História My World - Capítulo 1


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Categorias Teen Wolf
Personagens Derek Hale, Scott McCall, Stiles Stilinski
Tags Derek, Gay, Sterek, Yaoi
Visualizações 199
Palavras 1.105
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu apaguei esta fic pos motivos de correção, eu tinha ligo ela esses dias e não havia gostado do que li por isso resolvi apaga-la e repostar um pouquinho melhor, espero que gostem^^

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction My World - Capítulo 1 - Capítulo 1

O dia naquela manhã estava parcialmente nublada, apenas uma garoa leve caia sobre a pequena cidade de Beacon Hills, dando aos seus habitantes o gostinho do frio intenso.  Stiles estava contemplando essa pequena garoa da janela de seu quarto, uma xícara com café bem quente jazia em sua mão o aquecendo. De onde ele estava dava para ver toda a extensão da rua onde morava, mas um ponto específico, mais que a chuva, o chamava atenção, seu vizinho Derek Hale. Ele suspirou entediado, fechou as cortinas e depois de deixar a xícara já vazia em sua mesinha de cabeceira resolveu que seria bom andar, mesmo que estivesse garoando.


O vento estava mais frio do que Stiles pensava e praguejou por não ter colocado mais um casaco, apertou os passos querendo chegar a algum lugar que o pudesse aquecer. Avistou um "café bar" de esquina e não perdeu tempo ao chegar lá. Pediu chá e biscoitos e preferiu se sentar nos fundos, seu pedido tão logo chegou. Pode-se ouvir o sininho da porta do bar tocar e por ela passou cinco pessoas, Stiles viu que uma delas era o seu vizinho, Derek. Ficou curioso, pois os cinco seguiram um corredor  onde supostamente seria os fundos do estabelecimento, ou até mesmo, a casa do dono, mas antes de Derek sumir pela porta o mesmo olhou inexpressivo para si, causando uma leve palpitação no menino que logo desviou o olhar.

Se sentindo desnorteado pela tão recendo troca de olhares, resolveu que seria melhor ir para casa, se enfiar debaixo das cobertas e nunca mais sair de lá. Pagou a conta e saiu ás pressas, não sabia o porquê de sentir tal coisa, nem o conhecia e o mesmo já lhe causava isso, esfregou as mãos umas nas outras a fim de esquenta-las, parecia que o tempo havia ficado mais frio. Não demorou muito para que chegasse em casa, seu pai estava na cozinha preparando o jantar, coisa muito rara de acontecer, apenas deu um oi e subiu para seu quarto e fez o que tinha planejado que iria fazer assim que chegasse em sua casa. Já deitado não conseguiu tirar a imagem da figura do homem o olhando, seus olhos eram de um verde tão penetrante que mesmo depois de um tempo ainda o causava essa sensação estranha, nunca havia sentido coisa igual. Percebeu que estava suando frio, calafrios percorreu por todo o seu corpo fazendo-o se remexer inquieto e tudo em sua volta parecer girar.

" Era um campo totalmente tingindo por flores azuis que se mesclavam com o verde de seus caules, era a vista mais linda que qualquer ser humano poderia ver. Uma mulher vinha em sua direção sorridente, mas seu rosto estava em desfalque, não conseguia o ver.

- Meu pequenino. - O chamou com uma voz doce e estendeu os braços para então a criança que estava apreciando a visão se jogar em seus braços.

- Mamá, Mamá! Porque essas flores são tão geladas? - O garotinho que aparentava ter 4 anos perguntou saindo dos braços da mulher e se voltando novamente para as flores.

- Porque elas são as únicas flores que se mistura com o nosso tempo. - Respondeu calmamente, como se aquele fato fosse um mantra. A criança pareceu se interessar mais.

- Eu não entendi Mamá.

- Essas flores meu querido, só nascem no inverno, elas são tão acostumadas ao clima frio que se tornou parte dele, por isso ela é gelada, porque ela foi abençoada pelo inverno. - A criança parecia não entender e a mulher riu da inocência de seu pequeno. - Deixe isso para lá, mais pra frente você saberá mais e mais."

Mais e mais ...

Mais e mais...

Mais e mais....

- Mais e mais... mais e mais... mais e... - STILLES! - despertou assustado tentando normalizar a respiração. Olhou para seu pai que o olhava preocupado e sentiu lágrimas escorrerem por sua face. Seu pai meio confuso o abraçou acariciando seus acastanhados cabelos rebeldes repetindo "está tudo bem" como se isso fosse realmente acalma-lo.
Depois de alguns minutos Stiles conseguiu se acalmar e olhou para seu pai confuso.

- O que aconteceu? Porque me acordou gritando?

- Eu vim aqui ver se estava bem, daí te vi falando umas coisas estranhas, parecia que estava tendo um pesadelo então resolvi te acordar, desculpa meu filho. - Pediu suspirando profundamente.

- Tudo bem pai, eu literalmente faria o mesmo. - Forçou um sorriso afim de não preocupar o pai mais do que estava preocupando. Desde que sua mãe morreu, há cerca de três meses atrás seu pai andava muito mais protetor do que antes. Stiles entendia o lado do pai mais não queria que o mesmo parasse sua vida em prol de si, ele era o xerife, tinha que focar nisso.

- Tudo bem mesmo? Não quer me contar nada? - Insistiu. John percebeu que depois da morte de sua esposa, Stiles se tornou mais fechado, menos risonho e muito menos falante. Fora uma perda lastimável e irreparável, mas não queria perder seu filho também, como pessoa.

- Estou sim pai, não foi um pesadelo, eu nem lembro sobre o que foi. – Mentiu.

- Tudo bem, mais qualquer coisa me chama.

- okay okay. - John beijou a testa do filho antes de sair de seu quarto. Stiles suspirou pesaroso, não gostava de mentir para o pai, mas pensava que assim era melhor, para os dois.

Viu que já era de noite, olhou para sua mesinha e viu que seu pai tinha deixado um lanche ali, logo sua barriga roncou e tratou de comer.
Terminou o seu lanche e decidiu que seria uma boa tomar banho para relaxar os músculos. Se despiu no quarto mesmo, pegou uma toalha e entrou no banheiro. A água estava quente do jeito que gostava, fechou os olhos afim de intensificar a sensação gostosa da água caindo em seu corpo, uma péssima ideia. Olhos verdes penetrantes assumiram o controle de sua mente, fazendo aquela sensação nostálgica e ao mesmo tempo estranha apoderar-se de seu corpo, pôs a mão no peito ao sentir uma dor pontiaguda, como se agulhas estivessem sendo cravadas em seu coração. Sua respiração estava entrecortada e sentiu algo escorrer de seu nariz, passou a mão e viu que era sangue.

- A não! - exclamou saindo do chuveiro. Olhou para si através do espelho e não só de suas narinas que o sangue escorria, mas de seus ouvidos também, se espantou com a visão e um grito seco escapou de sua boca, não demorou muito para que seu pai estivesse em sua porta totalmente desesperado.

- STILLES!!

 


Notas Finais


Então é isso, em breve postarei o proxímo capitulo^^


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