer há muito tempo. Simplesmente deixei o instinto agir. Engoli-o inteiro primeiro e só te ouvi gemendo:

- Ai, meu Deus, Lauren! – ouvir você gemendo meu nome enquanto seu pau fodia a minha boca foi quente demais. Tão bom que eu enlouqueci e chupei com muito mais vontade. Coloquei-o inteiro na boca muitas vezes. Não sei como fazia aquilo, mas apenas fazia. Eu estava muito excitada, molhada já provavelmente. Porém eu estava menstruada e, como aquela seria a minha primeira vez, eu não quis que fosse “desse” jeito e “nesse” lugar. Você já sabia da minha situação e entendeu. Não terminei meu trabalho e acabei te deixando com gostinho de quero mais. Com a intenção de te ver outro dia e terminar. Mal sabia eu que nunca mais faria aquilo de novo.

Voltamos para a sala de cinema e eu tirei o filme que ainda estava rodando enquanto estávamos no banheiro. Depois de agachar para tirar o filme e me levantar, você veio por trás de mim, agarrou a minha bunda com muita força e disse no meu ouvido:

- Gostosa! – meu ventre se retorceu. Foi a primeira vez que senti aquilo. Senti algo dentro de mim que nunca havia sentido antes. Até hoje não sei dizer que sensação era aquela, mas nunca vou me esquecer dessa cena.

"Prazer em te conhecer, onde você esteve?

Eu posso te mostrar coisas incríveis

Magia, loucura, paraíso, pecado"

Voltamos para o meu apartamento para nos despedirmos. Chegamos lá com as nossas faces vermelhas e provavelmente suadas. Meus pais devem ter percebidos, mas nem falaram nada. Você foi embora, mas aquela sensação no meu ventre não passava. Mais tarde iria descobrir que você era o único capaz de causar isso em mim. E o seu nome era Lúcifer. A estrela da manhã, a minha estrela da manhã. Aquele capaz de trazer a luz. Mas também aquele capaz de despertar as trevas dentro de mim.  


Notas Finais


Espero que a minha ordem aleatória de contar os fatos não esteja confundindo vocês, mas se estiver me avisem nos comentários e eu posso começar a contar em ordem cronológica. Me digam o que vcs preferem :3


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