História My Youth Is Yours - Capítulo 3


Escrita por: e TigerxFox


Capítulo 3 - Trem


Fanfic / Fanfiction My Youth Is Yours - Capítulo 3 - Trem

Ao se despedir dos garotos, Sanji saiu do dojo e viu uma árvore bem verde plantada no meio do corredor vazio olhando para os lados como se não soubesse onde estava. Surgiu em sua mente que ele estava perdido, mas como alguém poderia se perder na escola em que devia estudar há anos? Não era suposto que Sanji se perdesse ao invés dele? Chegando mais próximo, ele se atreveu a dar um chute bem de leve na batata da perna para chamar sua atenção.

— Está perdido? — Ele sorriu largo, como se ver o outro perdido, se é que ele realmente estava perdido, fosse a maior vitória daquele dia. Apesar de que Zoro poderia estar esperando uma garota... Uma namorada, talvez? Porém, o pensamento sumiu totalmente de sua mente ao olhar por um segundo para ele. Até parece. Aquilo tendo uma namorada? Poderia cair na gargalhada só de pensar. — A saída é para lá. — Ele apontou e começou a andar na direção indicada, não esperava que seria seguido ou algo do tipo, mas se ele não tinha um gps interno funcional, dar uma ajudinha não era um problema.

Sanji caminhava na frente e Zoro apenas ficara parado observando. Nem teve tempo de negar que estava perdido, o loiro apenas passou por ele e continuou o caminho. Bom, pelo menos assim ele não veria suas bochechas com certeza não vermelhas. Zoro continuou mais alguns segundos praguejando consigo mesmo aquele cara irritante, até que decidiu ir atrás dele antes que o perdesse de vista. Seria problemático se demorasse mais ainda para voltar para casa. Não que estivesse perdido, claro. Logo alcançou o loiro e ambos andavam em silêncio um do lado do outro. Zoro extremamente insatisfeito e Sanji com uma expressão ridícula de vitória estampada no rosto. Se bem que essa expressão era maravilhosa comparada à cara estúpida que o loiro fazia cada vez que eles passavam por algum grupo de garotas. Zoro se sentia andando com sua irmã, só que mil vezes pior.

Ironicamente, Sanji não estava achando o clima estranho. Andar ao lado de um garoto com o qual até então só brigara não estava sendo esquisito e sua teoria de que ele realmente estava perdido se confirmou, então agia de forma radiante em comemoração. Aquilo se mantinha até avistar garotas lindas e perfeitas que se tornavam suas esposas números já nem sabia qual. Diferente do que sentia com a alga, com as garotas ele queria parar e passar horas e horas conversando, até levá-las para casa de mãos dadas. Já ouvia os sinos da igreja de seu casamento. E estava tudo belo e perfeito, até uma voz horrorosa interromper seus devaneios.

— Eu deveria mudar de calçada para não ser visto com um pervertido como você. — Zoro falou, estalando a língua em seguida, irritado com os comentários completamente desnecessários que Sanji estava fazendo para alguma garota aleatória, claramente a incomodando.

— Em momento algum eu te chamei para andar comigo, sua alga com pernas. — Imediatamente o loiro deixou de dar atenção para a bela dama e voltou sua atenção para seu arqui-inimigo. Deu uma cotovelada em seu braço que julgou estar muito próximo do seu, invadindo seu espaço pessoal, mesmo que Zoro estivesse a bons centímetros de distância.

Zoro ficou emburrado por ser a mais pura verdade. Ele apenas havia seguido Sanji até ali, acreditando que era o caminho correto. Ao menos o loiro teve que parar de flertar para retrucá-lo, se é que poderia chamar aquilo de flertar. Até que era bom recuperar a atenção de Sanji, mesmo se aquilo significasse uma cotovelada de graça em seu braço. Não esperava que aquele graveto que o outro tinha como braço pudesse machucar tanto, e prontamente fez questão de revidar, ocasionando em uma sessão infinita de cotoveladas até chegarem na estação com os braços doloridos e se arrependerem amargamente por terem cinco anos de idade. O braço de Sanji doía de tantas cotoveladas que havia recebido, talvez não fora a melhor de suas ideias iniciar aquela briga, mas ao menos suas mãos estavam intactas, sem nenhum arranhão.

Para completar, descobriram que ao invés de finalmente se ver livres um do outro pegariam o mesmo trem. Ótimo. Eles aguardavam na plataforma lotada e Zoro já estava quase cochilando em pé quando o trem finalmente chegou e ele sentiu alguém o puxando em direção ao vagão.

Depois de esperar o metrô, Sanji acabou tomando a pior decisão de toda sua vida e não estava sendo dramático. Que tipo de idiota puxaria aquele brutamontes para dentro de um vagão apertado que mal cabia mais uma pessoa? Ah, claro, só Sanji mesmo. Ao invés de deixá-lo lá dormindo em pé, resolveu arrastá-lo para dentro e o resultado foi que estava sendo praticamente prensado contra as portas quando estas foram fechadas. Sentia-se intimidado, com calor e envergonhado. Seus corpos estavam se tocando, ele podia sentir a respiração de Zoro, seu cheiro e seu único pensamento era que queria fugir dali. Sem pensar, Sanji abaixou o olhar e mordeu os lábios. Seu rosto estava quente como se estivesse febril, mas definitivamente aquilo estava longe de ser febre.  

O rubor nas bochechas de Sanji fez o sangue de Zoro subir em direção ao seu próprio rosto, quase que em sincronia. Definitivamente havia gente demais e espaço de menos ali dentro. O pior era que há um segundo ele estava quase dormindo e agora estava com o torso quase colado no do menor. Zoro gostaria de se sentir mais irritado do que estava com aquela situação, como deveria. Mas era tão injusto, ele parecia tão diferente naquele momento. Instintivamente ele colocou seus braços encostados na porta atrás de Sanji, um de cada lado do corpo do loiro, fazendo uma barreira contra o aperto que estava amassando o loiro. Assim que o fez pensou que talvez não tivesse sido uma ideia tão boa assim, ele estava basicamente prendendo o menor com o seu corpo.

Sanji se sentiu um pouco apreensivo por estar preso entre os braços do maior, e porra ele era só alguns centímetros maior, mas naquela situação parecia que tinha o dobro de seu tamanho. Ele se encolhia instintivamente, sentindo-se estranho e inquieto. Queria fugir dali e principalmente, queria fumar. Um maço inteiro que o deixaria tranquilo sem pensar naquela posição. Ele respirou fundo para manter a calma, senão acabaria desmaiando ali. Precisava descontrair, era um silêncio muito constrangedor e sabia que estava sendo observado com atenção. Por que o silêncio era diferente do anterior? Fora tão normal para eles antes. Odiava aquilo, odiava sua falta de coragem de levantar o olhar e mandá-lo parar de encarar. Estava mordendo tão forte seu lábio que o sangue havia se acumulado e tornado mais vermelho.

Zoro queria olhar para cima, mas seus olhos não conseguiam deixar de encarar aquele rosto. Não havia realmente olhado o rapaz direito o dia todo, e nesta situação conseguia ver cada fio loiro da esquisita sobrancelha que fazia um espiral. Conseguia ver que o seu olho visível tinha um tom de verde muito vivo e que no seu queixo se formavam três míseras penugens loiras que nunca poderiam ser chamadas de barba, talvez em alguns anos. Talvez ele devesse realmente parar de encarar, pois o outro ainda mantinha os olhos em seus pés e parecia acuado.

Aquela insistência em encará-lo fez Sanji chegar à conclusão de que Zoro era o ser mais estúpido da face da terra e que deveria evitá-lo a todo custo. Ele enfiou a mão no bolso da calça, procurando desesperadamente algo para aliviar sua tensão antes que enlouquecesse. Quando voltou com a mão, havia um pirulito que rapidamente ele tirou do plástico e enfiou todo na boca, não que aquilo fosse o suficiente para lhe aliviar, mas daria para o gasto e já sentia-se mais confiante para levantar o olhar e encarar o olhar do outro que não saiu de cima de si por um instante. Os olhos que lhe encararam de volta eram azuis, um azul tão lindo, diferente daquele cabelo horrível. Estranhamente combinava com o imbecil, ao mesmo tempo que chegava a ser injusto aquela cor num pedaço de mato, tão bonito em alguém que era tão... Olhando bem, nem tão feio...

— Marimo... — Sanji disse após ficar observando o cabelo verdinho e bagunçado do rapaz moreno, lembrando até que quando criança tivera um marimo, até Yonji jogá-lo fora em um momento que Reiju disse que seu cabelo era da cor do marimo do Sanji. Não foram bons tempos.

Sanji finalmente havia levantado os olhos para encarar Zoro, que estranhou o fato da boca dele estar ocupada sugando um pirulito que arranjou sabe-se deus de onde em dois segundos. Era um tanto constrangedor. Seus rostos estavam a centímetros de distância e o garoto enfiava e tirava o pirulito da boca de forma obscena, como se tivesse uma fixação oral ou algo do tipo. Zoro engoliu a seco. Agora era a deixa para parar de encará-lo, mas seus olhos pareciam não querer obedecê-lo.

— Qual é a do pirulito, sobrancelha?? — Zoro perguntou, os olhos seguindo automaticamente os movimentos dos lábios do rapaz menor entre seus braços, enquanto seus neurônios perdiam completamente a capacidade de fazer qualquer outra coisa.

— Não posso fumar aqui dentro. — Sanji soltou sem se importar, não dando a mínima para o que o outro iria achar de um adolescente ser fumante. Era uma pergunta idiota, na verdade. Que tipo de adolescente iria ficar chupando pirulitos em público se não fosse pelo fato de que precisava de algo na boca a todo momento? Era tão óbvio que ele fumava e estava sentindo falta do cigarro na boca.

— Ah... — Zoro soltou, eloquente como sempre, após a explicação breve de Sanji. Fazia sentido. O outro parecia ter jogado a informação de qualquer jeito como se esperasse tomar um sermão dele, o que definitivamente não iria acontecer. Não era do feitio de Zoro fiscalizar maus hábitos alheios, ainda mais por ter seus próprios vícios. Enquanto isso, o loiro continuava deflorando o pobre pirulito na sua frente, aparentemente com mais afinco do que antes. Zoro estava se sentindo muito estranho, estava completamente quente por todo corpo e se sentia incomodado consigo mesmo e suas reações. Certo, talvez Zoro não se importasse com maus hábitos, mas nessa situação essa ação específica já estava lhe tirando do sério. O cara não podia esperar descer do metrô? Não conseguia passar dois segundos sem algo na boca?

Sem se importar, ele continuou chupando com vontade o pirulito, parecendo até que estava tentando mostrar como aquilo era bom e o quanto ele era bom naquilo, não que estivesse consciente de seus atos, apenas chupava da mesma forma que chupava sempre. O fato de circular a língua no doce oval não queria dizer nada, ele nem sabia que estava fazendo algo que parecia tão obsceno aos olhos das pessoas. Na verdade, não era, mas Zoro estava tão perto, com os corpos colados, sentindo sua respiração, que tornava a coisa bem pervertida.

Zoro decidiu por fim ao seu tormento e arrancou o pirulito dos lábios do outro assim que a palavra marimo saiu de sua boca. Antes que ele pudesse protestar Zoro enfiou em sua própria boca, para o horror do rapaz à frente. Melhor que brigasse com ele, que era algo familiar e conhecido, do que continuar a fazer ele sentir essas coisas esquisitas.

Sanji ia xingá-lo. Pegar seu pirulito de volta e depois socá-lo na cara de Zoro. Teria feito isso se o metrô não tivesse parado e as portas atrás de si não tivessem se aberto. Sabia o que acontecia nesses momentos e era justamente por isso que odiava transportes públicos. Havia duas opções: Deixar-se ser levado pelas pessoas saindo e entrando e talvez morrer esmagado no meio de todos, ou se segurar no maior que conseguia ter uma estabilidade e não sairia do chão caso fosse empurrado. O único problema era que a segunda opção afetava totalmente seu orgulho e jamais se submeteria àquilo. Bela hora para ser forte, mas ter o corpo leve, muito útil.

Decidido a ir embora com a multidão e sem seu pirulito, apenas entregou-se às pessoas, só não esperava que o primeiro infeliz que esbarrou em si o fizesse cair justamente em cima do moreno, obrigando-o a se segurar em seu peitoral... No uniforme da escola... Sua dignidade acabava de ir embora junto com todas aquelas pessoas.

Se Zoro achava que seus problemas haviam ido embora juntamente com as sensações esquisitas, estava completamente enganado. Agora o loiro se agarrava a si e o jeito como o corpo dele se contorcia em cima do seu próprio estava deixando Zoro maluco. Ele conhecia seu corpo desde que nasceu e ele nunca havia se comportado dessa maneira estúpida. Mas agora deveria pensar em como sair dali rapidamente. Primeiro tentou imaginar se conseguiria sobreviver à fúria de Sanji se tentasse carregá-lo nos braços para fora dali e achou melhor não arriscar, ainda tinha algum apreço pela vida.

Decidiu apenas continuar protegendo aquele corpo esguio com o seu até que o fluxo se tornasse menor e pudessem sair com tranquilidade. Antes que sequer pudessem se despedir ele desprendeu-se do menor e sumiu de vista. Tinha alguma coisa errada consigo. Se sentia estranho e queria voltar para casa. Leu o nome da estação numa placa e percebeu que desceu umas três estações depois da sua. Fantástico, graças ao showzinho do outro no vagão havia perdido sua parada.

Zoro andou até o dojo, cujo primeiro andar possuía um pequeno apartamento onde ele morava com Koshiro e Kuina, e tentou não pensar muito durante o caminho. Não que pensar fosse algo que fizesse com muita frequência para ser tão difícil assim de não fazer, mas neste dia especificamente sua mente estava cheia de coisas confusas. Se no começo da manhã ele achava que o que havia acontecido tinha sido a coisa menos chata do ano letivo inteiro, isso fora com certeza uma subestimação. Provavelmente Zoro nunca teve um dia tão peculiar em toda sua vida, mesmo tendo Luffy como amigo.

Assim que chegou, subiu direto para o seu quarto, Koshiro deveria estar ocupado com a aula de qualquer forma, e deitou no futon, jogando sua bolsa no chão do quarto. Mesmo depois de caminhar desde a estação ainda sentia os efeitos de quando estava no metrô com o loiro e aquilo o incomodava. Se fechasse um pouco os olhos podia ver claramente Sanji chupando aquele pirulito vermelho perto demais de sua própria boca. Ele odiara como sua boca pareceu se encher de saliva ao ver aquilo, de como seu coração bombeava o sangue mais lento e mais rápido ao mesmo tempo e como nada fazia sentido. Zoro sentira sua calça ficando mais apertada a cada segundo e mesmo agora ela ainda estava nesse estado. Ele a abriu para ver se melhorava e o leve contato que teve com a cueca enquanto o fazia foi o suficiente para ser prazeroso. Então, ele, a contra gosto, continuou a se tocar por cima do tecido fino, timidamente circulando a glande de forma inexperiente enquanto lembrava de como o outro rapaz circulava a língua naquela circunferência melada, de como ele parecia estar gostando de fazê-lo. Enquanto se tocava cada vez com mais pressão, seu coração batia forte em seus ouvidos, podia sentir por todo seu corpo na verdade, mas ele não abriu os olhos sequer uma vez, concentrando-se nas lembranças ainda vívidas em sua mente. Na memória do corpo menor pressionando o seu exatamente onde se tocava agora e na mistura de desespero e prazer que sentiu em tal situação. Durante esse tempo sua mente sempre voltava à parte da boca fina do loiro passeando pelo pirulito que ele tinha na boca, e no final bastou sua imaginação cogitar a mera possibilidade daquela língua fazer o trabalho que sua mão fazia naquele momento para Zoro sentir o prazer indescritível do seu primeiro orgasmo.

Depois, ficou alguns minutos parado na cama recobrando o fôlego enquanto se amaldiçoava mentalmente por aquilo.

 

 

 Sobreviver mais um dia ao horário de pico do metrô era uma felicidade e poderia até sair para comemorar, mesmo que a companhia não fosse das melhores. Sanji teria convidado facilmente Zoro para ir comer alguma coisa, ou algo do tipo, caso no momento em que desceram do metrô o moreno não tivesse evaporado. E sequer se despediu. Sanji realmente o odiava. Qual o sentido daquilo? Como se já não bastasse a situação vergonhosa que passaram, ele ainda nem teve tempo de se desculpar por cair em cima do outro... Não que ele fosse se desculpar, aquilo estava totalmente fora do planejado, sua forma de pedir perdão era pela barriga. Que seja, ele realmente não ligava para o outro, só não queria mais andar de metrô com ele para não ter que passar mais uma vez por uma situação constrangedora.

Por não ter muito o que fazer naquela nova cidade, Sanji apenas voltou para sua casa, feliz por seu pai e seus infelizes irmãos ainda não estarem ali. Poderia se divertir bastante sem eles lá. E por se divertir, queria dizer bater punheta para pornô. Muita punheta. Depois de um dia exaustivo, com pessoas irritantes e cansativas, nada melhor que horas de punheta para aliviar a tensão. Sanji sempre fora o tipo de garoto pervertido e não era de hoje que ele se tocava das variadas formas mais prazerosas existentes. Nunca iria negar sua perversão e havia muitas garotas novas para homenagear.

Se trancou no quarto e ligou o computador, entrando em sua pasta de pornô preferida. Correu para o banheiro para pegar papel higiênico e lavar a mão e voltou para o quarto. Entre centenas de vídeos, ele escolheu um e sentou-se na cama após tirar a calça e cueca. Deu play no vídeo e lambeu as mãos, deixando uma grande quantidade de saliva que seria o suficiente para melar seu membro. Começou a se tocar, com movimentos lentos no início, mas que com o tempo se tornaram ágeis e rápidos. Ele soltava os gemidos sem pudor, crente que ninguém chegaria tão cedo em casa. Os gemidos se misturavam aos daquele vídeo, os movimentos eram cheios de destreza e ele poderia gozar rapidamente, como sempre. Nunca fora muito resistente mesmo, para que se segurar se poderia fazer mais várias outras vezes e gozar ainda mais? O órgão sexual pulsava em sua mão de tão desesperado. Sua mente começou a passear pelas damas que havia conhecido naquele dia e queria homenagear cada uma delas. Saliva escorria pelo canto de seus lábios, estava ofegante e uma mão encaminhou-se para um de seus mamilos e o apertou do jeito exato que amava. Fechou os olhos apreciando todas aquelas sensações. Dava investidas com os quadris contra sua mão, como se estivesse devorando-a. E no momento de seu ápice, um pensamento estranho lhe veio à mente. Era o corpo de Zoro e o outro rapaz estava duro no momento em que Sanji caiu em cima dele. O suposto volume do outro lhe excitou e o fez gozar forte em sua mão, tornando seu corpo totalmente fraco e trêmulo...

Só conseguiu pensar no que acabara de acontecer quando se recuperou do delicioso orgasmo e começou a condenar-se por ter imaginado que seu colega de classe estava excitado no meio do metrô por sua causa. Não deixaria aquilo se repetir nunca mais.



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