História Mysteries of my mind - Capítulo 13


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Sehun, Suho
Tags Baekhyun, Baekyeol, Bts, Chanbaek, Chanyeol, Drama, Exo, Hoseok, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kyungsoo, Misterios, Namjoon, Rap Monster, Sehun, Suga, Suho, Taehyung, Yoongi
Visualizações 11
Palavras 2.189
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sei que atrasei aaaaaaa >.< Mas eu juro que vou compensar, vai ter capitulo hoje ~domingo~ e segunda okay?
Boa leitura

Capítulo 13 - My story: Jimin. Ato II: Minha doce esquizofrenia.


Capitulo 13, Ato 2: Minha doce esquizofrenia.
"Pego em uma mentira, 
Por favor, encontre o eu que era inocente!
Eu não consigo fugir de dentro dessa mentira.
Por favor, devolva o meu sorriso... Liberte-me desse inferno"

Já era meu quinto dia aqui, as coisas estavam começando a se encaixar, mas não saia da minha cabeça ainda o famoso byun baekhyun, eu pedi aquele favor ao jin e não via à hora da próxima visita para acabar finalmente com essa tortura de não saber se ele realmente foi real.
-Park chanyeol. -Ouvi a voz de doutora shin e direcionei meu olhar a ela. -Sua vez. -ela disse com um sorriso doce em seus lábios. Me levantei e entrei em sua sala. -Então, nossa primeira consulta, Pode se sentar e se sentir confortável, por favor. -Assenti e me sentei na poltrona, ali dentro era bem ajeitado, muito diferente de tudo lá fora. -Então o que tem achado?
-É muito estranho para mim ainda, mas eu acho que estou me acostumando. -Me ajeitei na poltrona e voltei a passar o olhar pelas coisas da doutora, fotos, quadros nas paredes, flores, cada detalhe.
-E como tem sido tratado? -Ela perguntava com seus olhares diretos a mim mesmo notando minha falta de atenção na mesma.
-Bom Jungkook e jimin têm sido muito compreensíveis, me explicam tudo que pergunto, Taehyung faz algumas piadas às vezes... E Hoseok é bem confuso. -disse e ela assentiu compreensiva.
-E yoongi? -ela perguntou receosa sobre minha resposta.
-Todos falam muito mal dele, fico com do às vezes... Ninguém sabe exatamente o porquê dele estar aqui, mas ele não parece ser gente ruim.
-Ele não tem sido grosso?
-É o jeito dele. -dei de ombros. -Isso não me incomoda.
-Esta certo, vamos falar sobre o motivo de estar aqui? -ela perguntou e eu me ajeitei desconfortavelmente na poltrona. 
-Sobre eu ter invadido uma casa? -questionei e ela assentiu. -Tenho certeza que já lhe falaram sobre isso...
-Mas eu preciso saber o seu lado park, tenho certeza que tem uma explicação muito boa. -hesitei um pouco e ela continuou me olhando como se esperasse uma resposta. -Quando quiser.
-Okay... -suspirei. -Eu conheci um garoto, baekhyun o nome dele... A gente se encontrava ali de vez em quando...
-Hum, e como o conheceu? -ela anotava tudo em um bloco de notas que estava em suas mãos.
-Eu o vi pela primeira vez quando cheguei aqui na coréia... Mas eu conheci ele mesmo dois dias depois disso, ele estava nos fundos daquela casa e eu fui ate lá, ele acabou entrando e se escondendo e eu me arisquei a ir ate lá.
-E o que ele fazia por lá? 
-Ele disse que não gostava de pessoas o atrapalhando então de vez em quando ele ia lá tocar piano e desenhar, ele ate fez um retrato meu, mas não me deixou ficar com ele... 
-Piano?
-Sim, o piano que tinha na casa, me indigna que nunca tenha escutado aquela melodia doce que ele tocava... -suspirei de novo.
-E como esse baekhyun era? -Ela me olhou e em momento algum eu vi em seu tom de voz ou olhar um pingo de duvida sobre o que eu falava, mas ela já estava acostumada com essas situações eu imagino...
-Ele era lindo. -sorri. -Cabelos castanhos, pele macia, um sorriso lindo... Mas seu olhar era tão triste...
-Ele falou com você abertamente? 
-Ele era meio reservado, não queria falar sobre a família... Pouco falava sobre si.
-E onde ele estava quando você foi pego?
-Nesse dia eu soube, ou melhor, eu relembrei que minha irmã yoora estava morta há seis anos... Minha esquizofrenia me faz esquecer de algumas coisas e ilusionar de outra forma...  Então eu corri ate lá porque ele era a única pessoa que eu podia falar naquele momento, não, ele era a única pessoa que eu queria ver naquele momento. Quando eu cheguei lá ele instantaneamente me fez melhorar, ele sempre conseguia me fazer sentir coisas que eu nunca senti. -Acabei sorrindo com essa fala. -Mas então o dono da casa chegou, eu nem mesmo sabia que alguém tinha pose daquela casa, ela estava totalmente abandonada e a única parte da casa limpa era o salão do piano que baekhyun cuidava quando ia para lá às vezes... Então ele chegou e baekhyun me pediu para fugir, mas ele não veio comigo, eu me senti péssimo e acabei voltando, quando voltei ele não estava mais lá e o cara me encontrou...
-E com isso foi para delegacia?
-Sim... -disse e ela suspirou. -Depois eu aceitei um acordo de vir para cá, minha mãe tinha essa cartada na manga, ela sabia que talvez isso ajuda-se e levou ate meu laudo.
-Você já sabia de sua esquizofrenia?
-Sim, eu ia ao psicólogo em Londres, mas parei, pois os remédios estavam me ajudando a controlar isso.
-E parou os remédios?
-Em momento algum, sempre tomei eles como devia, eu sei que esquizofrenia é uma doença que não cura, mas pode ser controlada.
-E você acha que ele é real?
-Baekhyun? -ela assentiu e eu suspirei. -Não tenho certeza de mais nada desde que vim para cá, eu quero acreditar que é real, mas sei que minha mente é boa o suficiente para inventar uma coisa dessas...
-Eu te entendo, na hora certa ira saber se é real ou não. -ela sorriu e eu sorri por pura educação. No mesmo instante a porta abriu rapidamente mostrando Jungkook ali. -Jungkook estou no meio de uma consulta. -ela disse calma como sempre.
-Doutora shin, o jimin teve outro ataque, ela arregalou os olhos e se levantou. 
-Chanyeol continuamos na próxima sessão okay? -assenti e vi ela saindo correndo dali, eu nada besta fui atrás vendo todo mundo em volta olhando jimin que estava no chão encolhido.
-Por favor, saiam! -ele gritava. -Saiam de perto de mim... 
-Jimin... -Doutora shin disse se agachando razoavelmente longe dele e ele direcionou seu olhar para ela, um olhar cheio de dor e sofrimento, repleto de sentimentos ruins, doeu ate mesmo em mim.
-Doutora shin... Eu não suporto mais! -ele gritava e ela com toda calma do mundo pedia para ele ter calma. -Eu não consigo... Eu não consigo mais, eu... Eu menti! 
-Jimin esta tudo bem agora, eu juro para você. -ela disse e ele fechou os olhos com força batendo em sua cabeça de forma bruta o suficiente para machucá-lo.
-Não! Não! Foi tudo uma grande mentira! Ninguém nunca vai me perdoar! -Ela suspirou e puxou do bolso uma seringa.
-Confie em mim. -ela se aproximou e ele se encolheu mais. -Pode confiar em mim... -ela disse segurando o braço para que ele não se acertasse de novo. -Eu te garanto que já esta tudo bem, apenas deixe eu injetar o remédio.
-Por favor... Me tira desse inferno. -ele sussurrou virando o rosto e ela injetou o remédio em seu pulso. Jimin começou a se acalmar aos poucos e se sentou no chão, todos começaram a sair aos poucos voltando para suas atividades ou para seus quartos. -Obrigado... -ele sussurrou sem olhar em seus olhos e agora respirando fundo.
-Vá descansar... -ela disse e ele tentou levantar, mas tombou.
-Eu ajudo. -me prontifiquei e peguei em seu braço passando pelos meus ombros, caminhamos lentamente ate seu quarto e eu o ajudei a deitar na cama. -Esta tudo bem?
-Agora sim...
-O que foi isso? -perguntei e ele riu fraco. 
-Esta andando muito com o tae, ele esta te ensinando coisas que não devia aprender chanyeol. -ele estralou o pescoço e voltou a me olhar. -Isso foi um ataque...
-O que você tem? 
-Estresse pós traumático... Estou aqui por causa desse inferno de doença. -ele riu e passou as mãos sobre o rosto. -Eu sei que quer saber a historia chanyeol, sente-se. -ele disse e assim o fiz, eu realmente estava curioso. -Tudo começou em uma noite fria de inverno, aqui mesmo na Coreia... Eu estava com dois amigos meu, de má índole obvio... E nós três tínhamos uma amiga em comum, eu idiota e influenciável me meti na maior merda de todas... -ele suspirou e vi seus olhos caírem em tristeza pura.

"-Vamos é só levar ela ate lá! Não é difícil jimin. - Meu amigo Hyu dizia bravo já.
-Pare de ser mariquinha, vai fazer como combinamos ou não? -O outro amigo, Sung, disse.
-Isso é uma aposta boba! -falei revirando os olhos. -Nem sei por que concordei com isso...
-Por que você gosta dela jimin! Ou esta com medo que ela escolha um de nós? -hyu disse confiante e eu revirei os olhos.
-Não, Ayu é só minha amiga, A M I G A. Quantas vezes vou ter que repetir isso?!
-Não é o que seus olhos de bobo apaixonado dizem jimin! -hyu disse e eu bufei.
-Vocês me irritam! 
-Jimin você nos deve essa! E além do mais, o que tem a perder? É só uma aposta, o máximo que pode acontecer é ayu não querer beijar você, mas sim um de nós dois, mas, se não gosta dela não vai mudar em nada.
-Okay! Eu vou levar ela lá... Espero que parem de me encher depois disso!
-Ah jimin, você também quer isso.
-O que?
-Um beijo e ayu. -Eles falavam rindo juntos.
-Vocês são sujos...
Caminhei ate a porta da casa de minha amiga e vi os dois me incentivando de longe e correndo para o local no qual eu teria que levar ela. Bati na porta duas vezes e ayu atendeu com um sorriso no rosto. 
-Jimin, o que esta fazendo aqui? -ela perguntou e eu suspirei.
-Pode vir comigo? -perguntei.
-Aonde? -seus olhos eram de curiosidade.
-Surpresa. -sorri e ela revirou os olhos.
-Sabe que odeio surpresas jimin! Tem sorte que eu sou curiosa. -Ela sorriu e fechou a porta trás de si vindo junto comigo ate o local marcado. -Por que tão isolado assim? -ela perguntou olhando em volta e meu coração começou a se apertar em um grande sentimento ruim...
-Olá ayu. -a voz de hyu se fez presente me fazendo arrepiar. 
-O que estão fazendo aqui? -ela perguntou.
-Fizemos uma aposta com jimin, queríamos saber uma coisa. -Sung disse.
-Diga logo o que querem, eu tenho mais o que fazer! -ela disse cruzando os braços.
-Entre nós três quem você prefere? -Hyu começou se aproximando junto a Sung.
-Ah serio isso? Jimin sem duvidas, ele é mais sensato. -ela disse e meu coração se aqueceu.
-Então você o beijaria? -Sung começou.
-Gente, jimin é meu amigo! -ela disse envergonhada.
-Amigos se beijam ayu. -Hyu disse.
-Pare, eu vou embora. -ela disse tentando sair dali, mas Sung segurou seu braço.
-Não tão rápido, vai mesmo se negar de dar um beijo em nosso amigo? -Sung perguntou ainda segurando seu braço.
-Solte, esta me machucando! -ela gritava se debatendo.
-Solte ela Sung! -gritei.
-Cala a boca jimin! Se ela não vai fazer por bem, vai fazer por mal... -hyu se aproximou e começou a beijar o pescoço de ayu que tentava o empurrar a todo custo, mas Sung a segurou. 
-Parem! -gritei.
-Olhe bem jimin, afinal, você que a trouxe aqui. -Sung disse com um sorriso no rosto e arrancando as roupas da garota. Meu corpo paralisou ali, a cena de meus dois amigos abusando minha melhor amiga, que eu trouxe ate aqui... Era culpa minha!
-Jimin... -ela sussurrava em quanto seu olhar estava direcionado a mim. -Jimin por quê? -Eu não conseguia falar, nem fazer nada, meu corpo todo tremia... Um misto de medo e ânsia se misturou no meu estomago e eu vomitei ali na frente dos três. -Jimin... -Tentei me aproximar e pará-los, mas hyu me empurrou tão forte fazendo com que eu batesse minha cabeça em algo duro me fazendo desmaiar no mesmo instante." 

-Nossa... -falei e ele suspirou.
-Todo mundo sempre fala isso... Se eu tivesse sido menos bobo teria notado e salvado ayu, nunca nem levado ela lá...
-Depois disso você falou com ela? -perguntei.
-Sim... Expliquei a ela, ela disse que não me culpa... Mas eu ainda sinto essa dor em mim, e por meses eu estava tendo esses ataques, por isso fui trazido aqui, a força... -ele suspirou. -Mesmo sabendo que ayu me perdoou, eu nunca vou me perdoar chanyeol, pelo que fiz com ela...
-Há quanto tempo isso aconteceu?
-Um ano. -ele me olhou. -Estou aqui há só nove meses, ainda é difícil ate mesmo para as pessoas em volta, por isso sou o centro das atenções durante meus ataques, ainda vai ter seu primeiro ataque aqui dentro...
-Sim... Mas esses estresses pós traumáticos não acontecem com algum gatilho? 
-Sim, a nossa cabeça nós engana chanyeol, ela pode ser mais traiçoeira do que imaginamos. -Ele finalizou e eu suspirei, eu sabia bem como era isso ter a mente traiçoeira. -Chanyeol, pode me deixar sozinho um pouco? O remédio me da um sono... -ele bocejou. 
-Claro... Descanse. -disse me levantando e saindo do quarto, eu não podia dizer mais nada a ele, nem mesmo um "Não se culpe" nada disso ajudaria, mas espero que ele se recupere logo... Ele não merece isso, viver com essa culpa, essa dor.
 


Notas Finais


E então o que acharam? Pesada? ~eu sei :c~ Comentem aqui e deixem a opinião de vocês sobre a fic.
Não se esqueçam de favoritar a fanfic e ate amanha <3


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